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No Albano Franco, Casa da Saúde retorna atendimentos nesta quarta-feira

Por conta da mudança, o horário de atendimento será especial na quarta (27), quinta (28) e sexta-feira (29), das 7h às 18h e sábado (30), das 7h às 11h

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Atendimento na Casa da Saúde retorna nesta quarta-feira (27) em endereço novo: Centro de Convenções Albano Franco, localizado na avenida Mato Grosso, número 5017, bairro Carandá Bosque.

O serviço foi suspenso na segunda (25) e terça-feira (16) para mudança de local. Por conta da mudança, o horário de atendimento será especial na quarta (27), quinta (28) e sexta-feira (29), das 7h às 18h e sábado (30), das 7h às 11h.

Movimento era intenso nas primeiras horas do dia desta quarta-feira (27), em estreia de atendimentos no Albano Franco. De acordo com Simões, 300-400 pessoas são atendidas na Casa da Saúde diariamente. A unidade fornece medicamentos disponibilizados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e de ação judicial.

A Casa da Saúde encontrava-se na rua Onze de Outubro, número 220, bairro Cabreúva e teve que ser transferida para os altos da avenida Mato Grosso por questões de segurança.

A mudança de endereço custou R$ 700 mil aos cofres públicos. A Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso do Sul (FIEMS) cedeu o espaço gratuitamente, ao Governo do Estado.

O atendimento no Albano Franco será temporário, por dois meses, até novembro, até que o Governo do Estado encontre um local definitivo que atenda todas as necessidades da Casa da Saúde.

A Casa da Saúde mudou de endereço pois o prédio, localizado no bairro Cabreúva, estava sem condições de armazenar os medicamentos e receber centenas de pessoas diariamente. O prédio, que abrigava a antiga Escola Estadual Riachuelo, oferecia riscos de infraestrutura aos funcionários e à população.

O objetivo da mudança é evitar tragédias e proteger a vida de funcionários e da população, tendo em vista que o prédio oferecia riscos iminentes. Em janeiro deste ano, um princípio de incêndio atingiu a Casa da Saúde, o que impossibilitou o atendimento ao público por quatro dias. Não houve vítimas.

“A gente tem que levar em conta que o prédio foi originalmente identificado para ser uma escola, que foi adaptada a uma unidade de saúde, que tem muitas câmaras frias que exigem uma estrutura de energia adequada. Fizemos uma avaliação do prédio do quanto teríamos que investir pra transformar o prédio e os valores mostraram que não era uma boa alternativa”, explicou o secretário de Estado de Saúde, Maurício Simões, em 25 de setembro de 2023, durante coletiva de imprensa.

“Já temos alguns [prédios] em vista, estamos em negociação. A necessidade imediata de sair do outro prédio fez com que a gente buscasse o Albano Franco, que é amplo. Temporariamente por conta da necessidade de protegermos as vidas a gente dá um passo pra trás, mas o próximo será pra frente”, finalizou Simões.

estiagem

Rio da Prata enfrenta seca e mobiliza ações de resgate de peixes

MPMS acompanha agravamento da estiagem, monitora as condições ambientais do rio e fiscaliza ações de resgate e preservação da fauna aquática

10/09/2026 19h15

Rio da Prata enfrenta seca

Rio da Prata enfrenta seca Foto: Divulgação / MPMS

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Mais de 200 peixes foram resgatados e realocados no Rio da Prata, que enfrenta crise hídrica e seca, com locais com fluxo da água interrompido, em Jardim. A situação é acompanhada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Jardim.

Conforme reportagem do Correio do Estado, em agosto, o nível do rio já estava baixo em algumas áreas, devido à estiagem. Neste mês, a situação se agravou e, diante do cenário emergencial, uma operação foi montada para tentar reduzir os impactos da estiagem.

De acordo com o MPMS, neste ano, o Instituto Guarda Mirim Ambiental (IGMA) comunicou o agravamento da situação hídrica em trecho localizado próximo à Ponte do Curê, na Rodovia MS-178, e constatou as condições críticas decorrentes da estiagem prolongada.

A entidade identificou trechos secos e formação de poças isoladas, com risco de evaporação, situação que coloca diversas espécies em condição de vulnerabilidade.

O presidente do IGMA, Nisroque Soares, afirma que abaixo da área onde foram feitos resgates de peixes, em 2024 e 2025, o fluxo d’água é interrompido por aproximadamente 4 km até a Ponte do Curê.

Na operação emergencial foram executados planos de resgate e realocação de peixes que se encontravam ilhados no local afetado.

Dentre as espécies realocadas estão lambaris, piraputangas, cascudos, joaninhas e traíras, que foram levados para áreas do rio com melhores condições de sobrevivência.

No ano passado, também houve a mesma operação, onde aproximadamente 1.421 peixes foram resgatados do Rio da Prata, em um trecho de 7 km afetado pela interrupção do fluxo d’água.

O MPMS informou que há um inquérito civil, instaurado em julho de 2024, que acompanha os trabalhos do IGMA. O órgão ressaltou que continuará acompanhando e fiscalizando as ações desenvolvidas pelos órgãos e entidades envolvidos na preservação do Rio da Prata e de sua fauna aquática.

Saúde

Plano de saúde terá que cobrir mamografia digital para todas as idades

Decisão da ANS vale a partir de 1º de outubro

10/09/2026 19h00

José Cruz/Agência Brasil

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A partir de 1º de outubro, os planos de saúde serão obrigados a cobrir exame de mamografia digital para todas as pessoas sempre que houver indicação médica, ou seja, não haverá restrição de idade. Atualmente, a cobertura desse exame é obrigatória apenas para mulheres com idade entre 40 e 69 anos.

A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no último dia 3 e anunciada nesta quinta-feira (10). A ANS é o órgão que regula a indústria de planos de saúde no país.

A mamografia digital versão mais avançada do exame convencional é considerada um dos principais exames para a detecção precoce do câncer de mama, permitindo identificar alterações antes mesmo de serem percebidas ao toque.

Menos tempo de exposição

A modalidade digital oferece vantagens como menor exposição à radiação, menor tempo de compressão da mama durante o exame e armazenamento das imagens em formato digital, o que facilita o acompanhamento da evolução clínica e a avaliação por diferentes especialistas.

No comunicado de fim de restrição, a ANS destaca que a cobertura obrigatória é “uma oportunidade de celebrar o Outubro Rosa, mês dedicado à conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama”.

O Instituto Nacional de Câncer (Inca), ligado ao Ministério da Saúde, estima que o país tenha cerca de 73.610 novos casos de câncer de mama por ano.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de tratamento e pode reduzir a necessidade de procedimentos mais invasivos.

Todos os gêneros

A intenção de ampliar a cobertura do exame partiu da própria ANS, após discussões realizadas na Comissão de Atualização do Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde Suplementar (Cosaúde).

Na Cosaúde, a maioria da comissão defendeu que “o uso da mamografia digital já está consolidado como padrão de cuidado oncológico” e que a restrição para mulheres de 40 a 69 anos, poderia “prejudicar ou atrasar o acesso oportuno” ao diagnóstico de câncer de mama.

Ao determinar cobertura obrigatória para “todas as pessoas”, a ANS inclui qualquer gênero, ou seja, o exame passa a ser garantido a pessoas que se considerem não binárias (não se identificam exclusivamente como homem ou mulher).

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