Cidades

RIGOR

CCJ pode votar projeto que restringe venda de uniformes oficiais

CCJ pode votar projeto que restringe venda de uniformes oficiais

AGÊNCIA SENADO

18/06/2011 - 23h00
Continue lendo...

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) deve votar na quarta-feira (22) projeto que restringe a compra de uniformes militares, policiais e de segurança privada. O PLS 132/11 tem como objetivo dificultar a ação de criminosos que usam esses uniformes para enganar as vítimas.

De autoria do senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o projeto prevê que os uniformes, distintivos e insígnias utilizados pelas Forças Armadas, pelos órgãos de segurança pública federais e estaduais, pelas corporações de bombeiros militares e pelas guardas municipais só poderão ser vendidos em locais credenciados pelo respectivo órgão.

"Regras de restrição ao comércio de uniformes das Forças Armadas e dos órgãos de segurança pública, bem como das empresas de segurança privada, são necessárias para coibir, ou ao menos dificultar, a ação de delinquentes que iludem suas vítimas ao usarem fardas e distintivos desses órgãos ou instituições", argumenta o relator, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Já os uniformes utilizados pelas empresas de segurança privada serão vendidos em postos credenciados pelo Departamento de Polícia Federal. Emenda apresentada pelo senador Blairo Maggi (PR-MT) acrescenta ao texto a previsão de que as empresas de segurança não poderão usar distintivos, insígnias e emblemas que possam ser confundidos com os de militares e policiais.

Projeto de lei

MS pode ter cadastro estadual de condenados por maus-tratos a animais

Iniciativa pretende reunir e dar publicidade a informações sobre pessoas e empresas definitivamente responsabilizadas

12/08/2026 14h15

Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Continue Lendo...

Tramita na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (Alems) um projeto de lei  que propõe a criação de um cadastro estadual de pessoas e empresas punidas por maus tratos a animais. 

A iniciativa pretende reunir e dar publicidade a informações sobre pessoas e empresas definitivamente responsabilizadas, nas esferas administrativa ou judicial, por práticas de maus-tratos.

Entre as situações previstas estão agressões físicas, manutenção de animais em condições inadequadas, privação de água e alimento, abandono, exposição a situações de risco, realização de lutas envolvendo animais e utilização de métodos inadequados para o sacrifício. 

Segundo a proposta de autoria da deputada Gleice Jane (PT), o cadastro será utilizado como instrumento de apoio à formulação e execução de políticas públicas de proteção e bem-estar animal, além de contribuir para a prevenção de novos casos e da reincidência. 

Entre as medidas previstas está o impedimento, durante o período de inscrição, de obter a guarda ou tutela de animais. Pessoas físicas e jurídicas cadastradas também ficariam impedidas de participar de licitações ou celebrar contratos com a Administração Pública Estadual relacionados ao fornecimento de produtos ou serviços destinados a animais. 

O projeto prevê restrições ao recebimento de determinados incentivos, benefícios ou créditos estaduais vinculados a atividades agropecuárias ou ambientais.

A permanência no cadastro seguiria o período estabelecido na decisão ou ato sancionador. A exclusão poderia ocorrer após o cumprimento integral da penalidade e a reparação de eventual dano causado, conforme as condições previstas na legislação.

As informações deverão ser disponibilizadas para consulta eletrônica no portal oficial do órgão responsável pela gestão do cadastro. A divulgação, porém, deverá respeitar os dados protegidos pela Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

O objetivo é estabelecer um mecanismo administrativo para organizar informações sobre pessoas e empresas já responsabilizadas definitivamente por maus-tratos e permitir que esses dados sejam considerados na elaboração de políticas públicas.

Dados da Superintendência de Políticas Integradas de Proteção da Vida Animal (Suprova) apontam que 18.268 denúncias de maus-tratos contra animais domésticos foram registradas ano passado em Mato Grosso do Sul, média foi de 1.660 denúncias por dia.

Onde denunciar?

É possível denunciar maus-tratos contra animais domésticos nos seguintes números:

  • Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) - (67) 3313-5000 / (67) 3313-5001
  • Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (DECAT) - (67) 3325-2567 / 3382-9271
  • Delegacia Virtual (Devir) através do site

"O canal de denúncias é uma ferramenta essencial para combater os maus-tratos. Ele facilita o acesso da população e fortalece a rede de proteção animal em todo o estado", destacou o superintendente estadual de Proteção da Vida Animal, Carlos Eduardo Rodrigues.

CRIME

Maus-tratos contra animais é crime no Brasil, de acordo com a Lei nº  9.605/1998. As penas variam de três meses a um ano de reclusão e multa.

Tráfico

"Véio da Havan" quer conhecer empresário que barrou entrada de petistas

Após repercussão de placa em Bonito, Luciano Hang demonstrou interesse em conhecer Marcos Bomtempo, que diz ser fã do empresário

12/08/2026 14h00

Empresário diz ter instalado a placa numa brincadeira

Empresário diz ter instalado a placa numa brincadeira arquivo pessoal

Continue Lendo...

A placa que proíbe a entrada de petistas em uma empresa de toldos de Bonito ganhou um novo capítulo após repercutir nas redes sociais e ser mencionada pelo ator Paulo Betti. O empresário Luciano Hang, conhecido como “Véio da Havan”, demonstrou interesse em conhecer Marcos Bomtempo, autor da mensagem, que afirma ter instalado a placa como uma brincadeira e diz ser admirador do dono da Havan.

A placa, instalada há cerca de três ou quatro meses, traz a frase: “Proibida a entrada de petistas, inclusive clientes”. O registro feito por Betti durante sua passagem por Bonito viralizou nas redes sociais e levou o episódio para além do município.

Empresário diz ter instalado a placa numa brincadeira

Betti esteve na cidade para participar do Festival de Cinema Bonito Cinesur. Durante entrevista em um Podcast, contou ter se deparado com a mensagem e comentou a situação ao falar sobre o cenário de polarização política no país.

O empresário Marcos Bomtempo, responsável pela instalação da placa, afirmou que a ideia surgiu como uma brincadeira entre amigos. Segundo ele, já havia visto anteriormente manifestações semelhantes em estabelecimentos, mas direcionadas a pessoas de direita. A partir disso, decidiu colocar a própria placa em sua empresa.

A repercussão, no entanto, foi muito maior do que ele esperava. Bomtempo afirma que a exposição trouxe cerca de 30 mil novos seguidores para o perfil da empresa e aumentou a visibilidade do negócio. Ele também avalia que o movimento comercial melhorou após a repercussão.

Encontro com Luciano Hang

A nova movimentação envolve justamente Luciano Hang, empresário que Bomtempo afirma admirar e acompanhar. Segundo ele, a possibilidade de conhecer o dono da Havan é motivo de expectativa.

Hang, que também se tornou uma figura conhecida no debate político brasileiro, demonstrou interesse em conhecer pessoalmente o empresário de Bonito após a repercussão do caso.

Agora a expectativa é que os dois empresários saiam das redes sociais e se encontrem após a repercussão do caso.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).