Cidades

CONSCIÊNCIA AMBIENTAL

Campo Grande celebra liderança no ranking de arborização urbana

Capital repete índice de Mato Grosso do Sul e aparece com mais de 90% dos domicílios em vias arborizadas

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Com base nos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Campo Grande aparece com mais de 90% de seus municípios em vias que tenham pelo menos uma árvore plantada, colocando a Capital de Mato Grosso do Sul na liderança do ranking nacional. 

Recentemente o IBGE apontou, conforme dados do Censo Demográfico de 2022, que Mato Grosso do Sul aparece como a unidade da federação mais arborizada, tendência que se repete localmente em Campo Grande. 

Se quase 92,5% das residências de MS estão em ruas arborizadas, o índice campo-grandense fica pouco abaixo, batendo 91,4% dos domicílios em vias públicas com ao menos uma árvore. 

Para o  Secretário Municipal de Meio, Gestão Urbana e Desenvolvimento Econômico, Turístico e Sustentável, Ademar Silva Júnior, os reconhecimentos nacionais e internacionais obtidos (como os títulos de "Tree City of the World”, Cidade Árvore do Mundo em tradução livre) pela Capital, mostram o compromisso regional com a sustentabilidade. 

“Pelo sexto ano consecutivo, a cidade recebeu o título de “Tree City of the World”, pela  Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e pela Fundação Arbor Day. É a única capital brasileira a manter o selo desde sua criação, em 2019, o que reforça o compromisso local com a gestão e manutenção da floresta urbana", cita Ademar. 

Árvores em CG

Para esclarecer a classificação, o IBGE considera apenas a presença de árvores em áreas públicas, ou seja, os pés de manga e demais árvores frutíferas nos quintais campo-grandenses sequer entram nessa equação. 

Analisadas as características urbanísticas do entorno dos domicílios, a metodologia adotada avalia cada trecho das ruas, que são chamados de “faces de quadra”. 

"... Compreendida como um pedaço da quadra onde fica o domicílio,  por exemplo, de uma esquina a outra. Isso significa que as árvores precisavam estar no trecho da rua em que os moradores residiam", explica o município em nota. 

Árvores em ambiente urbano possuem funções bastante específicas, ajudando desde o escoamento, contribuindo inclusive para valorização dos imóveis locais. 

Essas árvores nas ruas beneficiam a população, por exemplo, reduzindo as temperaturas locais, o que torna o ambiente mais agradável e saudável. 

Uma boa arborização urbana é indicada como meio para melhoria da qualidade do ar, removendo poluentes e aumentando a produção de oxigênio, que por sua vez diminuem o estresse e a ansiedade. 

**(Com assessoria)


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TEMPESTADE

Governo decreta situação de emergência em Ivinhema após chuva com granizo

Inmet registrou 98,6 milímetros de chuva, no dia 16 de maio. O decreto do governador tem um prazo de 180 dias

11/06/2026 09h00

Pedras de gelo atingiram residências de Ivinhema

Pedras de gelo atingiram residências de Ivinhema Reprodução: redes sociais

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O governador Eduardo Riedel (PP) reconheceu a “Situação de Emergência” em Ivinhema, após fortes chuvas com granizo atingirem o município. Em 19 de maio, o prefeito Juliano Ferro (PSDB) já havia decretado a medida, pois aas áreas urbana e rural foram afetadas pela tempestade. A publicação do Governo de Mato Grosso do Sul foi divulgada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quinta-feira (11).

O decreto do governador Riedel tem um prazo de 180 dias. Com isso, os órgãos estaduais estão autorizadas para atuarem sob a coordenação da CEPDEC/MS, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação do cenário e reconstrução.

No dia 16 de maio, chuvas intensas acompanhadas de granizo atingiram o município de Ivinhema, causando danos e destruição nas áreas rural e urbana. Diversas famílias foram severamente atingidas, com danos expressivos em residências e com perdas materiais, muitas casas ficaram danificadas, com telhas quebradas e cômodos alagados. 

De acordo com o levantamento feito pelo Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), nas últimas 24 horas daquele dia, o município registrou 98,6 milímetros de chuva. 

A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil emitiu parecer técnico, no dia 3 de junho de 2026, manifestando-se favoravelmente ao reconhecimento da “Situação de Emergência” no município.

Em casos de emergência ou de calamidade pública, fica dispensado o processo de licitação para aquisição dos bens necessários ao atendimento da população, serviços e contratação de obras.

TENTATIVA DE FEMINICÍDIO

Justiça condena homem que tentou matar a ex-mulher em posto de combustível

O homem manteve sua ex-mulher em cárcere antes de persegui-la e disparar várias vezes em um posto de Campo Grande.

11/06/2026 08h15

Marcos Antônio de Souza Vieira, condenado por tentar matar a ex-mulher em um posto de combustível, na Capital

Marcos Antônio de Souza Vieira, condenado por tentar matar a ex-mulher em um posto de combustível, na Capital Reprodução: redes sociais

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Em julgamento realizado nesta quarta-feira (10), o Tribunal do Júri de Campo Grande condenou Marcos Antônio Souza Viera a 22 anos, 10 meses e 10 dias de prisão por tentativa de feminicídio qualificado (por motivo torpe e recurso que dificultou a defesa), sequestro e porte ilegal de arma de fogo.

A pena deverá ser cumprida em regime inicial fechado. Além da reclusão, o sentenciado foi condenado ao pagamento de R$ 50 mil à vítima, como forma de indenização a título de dano moral.

O homem manteve sua ex-mulher em cárcere antes de persegui-la e disparar várias vezes em um posto de Campo Grande.

O crime ocorreu em 29 de maio de 2025, em Campo Grande. Armado com uma pistola, o acusado rendeu sua ex-companheira e a obrigou a entrar em seu veículo sob ameaça de morte. De acordo com a investigação, a vítima foi mantida em cárcere privado por cerca de uma hora, período em que o réu tomou seu celular e proferiu ameaças constantes enquanto circulavam pela cidade.

Em determinado momento, a mulher pediu para ir ao banheiro, momento em que ele parou o carro em um posto de gasolina na Rua da Divisão.

Aproveitando a parada, a vítima viu uma brecha e tentou fugir gritando por socorro, momento em que foi perseguida e alvejada por Marcos Antônio. Segundo a denúncia, os tiros foram desferidos pelas costas e enquanto a vítima já estava caída no chão. A mulher sobreviveu após receber atendimento médico na Santa Casa de Campo Grande.

O casal manteve relacionamento por aproximadamente três anos, mas estava separado na época dos fatos. O crime foi motivado por ciúmes e por um sentimento de posse que o réu nutria por sua ex-mulher. 

A vítima já havia procurado a Deam para denunciar Marcos por violência doméstica e solicitou medidas protetivas, que terminou sendo revogada em 2024. O casal chegou a reatar, mas ela deixou a casa e entrou com pedido de divórcio. 

Depoimentos de familiares revelaram o histórico de violência psicológica e comportamento controlador, com o réu tentando isolar a vítima de sua família.

No julgamento, a acusação foi sustentada pela Promotora de Justiça Daniele Borghetti Zampieri de Oliveira, representando o Ministério Público.

 

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