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ARTIGO

Gilson Cavalcanti Ricci: "Soldado de Caxias"

Advogado

Redação

12/11/2018 - 02h00
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O Brasil está em festa! Venceu o soldado-mito, o herói brasileiro que desponta nos horizontes da pátria, com o anúncio de dias promissores de paz e prosperidade para todos nós, cidadãos que vivemos e mourejamos de sol a sol neste riquíssimo País. O capitão Jair Messias Bolsonaro, soldado de Caxias, tem sobre seus ombros o peso imenso da responsabilidade cívica assumida perante duzentos e dez milhões de brasileiros. Homem simples, honrado, sofreu na campanha eleitoral o deboche de adversários raivosos, chegando a ponto de ser atacado à faca por um fanático insano, dopado pela lavagem cerebral do comunismo.

Bolsonaro traz no sangue a saga dos imigrantes italianos, seus antepassados, cujo amor pelo trabalho fez surgir dentro do Brasil a grandeza econômica das regiões onde plantaram e colheram, como São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Espírito Santo e várias outras regiões onde as colônias de italianos cresceram no dinamismo do trabalho e da fé cristã. Além da responsabilidade assumida com o povo brasileiro nas urnas, o soldado-mito tem sobretudo o dever de honrar o glorioso Duque de Caxias, herói dos heróis na guerra e na paz. O exemplo sagrado de civismo do bravo patrono do Exército Brasileiro servirá de guia ao nosso novo presidente da República, o que representa uma forte garantia de realizações de uma administração séria, voltada para as necessidades do Brasil. Assim, abrem-se as cortinas de uma nova era nos horizontes da pátria amada. A porta da esperança abre-se de repente, premiando-nos com a reativação da moralidade no sistema político-administrativo brasileiro. Além de tudo isto, a vitória do soldado-mito promete um porvir sem corrupção, sem violência e sem mazelas sociais. E mais ainda: garante acirrado combate ao terror dos bandidos sanguinários soltos pelas ruas, agraciados com a liberdade concedida pelas autoridades judiciárias sob o pálio de uma legislação vulnerável, que certamente sofrerá radical e indispensável reforma legislativa.

Nosso País amargou em sua vida republicana dois períodos de governos declarados de esquerda: o desastrado governo do comunista João Goulart, que entregou a Amazônia a comunistas internacionais como campo de concentração para treinamento da guerrilha comunista; e o governo marxista leninista de Lula e Dilma durante mais de 14 anos no poder. Para vencer as eleições, esses aparelhos da esquerda sinistra usaram e abusaram das liberdades democráticas consagradas na Constituição de 1988 e, assim, entre todos seus engodos pregados ao incauto eleitorado brasileiro, prometeram acabar com o desemprego e a miséria. Disseram que levariam o Brasil ao primeiro mundo e que aqui “ninguém mais passaria fome”. E ainda: acabariam a inflação e modernizariam todas as vias de transporte – prometeram mundos e fundos.
Agora, a esperança de um novo sistema de governo nos coloca na expectativa de novos rumos na administração pública, que certamente trará radical modificação no sistema de gerência da coisa pública, pois o povo brasileiro não pode mais viver sob um sistema de irresponsabilidade e corrupção, que levou a nação ao marasmo administrativo e fez o povo cansar de tanto sofrer calote de políticos corruptos sufragados nas eleições do passado.
“Caxias golpeou o cavalo arremetendo-se temerariamente contra os inimigos, enquanto brandia a espada a conclamar em altos brados seus soldados à luta: “Sigam-me os brasileiros!”. A tropa foi tomada pelo ímpeto eletrizante do bravo comandante, seguindo-o freneticamente num fulminante contra-ataque sobre os inimigos até ultrapassarem totalmente a ponte do Itororó” (Dionísio Cerqueira, testemunha presente na batalha). Assim como o intrépido Duque de Caxias, o soldado-mito Bolsonaro branda sua espada, conclamando o povo brasileiro à vitória contra a corrupção e a violência pública. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos.

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