Cidades

MS-306

Colisão entre três veículos mata quatro e deixa três feridos

O acidente aconteceu na manhã de hoje (28), em Chapadão do Sul

VÂnya Santos e Camila Mortari

28/10/2014 - 09h00
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Um acidente registrado às 8h desta terça-feira (28) deixou quatro pessoas mortas e três feridas, no km 53, na MS 306, na cidade de Chapadão do Sul, conforme informações do Corpo de Bombeiros da cidade.

Ainda de acordo com socorristas, duas caminhonetes S10 e um veículo Fiesta se envolveram no acidente. Umas das caminhonetes colidiu de frente com o Fiesta. A outra caminhonete, que seguia logo atrás, não conseguiu desviar, colidiu na lateral de um dos veículos e saiu da pista. 

Duas pessoas que estavam na caminhonete, que colidiu de frente com o carro de passeio morreram no local. Segundo o site Cassilândia Notícias, elas foram identificadas como Emanoel Dias Assis, de 82 anos, que conduzia o veículo e Magda Aparecida de Jesus. Três pessoas estavam no Fiesta, sendo que duas delas morreram e uma foi socorrida. Ainda de acordo com o site, os ocupantes do carro que faleceram no local foram identificados como José Maria e sua esposa, Nicolina. O servente de pedreiro Anderson Luiz de Farias fraturou o braço esquerdo e está na Santa Casa de Cassilândia.

Já um casal, identificado apenas como Valdemir e Eni Aparecida, que estava na caminhonete, que se envolveu depois da colisão, foi socorrido e levado para o hospital.

Três viaturas do Corpo de Bombeiros foram até o local.

Matéria atualizada às 14h19min para acréscimo de informações.

Protesto

Sessão na Câmara é marcada por protesto contra lei que proíbe trans em banheiro feminino

Manifestantes ocuparam o plenário com cartazes e gritos de ordem contra a lei aprovada na Casa e sancionada pela prefeita Adriane Lopes

28/04/2026 13h00

Manifestantes protestam contra a proibição da utilização de banheiro feminino por mulheres trans

Manifestantes protestam contra a proibição da utilização de banheiro feminino por mulheres trans Reprodução

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Manifestantes ocuparam o plenário da Câmara Municipal na manhã desta terça-feira (28) em um ato contra a lei que proíbe mulheres trans de utilizar banheiros femininos. A lei foi sancionada pela Prefeita Adriane Lopes (PP) na última quarta-feira (22) e gerou fortes debates nas redes sociais. 

Durante a sessão, o clima dentro da Câmara foi tenso, com os manifestantes carregando cartazes e se opondo a cada fala do vereador André Salineiro (PL), autor da proposta, que afirmou que “está defendendo o direito das mulheres”. 

Opositores à lei destacam que a exclusão de pessoas trans não resolve questões de segurança e amplia ainda mais a marginalização e o preconceito contra a comunidade LGBTQIAPN+. 

Durante sua fala, o vereador Jean Ferreira (PT) destacou a inconstitucionalidade da lei aprovada e defende que trabalhará arduamente para derrubar a norma. Ele completa a fala dizendo que “não tem competência para ser votada e apreciada, pois não terá efetividade”. 

MPMS DE OLHO 

O Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) está analisando a lei que proíbe mulheres trans de utilizar banheiros femininos em Campo Grande. 

O órgão foi notificado com dois pedidos para analisar a possível inconstitucionalidade da norma e também a responsabilização dos envolvidos em negar um direito básico. Ambos os pedidos foram feitos por uma advogada trans.

LEI

Sancionada pela prefeita no dia 22 de abril, a lei institui, em Campo Grande, a Política Municipal de Proteção da Mulher, a qual estabelece, entre outra providências, que banheiros femininos em espaços públicos sejam destinados exclusivamente a mulheres biológicas, ou seja, proíbe a entrada de pessoas trans nestes locais. 

Conforme a publicação, o objetivo é aplicar a equidade, levando em consideração os aspectos biológicos comuns das mulheres.

Com relação aos banheiros, ponto que gerou a manifestação, a lei afirma que a garantir a utilização de banheiros exclusivos às mulheres biológicas é forma de resguardar a sua intimidade e de combater todo tipo de importunação ou de constrangimento.

O Poder Executivo fica autorizado a promover as adaptações necessárias nas estruturas municipais, bem como a fiscalizar as devidas adaptações em estabelecimentos particulares, para o fim de evitar qualquer tipo de constrangimento contra as mulheres.

LEI DESCUMPRIDA

MPE investiga falta de psicólogos em escolas públicas no interior do Estado de MS

Procedimento administrativo foi instaurado após prazo para resposta do Município e Secretaria Municipal de Educação expirar

28/04/2026 12h40

Divulgação

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O Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul (MPE) instaurou procedimento administrativo para verificar a atuação do município de Angélica, a menos de 300 quilômetros de Campo Grande no suporte psicossocial previsto para estudantes da rede de ensino básico.

O procedimento foi motivado pela falta de psicólogos e assistentes sociais nas escolas públicas da cidade, em busca de garantir o cumprimento da Lei nº 13.935 de 2019. A legislação assegura equipes multiprofissionais com psicólogos e assintentes sociais como oferta de suporte durante o processo de aprendizagem às crianças e adolescentes.

Segundo os documentos, a instauração só ocorreu após o prazo para adoação das providências expirar, uma vez que foi solicitado as providências há anos.

De acordo com o Promotor de Justiça Allan Thiago Barbosa Arakaki, a atuação dos profissionais inclui atendimento individualizado e também da comunidade escolar. Além de ser necessário, que as equipes atuem junto aos gestores, professores, estudantes e famílias para que o ambiente educacional seja inclusivo, acolhedor e capaz de lidar com questões sociais, intitucionais e emocionais que afetam o cotidiano escolar.

De caráter preventivo e resolutivo, o procedimento aguarda informações formais da Secretaria Municipal de Educação e do prefeito de Angélica, para entender se existem profissionais de psicologia e de serviço social atuando nas escolas municipais, quais medidas estão sendo adotadas para cumprimento da legislação federal.

Segundo a Promotoria de Justiça, a ausência desse suporte compromete o atendimento adequado às demandas psicossociais dos alunos e fragiliza a rede de proteção à infância e à adolescência.

Em caso de não resposta da Secretaria Municipal de Educação e do prefeito de Angélica, o MPE pode adotar outras medidas legais, como inquérito civil até ajuizamento de ação civil pública.

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