Mais uma vez, estamos chegando ao fim do ano. Muitos acontecimentos marcaram nossas vidas. Muitas dificuldades foram superadas. Muitos perigos forem enfrentados. Muitas conquistas foram celebradas com a graça de Deus.
Mesmo não nos dando conta, em tudo esteve a mão de Deus. Não para interferir ou impor, mas para apaziguar e recompor, especialmente nas horas mais amargas e difíceis. Oportunidades foram aparecendo e proporcionando possibilidades. Nem sempre para a satisfação ou para a alegria. Muitas delas causaram apreensões e dúvidas, amarguras e incertezas.
Mas a fé e a confiança em forças superiores contribuíram na superação desses contratempos e proporcionaram a alegria de termos saído vitoriosos. Poderão não ter sido grandes vitorias, mas suficientes para darmos graças a Deus e continuar no caminho da esperança em poder encontrar motivos de vanglória e de gratidão.
Mais um ano está findando em nossa história. Mais uma página no livro do nosso viver. Mais uma oportunidade para colaborar com a humanidade na administração das riquezas e das descobertas científicas. Mais um ano de alegrias e celebrações. Apesar de tantas dúvidas e tantas incertezas, chegamos ao momento de erguer as mãos e dar graças.
Dar graças por estar vivo. Dar graças por ter onde morar, por ter o que comer, por ter a liberdade de ir e vir, por ter liberdade de culto, de cultura e de ideologia. Dar graças por ter podido difundir ideias, pensamentos, sonhos e princípios cristãos por meio desse jornal e do testemunho de tantos seres humanos. Dar graças pela saúde e por estar num país democrático.
Um novo ano está chegando. Como será? Será do jeito que o fizermos. Será do jeito que o administrarmos.
Temos motivos fortes para confiar na bondade de Deus. Poderemos contar com sua graça e sua proteção. Mas teremos de cumprir a nossa parte. Não poderemos deixar tudo em suas mãos e sob a sua responsabilidade.
Os desafios e as experiências amargas do ano que está findando devem ser pontos de referência, mostrando como fazer, por onde andar e o que priorizar. O saudosismo não leva anada. As lamentações não produzem fruto algum. A decepção não traz felicidade a ninguém.
Será preciso arregaçar as mangas. Será preciso organizar-se para a luta, confiando em dias melhores. Será preciso rever os pontos fracos e estudar melhor as possibilidades para superá-los. Será definitivamente obrigatório acreditar nas capacidades pessoais e na graça de Deus.
O verdadeiro cristão é aquele que põe a mão no arado e não olha paratrás. Seu olhar, seus projetos, seus sonhos e seus anseios serão sempre luzeiros a indicar o caminho a seguir. Não abre espaço para lamúrias ou crises sentimentais. Não permitirá pensamentos negativos ou atitudes pessimistas. Buscará energias que garantam o necessário para realizar o novo.
Um novo ano está chegando e, com ele, novos sonhos, novos motivos e novas forças para realizar aquilo que o coração aspira: viver um novo ano de paz e bem!