Cidades

BALANÇO

Corumbá segue com ações de combate a raiva animal

Já são 29 casos da doença em cães no município

NILCE LEMOS

13/05/2015 - 16h15
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Desde março deste ano, Corumbá enfrenta um surto de raiva animal. De lá para cá, várias ações já foram desenvolvidas para bloquear o vírus da doença. Contando com o apoio da Prefeitura de Campo Grande, do Governo do Estado, Marinha e Exército, a Secretaria de Saúde da cidade, através do Centro de Controle de Zoonoses, já vacinou 23.059 animais, sendo 18.976 cães e 4.083 gatos.

Segundo o site Diário Corumbaense, até agora, foram confirmados 28 casos de raiva animal por laboratório e 1 por vínculo epidemiológico, do cão que transmitiu a raiva ao paciente de 38 anos, que morreu nesta quarta-feira (13) em Campo Grande, depois de quase um mês internado.

Ainda de acordo com dados da Secretaria de Saúde, em março, 104 pessoas que sofreram qualquer tipo de agressão por cães procuraram atendimento em unidades de saúde do município; em abril, foram 185 e agora em maio, já são 96.

Depois de cobrir toda a cidade com a vacinação, as equipes do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) realizam a fase de "recuperação" para chegar até os animais que ainda não receberam a dose da vacina antirrábica, devido ao fato de os imóveis estarem fechados, durante a etapa anterior. O CCZ também está realizando a vacinação em sua sede, no bairro Guanã, das 07 às 17 horas, inclusive nos fins de semana.

Corumbá

Homem é morto a tiros em frente à conveniência em MS

O garçom, de 56 anos, foi agredido por três pessoas em frente ao estabelecimento, mesmo tentando evitar a briga

15/02/2026 08h01

Reprodução Redes Sociais

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A vítima, identificada como Luiz Carlos Nunes de Matos, de 52 anos, que trabalhava como garçom, morreu após levar um tiro no pescoço, na madrugada de sexta-feira (13), em uma conveniência localizada na Rua Edu Rocha, em Corumbá.

Quando a polícia chegou ao local, a vítima já havia sido socorrida e levada ao hospital, mas não resistiu ao ferimento. O suspeito de efetuar o disparo fugiu.

Ao verificarem o local, os policiais se depararam com vestígios de sangue. A esposa de Luiz relatou ao site Diário Corumbaense que o casal havia dado carona a uma conhecida até o bairro Nova Corumbá.

Posteriormente, o casal, que seguia em um Volkswagen Gol, foi até a conveniência, e Luiz desceu para comprar ração para os cachorros.

Segundo a esposa, a vítima conversou com a proprietária do estabelecimento e com um amigo que trabalha como segurança no local.

Três pessoas que estavam em um Fiat Siena, próximo ao estabelecimento, dois homens e uma mulher,  desceram do veículo e começaram a destratar Luiz, que chegou a ser empurrado, mas tentou apaziguar a situação.

Os ocupantes do Siena retornaram ao veículo, porém o motorista manobrou, fez o retorno, parou o carro e desceu armado, efetuando vários disparos contra Luiz.

Uma das balas atingiu o pescoço da vítima. Com o auxílio da dona da conveniência, a pedido da esposa, populares colocaram o garçom em um carro e o levaram a um pronto-socorro, onde ele deu entrada já sem vida.

Após o ocorrido, a polícia realizou rondas na região e foi até o endereço do suspeito, mas ele não foi localizado.

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20 ANOS

Cordão Valu comemora duas décadas e leva milhares de pessoas ao Carnaval da Capital

Além de hoje, o bloco volta às ruas de Campo Grande na próxima terça-feira (17), a partir das 15h, para fechar seu último dia de festividade

14/02/2026 19h00

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No segundo dia de Carnaval em Campo Grande, o histórico bloco Cordão da Valu foi às ruas para comemorar seus 20 anos, levando a alegria nos sambas, marchinhas e frevos que ecoaram pelo trio elétrico na Esplanada Ferroviária. Silvana Valu, principal nome do evento junto com seu esposo Jefferson Contar, expressou uma sensação incrível e de profunda realização ao levar o bloco mais um ano para Capital.

"É uma sensação incrível, 20 anos de Cordão da Valu, a gente que persistiu, resistiu e hoje a gente tem aí esse carnaval de rua maravilhoso em Campo Grande. Então, assim, eu estou realizada, estou chorando toda hora".

A descida do bloco teve um pequeno atraso causado pela chuva, mas a dona da festa acredita que, por volta das 17h30 quando houve o cortejo com o trio elétrico tocando as famosas marchinhas, o bloco devia estar com cerca de 20.000 pessoas, mas a expectativa é reunir 50.000 participantes até o final da noite.

Além de hoje, o bloco volta às ruas de Campo Grande na próxima terça-feira (17), a partir das 15h, para fechar seu último dia de festividade.

História

O Cordão Valu nasceu em 2 de dezembro de 2006, uma data que não por acaso coincide com o Dia Nacional do Samba. Fundado pelo casal Jefferson Contar e Silvana Valu, o bloco surgiu de um sonho compartilhado: resgatar a essência do carnaval de rua em Campo Grande e criar um espaço de celebração da cultura brasileira.

Inicialmente chamado de "Cordão do Bar Valu", o bloco teve sua origem no bar homônimo, que se tornou o ponto de encontro dos primeiros foliões. No desfile inaugural, em 2007, reuniram-se cerca de 100 pessoas - hoje consideradas cofundadoras do Cordão.

Carnaval em família

O casal Augusto e Renéria expressam grande satisfação em passar o Carnaval em família e dizem ser uma experiência "gratificante". Um dos principais objetivos, segundo a mãe do pequeno Nicolas, é proporcionar a ao filho a oportunidade de aprender sobre respeito e igualdade, convivendo com diferentes pessoas e aprendendo a valorizar as diferenças. Além disso, querem transmitir à criança os valores e a imersão cultural proporcionada pelo Carnaval de rua.

"É bom poder proporcionar isso a ele, mostrar que todos são iguais, mostrar o respeito pra ele, que ele respeite, porque aqui a gente tem pessoas diferentes. E é bom que ele conviva com isso e aprenda a respeitar essas diferenças", disse Renéria.

Renéria, Augusto e o filho Nicolas no Cordão Valu

Esta não é a primeira vez da família no Carnaval de Campo Grande. É uma tradição familiar que eles mantêm todos os anos, com exceção do período da pandemia, quando Nicolas nasceu, em 2021.

"A infância é uma diversão, conhecer essa diversidade é importante. Ele gosta de música, então é legal apresentar para ele essa forma brasileira", disse Augusto sobre a mensagem que deseja passar ao filho Nicolas. O pai lembra de quando curtia estas festividades na sua infância, tendo participado de carnavais em Aquidauana, o que reforça a ligação pessoal da família com a tradição.

Por fim, Augusto ressalta a importância cultural do Carnaval, especialmente em Campo Grande, afirmando que o Estado carece de mais eventos e celebrações culturais fortes.

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