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Interdições do fim de semana incluem obras, evento e poda de árvore

Bloqueios ocorrem a partir de domingo (18)

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A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) divulgou as interdições programadas para o trânsito de Campo Campo neste final de semana. Com um total de seis interdições pela cidade, os motivos incluem obras, evento e poda de árvore. Confira: 

Av. Mato Grosso

No domingo (18), das 07h às 13, a Av. Mato Grosso terá meia pista interditada entre as ruas Humberto De Campos e José De Alencar para supressão arbórea.

Rua Marquês De Lavradio

No domingo (18), das 08h às 13h, a Rua Marquês De Lavradio ficará interditada entre a Rua Tibiriçá e a Av. Três Barras para obra da construtora Jooy.

Rua Dom Aquino

No domingo (18) e na segunda (19), em período integral, a Rua Dom Aquino, entre as ruas Padre João Crippa e José Antônio, ficará interditada para mudança.

Rua Monte Sião

Neste domingo (18) e na sexta-feira 13 de fevereiro, das 7h às 17h, a Rua Monte Sião Nº 306, esquina com a Rua Cristalina até a Rua Monte Sião Nº 406, ficará interditada para a construção de um muro.

Rua Heitor Vieira de Almeida

No domingo (18), das 8h às 17h, a Rua Heitor Vieira de Almeida, entre a Rua Veranópolis e a Av. Pôr Do Sol, ficará interditada para um evento no Clube dos Desbravadores.

Av. Calógeras

No domingo (18), das 7h30 às 17h, a Av. Calógeras, entre a Av. Afonso Pena e a Rua 15 De Novembro, terá o corredor de ônibos e uma pista interditados para obra com guindaste.

 

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TJMS nega indenização a moradores de Dourados por vícios em casas populares

2ª Câmara Cível decide que Agehab não pode ser responsabilizada por obras entregues antes de 2016

16/01/2026 16h02

Foto: Chico Ribeiro

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS) negou provimento ao recurso de beneficiários de um programa habitacional em Dourados que pediam indenização da Agência de Habitação Popular do Estado de Mato Grosso do Sul (Agehab) por supostos vícios construtivos em seus imóveis. 

A decisão unânime da 2ª Câmara Cível, relatada pelo juiz Vitor Luis de Oliveira Guibo, concluiu que não há como responsabilizar a autarquia por uma série de fatores, incluindo a reforma integral dos imóveis pelos próprios moradores, a ausência de reclamações formais por quase uma década e a impossibilidade de aplicar retroativamente uma lei que ampliou as atribuições da agência.

O acórdão destacou que a alteração substancial dos imóveis pelos proprietários "esvaziou a utilidade da prova pericial", principal pedido da defesa para comprovar os defeitos.

Dois moradores do conjunto habitacional ajuizaram a ação contra a Agehab alegando a existência de vícios estruturais ocultos em suas casas, entregues em 2014. Eles pediam indenização por danos morais e materiais, argumentando que a agência falhou na fiscalização da obra.

Em primeira instância, o pedido foi julgado improcedente. Os moradores recorreram ao TJMS, alegando cerceamento de defesa por o juiz ter negado a realização de uma prova pericial, que, segundo eles, era "imprescindível" para comprovar a origem dos problemas.

Ao analisar o recurso, o Juiz Vitor Luis de Oliveira Guibo rejeitou todos os argumentos da defesa. O tribunal concluiu que não houve cerceamento de defesa. O motivo é que os próprios moradores confessaram ter reformado e ampliado integralmente os imóveis ao longo dos anos. 

Uma vistoria técnica da Agehab constatou que as casas foram tão modificadas (com troca de cobertura, acabamentos e construção de novas áreas) que se tornou impossível determinar se havia vícios na construção original.

"A cobertura original foi substituída, e todos os acabamentos internos foram executados pelos demandantes, circunstâncias que esvaziam a utilidade da prova pericial pleiteada", afirmou o relator.

A defesa argumentou que a Agehab deveria ser responsabilizada pela fiscalização da obra. No entanto, o TJMS destacou que, à época da entrega dos imóveis (2014), a lei que regia a autarquia não previa entre suas atribuições a coordenação ou supervisão de construções. Essa competência só foi formalmente atribuída à Agehab em 2016, com a Lei Estadual nº 4.888.

"Dessa forma, não se pode atribuir à Agehab, retroativamente, a responsabilidade técnica pela execução da obra [...], uma vez que, à época dos fatos, tal atribuição não integrava suas atribuições", decidiu o tribunal.

O fator mais contundente foi a demora dos moradores em buscar seus direitos. Os imóveis foram entregues em dezembro de 2014, mas a ação judicial só foi ajuizada em maio de 2023, quase nove anos depois. Além disso, não há registro de qualquer reclamação formal feita à Agehab durante todo esse período.

"A inércia da parte autora por mais de nove anos [...] revela quebra da cadeia causal, além de comprometer a viabilidade probatória da demanda", concluiu o relator.

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Polícia apreende R$ 1,5 milhão em cigarros contrabandeados do Paraguai

Em dois depósitos, agentes do Departamento de Operações apreenderam 282 mil maços de cigarros

16/01/2026 15h14

Imagem Divulgação

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O Departamento de Operações de Fronteira (DOF), após receber duas denúncias anônimas, localizou entrepostos de armazenamento de cigarros contrabandeados avaliados em R$ 1,5 milhão, em Dourados e Douradina.

No distrito de Cruzaltina, em Douradina, o helicóptero do DOF participou da operação em conjunto com policiais da Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA). No local de armazenamento, o DOF apreendeu 125 mil maços de cigarros.

Em Dourados, a ação ocorreu após a equipe receber informações por meio do disque-denúncia, que apontavam uma chácara localizada na região da Linha do Potreirito como local de armazenamento de contrabando.

No local, os policiais apreenderam 100 mil maços de cigarros, além de 55 mil maços prontos para serem transportados em um Fiat Fiorino e em uma caminhonete GM S10. Nas duas localidades, foram apreendidos 280 mil maços de cigarros.

Um homem de 47 anos foi preso. Em conversa com os agentes, ele disse que receberia R$ 200 por dia para vigiar os produtos contrabandeados.

O contrabando, avaliado em aproximadamente R$ 1,5 milhão, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Dourados e à Receita Federal em Ponta Porã.

 

Saiba como denunciar

O DOF mantém um canal direto com o cidadão para atendimento, denúncias e informações pelo telefone 0800 647-6300.

A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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