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Desacato

Mulher resiste à prisão e manda polícia prender senador Delcídio do Amaral

Suspeita estava ameaçando clientes e funcionários em supermercado

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Evanileide da Silva Barros, 26 anos, foi presa depois de ameaçar com uma faca clientes e funcionários do supermercado Comper, na tarde deste domingo (28), em Campo Grande. Antes de ser presa, ela resistiu e mandou a polícia prender o senador Delcídio do Amaral (PT), investigado na Operação Lava Jato.

De acordo com o boletim de ocorrência, a mulher estava no supermercado, que fica rua Joaquim Murtinho, armada com uma faca de aproximadamente 20 centímetros. Sem motivo aparente, ela começou a ameaçar clientes e funcionários que tentavam colocá-la para fora do estabelecimento.

A Polícia Militar foi acionada e quando chegaram ao local, ela se recusou a sair do local e passou a chamar os militares de corruptos.

Ao ser advertida que poderia responder por desacato, ela voltou a xingar a guarnição, além de dizer “vão prender o Delcídio do Amaral”.

Em seguida, a mulher tentou correr, mas foi alcançada e contida pelos policiais, momento em que passou a agredi-los. Foi preciso algemá-la.

Quando estava sendo colocada no compartimento de presos da viatura, uma mulher que passava pelo local se apresentou como juíza de direito e mandou que os militares tirassem a algema da mulher. A solicitação foi atendida, porém, foi necessário uso de força para colocá-la na viatura, já que ela estava resistindo à prisão.

A suspeita foi encaminhada para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac) do Centro. A juíza também compareceu à delegacia e foi orientada sobre os procedimentos cabíveis no caso. Evanileide foi indiciada por ameaça, desacato e resistência.

Cidades

Hospital de Amor aciona Justiça para cobrar calote de ex-prefeito em leilão

Fundação Pio XII, que enfrenta déficit mensal de R$ 44 milhões, ajuíza ação monitória de R$ 11 mil contra ex-prefeito de Vicentina

28/01/2026 19h10

Foto: Divulgação

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O Hospital de Amor de Barretos, referência nacional no tratamento oncológico, recorreu à Justiça de Mato Grosso do Sul para cobrar uma dívida de R$ 11.037,58 de Marcos Benedetti Hermenegildo, o ex-prefeito de Vicentina, Marquinhos do Dedé (PSDB).

O valor é referente a um cheque de R$ 8.100,00, emitido em outubro de 2023, que foi devolvido duas vezes por falta de fundos.

Na ação, a Fundação Pio XII, mantenedora do hospital, destaca a importância do valor para a continuidade dos tratamentos, que são 100% gratuitos, e revela operar com um déficit mensal que beira os R$ 45 milhões.

De acordo com a Ação Monitória protocolada na Vara Cível de Fátima do Sul, Marquinhos do Dedé arrematou prendas no "5º Leilão Direito de Viver", um evento beneficente realizado em Fátima do Sul e Vicentina no dia 16 de outubro de 2023 para arrecadar fundos para o hospital. 

Como forma de pagamento, ele emitiu um cheque do Banco Sicredi no valor de R$ 8.100,00, datado de 25 de novembro de 2023.

No entanto, ao ser depositado, o cheque foi devolvido por insuficiência de fundos. O setor de cobranças do Hospital de Amor tentou receber o valor administrativamente por "reiteradas vezes", mas não obteve sucesso.

"Insta salientar que fora concedido considerável prazo para pagamento, porém, o Requerido permaneceu silente e não quitou o que devia. Assim, o objetivo é senão outro o recebimento destes valores para fins de dar continuidade ao tratamento de milhares pessoas", afirma a petição.

Na petição, o hospital faz um apelo ao Judiciário, expondo sua situação financeira para justificar a necessidade do recebimento.

De acordo com o hospital, em 2023, a instituição realizou mais de 1,7 milhão de atendimentos a quase 570 mil pacientes de 2.581 municípios, o que representa 46,3% das cidades do Brasil.

O Hospital de Amor pede que o ex-prefeito seja citado para pagar, em até 15 dias, o valor de R$ 11.037,58, que já inclui correção monetária, juros e 5% de honorários advocatícios. O caso agora aguarda a decisão do juiz da Vara Cível de Fátima do Sul para a citação do ex-prefeito.

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Cidades

Anvisa aprova resolução que permite cultivo da cannabis medicinal

Apesar das mudanças, o uso recreativo e o plantio para outras finalidades continua proibido

28/01/2026 19h00

Arquivo

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A diretoria da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou uma resolução que permite o cultivo e a comercialização de medicamentos à base de cannabis por empresas, universidades e associações de pacientes.

Essa resolução estabelece requisitos para a comercialização, prescrição, a dispensação, o monitoramento e a fiscalização de produtos de cannabis, e permitirá avanços na pesquisa e na produção de medicamentos com esse princípio ativo.

Apesar das mudanças, o uso recreativo e o plantio para outras finalidades continua proibido.

 

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