Cidades

UNIVERSIDADE

Número de inscritos no Sisu é menor
em 2014

Número de inscritos no Sisu é menor
em 2014

LUCIA MOREL

11/01/2014 - 00h00
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Apesar do encerramento das inscrições ter ocorrido ontem à noite, o número de inscritos no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para as quatro instituições de ensino de Mato Grosso do Sul que aderiram ao programa deve cair cerca de 20%.

No ano passado, 53.565 estudantes se inscreveram para cursar alguma graduação em Mato Grosso do Sul, número menor que o deste ano. Nesta edição de 2014, em que há quase 2 mil vagas a mais e quatro universidades, a quantidade de inscritos, até o meio-dia de ontem, era de 42.687.

No primeiro semestre de 2013 foram ofertadas 6.705 vagas para 149 cursos em apenas três instituições de ensino superior. Neste ano são 8.006 vagas para 191 graduações em quatro universidades. O total final poderá ser divulgado a partir de hoje.

Desde que o sistema foi implantado em instituições de ensino superior, ficou mais difícil preencher todas as vagas disponibilizadas, sobretudo na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), cujo acesso é feito 100% por meio do Sisu.

O problema, é que conforme as chamadas da seleção vão sendo feitas, sobram vagas em universidades fora do Estado, reduzindo a quantidade de alunos aqui já que muitos preferem estudar fora de MS.

Além da UFMS, a Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), Universidade Estadual de MS (UEMS) e Instituto Federal (IFMS) oferecem vagas de ensino superior por meio do sistema.

Ontem, os cursos de Medicina continuavam como os mais procurados no Estado. A graduação da UFMS exigia uma nota mínima no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 792,8. O curso de Medicina da UFGD tinha nota de corte em 783,7.

Justiça

Homem é retirado do STF após tentar entrar dizendo ser "imperador"

Ele proferia frases desconexas e não chegou a ser preso

08/10/2026 21h00

Foto: Divulgação / STF

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Um homem foi contido nesta quinta-feira (8) pela equipe de segurança do Supremo Tribunal Federal (STF) após tentar entrar no edifício-sede da Corte, onde está localizado o plenário.

O episódio ocorreu após ele se aproximar da marquise do prédio e começar a proferir frases desconexas. O homem se identificou como "imperador das Forças Armadas do Brasil".

Segundo o STF, ele não chegou a ser preso e foi conduzido para a parte externa do tribunal.

Na semana passada, o Supremo registrou uma tentativa de invasão. Um homem foi preso pela Polícia Judiciária, que realiza a segurança interna do STF, ao tentar pular as grades que fazem a proteção do edifício-sede.

O esquadrão antibomba da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) precisou ser chamado após o homem jogar uma mochila em uma parada de ônibus localizada em frente ao Supremo.

Após a realização do trabalho de varredura, a PM descartou a presença de explosivos.

Justiça

Moraes determina emissão de mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro

Pena foi definida no processo do tarifaço contra exportações do Brasil

08/10/2026 20h00

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes

Ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes Divulgação/STF

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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou nesta quinta-feira (8) a expedição de um mandado de prisão contra o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos.

A medida foi determinada após o ministro mandar executar a condenação de Eduardo a quatro anos e dois meses de prisão pelo crime de coação no curso do processo. A pena foi definida no processo que trata do tarifaço do governo de Donald Trump contra as exportações brasileiras.

Moraes também determinou o cancelamento dos passaportes do ex-parlamentar.

Na prática, Eduardo não deve cumprir a pena enquanto estiver no exterior. O ex-deputado é aliado de Trump, e um eventual pedido de extradição dificilmente será cumprido pelo governo norte-americano.

Ao determinar as medidas, Moraes decretou o trânsito em julgado da ação penal em que Eduardo foi condenado pelo STF, ou seja, o fim da possibilidade de apresentação de recursos.

No mês passado, a Primeira Turma do Supremo rejeitou o recurso protocolado pela Defensoria Pública da União (DPU) para anular a condenação.

O ex-deputado não apresentou defesa particular e foi defendido pelo órgão.

Em junho deste ano, o colegiado concordou com a acusação apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e entendeu que há provas para concluir que o ex-deputado articulou o tarifaço dos Estados Unidos contra as exportações brasileiras para tentar evitar a condenação de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, no processo da trama golpista.

Além disso, outras medidas, como a revogação dos vistos de ministros da Corte e do governo federal e a aplicação das sanções econômicas da Lei Magnitsky, também tiveram o mesmo objetivo, conforme o entendimento da Corte. 

Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos e perdeu o mandato de parlamentar por faltar às sessões da Câmara dos Deputados.

Abandono e perda do cargo de escrivão 

Em setembro deste ano, o Ministério da Justiça e Segurança Pública demitiu o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro do cargo de escrivão da Polícia Federal, por abandono de cargo. 

A decisão, publicada na edição de 21 de setembro do Diário Oficial da União, tem como base processo administrativo disciplinar que concluiu pela ocorrência de faltas injustificadas por período superior a 30 dias consecutivos.

Segundo a portaria, a demissão teve por base a Lei nº 15.047, de 2024, que prevê a penalidade para casos de abandono de cargo. 

Eduardo Bolsonaro integrava o quadro de pessoal da Polícia Federal e estava afastado da função para exercer mandato eletivo na Câmara dos Deputados.
 

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