Cidades

COVID-19

Mato Grosso do Sul recebe 14 mil doses da vacina da Pfizer nesta segunda

Desta vez, doses serão distribuídas para todos os municípios do Estado

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Mato Grosso do Sul receberá novo lote, com 14.040 doses da vacina contra a Covid-19 da Pfizer, nesta segunda-feira (10).

É a segunda remessa desse imunobiológico e, desta vez, as doses serão enviadas para todos os 79 municípios. Na primeira entrega, as doses ficaram apenas na Capital.

O ministério da Saúde informa que a vacina pode ser armazenada em refrigeração de 2°C a 8°C, durante cinco dias, temperaturas possíveis para freezeres mais comuns.

Últimas Notícias

Campo Grande deve ficar com 4.770 doses do imunizante nesta remessa. 

A Capital já havia recebido 7.020 doses da vacina da Pfizer na primeira remessa, que foram aplicadas apenas em gestantes e puérperas com 45 dias pós-parto.

Conforme o Ministério da Saúde, as doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente.

O município que concluir 100% da vacinação de algum destes grupos prioritários poderá empregar doses remanescentes para finalizar a vacinação de indivíduos dos demais grupos prioritários.

Em Campo Grande, segundo a Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), a nova remessa será deliberada para a utilização em outros públicos, no entanto ainda não definiram quais serão.

Brasil

Em todo o Brasil, o Ministério da Saúde começa a distribuir, a partir de amanhã (10), lote com 1,12 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. ,

Segundo a pasta todos os estados e Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. 

No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas a temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

Conforme o Ministério da Saúde, a aplicação da primeira e segunda doses devem ter intervalo de 12 semanas entre uma e outra.

Corumbá

Prefeitura paga R$ 9,3 milhões para empresa pavimentar ruas com lajota

A empresa escolhida para realizar os serviços de pavimentação com blocos sextavados já realiza obras na cidade desde 2020 e possui um contrato em vigência

29/07/2026 10h45

Blocos de concreto sextavado custarão mais de 9,3 milhões para os cofres de Corumbá

Blocos de concreto sextavado custarão mais de 9,3 milhões para os cofres de Corumbá Reprodução

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A empresa que fará o serviço de pavimentação com blocos de concreto sextavado nas ruas e alamedas de Corumbá será a JFR Arquitetura Construções, que tem sede no próprio município. O comunicado foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta quarta-feira (29). 

A empresa vencedora receberá o valor total de R$ 9.302.609,24 para realizar os serviços. De acordo com a Prefeitura, esta medida é para atender uma demanda contínua da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISP).

De acordo com o documento "memorial técnico descritivo", a pavimentação em lajotas sextavadas tem previsão de implantação nas seguintes ruas e alamedas:

Blocos de concreto sextavado custarão mais de 9,3 milhões para os cofres de Corumbá

Blocos de concreto sextavado custarão mais de 9,3 milhões para os cofres de Corumbá

A justificativa da Prefeitura de Corumbá para realizar a pavimentação com blocos de concreto sextavado é que esta implicará em benefícios como segurança, conforto, limpeza, minimização de poeira e, permitirá melhores condições de tráfego na via.

Contratos

Além deste novo contrato, a JFR Arquitetura Construções possui outro vínculo com a Prefeitura de Corumbá, o qual é referente a serviços de pavimentação com lajotas e paralelepípedos nas ruas do município. Em agosto de 2024, quando venceu a licitação, o valor era de R$ 2.068.688,21, e em menos de dois anos teve aditamentos na ordem de R$ 5.083.902,22. Este contrato foi renovado e tem vigência até o dia 1 de setembro de 2027.

Em um outro contrato, que se encerrou em abril deste ano, a empresa realizou obras de pavimentação com o mesmo material (sextavado) e fez o reaproveitamento de lajotas retiradas das ruas centrais do entorno do novo Pronto Socorro do município. O valor inicial da licitação foi de R$ 3.454.091,48 e teve acréscimo de R$ 624.508,25. Os serviços eram realizados desde o dia 18 de setembro de 2023.

SOCORRO DNIT

Protesto em BR-463 pede ação imediata do DNIT em duplicação da rodovia

Trecho de rodovia federal está em reforma de duplicação desde 2021 e moradores fazem manifestação pedindo mudanças em via que causou mortes durante o ano

29/07/2026 10h30

Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

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Durante a manhã desta quarta-feira (29), moradores de Dourados, cidade a 230 quilômetros de Campo Grande, realizaram um protesto na BR-463 , pedindo por maior segurança na rodovia federal. A urgência de atenção pedida pelos protestantes é devido à quantidade de mortes em decorrência de acidentes que acontecem no local.

O principal pedido dos manifestantes é a conclusão das obras que duplicam a via entre a Sitioca Campina Verde e o Trevo da Bandeira, trecho crítico em que, segundo os moradores ocorrem a maioria e, com maior frequência, os acidentes.

As obras de duplicação iniciaram em 2021, com processo de licitação no primeiro semestre daquele ano, e com contratos de supervisão e execução firmados entre julho e agosto.

O problema é que a previsão de entrega estava marcada para fevereiro de 2023 mas, até o momento, a reforma não está finalizada e segue paralisada. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), responsável pela mudança na via, prevê uma nova licitação para retomar os trabalhos, mas ainda sem data de finalização estabelecida.

Manifestantes pedem ação imediata em rodovia que tem obra de duplicação parada - Foto: Sidnei Bronka/Ligado Na Notícia

Conforme a população que vive no local diariamente, o trânsito na rodovia, além de perigoso a motoristas, ciclistas e pedestres que circulam próximo, também gera lentidão em horários de pico devido ao tráfego de caminhões, carretas e outros veículos grandes, em especial durante o período de safra.

A situação então exige que veículos menores e motociclistas trafeguem entre carretas, o que pode gerar acidentes fatais.

A rodovia também é o principal acesso para chegar ou sair do Hospital Regional da cidade, outros residenciais e propriedades rurais que ficam localizadas na região.

Para isso, os moradores dos residenciais Kairós, Campo Dourado e BNH 4º Plano, que estão próximos do trecho, estiveram na manifestação e pediram também por outras mudanças na BR-463, com objetivo de melhorar a segurança dos que trafegam no local.

Os cartazes pediam socorro ao DNIT e outras alterações, como:

  • implantação de passarela para pedestres e ciclistas;
  • melhorias em sinalização;
  • e instalação de semáforos pois, segundo os manifestantes, o trecho está inserido dentro do perímetro urbano de Dourados.

Conforme acompanhamento de sites locais, o protesto encerrou por volta das 07h30 e, enquanto ocorria, houve interrupção do tráfego no sistema "pare e siga", sob supervisão da Polícia Rodoviária Federal, que esteve no local.

Acidentes fatais

Em março, um motociclista identificado como Gilmar Matei Dorigon, de 59 anos, morreu ao ser atingido por uma caminhonete enquanto realizava uma conversão no cruzamento da Rua Cafelândia com a BR-463, dentro do perímetro urbano de Dourados.

E em maio deste ano, conforme noticiou o Correio do Estado, Anderson Antunes Ávila, de 38 anos, conduzia um Fiat Pálio Weekend e morreu após colidir com uma caminhonete Silverado a 251 quilômetros de Dourados, na BR-463. A vítima ficou presa às ferragens e morreu antes do socorro chegar.

*Com informações do site Ligado Na Notícia

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