Cidades

HABITAÇÃO POPULAR

Meta é construir 7 mil moradias pelo Minha Casa, Minha Vida em 2024, diz Riedel

União já autorizou construção de 194 unidades habitacionais e governador espera novas parcerias

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O governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel (PSDB), disse que a meta do Executivo estadual é construir mais de 7 mil unidades habitacionais pelo programa Minha Casa, Minha Vida ao longo deste ano, no Estado.

A afirmação foi feita durante sessão solene inaugural dos trabalhos da Assembleia Legislativa para este ano, na manhã desta segunda-feira (5).

O governador destacou que Mato Grosso do Sul é o primeiro estado contemplado com a assinatura dos primeiros contratos do novo Minha Casa, Minha Vida (MCMV), após a retomada do programa em fevereiro de 2023.

"Na quinta-feira (1º) nós fomos a Brasília, junto com a ministra Simone [Tebet], para que a gente pudesse assinar as primeiras 200 casas do Minha Casa Minha Vida aqui no Mato Grosso do Sul", relembrou.

"É motivo de muito orgulho para o nosso Estado, sinal que a gente tem feito bons projetos, apresentado bons projetos que tramitaram em Brasília e teve esse reconhecimento de pronto. Nós temos mais de 7 mil unidades habitacionais a serem construídas em 2024, se assim o governo federal encontrar fôlego e disposição para ser parceiro do estado de Mato Grosso do Sul", acrescentou Riedel.

Os contratos já assinados são para 134 unidades no Loteamento Água Azul, em Ivinhema ,e outras 64 para Campo Grande, no Condomínio Residencial Jardim Antártica, direcionadas às famílias com renda de até R$ 2.640,00.

A construção de 194 unidades habitacionais terá um investimento de R$ 27,2 milhões, sendo R$ 3,5 milhões de contrapartida do Estado.

No Loteamento Água Azul (Ivinhema) serão R$ 17,6 (milhões) na construção de 134 casas, tendo apoio do governo estadual e doação de terreno pela prefeitura.

Já no Residencial Jardim Antártica, em Campo Grande, são mais 60 apartamentos. O valor do projeto é de R$ 9,6 milhões, sendo R$ 300 mil de aporte estadual. O município também está fazendo a doação do terreno.

Apesar da meta de 7 mil casas, a expectativa é que o Estado seja contemplado em 2024 com 4.190 moradias por meio do Minha Casa, Minha Vida, com um investimento estadual previsto de R$ 74,1 milhões.

Os demais programas habitacionais devem oferecer 2.529 (moradias), chegando a 6.764 novas habitações no Mato Grosso do Sul neste ano, com R$ 144,3 milhões de recursos do Estado, segundo o Executivo Estadual.

LUTO

Ex-jornalista do Correio do Estado, Celso Bejarano, morre aos 63 anos

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia, da qual saiu intubado por complicações pulmonares

04/03/2026 08h05

Jornalista, Celso Bejarano Júnior

Jornalista, Celso Bejarano Júnior Divulgação

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Jornalista, Celso Bejarano Júnior, morreu na madrugada desta quarta-feira (4), no Hospital Cassems, localizado na avenida Mato Grosso, número 5151, em Campo Grande. Ele tinha 63 anos e deixou três filhos.

Ele nasceu em 4 de março de 1963, ou seja, morreu no dia de seu aniversário.

Ele foi vítima de uma insuficiência cardíaca e teve que ser submetido a uma cirurgia na tarde desta terça-feira (4), da qual saiu intubado por complicações pulmonares.

Em seguida, foi encaminhado a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em estado grave, mas, o quadro clínico se agravou e ele faleceu às 1h da madrugada desta quarta-feira (4).

Pedido de ajuda financeiro, para custear despesas de hospital e remédios, circulou nos grupos de jornalismo, na tarde desta terça-feira (3).

Celso foi repórter de política no Correio do Estado entre 2021-2024 e também em 2012-2016.

Atuou no Diário da Serra  na década de 90. Trabalhou como repórter em Brasília (DF) e Cuiabá (MT) na década de 2000. Também foi correspondente de veículos de imprensa nacionais, como Folha de S. Paulo e UOL.

Atualmente, era jornalista investigativo no Jornal Midiamax, de Campo Grande (MS).

Bejarano fazia parte da Comissão de Ética do Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Mato Grosso do Sul (Sindjor-MS).

Editor-chefe do Correio do Estado, Eduardo Miranda, relembrou a época de trabalho com Bejarano.

“Foi um grande jornalista. Um dos mais sensíveis com que já trabalhei. Tinha uma capacidade impressionante de descrever um fato, sobretudo quando se narrava uma injustiça. Vai fazer muita falta”, lamentou.

Editor do Correio do Estado, Neri Kaspary, que há 32 anos atua no jornalismo diário de Campo Grande, teve a oportunidade de trabalhar duas vezes em diferentes lugares com Celso.

"Trabalhei com o Celso Bejarano na década de 90, no jornal Diário da Serra. Foi meu primeiro editor. Aprendi muito com ele e desde então admirava sua competência profissional e sua generosidade. Recentemente voltei a trabalhar com ele na redação do Correio do Estado. Seu entusiasmo, integridade e interesse em mudar o mundo, que são fundamentais na nossa profissão, continuavam intactos. Sua morte precoce deixa órfão o jornalismo de Campo Grande, já que ele era referência para diferentes gerações", disse.

Informações sobre velório e sepultamento ainda não foram repassadas pela família.

guerra do petróleo

Ministro de Israel ameaça matar quem for escolhido como líder supremo do Irã

As declarações foram feitas pelo ministro da defesa de Israel, que comandou os ataques que resultaram no morte do líder anterior, no sábado

04/03/2026 07h19

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4) matar o próximo líder supremo do Irã, independentemente de quem seja escolhido para o cargo.

"Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para dar continuidade e comandar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e reprimir o povo iraniano será um alvo para eliminação", disse Katz, em publicação no X.

No sábado, 28, o ataque lançado pelos Estados Unidos e por Israel matou o aiatolá Ali Khamenei, que até então era o líder supremo do Irã. Na terça-feira, 3, as forças israelenses bombardearam um prédio que costuma abrigar reuniões da Assembleia de Especialistas, responsável pela escolha do novo líder supremo.

O regime iraniano informou, no entanto, que o imóvel estava vazio e que a reunião dos 88 aiatolás que fazem parte da Assembleia de Especialistas seria realizada virtualmente. 

SÓ O COMEÇO

Enquanto isso, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), disse nesta terça-feira que as forças americanas já atingiram quase 2 mil alvos desde o início da ofensiva contra o Irã, no sábado, 28.

Em vídeo publicado no X, Cooper afirmou que os bombardeios "danificaram severamente as defesas aéreas do Irã" e eliminaram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones.

Em retaliação, as forças iranianas lançaram 500 mísseis e mais de 2 mil drones desde o início do conflito, segundo o almirante.

Cooper afirmou ainda que a operação já mobilizou 50 mil soldados, 200 caças e dois porta-aviões e que "mais capacidade está a caminho".

"Nós acabamos de começar", enfatizou o comandante do Centcom. 

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