Cidades

Divisa em Disputa

Duas cidades de Mato Grosso do Sul disputam bairro com 5 mil moradores

Corumbá e Ladário divergem sobre os limites do Bairro Padre Ernesto Sassida; impasse chegou à Justiça e já interfere nos números oficiais do IBGE.

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Uma linha no mapa colocou Corumbá e Ladário em lados opostos de uma disputa que envolve aproximadamente cinco mil moradores, centenas de imóveis e a responsabilidade por serviços públicos. No centro do impasse está parte do Conjunto Habitacional Padre Ernesto Sassida, área que os dois municípios reivindicam e cuja definição territorial continua sem solução definitiva.

Corumbá e Ladário dividem muito mais que uma fronteira difícil de enxergar no cotidiano. Corumbá, fundada ainda no século XVIII, carrega quase 250 anos de história às margens do Rio Paraguai. Ladário nasceu depois, cresceu praticamente abraçada à cidade vizinha e conquistou sua autonomia municipal na década de 1950.

Hoje, as duas formam uma mancha urbana praticamente contínua. É nesse encontro entre duas cidades historicamente ligadas que uma linha traçada no mapa passou a valer moradores, impostos, serviços públicos e milhões de reais em repasses.

A controvérsia, que atravessa diferentes administrações municipais, chegou à Justiça após ganhar força com o Censo Demográfico de 2022.

Para realizar o levantamento, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utilizou uma delimitação baseada em informações cartográficas estaduais, segundo a qual parte do conjunto pertence a Ladário.

Corumbá contesta essa interpretação. O município sustenta que os imóveis foram registrados em seu território, que o empreendimento habitacional recebeu autorizações municipais e que os investimentos e serviços públicos realizados na região ficaram, historicamente, sob sua responsabilidade.

Ladário, por sua vez, defende o estudo técnico elaborado pela Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul (Agraer). O levantamento georreferenciado reconhece como ladarense parte do território que Corumbá considera integrado ao próprio perímetro urbano.

A divergência ultrapassa uma discussão cartográfica. A definição estabelece qual prefeitura poderá arrecadar tributos na região, emitir licenças, conduzir processos de regularização fundiária e assumir a manutenção de ruas, escolas, unidades de saúde e serviços de assistência social.

Também afeta diretamente a vida dos moradores. Uma eventual mudança pode alterar o município de referência para atendimentos públicos, cadastros administrativos, matrículas de imóveis e planejamento urbano.

Audiência terminou sem acordo

Uma audiência realizada em julho deste ano reuniu representantes das duas prefeituras, das câmaras municipais e da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Apesar das discussões técnicas, Corumbá e Ladário não chegaram a um acordo.

Na ocasião, foi concedido prazo de 20 dias para que os municípios voltassem a negociar e tentassem construir uma solução consensual. Caso o entendimento não fosse alcançado, o processo deveria seguir para decisão judicial.

A posição apresentada por Corumbá é de que o traçado precisa ser revisto com base não apenas nos mapas, mas também na legislação, nos registros imobiliários e no histórico de ocupação e atendimento público da região.

A administração corumbaense argumenta que o Bairro Padre Ernesto Sassida surgiu do desmembramento de áreas antigas do município, ligadas aos bairros Universitário, Maria Leite e Industrial.

Também afirma que as matrículas, as autorizações para construção e a aprovação do projeto habitacional foram expedidas em Corumbá.

Ladário considera que a delimitação reconhecida pela Agraer deve prevalecer. O município já defendeu publicamente que o estudo não se restringe ao conjunto habitacional e resulta de levantamentos realizados para interpretar tecnicamente as leis que estabeleceram as divisas municipais.

A eventual celebração de um acordo não encerraria sozinha todas as etapas. Por envolver limites entre municípios, a solução poderá precisar ser submetida à Assembleia Legislativa para a formalização das divisas, além dos possíveis desdobramentos do processo judicial.

Divisão apareceu no Censo

O conflito ganhou dimensão prática durante a preparação e a realização do Censo de 2022. O IBGE informou anteriormente que, para organizar a coleta, precisa utilizar os limites territoriais apresentados pelos órgãos estaduais responsáveis pelas bases cartográficas.

Em Mato Grosso do Sul, as informações técnicas são fornecidas pela Agraer. A agência interpreta as leis de criação e de delimitação dos municípios e transforma as descrições legais em trajetos georreferenciados, com coordenadas identificáveis nos mapas atuais.

A linha utilizada pelo IBGE dividiu o Padre Ernesto Sassida na região das ruas Celestial e Confiança. O traçado foi ajustado para evitar que um mesmo imóvel fosse cortado ao meio durante a organização dos setores censitários.

Levantamento divulgado em 2024 apontou que aproximadamente 800 residências, distribuídas por dez quadras, passaram a aparecer no lado atribuído a Ladário.

A população alcançada pela alteração foi estimada, na ocasião, em quase 4 mil pessoas. Nas discussões judiciais mais recentes, a área em disputa é apresentada como residência de aproximadamente 5 mil moradores.

O Censo contabilizou 96.268 habitantes em Corumbá. O resultado ficou abaixo dos 103.772 moradores registrados em 2010 e motivou questionamentos da prefeitura sobre a quantidade de pessoas consideradas pelo levantamento e a delimitação empregada no Padre Ernesto Sassida.

A disputa judicial começou em 2023, quando Corumbá decidiu contestar a divisão e os reflexos provocados nos números populacionais do município.

Estimativas reforçam impacto da disputa

A influência dos limites territoriais voltou a aparecer nas estimativas populacionais de 2026, divulgadas pelo IBGE na sexta-feira (28). Os dois municípios apresentaram movimentos praticamente opostos.

Corumbá passou de 98.751 habitantes, em 2025, para 96.334 neste ano. A redução foi de 2.417 pessoas, equivalente a 2,45%.

Ladário avançou de 22.425 para 24.631 habitantes no mesmo período. O acréscimo de 2.206 moradores representou alta de 9,84%, o maior crescimento proporcional registrado entre os 79 municípios de Mato Grosso do Sul.

Questionado pelo Correio do Estado sobre a variação incomum, o IBGE explicou que uma alteração na delimitação territorial entre Corumbá e Ladário interferiu na população atribuída aos dois municípios.

Com a mudança, parte dos moradores anteriormente contabilizados em Corumbá voltou a integrar os números de Ladário.

O instituto esclareceu ainda que utiliza informações oficiais fornecidas pelos órgãos estaduais para estabelecer os limites territoriais considerados em seus levantamentos.

Em Mato Grosso do Sul, segundo o IBGE, os detalhes da delimitação entre Corumbá e Ladário devem ser esclarecidos pela Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural (Agraer).

Isso significa que a redução registrada por Corumbá não pode ser interpretada simplesmente como a saída de mais de 2,4 mil moradores. Da mesma forma, o aumento de quase 10% em Ladário não representa, necessariamente, a chegada repentina de mais de 2,2 mil pessoas.

Os dados indicam que uma parcela relevante da variação decorre da mudança na área considerada pertencente a cada município.

Ainda será necessário esclarecer, entretanto, quantos moradores foram transferidos por causa da atualização cartográfica e se toda a área afetada corresponde ao território discutido no processo judicial.

As estimativas populacionais são utilizadas como referência para políticas públicas e para o cálculo de transferências destinadas aos municípios, entre elas o Fundo de Participação dos Municípios. O impacto financeiro efetivo depende das faixas populacionais e dos coeficientes aplicados aos repasses.

A disputa territorial também pode produzir efeitos sobre os repasses do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), transferência federal cujo valor varia conforme a arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

O dinheiro não é calculado individualmente por morador: a população é usada para enquadrar cada município em faixas, às quais correspondem diferentes coeficientes de participação.

Com 96.334 habitantes, Corumbá está na faixa de coeficiente 3,0 e precisaria alcançar 101.881 moradores para avançar ao índice 3,2.

Mesmo que os cerca de 5 mil habitantes do território disputado fossem integralmente contabilizados para a cidade, a população chegaria a aproximadamente 101.334 pessoas e permaneceria na mesma faixa. Para Ladário, porém, a definição da divisa pode ser determinante.

Com 24.631 habitantes, o município supera em apenas 858 pessoas o mínimo de 23.773 exigido para o coeficiente 1,4. Sem os 2.206 moradores incorporados na nova estimativa do IBGE, Ladário voltaria aos 22.425 habitantes registrados anteriormente e seria enquadrado no coeficiente 1,2.

Embora uma regra de transição impeça uma redução imediata e integral do repasse, a manutenção da população atual pode evitar descontos progressivos e representar um ganho estimado entre R$ 2,5 milhões e R$ 3 milhões líquidos por ano.

O valor não é garantido, pois dependerá da arrecadação federal e dos coeficientes que ainda serão definidos pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para 2027.

Além dos recursos federais, a definição territorial interfere na cobrança de tributos municipais, como o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), e na organização das despesas necessárias para atender a população.

Investimentos aumentam dimensão do conflito

O Conjunto Habitacional Padre Ernesto Sassida, hoje principal ponto da disputa territorial entre Corumbá e Ladário, teve uma origem marcada por embates institucionais.

O projeto habitacional começou a ser implantado em novembro de 2009, com aproximadamente 1,2 mil moradias, em uma área então identificada como parte do Bairro Maria Leite.

Na época, o lançamento das obras provocou um confronto público entre o Governo do Estado, comandado por André Puccinelli, e a Prefeitura de Corumbá, administrada por Ruiter Cunha de Oliveira.

O prefeito criticou a solenidade realizada pelo governador e afirmou que o projeto havia avançado sem respaldo legal e contra uma decisão técnica do Município.

“Mesmo que estivesse em Corumbá, eu não teria participado. Foi um ato ilegal, desconsiderando critérios estabelecidos pela Prefeitura”, afirmou Ruiter à época.

Segundo o então prefeito, um parecer elaborado pela administração municipal apontava a inviabilidade legal e técnica do loteamento habitacional. Ele também criticou a postura adotada pelo governador diante das objeções apresentadas por Corumbá.

“É inadmissível que um governador, que deveria ser exemplo de cumprimento da lei, aja dessa maneira”, declarou.

Ruiter argumentou ainda que cidadãos ou empresas privadas, diante da rejeição de um projeto, normalmente procurariam atender às exigências e regularizar a situação.

Para ele, o Governo do Estado havia escolhido um caminho diferente. “Confrontar a lei é um comportamento grave e lamentável”, ressaltou. Apesar das críticas, o prefeito afirmou que a administração municipal permanecia aberta ao diálogo.

Mesmo cercado pela controvérsia, o empreendimento avançou e recebeu investimentos públicos em pavimentação, drenagem, saúde, educação, lazer e outras estruturas.

Durante as discussões realizadas na Assembleia Legislativa em 2019, representantes de Corumbá estimaram que aproximadamente R$ 24 milhões em recursos municipais, estaduais e federais já haviam sido aplicados na região.

Anos depois, o conflito sobre a implantação do conjunto ganhou uma nova dimensão. Corumbá passou a contestar a delimitação cartográfica que atribuiu parte do Padre Ernesto Sassida a Ladário.

A prefeitura corumbaense argumenta que os imóveis foram registrados em seu território, que as autorizações para construção foram emitidas pelo município e que os investimentos e serviços públicos ficaram historicamente sob sua responsabilidade.

Na avaliação de Corumbá, assumir os custos de implantação e manutenção da infraestrutura, mas perder o território e a arrecadação correspondente, provocaria desequilíbrio administrativo e insegurança jurídica.

Ladário, por outro lado, reivindica o reconhecimento da delimitação indicada pelos levantamentos técnicos da Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul (Agraer).

O entendimento é de que os investimentos realizados por outro município não seriam suficientes para modificar uma divisa estabelecida por lei.

A divergência entre os registros imobiliários e os mapas administrativos tornou-se, assim, o centro do impasse. Enquanto matrículas, licenças e autorizações vinculam o conjunto a Corumbá, o georreferenciamento utilizado como referência pelo IBGE coloca parte da ocupação dentro dos limites de Ladário.

Conflito atravessa décadas

Ladário foi desmembrado de Corumbá e tornou-se município autônomo na década de 1950. Como está inteiramente cercado pelo território corumbaense, a interpretação das linhas que formam suas divisas sempre teve importância administrativa.

Parte das dificuldades decorre da antiguidade das leis que descrevem os limites municipais. Textos elaborados antes das atuais tecnologias de localização podem empregar referências geográficas imprecisas ou pontos que sofreram alterações ao longo do tempo.

A Agraer já explicou que o trabalho cartográfico busca transformar essas descrições em roteiros georreferenciados. A interpretação, contudo, não elimina divergências jurídicas, documentais e históricas como as apresentadas por Corumbá.

A solução precisará conciliar o estudo técnico, a legislação que criou as divisas, os registros dos imóveis, os investimentos realizados e a necessidade de assegurar a continuidade dos serviços prestados aos moradores.

Enquanto não houver acordo ou decisão definitiva, a população permanece no centro de uma disputa que não se limita a decidir de qual lado do mapa estão suas casas. O resultado determinará qual município responderá pelo futuro administrativo, tributário e urbano da região.

O que dizem os envolvidos

A equipe de reportagem do Correio do Estado procurou as prefeituras de Corumbá e Ladário e a Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul (Agraer) para esclarecer os diferentes pontos da disputa territorial.

À Prefeitura de Corumbá, a reportagem questionou o resultado das negociações realizadas após a audiência, a situação atual do processo, os serviços mantidos no Bairro Padre Ernesto Sassida e os impactos financeiros e populacionais da delimitação utilizada pelo IBGE.

A Prefeitura de Ladário foi questionada sobre a existência de eventual acordo com Corumbá, as áreas reivindicadas pelo município, o número de moradores envolvidos e a prestação dos serviços públicos caso a delimitação seja mantida.

Já a Agraer foi procurada para esclarecer os critérios legais e cartográficos utilizados na definição do traçado encaminhado ao IBGE, além da quantidade de imóveis e moradores afetados e das razões para a utilização da nova delimitação enquanto a questão permanece em disputa.

Até a publicação desta reportagem, nenhum dos três havia respondido aos questionamentos. 

Acionamento

IBGE acionará PF e AGU contra fake news sobre pesquisa de saúde

Postagem falsa sugeria criação de um "banco de DNA estatal"

14/09/2026 19h00

Foto: Helena Pontes / IBGE

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O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou nesta segunda-feira (14) que acionará a Polícia Federal e a Advocacia-Geral da União (AGU) para investigar a divulgação de fake news na internet sobre a Pesquisa Nacional de Saúde (PMS 2026).

O IBGE identificou um movimento espalhando informações falsas nas redes sociais, sugerindo que o levantamento serviria para montar "um banco de DNA estatal", o que o órgão repudia.

Em nota, o instituto explicou que a pesquisa faz coleta de sangue e urina para exames "exclusivamente para os objetivos de pesquisa". Informou ainda que os materiais "serão descartados ao final". Com a coleta, investiga, por exemplo, níveis de glicose, colesterol e creatinina na população.

Segundo o órgão de estatística, a desinformação que circulou nas redes, nos últimos dias, impacta a operação de coleta em todo o país e, "por isso, os responsáveis precisam ser identificados", defendeu o IBGE, justificando o acionando dos órgãos federais.

Terceira edição

Ao informar que o material biológico é utilizado somente para produzir indicadores de saúde, o IBGE explicou ainda que a pesquisa é realizada em parceria com o Ministério da Saúde e busca contribuir para ações de planejamento de ações de prevenção, serviços e campanhas de vacinação, além da promoção de alimentação saudável.

Esta é a terceira edição da Pesquisa Nacional de Saúde. O levantamento começou em julho e pretende visitar 140 mil domicílios para coletar informações sobre hábitos de vida e acesso a serviços de saúde.

Os agentes também irão medir peso, aferir a pressão arterial e conferir a altura de alguns entrevistados, até o final de novembro.

Segundo o IBGE, a coleta de sangue e de urina por profissionais qualificados vai abranger de 15 mil a 20 mil pessoas, com 35 anos ou mais.

"Quando uma pessoa participa da PNS 2026, ela não responde apenas a uma pesquisa: contribui para que o Brasil conheça melhor sua população e possa planejar, hoje e no futuro, cuidados de saúde alinhados às necessidades dos brasileiros", disse o órgão, na nota.

17 e 18 de setembro

OAB/MS realiza Conferência Estadual da Advocacia em Campo Grande; veja programação

Evento terá debates em 17 painéis temáticos com especialistas de renome local e nacional, nos dias 17 e 18 de setembro

14/09/2026 18h45

Foto: OAB-MS / Divulgação

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A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), realiza a XVII Conferência Estadual da Advocacia, nos dias 17 e 18 de setembro, no Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo, em Campo Grande.

O evento concentrará debates distribuídos em 17 painéis temáticos com especialistas de renome local e nacional, abordando prerrogativas, inovações tecnológicas e prática forense.

A abertura oficial acontece na noite de quinta-feira (17) às 18h, seguida por jornada científica na sexta-feira (18), dividida simultaneamente entre os auditórios Germano Barros de Souza, Pedro de Medeiros e Tertuliano Amarilha.

Confira os painéis e palestrantes que compõem a programação oficial:

Quinta-feira – Abertura

  • Palestra de Abertura: Presidida pelo Presidente da OAB/MS, Bitto Pereira, com palestra magna ministrada pelo nadador olímpico César Cielo às 18h no Auditório Manoel de Barros.

Sexta-feira – Período da Manhã

  • Painel 1 – Atualizações das Leis Penais no Combate à Violência Doméstica / Direito Penal em Transformação: Atualizações Legislativas e Novos Desafios (8h30 às 9h15 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Ivan Medeiros; palestrantes: Ricardo Souza Pereira e Andrea Flores; debatedores: João Paulo Calves e Jayne Junqueira.
  • Painel 2 – Advocacia nos Tribunais (8h30 às 9h15 | Auditório Pedro de Medeiros): Presidente de mesa: Fábio Nogueira; palestrantes: Bitto Pereira e Alexandre Ávalo; debatedores: Renata Alves e Régis Carvalho.
  • Painel 3 – Diálogos Consumeristas: Litigância Abusiva (8h30 às 9h15 | Auditório Tertuliano Amarilha): Presidente de mesa: Larissa Brandão; palestrante: Walter Moura; debatedores: Joaquim Guerra, Tarcísio Amorim e Jamaira Rodrigues de Oliveira.
  • Painel 4 – Cinco Maiores Desafios para a Advocacia Hoje (9h20 às 10h05 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Mansour Elias Karmouche; palestrante: Georges Abboud; debatedoras: Heloysa Furtado e Natália Beltrão.
  • Painel 5 – Entendendo a Reforma Tributária: das Principais Mudanças aos Impactos Práticos (10h30 às 11h15 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Marcelo Vieira; palestrantes: Ary Raghiant Neto e Ana Caroline Ali Garcia; debatedoras: Janaína Galeano e Claine Chiesa.
  • Painel 6 – Eleições 2026: Desafios e Perspectivas (10h30 às 11h15 | Auditório Pedro de Medeiros): Presidente de mesa: Daniel Castro; palestrantes: Carlos Horbach e Sérgio Banhos; debatedoras: Andressa Rodrigues Basmage e Gaya Scheneider.
  • Painel 7 – Trabalho Plataformizado e Padrões Mínimos: entre o Algoritmo e a Dignidade / Aposentadoria Especial após a EC 103/2019: entre a Proteção à Saúde e o Equilíbrio Atuarial (10h30 às 11h15 | Auditório Tertuliano Amarilha): Presidente de mesa: Pedro Marzabal; palestrantes: André Nacer e Franscielle Martins Gomes Medeiros; debatedoras: Amanda Ortiz Pompeu e Bianca Braga Medeiros.

Período Vespertino

  • Painel 8 – Bate-Papo: Marketing, Prospecção, Inovação e IA na Advocacia (13h30 às 14h15 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Luciano Albuquerque; palestrante: Rafael Cândia; debatedoras: Beatriz Rombi, Maria Clara Cintra e Mara Regina Goulart.
  • Painel 9 – Usucapião Extrajudicial (13h30 às 14h15 | Auditório Pedro de Medeiros): Presidente de mesa: Felipe Pedra Brum; palestrantes: Leandro Corrêa e José Paulo Baltazar Júnior; debatedoras: Franciele da Silva Mendes Teodoro e Amanda de Moraes Souza.
  • Painel 10 – Planejamento Sucessório na Prática (13h30 às 14h15 | Auditório Tertuliano Amarilha): Presidente de mesa: Lauane Andrekowisk Volpe Camargo; palestrantes: Ildália Aguiar e Luciane Buriasco Isquerdo; debatedoras: Ana Medeiros e Valéria Ferreira de Araújo.
  • Painel 11 – Uso da Inteligência Artificial e a Importância de um Plano de Conformidade para os Escritórios de Advocacia / IA como Ferramenta do Advogado: Onde Ela Realmente Economiza Tempo? (14h20 às 15h05 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Gabriel Marinho; palestrantes: Raphael Chaia e Paulo Eugênio; debatedores: Luiz André de Carvalho Macena e Edna Bonelli.
  • Painel 12 – Questões Jurídicas e o Agronegócio / Prorrogação da Dívida Rural: do Direito no Papel à Estratégia na Prática (14h20 às 15h05 | Auditório Pedro de Medeiros): Presidente de mesa: Thiago Amorim; palestrantes: Marcelo Bertoni e Rogério Augusto; debatedores: Marcel Sabala Carrijo e Paula Tenuta.
  • Painel 13 – Eproc na Prática (14h20 às 15h05 | Auditório Tertuliano Amarilha): Presidente de mesa: Luiz Renê; palestrante Equipe Eproc TJMS; debatedoras: Letícia Arraes Miranda Guimarães e Leide Dias.
  • Painel 14 – Empreendedorismo e o Futuro da Advocacia (15h10 às 15h55 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: Marta do Carmo Taques; palestrantes: Gaya Scheneider e Fabíola Marquetti; debatedoras: Beatriz Sampaio e Daniela Carósio.
  • Painel 15 – Negócios Imobiliários na Prática: Entenda como o Mercado Imobiliário se Organiza do Ponto de Vista Jurídico / Visão do Mercado Imobiliário / Impactos da Reforma Tributária no Mercado Imobiliário (15h10 às 16h10 | Auditório Pedro de Medeiros): Presidente de mesa: Flávio Jacó Chekerdemian Júnior; palestrantes: Douglas Oliveira, Renato Perez e Roberto Cunha; debatedora: Regiane Cisz.
  • Painel 16 – Honorários Advocatícios: Cláusulas Essenciais, Segurança Contratual e Inovações Legislativas (16h25 às 17h10 | Auditório Germano Barros de Souza): Presidente de mesa: João Paulo Delmondes; palestrantes: Bitto Pereira e José Andrade; debatedora: Juliana Medina.

As inscrições podem ser feitas pelo link: https://esams.site.engaged.com.br/p/checkout/g9byibpqbm

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