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TEMPO

Campo Grande não tem previsão de chuva para pelo menos os próximos 15 dias

Tempo seco e falta de chuva tem aumentado ocorrências de queimadas na Capital
03/08/2020 14:32 - Glaucea Vaccari


A estiagem deve continuar em Campo Grande pelo menos durante toda a primeira quinzena de agosto. Não há previsão de chuva pelos próximos 15 dias na cidade, segundo o meteorologista Natálio Abrahão. 

Calor e tempo seco têm resultado no aumento de queimadas. Neste fim de semana, segundo o Corpo de Bombeiros, foram 62 ocorrências de incêndio na Capital.

Na manhã desta segunda-feira (3), incêndio atingiu área da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Várias viaturas foram encaminhadas ao local para apagar as chamas, que ficaram apenas na vegetação, sem vítimas.  

Historicamente, os meses de agosto e setembro são os de pico de queimadas devido a estiagem típica de inverno. No entanto, para este ano, perspectiva é de chuvas abaixo da média histórica. 

De acordo com a especialista em meteorologia do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de Mato Grosso do Sul (Cemtec), pelos próximos dias, não há previsão de chuva e umidade relativa do ar deve ficar em torno de 25% em todo o Estado.

“Nesta semana, o tempo seco continuará predominando em Mato Grosso do Sul, com céu claro a parcialmente nublado, sem chuva. Temperaturas serão elevadas durante a semana”, disse.

Conforme Franciane, o índice de umidade abaixo de 30%  é considerado estado de atenção pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e recomendação é ingerir muito líquido e umidificar ambientes.

Nas regiões do Pantanal e sudoeste devem ser registradas as maiores temperaturas, entre 20°C e 36°C. Já em Campo Grande, mínima deve ser de 18°C e máxima de 32°C durante a semana. 

 
 

Felpuda


A lista do Tribunal de Contas de MS, com nomes de gestores que tiveram reprovados os balanços financeiros de quando exerceram cargos públicos, está deixando muitos candidatos de cabeça quente.  Conforme previsto pelo Diálogo, adversários estão se utilizando de tais dados para cobrar, principalmente nas redes sociais, deixando alguns gestores na maior saia justa e tendo que se explicar. O eleitor, por enquanto, só observa. E dê-lhe!