Cidades

CORUMBÁ

Oficina de Dança já está com inscrições abertas

Oficina de Dança já está com inscrições abertas

DA REDAÇÃO

29/01/2011 - 00h00
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Já estão abertas as inscrições para novos alunos da Oficina de Dança do Pantanal, em Corumbá (MS). No balé, podem participar crianças a partir dos três anos de idade e, para o street dance, a idade mínima é de 11 anos. Os pais ou responsáveis dos interessados devem procurar a sede da instituição, localizada na Rua Edu Rocha, 355, centro de Corumbá, entre 8h e 11 horas ou 13h30 e 19h30, munidos dos documentos pessoais futuros alunos.

Em 2011, o projeto da Prefeitura Municipal, conduzido pela Fundação de Cultura e Turismo do Pantanal, será formado por 20 turmas divididas nos períodos matutino, vespertino e noturno. Sete profissionais vão trabalhar na capacitação e qualificação dos alunos. Também estão sendo feitas as inscrições do projeto Como Nossos Filhos, voltado às mães e demais pessoas que queiram fazer da dança um meio de descontração e atividade física.

 

Inclusão

Criada em 1999, a Oficina de Dança teve em sua idealização o objetivo de resgatar a cultura pela arte do movimento. A ideia começou tímida, mas a "Oficina", como passou a ser chamada, foi reconhecida pelo talento de seus alunos e tornou-se um ícone da arte corumbaense e sul-mato-grossense. A iniciativa atende cerca de 600 alunos anualmente é mantido pela prefeitura de Corumbá, tendo à frente desde sua criação o coreógrafo Joilson Silva da Cruz.

A Oficina já representou a cultura estadual, pantaneira e corumbaense em diversas cidades de Mato Grosso do Sul e também fora dele. Só no Estado, os bailarinos da instituição já se apresentaram em Campo Grande, Coxim, Jardim, Rio Verde, Ponta Porã, Bonito, São Gabriel do Oeste, Aquidauana, Três Lagoas, Porto Murtinho. Na Bolívia, já se apresentaram em Puerto Quijarro, Puerto Suarez, Cochabamba, Sucre e Potosi.

A Oficina de Dança recebeu Moção de Congratulação da Câmara Municipal de Coxim e também de Corumbá. Em agosto de 2004, recebeu homenagem do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul (TCE/MS), sendo considerada "a expressão maior da cultura pantaneira". Em 2005 a Oficina de Dança realizou o espetáculo "Dança, Brasil!", com coreografias representando as cinco regiões do Brasil (danças tradicionais gaúchas, candomblé, xaxado, frevo, carimbo, lundú, siriri e samba).

Achado de Cadáver

Vendedor encontra corpo no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande

O trabalhador relatou que caminhou até o meio do córrego Sóter, tentou chamar pela vítima e, ao não obter resposta, acionou a polícia

16/02/2026 15h29

O cadáver estava próximo ao Córrego Sóter, dentro do Parque das Nações Indígenas

O cadáver estava próximo ao Córrego Sóter, dentro do Parque das Nações Indígenas Crédito: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Um vendedor ambulante, que trabalha há cerca de um mês no sinaleiro entre a Avenida Nelly Martins e a Rua Antônio Maria Coelho, encontrou, na tarde desta segunda-feira (16), o corpo de um homem no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.

O corpo estava após o Córrego Reveilleau, segundo o trabalhador, depois da cerca na área interna do parque. Thiago Vinícius, de 25 anos, que vende sacos de lixo no sinaleiro, relatou que, ao atravessar a rua quando o sinal abriu, avistou o que inicialmente pensou tratar-se de uma pedra.

“Do nada, eu olhei para lá e parecia uma pedra. Pensei: ‘Está diferente, parece uma pessoa deitada, né?’”, contou o vendedor.

Ao se aproximar, ele identificou o corpo do homem, deitado de lado, com o braço estendido. Ele chegou até o meio do córrego, jogou uma pedra e, ao se aproximar mais, sentiu um odor forte.

“Gritei: ‘Ô, ô, senhor’. Aí, na hora em que pulei para o outro lado para chegar mais perto, senti um cheiro muito ruim, muito forte. Voltei e pedi para o meu monitor ligar para a polícia e para o Corpo de Bombeiros, para resgatar o corpo.”

O cadáver estava próximo ao Córrego Sóter, dentro do Parque das Nações IndígenasO cadáver, segundo relatos de testemunhas, foi localizado após em área de mata do lado de dentro parque - Crédito: Gerson Oliveira / Correio do Estado

Ele permaneceu no local até a chegada da Polícia Civil, quando foi liberado. Também estiveram no local uma equipe da Guarda Civil Metropolitana (GCM), que acompanhou a ocorrência.

Conforme apurado pelo Correio do Estado, devido ao cheiro e ao estado do corpo, é possível que o homem tenha morrido há mais de três dias. A perícia deverá determinar a causa da morte e realizar a identificação.

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Campo Grande

Governo federal repassa de R$ 3,4 milhões para pagar piso da enfermagem

Repasse foi formalizado pela prefeitura da Capital na última sexta-feira e contempla pagamentos de janeiro para 11 hospitais

16/02/2026 15h00

Santa Casa de Campo Grande receberá maior repasse

Santa Casa de Campo Grande receberá maior repasse Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) formalizou o repasse de R$ 3.431.297,43 do Governo Federal para o pagamento do piso salarial nacional de enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras, referente ao mês de janeiro de 2026.

O maior montante foi destinado à Santa Casa, que recebe R$1.902.225,30; também recebem: Maternidade Cândido Mariano (R$ 571.734,44); Hospital do Câncer Dr. Alfredo Abrão (R$ 144.274,28); Hospital São Julião (R$ 249.926,09); Hospital Nosso Lar, (R$ 129.462,99). 

Também receberão: Clínica Davita Pantanal (R$ 69.424,12); Med Rim (R$ 77.261,76); Hospital Adventista do Pênfigo (R$ 66.164,88); Hospital Adventista Unidade Matriz (R$ 158.693,92); Davita Campo Grande (R$ 59.605,86), além do Instituto de Prevenção do Hospital Adventista (R$  2.523,79). 

O recurso é da assistência financeira complementar da União, criado após a aprovação do piso nacional da enfermagem. A regulamentação foi estabelecida pela Lei nº 14.434/2022, que fixou os valores mínimos para a categoria em todo o país.

Na prática, o município atua como intermediador do dinheiro enviado pelo governo federal, repassando os valores às 11 instituições contempladas, conforme critérios definidos pelo Ministério da Saúde. A transferência foi oficializada por meio de resolução publicada na última sexta-feira (13). 

Os recursos seguem as regras previstas em portarias federais e garantem o complemento necessário para que os profissionais recebam o piso nacional. A resolução já está em vigor.

Verba

No contexto do Piso Nacional da Enfermagem, a Assistência Financeira Complementar (AFC) da União, corresponde a repasses dos valores necessários à complementação do pagamento do piso aos profissionais da categoria, feito para estados, municípios e Distrito Federal.

O dinheiro é operacionalizado pelo Ministério da Saúde que, por intermédio de portarias, estabelece os critérios e procedimentos necessários para que estados e entidades filantrópicas que atendam via Sistema Único de Saúde (SUS) e prestadores de serviços contratualizados que atendam, no mínimo, 60% de seus pacientes pelo sistema público, cumpram os pagamentos do Piso Nacional da Enfermagem. 

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