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Falta de cimento prejudica obras em Corumbá

Falta de cimento prejudica obras em Corumbá
19/07/2010 20:03 -


Sílvio Andrade, Corumbá

Caiu o ritmo das obras públicas e particulares em Corumbá e região depois de mais uma semana sem cimento no mercado. O setor da construção civil já prevê demissões. A fábrica da Votorantim no município prometeu regularizar a situação, aumentando a produção em mais duas mil sacos/dia, a partir do dia 14, mas o produto continua faltando nos depósitos e sem previsão de abastecimento.
A Votorantim produz hoje 20 mil sacos de 50 kg cada, por dia – 30% a mais em relação a 2009 – contudo vinha priorizando outros mercados, como por exemplo, Mato Grosso. A direção da unidade de Corumbá garantiu que em fase do aumento expressivo da demanda interna daria prioridade ao mercado local, medida que não teve reflexos na semana passada. O saco de cimento já custa R$ 23, aumento de 40% em duas semanas.
O empresário Jorge Freitas, dono de empreiteira, citou ainda problemas com os pedidos eletrônicos e pediu uma reunião que a Associação Comercial e Empresarial teria com a direção da Votorantim para cobrar uma posição da indústria. Donos de depósitos informaram que a fábrica não tem previsão de estabilidade do mercado. A Votorantim alega que os revendedores não fazem estoque.
A comercialização de cimento na região aumentou em pelo menos cinco vezes de 2009 para cá com as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em Corumbá, que somam R$ 120 milhões. Somente no setor habitacional são 2,5 mil unidades em construção, incluindo as 1,2 mil do Estado com recursos próprios, e a prefeitura está licitando mais 600. Os investimentos privados também cresceram.

Felpuda


Comentários ouvidos pela “rádio peão”, em ondas curtas, são de que figurinha só ganharia apoio dos colegas caso pessoa agregada fosse “curtir a aposentadoria” de uma vez por todas. Como seu acordo político acabou naufragando nesta campanha, agora dito-cujo estaria querendo recuar e não ceder o lugar. 

Isso até poderia acontecer, se não fosse a sua, digamos, eminência parda. Afe!