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Capital inicia processo para obter certificado para Cidades Inteligentes, Resilientes e Sustentáveis

Primeira fase de estudo deve ser concluída em quatro meses

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Um grupo de avaliadores, responsável por processos de certificação de municípios no Brasil, está em Campo Grande para dar início ao processo que pode conceder à Capital a certificação “Cidades Inteligentes, Resilientes e Sustentáveis” (CIRS).

A equipe do Parque de Inovação Tecnológica (PIT) de São José dos Campos (SP), está na fase de coleta de dados e pretende concluir a primeira parte dos estudos em aproximadamente 4 meses.

A metodologia aplicada avalia a conformidade dos municípios com os indicadores de uma smart city (cidade inteligente), além da geração de um diagnóstico e de um registro de evidências para o processo de Certificação de cidades.

Serão analisados 276 quesitos que percorrem as normas ABNT NBR ISO 37120, 37122 e 37123, que tratam de questões ligadas à qualidade de vida e de serviços de inteligência com foco na modernização, implantações tecnológicas e técnicas modernas, bem como a capacidade de superar grandes desafios frente a desastres naturais, de Saúde ou econômicos.

O coordenador do grupo, Carlos Venícius Frees, explica que, através da certificação, os municípios alcançam diversos benefícios, dentre eles, a redução do risco financeiro e, consequentemente, atrai mais investimentos.

“Uma vez que você tem um certificado identificado, auditado com evidências, os financiadores começam a enxergar aquele município como um município de baixo risco e isso começa a atrair o interesse dos terceiros que investem no município. Novos negócios nacionais e internacionais também são atratividades e o mais importante de tudo isso é o próprio crescimento da gestão municipal sobre as ações e os resultados conseguem comparar e entender o porquê as coisas acontecem e onde ele tem que melhorar”.

Serão feitos diagnósticos em 19 frentes essenciais como Economia, Educação, Energia, Meio Ambiente e Mudanças Climáticas, Finanças, Saúde, Habitação, População e Condições Sociais, Recreação, Segurança, Esporte e Cultura, Telecomunicações, Transportes, Agricultura e Segurança Alimentar, Planejamento Urbano, Governança, Lixo Sólido, Saneamento e Água.

A prefeita Adriane Lopes destacou o papel da certificação no fortalecimento de um trabalho que já vem sendo realizado, além de proporcionar um aprimoramento constante das ações e serviços prestados à população.

“É um passo muito importante no desenvolvimento da cidade. O mundo segue seu desenvolvimento e, diariamente, surgem novas tecnologias que impactam diretamente o mundo e as relações. Experimentamos diversos avanços nos últimos anos, enquanto sociedade e o Poder Público tem que acompanhar esse processo de avanço e crescimento, deixando um legado nessa área também, desenvolvendo ações que melhorem a qualidade de vida das pessoas”, salientou.

 Sustentabilidade e Tecnologia

Segundo definições de órgãos especializados, uma cidade inteligente é aquela que, por meio de inovações tecnológicas, visa proporcionar um ambiente urbano favorável ao desenvolvimento humano e aumento da qualidade de vida, bem como faz uso sustentável dos recursos naturais e, com isso, impulsiona a economia local. Neste sentido, Campo Grande possui diversas ações e iniciativas colocadas em prática nas 7 regiões urbanas da cidade, proporcionando qualidade de vida à população.

Com olhos na preservação e sustentabilidade, a Capital realiza o Drive Thru da Reciclagem. Desde a primeira edição, realizada em outubro de 2020, já foram coletadas 45 toneladas de materiais recicláveis e mais de 1,6 bilhões de litros de água preservados.

Na Saúde, desde dezembro de 2021, o município de Campo Grande usa a tecnologia como aliada no atendimento na área da Saúde. A Capital foi o primeiro município de Mato Grosso do Sul a implantar o serviço de Teleinterconsulta em unidades da Atenção Primária.  Essa modalidade permite a interação direta entre paciente, médico assistente e especialista, com atendimento por web conferência.

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três a bordo

Helicóptero da dupla Rick e Renner desaparece em SC

Bombeiros e PM também atuam nas buscas; a última localização dos músicos é na região de Vacas Gordas, em Urubici, último ponto de localização do celular de um dos tripulantes

21/09/2026 19h00

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina Foto: Divulgação

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O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina faz buscas por uma possível queda de helicóptero na noite desta segunda-feira, 21, na região de Urubici, na Serra do Estado. A assessoria da dupla Rick e Renner confirmou ao Estadão que o cantor Rick estava na aeronave. Ainda não há informações sobre os demais tripulantes.

As buscas são feitas na localidade de Vacas Gordas. Os bombeiros receberam uma chamada sobre o desaparecimento da aeronave. Ao todo, cerca 20 bombeiros militares participam da operação, com apoio de viaturas com tração 4x4, necessárias para acessar o terreno.

Ainda de acordo com a corporação, na terça, 22, as buscas serão reforçadas com cão de busca e resgate do CBMSC. A procura é direcionada para o último ponto de localização do celular de um dos tripulantes.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), disse que foi acionada para realizar buscas por uma aeronave que decolou de Porto Belo (SC) e não chegou ao destino previsto.

O Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico de Curitiba (ARCC-CW), o Salvaero Curitiba, responsável pela coordenação das ações de Busca e Salvamento na região, iniciou as ações de investigação e planejamento necessárias para delimitar a área de maior probabilidade de localização da aeronave.

Duas aeronaves Black Hawk (H-60) e SC-105 Amazonas, especializadas em missões de Busca e Salvamento atuam na ocorrência.

 

br-163

ANTT suspende testes de radar nas BR-163, BR-262 e BR-267

Agência recuou após reclamações de transportadores e suspendeu os radares de trecho que mediam velocidade média das três rodovias federais em MS

21/09/2026 18h30

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163 Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu suspender temporariamente os testes de controle de velocidade média em rodovias federais concedidas. O projeto piloto estava previsto para ser testado em Mato Grosso do Sul e outros sete estados.

De acordo com a ANTT, a medida é necessária para realizar analises técnicas e ajustes procedimentais e operacionais relacionados à sinalização e a comunicação aos usuários, com vistas ao aprimoramento do projeto.

O radar que os motoristas estão habituados faz a leitura de velocidade somente do local em que ele está posicionado.

Porém, essa nova tecnologia que será testada calcula o tempo gasto pelo condutor para percorrer a distância entre dois ou mais pontos da rodovia. Portanto, se o percurso for feito em tempo inferior ao permitido, o sistema entende que houve excesso de velocidade.

Além de mato Grosso do Sul, o projeto piloto estava previsto para ser testado no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

A ANTT diz ainda que nenhum motorista foi autuado, multado ou penalizado com base nesse sistema.

"Desde o início, os atos que autorizaram os testes determinaram expressamente que os dados aferidos não poderiam ser utilizados para aplicar penalidades aos usuários", diz a ANTT.

Segundo a agência, a iniciativa "integra os esforços para ampliar a segurança nas rodovias e proteger vidas, em alinhamento ao compromisso internacional assumido pelo Brasil no âmbito da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030, da ONU".

Projeto piloto

A autorização para os testes em Mato Grosso do Sul foi publicada no Diário Oficial Oficial da União no dia 11 de setembro.

Conforme a publicação, a concessionária Motiva Pantanal ficava autorizada, em caráter provisório e experimental, a implementar o Projeto-Piloto de Controle de Velocidade Média no trecho da BR-163/MS, entre o km 620 e o km 630, com extensão de 11 km.

Ainda conforme a publicação, a implementação do Projeto-Piloto teria caráter exclusivamente técnico, educativo e experimental, "destinando-se à avaliação da viabilidade, confiabilidade, desempenho e aplicabilidade da tecnologia de controle de velocidade média, não sendo admitida, nesta etapa, a aplicação de autuações ou penalidades aos usuários com fundamento exclusivamente na velocidade média aferida no trecho monitorado".

A concessionária deveria implantar e manter sinalização adequada nos trechos abrangidos pelo experimento, de modo a informar aos usuários acerca do monitoramento da velocidade média dos veículos nos trechos especificados.

Com a suspensão anunciada nesta segunda-feira (21), o experimento fica interrompido até nova decisão.

* Com Agência Brasil

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