Cidades

Dengue

Fumacê: combate ao mosquito da dengue é reforçado em seis bairros da Capital

O serviço percorrerá os bairros Moreninhas, Jardim Centro Oeste, Lageado, Tarumã, Aero Rancho e Portal Caiobá

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Seis bairros de Campo Grande receberão o reforço do 'fumacê' no combate ao mosquito Aedes aegypti, responsável pela transmissão de doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, nesta terça-feira (02).

As equipes da Coordenadoria de Controle de Endemias Vetoriais (CCEV), da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), circularão das 16h às 22h, realizando o serviço de borrifação ultrabaixo volume (UBV), popularmente conhecido como Fumacê.

Os bairros beneficiados serão Moreninhas, Jardim Centro Oeste, Lageado, Tarumã, Aero Rancho e Portal Caiobá. A estratégia visa ampliar a eficácia do inseticida, necessitando que os moradores abram portas e janelas para permitir que o veneno alcance os locais onde os mosquitos estão mais propensos a se concentrar.

O inseticida utilizado tem como alvo os mosquitos adultos, especialmente as fêmeas, responsáveis pela transmissão das doenças. No entanto, é possível que outras espécies também sejam afetadas, exigindo uma aplicação cuidadosa do veneno.

Confira o itinerário:

Contudo, é importante ressaltar que os serviços podem ser adiados ou cancelados em caso de chuvas, ventos ou neblina, pois tais condições meteorológicas prejudicam a aplicação do veneno.

O fumacê é uma ferramenta adicional no enfrentamento do Aedes aegypti, cujo foco é percorrer áreas com altos índices de proliferação do mosquito. Paralelamente, agentes de saúde estão realizando visitas domiciliares, orientando os moradores e realizando atividades de bloqueio, que incluem a identificação e eliminação de focos e possíveis criadouros do mosquito.

A secretária municipal de Saúde, Rosana Leite de Melo, ressaltou a importância das ações preventivas e estratégicas para evitar surtos ou epidemias de dengue na cidade. Ela pediu a colaboração da população, destacando que a participação de cada indivíduo é essencial para vencer essa batalha contra o mosquito transmissor de doenças.

“Estamos agindo de maneira preventiva e estratégica para evitar que a gente tenha um aumento de casos em nosso município. Pedimos que a população receba os nossos agentes e colabore. Se cada um fizer a sua parte, iremos vencer mais essa batalha”, afirmou a secretária.


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Justiça

AGU reitera ação para obrigar Discord a proteger usuários

Medidas propostas pela plataforma foram consideradas genéricas

21/09/2026 21h00

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira (21) novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

A plataforma foi consultada. O espaço está aberto para manifestação.

Tragédia no Trânsito

Ônibus atropela e mata criança de 11 anos em Campo Grande

Menino estava de bicicleta quando ocorreu o acidente no bairro Zé Pereira; vítima de 11 anos chegou a ser atendida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.

21/09/2026 19h29

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande.

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. Foto: Reprodução.

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Uma criança de 11 anos morreu após ser atropelada por um ônibus na tarde desta segunda-feira (21), no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. O acidente ocorreu na Rua Sagarana e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e forças de segurança.

A morte da criança foi confirmada pela mãe do menino à Polícia Militar. A equipe do Samu permaneceu no local durante o atendimento à vítima, que sofreu ferimentos graves após ser atingida pelo veículo.

Inicialmente, as informações apontavam que o menino havia sido socorrido em estado grave e inconsciente e seria encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande. No entanto, posteriormente, foi confirmada a morte da criança.

Como aconteceu

Conforme as informações preliminares, o menino estava de bicicleta e havia saído da escola quando ocorreu o acidente. Durante o trajeto pela Rua Sagarana, no bairro Zé Pereira, a criança teria se envolvido em uma colisão com o ônibus e acabou sendo atropelada.

Com o impacto, o veículo teria passado sobre uma das pernas do menino. Durante o atendimento, também foram constatados ferimentos graves, entre eles um corte profundo na perna esquerda e uma perfuração no pulmão.

A criança chegou a precisar de procedimentos de emergência realizados pela equipe médica.

O Samu permaneceu por cerca de 40 minutos no local durante as tentativas de atendimento. Apesar dos esforços das equipes de socorro, a criança não resistiu aos ferimentos.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e acompanharam a ocorrência. A perícia e a Polícia Civil também foram chamadas para os procedimentos necessários e para apurar as circunstâncias do atropelamento.

O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro. A dinâmica exata do acidente, incluindo como ocorreu o contato entre a bicicleta e o coletivo, deverá ser esclarecida pela investigação.

A ocorrência aconteceu na Rua Sagarana, região do bairro Zé Pereira. O local foi preservado para o trabalho das equipes responsáveis pela apuração do acidente.

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