Cidades

NÚMEROS TRÁGICOS

Em fuga da PM, Alexandre morre ao colidir moto em carro; 2023 já registra nove mortes no trânsito

Números do primeiro trimestre deste ano são 38% menores do que o registrado no mesmo período de 2022

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Alexandre Alves de Souza, morreu três dias antes de fazer aniversário, após fugir de uma abordagem da Polícia Militar na noite de quarta-feira (15) e colidir sua Titan 150 com um veículo Gol, sendo a nona morte registrada no trânsito no primeiro trimestre de 2023. 

Dados do Batalhão da Polícia Militar de Trânsito do Mato Grosso do Sul (BPTran-MS) apontam que, os nove óbitos registrados no trânsito até este dia 16 de março, correspondem a uma redução de 38% dos casos, se comparado com o mesmo período de 2023, quanto 15 mortes já tinham sido registradas até então. 

Mortes no trânsito

No ano passado, 74 óbitos foram registrados no trânsito:

Tipo Total
Motociclistas 50
Ciclistas 6
Pedestres 12
Condutores 2

Parte desta estatística, segundo boletim de ocorrência, Alexandre morreu na Avenida Dois, do bairro Nova Campo Grande, após escapar de abordagem em praço do Jardim Carioca, bairros vizinhos. 

Populares presentes que se reuniam na praça ainda registraram a saída da moto, sendo seguida pela viatura. Confira: 

Em perseguição, Alexandre chegou a tomar distância da viatura antes de bater no carro de João Victor, que havia estacionado no acostamento para falar ao celular e retornava a via jogando o carro para a esquerda. 

Neste momento, o condutor, acompanhado da namorada, diz ter sentido um impacto violento na porta do motorista, porém, nenhum dos dois sofreram ferimentos graves. 

Segundo documento registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitária (Depac) Centro, o motorista do veículo não estava embriagado. 

Alexandre trabalhava como moto entregador e, aos 21 anos, estava distante três dias do próprio aniversário e, conforme apurações, sua moto estava regularizada. 

 

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LUTO

Ex-jornalista do Correio do Estado, Celso Bejarano, morre aos 63 anos

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia, da qual saiu intubado por complicações pulmonares

04/03/2026 08h05

Jornalista, Celso Bejarano Júnior

Jornalista, Celso Bejarano Júnior Divulgação

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Jornalista, Celso Bejarano Júnior, morreu na madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital Cassems, localizado na avenida Mato Grosso, número 5151, em Campo Grande. Ele tinha 63 anos e deixou três filhos.

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia na tarde desta terça-feira (4), da qual saiu intubado por complicações pulmonares.

Em seguida, foi encaminhado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas, o quadro clínico se agravou e ele faleceu às 1h da madrugada nesta quarta-feira (4).

Pedido de ajuda financeiro, para custear despesas de hospital e remédio, circularam nos grupos de jornalismo na tarde desta terça-feira (3).

Celso foi repórter de política no Correio do Estado entre 2021-2024 e também na década de 90.

Atuou no Diário da Serra durante sua carreira. Trabalhou como repórter em Brasília (DF) e Cuiabá (MT) na década de 2000. Também foi correspondente de veículos de imprensa nacionais, como Folha de S. Paulo e UOL.

Atualmente, era jornalista investigativo no Jornal Midiamax, de Campo Grande (MS).

Bejarano fazia parte da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS).

Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram repassadas pela família.

guerra do petróleo

Ministro de Israel ameaça matar quem for escolhido como líder supremo do Irã

As declarações foram feitas pelo ministro da defesa de Israel, que comandou os ataques que resultaram no morte do líder anterior, no sábado

04/03/2026 07h19

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4) matar o próximo líder supremo do Irã, independentemente de quem seja escolhido para o cargo.

"Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para dar continuidade e comandar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e reprimir o povo iraniano será um alvo para eliminação", disse Katz, em publicação no X.

No sábado, 28, o ataque lançado pelos Estados Unidos e por Israel matou o aiatolá Ali Khamenei, que até então era o líder supremo do Irã. Na terça-feira, 3, as forças israelenses bombardearam um prédio que costuma abrigar reuniões da Assembleia de Especialistas, responsável pela escolha do novo líder supremo.

O regime iraniano informou, no entanto, que o imóvel estava vazio e que a reunião dos 88 aiatolás que fazem parte da Assembleia de Especialistas seria realizada virtualmente. 

SÓ O COMEÇO

Enquanto isso, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), disse nesta terça-feira que as forças americanas já atingiram quase 2 mil alvos desde o início da ofensiva contra o Irã, no sábado, 28.

Em vídeo publicado no X, Cooper afirmou que os bombardeios "danificaram severamente as defesas aéreas do Irã" e eliminaram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones.

Em retaliação, as forças iranianas lançaram 500 mísseis e mais de 2 mil drones desde o início do conflito, segundo o almirante.

Cooper afirmou ainda que a operação já mobilizou 50 mil soldados, 200 caças e dois porta-aviões e que "mais capacidade está a caminho".

"Nós acabamos de começar", enfatizou o comandante do Centcom. 

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