Cidades

PREVISÃO

MS continua em alerta para tempestade e semana deve ser chuvosa

As condições chuvosas são influência do ciclone extratropical que se formou no Uruguai e atingiu estados do Sul do Brasil

Continue lendo...

Mato Grosso do Sul continua em alerta de perigo potencial para tempestades durante este domingo (11) até, pelo menos, o final da tarde de segunda-feira (12). 

De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), todo o Estado está sujeito a volumes de chuvas de até 50 milímetros no dia, acompanhadas de ventos intensos até 60 km/h. 

As condições estão associadas à passagem de um ciclone extratropical, o primeiro de 2026, que se formou na madrugada de sábado (10) entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul. 

O sistema de baixa pressão associado a uma frente fria impulsiona as chances de chuvas sobre Mato Grosso do Sul e o estado de São Paulo. 

Durante a semana, as chances de chuva continuam em grande parte do Estado. Na Capital, é esperado temporal na noite de segunda-feira (12) e temperatura máxima de 28°C. Até quinta-feira, as condições esperadas são de sol durante o dia e pancadas de chuva à noite. 

Em Dourados e região, a máxima não passa dos 31°C nesta semana. São esperadas chuvas fortes durante a noite de hoje (11) e pancadas até quinta-feira (15). Há aumento da nebulosidade no decorrer dos dias e temperatura mínima de 20°C na terça-feira (13). 

Já em Corumbá, chove rápido a partir de quarta-feira (14), mas o tempo fica nublado durante toda a semana. As máximas variam entre 28°C e 32°C e as mínimas ficam entre 23°C e 24°C.

Na região Cone-Sul do Estado, especialmente em Ponta Porã, chove rápido na terça-feira (13) depois de uma segunda-feira de Sol. As mínimas esperadas são de 18°C a 22°C e as máximas chegam a 32°C. 

Cuidados

Com os alertas e a previsão de ciclone, a Energisa MS enfatizou cuidados necessários a serem tomados durante as tempestades, especialmente com relação à eletricidade. 

Para o coordenador operacional da empresa, Marcelo Santana, as fortes rajadas de vento podem provocar queda de árvores, de cabos de energia e outros objetos podem ser arremessados com o vento contra a rede elétrica. 

“Um dos cuidados necessários é nunca se aproximar ou tocar em cabos elétricos caídos no chão, nem em objetos lançados na rede. Acione a Energisa imediatamente”, alertou. 

Outros cuidados reforçados pela Energisa são: 

  • Mantenha distância de janelas, portas metálicas e estruturas que possam conduzir energia;
  • Evite o uso de aparelhos eletrônicos ligados à rede elétrica; 
  • Se houver sinais de curto-circuito, faísca ou alagamento próximo à tomada, desligue o disjuntor geral da casa e aguarde em um lugar seguro.

A empresa ainda reforça que, caso seja preciso, os clientes podem entrar em contato por meio dos canais de atendimento, seja para registrar queda de energia, como alertar sobre fios soltos e galhos caídos sobre a rede elétrica. 

Os canais para atendimento são: 

  • Aplicativo Energisa On (Android e iOS) 
  • Site: energisa.com.br 
  • WhatsApp (Gisa): www.gisa.energisa.com.br / (67) 99980-0698
  • Call Center: 0800 722 7272

INVESTIGAÇÃO

Após sair do trabalho, campo-grandense desaparece no Japão

Trabalhador que vive há 20 anos no país asiático não faz contato desde o dia 22 de dezembro e família pede apoio das autoridades brasileiras

11/01/2026 15h30

Kennedy teria deixado a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade

Kennedy teria deixado a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade Reprodução

Continue Lendo...

Um campo-grandense de 38 anos, morador da cidade de Oizumi, na província de Gunma, Japão, está desaparecido desde o dia 22 de dezembro e a família vive dias de angústia sem qualquer informação sobre seu paradeiro. Kennedy Kashiwabara, que vive há cerca de 20 anos no país asiático, foi visto pela última vez após sair do trabalho e, desde então, não fez mais contato com parentes, amigos ou colegas de serviço. 

De acordo com o portal RPJ News, Kennedy deixou a fábrica onde trabalha no fim do expediente e seguiu com colegas até um bilhar da cidade. Amigos relatam que ele teria comentado que voltaria a pé para casa, mas não chegou ao destino e não retornou mais ao serviço, o que chamou atenção de pessoas próximas, já que o comportamento é considerado totalmente fora do padrão. 

O pai do rapaz, Cassemiro Kashiwabara, contou que, no mesmo dia, o filho havia se envolvido em uma discussão no ambiente de trabalho. Kennedy teria suspeitado que um colega brasileiro teria adulterado a máquina que ele operava, o que gerou um desentendimento. Para tentar acalmar a situação, os supostos colegas o convidaram para ir ao bilhar após o expediente, última vez que ele foi visto.

Desde então a família não teve mais nenhum tipo de contato com Kennedy. O desaparecimento foi oficialmente registrado junto à polícia japonesa, que já iniciou os procedimentos de apuração, mas até o momento não apresentou novidades sobre o caso.

Ainda segundo informações repassadas à família, a polícia japonesa entrou em contato com o chefe de Kennedy, que estaria fora do Japão, em viagem às Filipinas. Paralelamente, familiares também tentaram buscar apoio da Embaixada do Brasil e de consulados brasileiros, mas relatam que, até o momento, não obtiveram retorno. 

No Brasil, um dos irmãos de Kennedy também tem tentado levantar informações, mas enfrenta dificuldades até mesmo para conseguir fotos recentes do rapaz, o que tem limitado a divulgação do caso e a mobilização de redes de apoio.

Kennedy é divorciado e pai de dois adolescentes, de 14 e 15 anos, que moram na mesma cidade japonesa onde ele vivia. Segundo o pai, os filhos ainda não foram informados sobre o desaparecimento.

“A intenção é poupá-los, assim como a ex-esposa, que está grávida, desse sofrimento até termos alguma informação concreta", disse.

Especialistas apontam que, após 15 dias sem notícias, o desaparecimento de um adulto passa a ser classificado como de longa duração, o que aumenta a necessidade de investigações mais aprofundadas e ações coordenadas entre autoridades locais e representações diplomáticas.

Assine o Correio do Estado

Janeiro Branco

Saiba onde procurar atendimento psiquiátrico pelo SUS em Campo Grande

Atualmente, a Capital possui sete centros de atendimento psiquiátrico (CAPS), mas os pacientes podem procurar pelo primeiro atendimento também nas unidades de saúde da família de cada região

11/01/2026 15h00

CAPS Aero Rancho

CAPS Aero Rancho FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

Continue Lendo...

O mês de janeiro é um período voltado para a atenção e conscientização sobre a saúde mental e emocional. 

No entanto, o serviço do Sistema Único de Saúde (SUS) oferece cuidados para a saúde mental durante o ano inteiro em sua rede, com atendimentos voltados de acordo com a gravidade do paciente. 

Em Campo Grande, o atendimento gratuito é oferecido pela Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), não apenas nos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS). O acolhimento é feito de forma humanizada, garantindo acesso ao tratamento adequado. 

Além desses pontos de atendimento, os pacientes também podem ser encaminhados a cuidados através das Unidades de Saúde da Família (USFs) e pelo Ambulatório da Saúde Mental, novamente, de acordo com a complexidade das situações. 

Para a médica psiquiatra e coordenadora do Ambulatório de Saúde Mental, Maria Letícia Nantes, as unidades básicas desempenham um papel fundamental no processo, já que “a equipe do território já conhece o histórico do paciente”. 

Por isso, ao necessitar de auxílio, o paciente pode procurar a USF de referência da região em que mora, onde será acolhido e passará por uma avaliação clínica que vai definir o local mais adequado para o seu tratamento. 

Em casos considerados mais leves, o atendimento é feito na própria unidade de saúde através do médico da família, que pode fazer orientações, realizar um acompanhamento contínuo e, se preciso, receitar algumas medicações. 

Nas unidades com equipe e-MULTI, os cuidados também incluem acompanhamento psicológico, conforme a necessidade do paciente. 

Já nos casos considerados moderados, os pacientes são encaminhados para um atendimento mais especializado em um dos ambulatórios de saúde mental da cidade, onde recebem atendimento psicológico e psiquiátrico. 

Os casos graves ou situações de crises, o atendimento é realizado diretamente pelo CAPS.

“O CAPS é destinado para aqueles pacientes que apresentam um quadro grave, ou que estão em crise, e para atendimento no local não é necessário que o paciente seja encaminhado, lá o atendimento é por demanda espontânea e 24 horas”, explica a médica. 

Em Campo Grande, atualmente, existem sete CAPS, sendo dois voltados para pessoas com dependência alcoólica e de drogas, e um exclusivo para crianças e adolescentes. Há também unidades destinadas ao atendimento de adultos com transtornos mentais graves e persistentes. 

Veja o endereço de cada um deles:

  • CAPS AD IV – Rua Theotônio Rosa Pires, 19 – Bairro Jardim São Bento 
  • CAPS AD III – Avenida Manoel da Costa Lima, 3272 – Bairro Guanandi 
  • CAPS III Margarida – Rua Itambé, 2939 – Bairro Vila Rica 
  • CAPS III Vila Almeida – Rua Marechal Hermes, 854 – Bairro Vila Almeida 
  • CAPS III Afrodite Doris Contis – Rua São Paulo, 70 – Bairro São Francisco 
  • CAPS III Aero Rancho – Avenida Manoel da Costa Lima, 3272 – Bairro Guanandi 
  • CAPS III Infanto-Juvenil – Rua São Paulo, 70 – Bairro São Francisco

Janeiro Branco

A campanha Janeiro Branco é uma ação nacional voltada à promoção da saúde mental criada em 2014 com o objetivo de sensibilizar a população para a importância do bem-estar psicológico e estimular a busca por cuidados e atendimento especializado quando necessário. 

Segundo dados recentes da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil é líder do ranking mundial de transtornos de ansiedade, atingindo 9,3% da população, o equivalente a 18 milhões de brasileiros. 

A depressão também é uma preocupação, já que desde a pandemia da Covid 19, os casos de transtornos mentais no País cresceram 25%. 
 

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).