Quina
Concurso nº 3376, sorteio realizado no dia 27/12/2013
Dupla Sena
Concurso nº 1241, sorteios realizados no dia 27/12/2013
1º sorteio
2º sorteio

Lotofácil
Concurso nº 999 sorteio realizado no dia 27/12/2013
Cidades
PRÊMIOS
Confira os resultados
das loterias
Quina
Concurso nº 3376, sorteio realizado no dia 27/12/2013
Dupla Sena
Concurso nº 1241, sorteios realizados no dia 27/12/2013
1º sorteio
2º sorteio

Lotofácil
Concurso nº 999 sorteio realizado no dia 27/12/2013
de quem é a culpa?
Após a notificação, a empresa tem 20 dias para se posicionar e apresentar sua defesa
10/04/2026 18h30
Caos no acesso deixa público fora de show do Guns N' Roses e vira investigação pelo Procon Divulgação/Ewerton Pereira
O Procon-MS abriu investigação contra as empresas responsáveis pela organização do show do Guns N’ Roses da última quinta-feira (9) em Campo Grande.
A falta de logística com relação ao acesso ao Autódromo Internacional Orlando Moura causou um congestionamento de 13 quilômetros na BR-262 e deixou milhares de fãs presos no trânsito.
O único jeito de chegar até o Autódromo é através da rodovia, que não é duplicada. Mesmo com ações da Polícia Rodoviária Federal e da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), o grande fluxo de veículos sobrecarregou a estrutura preparada para receber as 40 mil pessoas esperadas.
Assim, mesmo com o show começando 1h30 atrasado para esperar o máximo de pessoas chegarem ao local, muita gente ficou de fora e não conseguiu chegar a tempo, nem mesmo no final do concerto.
Diante dos fatos, o Procon-MS afirmou em nota que vai investigar a responsabilidade da empresa promotora do evento, já que um grande número de pessoas procurou o órgão para abrir reclamação por não ter conseguido assistir ao evento, mesmo com ingressos válidos.
“O Procon Mato Grosso do Sul, instituição vinculada à Sead (Secretaria de Estado de Assistência Social e dos Direitos Humanos), informa que iniciou procedimento de investigação preliminar para averiguar eventuais responsabilidades da empresa promotora do evento, devido à impossibilidade de acesso de consumidores com ingressos válidos ao show”, afirma a nota.
Após a notificação, a empresa responsável terá um prazo de 20 dias para apresentar o seu posicionamento pela situação.
Como já noticiado anteriormente pelo Correio do Estado, a responsabilidade pela bagunça no trânsito antes e depois do show virou um verdadeiro “empurra-empurra”.
Para a PRF, a responsabilidade deveria recair sobre a organização do show, já que muitos “combinados” não foram cumpridos, como a abertura dos portões em atraso, falta de planejamento nos pontos de retenção, falta de sinalização da via e a implementação de controle de acesso por QR Code, o que gerou demora e maior volume de fila.
Por outro lado, a assessoria de imprensa da organização afirmou que a responsabilidade pelo controle e organização do tráfego recai sobre os órgãos públicos, já que "a organização privada não possui competência legal para intervenção em rodovias federais ou no sistema viário urbano".
"A gestão, o ordenamento e a operação do trânsito são atribuições dos órgãos públicos, conforme estabelece o Código de Trânsito Brasileiro. A realização do evento ocorreu com autorização formal e com pleno conhecimento das condições de acesso por parte das autoridades responsáveis", escreveu a nota.
O documento ainda ressaltou que todas as etapas que estavam sob responsabilidade da organização do show foram realizadas seguindo o planejamento aprovado.
O Procon-MS não informou à reportagem o número exato de reclamações abertas pela situação, mas afirmou que o balanço completo será feito a partir da próxima segunda-feira.
Com aproximadamente 13 quilômetros de congestionamento na Avenida João Arinos, única via de acesso ao Autódromo Internacional, cerca de 30% do público não conseguiu chegar ao show inédito nesta quinta-feira (9).
Vários relatos nas redes sociais mostraram fãs presos no trânsito por até seis horas, tentando chegar no evento. Muitos deixaram os carros no meio do caminho e seguiram a pé, outros pegaram carona de motociclistas que tentavam furar a fila, e ainda houveram relatos de motoristas que conseguiram vias alternativas.
O grande número de veículos na rodovia fez com que muitos fãs não conseguissem assistir ao show, gerando revolta e decepção.
A reportagem tentou contato direto com a Santo Show, responsável pelo evento, para entender qual será o posicionamento adotado, inclusive se o dinheiro das pessoas que compraram ingressos e não conseguiram chegar no evento será ressarcido.
A empresa não respondeu aos questionamentos. Na rede social oficial, nenhuma postura ou pronunciamento foi dado e os comentários nas postagens recentes do perfil oficial sobre o show em Campo Grande foram desativados.
Na sua página pessoal, o dono da Santo Show, Valter Júnior, disse que as dificuldades foram causados por "fatores externos".
Novo Cangaço
Operação desta semana cumpriu 97 ordens judiciais, entre mandados de prisão, buscas e apreensões, além do bloqueio de contas bancárias
10/04/2026 18h00
Foto: Divulgação
Uma megaoperação da Polícia Civil de Mato Grosso resultou, nesta quinta-feira (9), na prisão de Pablo Henrique de Sousa Franco, homem com nanismo conhecido como “Pouca Sombra”, apontado como chefe da logística do maior assalto já registrado no estado. A captura ocorreu em Marabá, cidade paraense durante a terceira fase da Operação Pentágono, que investiga a ação criminosa realizada em abril de 2023, no município mato-grossense de Confresa.
Segundo as investigações, “Pouca Sombra” exercia papel estratégico dentro da organização, sendo responsável pelo planejamento logístico do ataque à transportadora de valores Brinks. A operação desta semana cumpriu 97 ordens judiciais, entre mandados de prisão, buscas e apreensões, além do bloqueio de contas bancárias ligadas aos investigados, e representa mais um avanço no desmonte do grupo, que atuava no modelo conhecido como “domínio de cidades”, associado ao chamado “Novo Cangaço”.
O crime, ocorrido em 9 de abril de 2023, mobilizou ao menos 50 integrantes da organização criminosa. Na ocasião, cerca de 20 homens fortemente armados sitiaram Confresa, invadiram o quartel da Polícia Militar, renderam agentes e incendiaram o prédio. Simultaneamente, outros membros da quadrilha destruíram veículos e prédios públicos, instaurando pânico entre moradores.
O alvo principal era a unidade da Brinks na cidade. Apesar do uso de explosivos de alta potência para acessar o cofre, o grupo não conseguiu concluir o roubo e fugiu às pressas, deixou veículos e equipamentos utilizados na ação.
As apurações da Polícia Civil apontam que a organização possuía estrutura altamente sofisticada, dividida em seis núcleos: comando e financeiro; planejamento e logística; execução; apoio nos estados do Pará e Tocantins; além de um núcleo específico para locação de veículos, utilizado na fuga.
A prisão de “Pouca Sombra” é considerada estratégica pelas autoridades, já que ele é apontado como uma das principais lideranças operacionais do grupo. As investigações continuam para identificar e capturar outros envolvidos no esquema interestadual.
EXCLUSIVO PARA ASSINANTES
ASSINANTES