Cidades

Moradia

Mato Grosso do Sul tem segunda menor proporção de domicílios em favelas

Mato Grosso do Sul tem segunda menor proporção de domicílios em favelas

Taryne Zottino

21/12/2011 - 19h00
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Com 1.879 casas localizadas em favelas para o total de 763.696 domicílios particulares, Mato Grosso do Sul tem a segunda menor proporção de residências dentro de aglomerados subnormais no Brasil, com percentual de 0,25%. Os dados são do Censo Demográfico - Aglomerados Subnormais de 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Áreas consideradas subnormais são aquela com, no mínimo, 51 unidades habitacionais carentes que ocupam terreno público ou particular, que tenha sido invadido ou não, estando dispostas de forma desordenada e densa. Em Mato Grosso do Sul, existem 7.249 pessoas vivendo nessas áreas e 32,4% delas tem entre 0 e 14 anos.

No Estado, são oito os conjuntos habitacionais considerados áreas subnormais, três deles ficam em Campo Grande e cinco em Corumbá. Na Capital, estão a Vila Nossa Senhora Aparecida, no Bairro Vila Nasser, o Dom Antônio, no Cidade de Deus e o Alta Tensão, localizado nas Moreninhas. Corumbá possui quatro vezes mais pessoas vivendo em unidades carentes do que Campo Grande. Na Capital, as áreas subnormais possuem 1.482 habitantes, enquanto em Corumbá, são 5.767.

Vida das favelas

Apesar da baixa proporção de favelas, Mato Grosso do Sul tem a 4ª maior média de moradores por domicílio, com 3,86 habitantes por casa. E o rendimento mediano é o 9º  do Brasil, de R$ 231.

Quanto ao percentual de casas com abastecimento de água por Rede Geral de distribuição no Brasil, MS teve a 7ª maior proporção do País, com 96,8%. Porém, é o 3º menor em relação aos domicílios com Rede Geral de Esgoto, com percentual de 6,7%. A 3ª maior proporção é de Mato Grosso do Sul quando se trata da fossa rudimentar, com  68,9% dos domicílios.
 
Energia elétrica e coleta de lixo
 
Das casas sul-mato-grossenses localizadas em favelas, 98,6% possuem energia elétrica, percentual que deixa o Estado em 5ª posição no ranking nacional. Quando se trata da coleta de lixo, ela acontece em 92,59% dos domicílios, o 11º percentual do País.

FEMINICÍDIO

Jovem é morta pelo companheiro três dias após mudança para novo apartamento

Suspeito procurou o batalhão da PM durante a madrugada, confessou o crime e foi autuado em flagrante por feminicídio

25/02/2026 09h15

Homem afirmou que, após uma discussão, esganou a jovem até que ela perdesse a consciência, o que resultou na morte

Homem afirmou que, após uma discussão, esganou a jovem até que ela perdesse a consciência, o que resultou na morte Reprodução

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Uma jovem de 18 anos foi morta na madrugada desta terça-feira (25), em Três Lagoas. O principal suspeito do crime é o namorado da vítima, de 20 anos, que se apresentou espontaneamente à Polícia Militar e confessou o homicídio.

A vítima, Beatriz Benevides da Silva, era natural de Corumbá e havia se mudado recentemente para Três Lagoas. Inicialmente ficaram na residência do pai da jovem, onde ela já morava e, há três dias, haviam se mudado para o apartamento onde o crime ocorreu.

De acordo com o boletim de ocorrência, por volta das 2h30, o autor compareceu ao 12º Batalhão da Polícia Militar e informou que havia acabado de matar a companheira. Após a comunicação, equipes da Polícia Militar, Polícia Civil e Perícia Técnica se deslocaram até o apartamento do casal, localizado em um condomínio no bairro Novo Oeste 2.

O imóvel estava trancado, sendo necessário utilizar a chave que estava em posse do próprio suspeito para ingressar no local. No interior do apartamento, a jovem foi encontrada no quarto, sob o colchão, já sem sinais vitais e com indícios de esganadura no pescoço. O óbito foi confirmado por equipe médica acionada ao local.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito relatou em interrogatório que mantinha relacionamento com a vítima há cerca de um ano. Ele afirmou que, após uma discussão, esganou a jovem até que ela perdesse a consciência, o que resultou na morte.

Conforme consta, o homem procurou o quartel da PM conduzindo uma bicicleta e declarou que desejava se entregar. Ele foi contido no local e, posteriormente, encaminhado com a equipe policial até o apartamento, onde o crime foi confirmado.

Ainda segundo o registro policial, o autor alegou que a discussão teria começado após a vítima desferir um soco contra ele. Após o ocorrido, ele afirmou ter entrado em contato com o irmão antes de se dirigir ao batalhão.

O local foi isolado para os trabalhos da Perícia Científica, e o caso foi encaminhado à Delegacia de Atendimento à Mulher (DAM), que ficará responsável pela investigação.

O suspeito foi autuado em flagrante por feminicídio na Delegacia de Polícia Civil de Pronto Atendimento (DEPAC) e permanece à disposição da Justiça, devendo passar por audiência de custódia.

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operação Cyber Trap

Mulher é presa por divulgar nudes de procurador do MPMS

Conforme a investigação, a suspeita criou um perfil falso, ganhou a confiança da vítima e passou a fazer chantagens, até vazar as fotos íntimas nas redes sociais

25/02/2026 09h00

Crédito: Decom

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Uma mulher, que não teve a identidade divulgada, foi presa nesta terça-feira (24) por publicar, nas redes sociais, fotos íntimas de um procurador de Justiça do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS).

Durante as investigações, foi levantado que a mulher criou um perfil falso nas redes sociais com o objetivo de ganhar a confiança da vítima, que acabou enviando nudes (fotos íntimas).

Ainda, conforme divulgou o MPMS, após conseguir as fotos, ela passou a constranger a vítima, exigindo vantagens e fazendo ameaças de divulgar o material, o que acabou acontecendo.

O Ministério Público, por meio da 13ª Promotoria de Justiça de Campo Grande e da Unidade de Investigação de Crimes Cibernéticos (UICC), teve apoio do Gaeco de Pernambuco durante a operação Cyber Trap que prendeu a suspeita.

A localização da investigada contou com a utilização de recursos e técnicas de inteligência voltados à repressão de práticas criminosas no ambiente virtual, com foco na responsabilização dos autores.

Atuaram no processo membros e servidores do Ministério Público, além de policiais civis e militares.

No local, foram apreendidos celulares e um computador, que serão periciados no Centro de Pesquisa, Análise, Difusão e Segurança da Informação (CI) e analisados pela equipe da UICC.

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