Cidades

PANDEMIA

MS tem 9ª menor incidência de casos de Covid-19 do País

Entre as capitais, Campo Grande tem a terceira menor taxa

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Mato Grosso do Sul tem a nona menor incidência de casos de Covid-19 – doença causada pelo novo coronavírus – do Brasil. Os dados constam no último boletim epidemiológico divulgado pelo Ministério da Saúde.

São 62 casos para cada milhão de habitantes do Estado. Esse coeficiente coloca Mato Grosso do Sul entre as unidades da Federação com baixa incidência. Em outra lista, Campo Grande aparece com a terceira menor incidência entre as capitais.  

BOLETIM ESTADUAL

Nesta terça-feira (21), a Secretaria de Estado de Saúde (SES) confirmou a sexta morte por Covid-19 – um idoso de 87 anos em Três Lagoas – e dois novos casos, totalizando 173 até agora.

Campo Grande lidera a lista dos municípios com o maior número de casos, são 90 ao todo. Em seguida, Três Lagoas com 18 casos, Dourados, Nova Andradina e Sonora com 11. Chapadão do Sul tem 9 casos, e Batayporã 6. No fim da lista, Corumbá, Mundo Novo e Paranaíba seguem apenas com 2 casos confirmados de Covid-19. Outros 11 municípios do Estado continuam apenas com 1 caso confirmado cada.

Vila Entroncamento

Polícia fecha carvoaria clandestina em Campo Grande

Foram apreendidas 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão

06/02/2026 16h15

Foto: Divulgação / Polícia Civil

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A Polícia Civil fechou uma carvoaria que funcionava clandestinamente há 15 dias na Vila Entroncamento, em Campo Grande.

Conforme o boletim de ocorrência registrado na Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes Ambientais e de Atendimento ao Turista (Decat), os policiais foram recebidos no último dia 3 pelo proprietário Jeferson Ferreira Caetano Sabino, 36 anos, que informou ter iniciado as atividades no local há aproximadamente duas semanas. 

Segundo o B.O, Sabino declarou ainda que havia dado entrada na Junta Comercial para registro da empresa denominada JR Carbonização Ltda., mas que, apesar de não possuir licenças e alvarás de funcionamento, decidiu iniciar a operação de funciomento sem toda a documentação necessária para realizar o trabalho. Na ocasião, foi orientado a suspender as atividades até que a situação fosse devidamente regularizada, ordem não acatada pelo proprietário. 

Diante da recusa em suspender o funcionamento, Jeferson Sabino e seu ajudante Alex Sandro Borges, de 44 anos foram levados até à sede da Decat e autuados por crime ambiental. Além disso, a polícia apreendeu 800 sacas de cascas de coco cru e outras 120 sacas de cascas de coco carbonizado, material utilizado para a produção irregular de carvão. 

Foto: Divulgação / Polícia Civil 

"O senhor Jeferson foi conduzido até esta unidade policial, sem algemas, no banco traseiro da viatura, juntamente com de seu encarregado Alex Sandro Borges, porque foi advertido e insistiu no funcionamento. A equipe da pericia foi acionada e compareceu ao local. No local foram apreendidas 800 sacas de casca de coco cruas e 120 sacas caronizadas, material este que e utilizado para fabricação de carvão", traz trecho do boletim de ocorrência. 

A dupla foi autuada por poluição ambiental e condenada e condenada a pagar R$ 4,8 mil para ser liberada. O material utilizado para a produção de carvão foi confiscado pela polícia. 

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Cidades

Amigos lamentam morte de Adriano Praça, integrante do Grupo Acaba

A partida do músico é apontada por amigos como uma perda inestimável para a cultura do Estado

06/02/2026 16h00

Crédito: Luiz Claudio Fogaça

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Amigos do músico e professor Adriano Praça, que foi integrante do Grupo Acaba por 40 anos, lamentaram, por meio das redes sociais, nesta sexta-feira (6), na Santa Casa de Campo Grande.

A causa da morte não foi divulgada assim como não divulgaram informações do velório e sepultamento. Nas redes sociais, amigos se despediram de Praça, musicista conhecido pelo domínio da flauta e do saxofone.

Em um recorte de vídeo que circula na internet, ele relata a militância do Grupo Acaba, que assumiu uma postura ativista em defesa do Pantanal, comenta sobre o movimento pelas Diretas Já e outros episódios que marcaram o país.

“A gente viveu muitas situações interessantes, mas, de qualquer forma, tristes, porque a gente teve que ir à rua, levamos muita gente à rua por conta do desastre ecológico que aconteceu na época: derrame de vinhoto, uma mortandade de peixe, de curimba. Vivemos momentos importantes das Diretas Já, do impeachment de Collor, coisas que mudaram o Brasil, e a gente sempre fazendo nosso caminho”, contou Adriano Praça.

 

Reprodução Redes Sociais

Despedida

“Que notícia triste. Um dos homens mais inteligentes que já conheci, Adriano Praça. A família que sempre me acolheu junto de ti, a confraria do choro que eu amava, trabalhar, dançar e rir. "Que Deus te receba de braços abertos e com muita música boa. Descanse em paz, Adriano, e que Deus conforte o coração de todos”, escreveu uma amiga.

“O Quarteto Samba Choro se despede desse excepcional amigo. A música sul-mato-grossense perde mais um dos grandes. Siga em paz”, diz outra mensagem.

O Memória Fonográfica de Mato Grosso do Sul também manifestou nota de pesar:

“Com profundo pesar, o Memória Fonográfica do MS se despede do talentoso instrumentista Adriano Praça. Sua sensibilidade musical foi fundamental para dar alma às gravações que preservamos, e sua paixão pela cultura sul-mato-grossense deixa um legado eterno em nosso acervo. Nossos sentimentos à família e amigos. Seu som permanecerá para sempre em nossa memória.”


 

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