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Caminhões emperram trânsito no centro de Dourados

Caminhões emperram trânsito no centro de Dourados

Dourados Agora

25/05/2011 - 17h40
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Mesmo proibidos de transitar pelas ruas centrais de Dourados, motoristas de caminhão continuam abusando e descumprindo a legislação que determina desvio obrigatório em vários pontos da cidade. Desde 1996, um decreto municipal proíbe o tráfego de veículos de carga pesada nas ruas centrais, seja para preservar a malha viária como também para favorecer o fluxo dos veículos. Passados 15 anos, muitos motoristas continuam ignorando a legislação e ‘cortando’ a cidade pelo centro, mesmo nos horários de fluxo intenso – como pela manhã e nos fins de tarde. A Guarda Municipal diz que, por enquanto, opta por orientar os motoristas, mas a Prefeitura quer exterminar de vez a presença de caminhões na zona urbana após a liberação da segunda etapa do anel viário.

O decreto municipal 126, de 20 de maio de 1996, regulamenta os horários e locais de carga e descarga de mercadorias no centro da cidade. Pela legislação, veículos que entram na cidade pela região sul precisam seguir pela rua Cuiabá, sentido as ruas Aquidauana e Ponta Porã e depois seguir pela avenida Presidente Vargas, que dá acesso à rodovia MS-156, rumo a Itaporã. Já os veículos que chegam à cidade pela região norte, segundo a diretoria de Transporte e Trânsito, chegam pela avenida Presidente Vargas e devem, obrigatoriamente, desviar pela rua Monte Alegre até a rua Aquidauana. Quem vem de Campo Grande deve seguir pela rua Joaquim Teixeira Alves sentido as ruas Cuiabá, Rio Brilhante e Hayel Bon Faker.

Todos estes trajetos, segundo o diretor de Transporte e Trânsito, Fabiano Costa, têm como objetivo desviar os caminhões do centro da cidade e garantir mais agilidade nas ruas com maior fluxo de veículos. “Os caminhões impedem a fluidez do trânsito e, por outro lado, favorecem a ocorrência de acidentes”, destaca. O diretor argumenta que estes desvios são muito bem sinalizados e que o problema ocorre justamente com os condutores mais habituados ao trânsito de Dourados. “Quem é de fora respeita. O problema é com os motoristas que já conhecem o município e utilizam o centro como atalho”, diz ele. “Estes condutores se prevalecem pelo tamanho do veículo e acabam desrespeitando a sinalização”, acrescenta.

FISCALIZAÇÃO

Enquanto moradores da cidade enfrentam o problema diariamente, a Guarda Municipal argumenta que, por enquanto, tem optado pela orientação dos motoristas infratores. O comandante da Guarda Municipal, major Thonny Audry Zerlotti, diz que a Guarda vai promover uma audiência pública, solicitada pelo prefeito Murilo Zauith (DEM), onde o Executivo pretende normatizar, definitivamente, a circulação de caminhões e veículos de carga pesada no centro da cidade. A proposta, segundo a Prefeitura, é proibir em definitivo o tráfego de caminhões na cidade após a conclusão da segunda etapa do anel viário, o que deve ocorrer em agosto.

“A presença dos caminhões nas ruas da cidade prejudica o asfalto e também o meio-fio, porque a malha viária não está preparada para veículos de grande porte”, explica o diretor de operações da Guarda Municipal, Jonecir dos Santos Ferreira. Outro problema, segundo ele, são os danos nos fios da rede de telefonia fixa, provocados pela altura dos caminhões.

PROIBIÇÃO

A restrição quanto ao horário de tráfego de caminhões no centro da cidade fica bem clara no decreto de 1996. Veículos médios, com 4 toneladas de carga (ou 8 toneladas bruto) só podem trafegar no centro das 19h às 10h. Já os veículos pesados (6 toneladas de carga ou 11 toneladas bruto) apenas entre 19h e 6h. Veículos acima de 11 toneladas só podem trafegar das 20h às 6h. Já os veículos leves, com peso abaixo de quatro toneladas, são livres para o tráfego e estacionamento em qualquer ponto.

Em caso de descumprimento, a legislação determina infração média, com multa de R$ 85 e 4 pontos na CNH. Não há definição de penalidade em caso de reincidência. Segundo a Guarda Municipal, em caso de flagrante os motoristas podem fazer denúncias pelos números 153 e 199, e também na Polícia Militar, pelo 190. 

três a bordo

Helicóptero da dupla Rick e Renner desaparece em SC

Bombeiros e PM também atuam nas buscas; a última localização dos músicos é na região de Vacas Gordas, em Urubici, último ponto de localização do celular de um dos tripulantes

21/09/2026 19h00

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina Foto: Divulgação

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O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina faz buscas por uma possível queda de helicóptero na noite desta segunda-feira, 21, na região de Urubici, na Serra do Estado. A assessoria da dupla Rick e Renner confirmou ao Estadão que o cantor Rick estava na aeronave. Ainda não há informações sobre os demais tripulantes.

As buscas são feitas na localidade de Vacas Gordas. Os bombeiros receberam uma chamada sobre o desaparecimento da aeronave. Ao todo, cerca 20 bombeiros militares participam da operação, com apoio de viaturas com tração 4x4, necessárias para acessar o terreno.

Ainda de acordo com a corporação, na terça, 22, as buscas serão reforçadas com cão de busca e resgate do CBMSC. A procura é direcionada para o último ponto de localização do celular de um dos tripulantes.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), disse que foi acionada para realizar buscas por uma aeronave que decolou de Porto Belo (SC) e não chegou ao destino previsto.

O Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico de Curitiba (ARCC-CW), o Salvaero Curitiba, responsável pela coordenação das ações de Busca e Salvamento na região, iniciou as ações de investigação e planejamento necessárias para delimitar a área de maior probabilidade de localização da aeronave.

Duas aeronaves Black Hawk (H-60) e SC-105 Amazonas, especializadas em missões de Busca e Salvamento atuam na ocorrência.

 

br-163

ANTT suspende testes de radar nas BR-163, BR-262 e BR-267

Agência recuou após reclamações de transportadores e suspendeu os radares de trecho que mediam velocidade média das três rodovias federais em MS

21/09/2026 18h30

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163 Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu suspender temporariamente os testes de controle de velocidade média em rodovias federais concedidas. O projeto piloto estava previsto para ser testado em Mato Grosso do Sul e outros sete estados.

De acordo com a ANTT, a medida é necessária para realizar analises técnicas e ajustes procedimentais e operacionais relacionados à sinalização e a comunicação aos usuários, com vistas ao aprimoramento do projeto.

O radar que os motoristas estão habituados faz a leitura de velocidade somente do local em que ele está posicionado.

Porém, essa nova tecnologia que será testada calcula o tempo gasto pelo condutor para percorrer a distância entre dois ou mais pontos da rodovia. Portanto, se o percurso for feito em tempo inferior ao permitido, o sistema entende que houve excesso de velocidade.

Além de mato Grosso do Sul, o projeto piloto estava previsto para ser testado no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

A ANTT diz ainda que nenhum motorista foi autuado, multado ou penalizado com base nesse sistema.

"Desde o início, os atos que autorizaram os testes determinaram expressamente que os dados aferidos não poderiam ser utilizados para aplicar penalidades aos usuários", diz a ANTT.

Segundo a agência, a iniciativa "integra os esforços para ampliar a segurança nas rodovias e proteger vidas, em alinhamento ao compromisso internacional assumido pelo Brasil no âmbito da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030, da ONU".

Projeto piloto

A autorização para os testes em Mato Grosso do Sul foi publicada no Diário Oficial Oficial da União no dia 11 de setembro.

Conforme a publicação, a concessionária Motiva Pantanal ficava autorizada, em caráter provisório e experimental, a implementar o Projeto-Piloto de Controle de Velocidade Média no trecho da BR-163/MS, entre o km 620 e o km 630, com extensão de 11 km.

Ainda conforme a publicação, a implementação do Projeto-Piloto teria caráter exclusivamente técnico, educativo e experimental, "destinando-se à avaliação da viabilidade, confiabilidade, desempenho e aplicabilidade da tecnologia de controle de velocidade média, não sendo admitida, nesta etapa, a aplicação de autuações ou penalidades aos usuários com fundamento exclusivamente na velocidade média aferida no trecho monitorado".

A concessionária deveria implantar e manter sinalização adequada nos trechos abrangidos pelo experimento, de modo a informar aos usuários acerca do monitoramento da velocidade média dos veículos nos trechos especificados.

Com a suspensão anunciada nesta segunda-feira (21), o experimento fica interrompido até nova decisão.

* Com Agência Brasil

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