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Cidade do Natal reinaugura nesta sexta-feira (13), confira a programação

Caravana da Coca-Cola, Patati Patatá e Família Rena são algumas das atrações

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Com menor duração neste ano, a Cidade do Natal, atração já tradicional em Campo Grande, será inaugurada às 19 horas desta sexta-feira (13), na Vila Morena, localizada nos Altos da Avenida Afonso Pena.

O espaço terá diversas atrações, como a já famosa Casa do Papai Noel, presépio, praça de alimentação, iluminação especial e espaços decorados.

A Parada Natalina, atração que conta com a presença da Família Rena, vai integrar a programação a partir do sábado (14).

As festividades seguem até o dia 31 de dezembro. Confira a programação:

Sexta-feira (13)

No dia da abertura, os visitantes terão a oportunidade de prestigiar a tradicional Caravana de Natal da Coca-Cola, que percorrerá as ruas de Campo Grande, chegando aos altos da Avenida Afonso Pena.

Durante a noite, o público poderá conferir apresentações musicais, como o show do Bella Dona Trio, seguido pela banda Filhos do Livres.

Sábado (14)

A programação traz, além da tradicional Parada Natalina, um show especial com a dupla Patati Patatá, com início previsto para as 20h. Já no domingo, 15, a animação fica por conta da dupla sertaneja Talles e Rafael, que sobe ao palco às 19h30.

Gastronomia

Os visitantes poderão saborear um cardápio variado e acessível, com itens a partir de 6 reais. Entre as opções disponíveis:cupim soleado com mandioca, picanha na chapa com mandioca, batata frita, pastéis, combos de comida janponesa, tamakis variados, pokes, espetinhos, sorvete e pudim, entre outros itens, incluindo opções veganas.

Para quem prefere lanches, as opções incluem: Burger tradicional (pão, carne, queijo, bacon e molho), hot-dog simples, Sanduíche Mercadão, Choripan e Pizzas individuais.

Entre a variedade de restaurantes participantes estão: Safari, Tomahawk, Chiquinho Sorvetes, Tera Sushi, Época, Arroba, Batata no Cone, Comper, Big Festas, Pastel Noel, Pé de Vitamina e Moriá.

“Estamos muito felizes em mais uma vez abrir as portas da nossa querida Cidade do Natal, um espaço que foi cuidadosamente preparado para proporcionar momentos de alegria e encantamento para todas as famílias campo-grandenses. É uma festa que envolve toda a cidade, desde a programação nos bairros até este grande evento nos altos da Avenida Afonso Pena. Além de toda a magia natalina, com a Casa do Papai Noel, a Parada Natalina e diversas atrações, também queremos oferecer momentos especiais para celebrarmos juntos o espírito de união e renovação que o Natal nos traz, e convidamos todos para viverem essa alegria conosco até o dia 31 de dezembro”, destacou a prefeita Adriane Lopes.

City Tour de Natal

Outra atração imperdível é o tradicional City Tour de Natal, que terá saídas da Cidade do Natal às 18h, 19h e 20h, de 13 a 30 de dezembro, exceto nos dias 16, 18, 20, 21, 23 e 25, quando o veículo estará na programação do Natal nos Bairros.

Programação cultural

16/12 – Segunda-feira

  • Coral das Hosanas – 19h30

17/12 – Terça-feira

  • Coral Canto em Campo – 19h

18/12 – Quarta-feira

  • Edenis Music Inspiration - Otávio Neto – 19h30

19/12 – Quinta-feira

  • Coral e Orquestra Adoração (IEADMS) Maestro Paulo Silva – 19h

20/12 – Sexta-feira

  • Haywana – 19h30

21/12 – Sábado

  • Dany Cristinne – 19h30

22/12 – Domingo

  • Voz Mece – 19h30

23/12 – Segunda-feira

  • Coro Psiu (UFMS) – 19h
  • Coro Segunda Igreja Batista – 20h

25/12 – Quarta-feira

  • Erika Espíndola – 19h30

27/12 – Sexta-feira

  • Max Henrique – 19h30

28/12 – Sábado

  • Sampri – 19h30

29/12 – Domingo

  • Frequência Zero – 19h30

31/12 – Terça-feira

  • Daran Junior – 20h30
  • DJ BWM – 22h30

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EMPREENDIMENTO

Empresa de logística investe mais R$ 73 milhões em Campo Grande

Novo empreendimento da LOG será construído ao lado de condomínio que já funciona na Capital; documento publicado nesta segunda-feira estabelece compensação ambiental de R$ 368 mil

28/09/2026 12h39

Novo empreendimento da LOG será construído ao lado de condomínio que já funciona na Capital

Novo empreendimento da LOG será construído ao lado de condomínio que já funciona na Capital Divulgação

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Um novo investimento milionário no setor logístico de Campo Grande apareceu na edição desta segunda-feira (28) do Diário Oficial do Município. Documento publicado pela prefeitura aponta valor de referência de R$ 73,6 milhões para a implantação de um novo empreendimento da LOG Commercial Properties na Capital.

O montante consta em termo de compromisso de compensação ambiental firmado entre o Município, com interveniência da Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb), e a LOG Campo Grande II SPE Ltda.

Pelo documento, o empreendimento tem valor de referência de R$ 73.605.464,81 e, com base nele, a prefeitura calculou uma compensação ambiental de R$ 368.027,32, correspondente a 0,5% do total.

O projeto representa uma nova etapa da expansão da empresa em Campo Grande. A LOG já possui um condomínio logístico em funcionamento na Capital, que recebeu investimento estimado em R$ 161 milhões e soma aproximadamente 63 mil metros quadrados de Área Bruta Locável (ABL). 

A nova unidade, denominada LOG Campo Grande II, será instalada na Avenida Zila Corrêa Machado, no entroncamento da Avenida Guaicurus, no Bairro Rita Vieira, ao lado do empreendimento já existente. Documentos financeiros da companhia confirmam que o projeto está em desenvolvimento e envolve aquisição, construção e expansão do imóvel.

A expansão já havia sido anunciada pela companhia em março deste ano, quando a LOG informou que pretendia aplicar aproximadamente R$ 100 milhões no Campo Grande II, com mais de 40 mil m² de ABL e entrega prevista para o primeiro semestre de 2027. 

O documento publicado agora pela prefeitura, porém, traz um valor diferente. Para efeitos do licenciamento e do cálculo da compensação ambiental, o novo complexo foi avaliado em R$ 73,6 milhões.

Dos R$ 73,6 milhões considerados como valor de referência, R$ 368 mil terão de ser destinados à compensação ambiental.

Segundo o termo, o empreendimento foi enquadrado nos critérios ambientais previstos no Decreto Municipal nº 14.114/2020, especificamente no item referente à implantação em unidades de conservação – Área Diretamente Afetada (ADA).

Assinado em 25 de setembro, o termo terá validade de 12 meses, com possibilidade de prorrogação.

Expansão

A primeira unidade da LOG na Capital já possui aproximadamente 63 mil m² de ABL. Com a segunda operação, a companhia pretende ultrapassar a marca de 100 mil m² de galpões logísticos em Campo Grande. 

No site da própria empresa, o empreendimento de Campo Grande é apresentado em terreno de 84.180,78 m², com módulos a partir de 1,2 mil m², pé-direito de 12 metros, piso com capacidade para seis toneladas por metro quadrado, estacionamento e pátio de manobras para carretas.

A expansão faz parte do plano nacional de crescimento da LOG, que prevê acrescentar mais de 2 milhões de m² de área locável ao portfólio da companhia até 2028, sendo cerca de 20% desse crescimento concentrado no Centro-Oeste. 

DEPENDÊNCIA

Com ICMS travado, repasse federal 'salva' cofres de Campo Grande

Mesmo com o aumento da isenção do IRPF, os repasses relativos ao FPM tiveram alta de 10,3%, o maior índice de crescimento entre as importantes fontes de receita municipal

28/09/2026 12h06

Mesmo com aumento da isenção, retensão do IR na folha de pagamento também teve aumento superior ao da inflação

Mesmo com aumento da isenção, retensão do IR na folha de pagamento também teve aumento superior ao da inflação

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Apesar do apoio popular, a isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5 mil mensais, em vigor desde o começo de 2026, foi “vendido” como catastrófico para os cofres municipais no final do ano passado. Os números de agora, porém, mostram uma realidade bem diferente. Prova disso é que o repasse relativo Fundo de Participação dos Municípios (FPM) para Campo Grande cresceu 10,3% entre setembro do ano passado e agosto deste ano se comparado com igual período do ano anterior.

E não foi só o FPM que cresceu, passando de R$ 319 milhões para R$ 351 milhões, mas a retensão do IRPF na folha de pagamentos também teve alta, de 4,9%, índice que supera a inflação oficial do período, que ficou em 4,47%.

Nos 12 meses relativos a setembro de 2024 a agosto de 2025, a retensão de IRPF garantiu R$ 342 milhões aos cofres municipais de Campo Grande. Agora, conforme suplemento do Diogrande publicado nesta segunda-feira (28), o valor chegou a R$ 359 milhões.

No final do ano passado, após o anúncio de que haveria isenção para quem recebe até R$ 5 mil por mês, a administração municipal estimou perda de pelo menos R$ 3 milhões mensais nos repasses, já que o imposto de renda é um dos principais componentes do FPM. 

Na época, a Associação das Secretarias de Finanças das Capitais estimou perda de R$ 9,5 bilhões nas receitas municipais. Desde montante, R$ 4,6 bilhões seriam relativos ao Fundo de Participação dos Municípios (FPM), e R$ 4,85 bilhões da isenção ou redução do IR sobre a folha de salários dos servidores municipais.

Mas, apesar das previsões pessimistas, dentre as seis principais fontes de receita da administração municipal da Campo Grande, (ISS, IPTU, ICMS, FPM, IPVA e IRPF), o FPM teve o maior crescimento no balanço quadrimestral publicado nesta segunda-feira, aumentando em 10,3%.

O ICMS, que é o imposto repassado pelo Governo do Estado, por sua vez, teve o pior desempenho, crescendo apenas 2,4%. Na prática, então, o repasse estadual para Campo Grande encolheu, já que o crescimento ficou em apenas 50% do índice da inflação oficial.

Outro repasse estadual, o IPVA, teve desempenho melhor que o ICMS, com aumento de 9,4%, perdendo apenas para o crescimento feito pelo Governo Federal. O valor saiu de R$ 234 milhões da R$ 256 milhões.

Em terceiro lugar no percentual de crescimento ficou o Impostos Sobre Serviços (ISS), a principal fonte de recursos da prefeitura de Campo Grande, com alta de 8,6%. O valor saltou de R$ 704 milhões para R$ 765 milhões.

Na sequência aparece o IPTU, que cresceu apenas 8,1%, apesar do aumento da taxa de lixo para cerca de 50% dos proprietários de imóveis e a redução de 20% para 10% no desconto daqueles que pagara o imposto à vista. No balanço relativo ao segundo quadrimestre do ano passado a soma dos 12 meses anteriores chegou a R$ 651 milhões. Agora, imposto sobre imóveis somou R$ 704 milhões.

Os dados da administração municipal revelam que o faturamento bruto teve crescimento superior ao da inflação nos últimos doze meses, passando de R$ 5,763 bilhões para R$ 6,181 bilhões, o que representa incremento de R$ 7,2%.

O problema é que as despesas brutas como pessoal tiveram aumento maior que a arrecadação, de 8%. Nos 12 meses encerrados em agosto do ano passado estes gastos somaram R$ 3,574 bilhões. Agora, chegaram a R$ 3,861 bilhões. 

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