Cidades

SHOW HISTÓRICO

Peixes do Bioparque são batizados de Axl e Slash em homenagem a Guns N' Roses

Iniciativa segue a tradição do local em dar nomes próprios especiais aos animais, batizando-os com nomes de celebridades

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Dois peixes da espécie Aruanã, moradores do Bioparque Pantanal, foram batizados com os nomes de Axl Rose e Slash, ícones da banda Guns N’ Roses, em homenagem ao show histórico ocorrido no dia 9 de abril, em Campo Grande.

A escolha do animal se deu porque seu nado parece uma dança, lembrando a performance do Alx no palco.

A iniciativa segue uma tradição do local em dar nomes próprios especiais aos animais, batizando-os com nomes de celebridades.

Alguns bichos ainda recebem nomes inspirados em figuras da natureza ou cientistas, reforçando o caráter educativo do espaço.

No Bioparque Pantanal, outros animais possem nomes carinhosos em homenagem a alguma celebridade, como a sucuri Gaby Amarantos, jaú Maria Fernanda, jiboia Rachel Carson e lobinha Delinha.

O objetivo é aproximar os animais do público e reforçar o caráter de educação ambiental.

ARUANÃ

Aruanã, também conhecido como língua-de-osso, é um peixe de água doce. Pertence a família Osteoglossidae e a classe Actinopterygii.

A cabeça é ossuda e o corpo largo é coberto por escamas enormes, formando um mosaico de cores.

São peixes grandes, de até 1,5 metro de comprimento. Sua expectativa de vida pode ultrapassar 20 anos. É carnívoro e se alimenta de insetos, aranhas, pequenos peixes, sapos, cobras e lagartos.

BANDEIRANTES

Ação entre Amigos promove bazar com itens da Receita Federal neste domingo

Dia contará com programação especial para as crianças, serviços gratuitos e música ao vivo, além da venda dos produtos apreendidos com preços acessíveis

11/04/2026 11h15

Bazar inédito acontece em Bandeirantes, com música ao vivo e programação especial para as crianças

Bazar inédito acontece em Bandeirantes, com música ao vivo e programação especial para as crianças Divulgação

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No próximo domingo (12), uma Ação entre Amigos irá promover um bazar com itens apreendidos pela Receita Federal durante evento para a cidade toda de Bandeirantes. O dia terá programação especial para as crianças, com comidas e brinquedos, serviços gratuitos e música ao vivo.

Com início às 08h30, a ação é realizada em conjunto pelo Instituto Isaac, Fundação de Esporte e Cultura de Bandeirantes, Receita Federal e Polícia Penal, além do apoio da população que se envolveu para criar o momento para o município a pouco mais de 70 quilômetros de Campo Grande.

Para a criançada terão lanches como pipoca, algodão-doce, cachorro-quente, sorvete e refrigerante. Além disso, a diversão está garantida com brinquedos infláveis e touro mecânico, cedido pelo Instituto Isaac.

Ainda está incluso durante o dia corte de cabelo gratuito, e o serviço de assessoria jurídica para sanar dúvidas da população presente. Durante o dia o evento terá um DJ e a partir das 17h terá show ao vivo.

Com a doação de produtos apreendidos pela Receita Federal, o Instituto Isaac fica responsável pela promoção do Bazar até o fim da programação, às 22h, ou enquanto durarem os produtos. Os itens vão desde roupas a eletrônicos , além de objetos de decoração para casa. Confira alguns produtos:

  • Roupas;
  • Celulares;
  • Perfumes;
  • Mantas;
  • Tapetes;
  • Almofadas;
  • Molinete;
  • Casacos femininos e masculinos.

>> Serviço

1ª edição BandKids, com bazar de produtos apreendidos pela Receita Federal e programação especial

Data: 12 de abril - domingo (amanhã);
Horário: 08h30 às 22h;
Local: Praça Tenente Germiniano Ribeiro, Jardim Santa Madalena - Bandeirantes/MS.

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Avanço

Violência doméstica: nova lei obriga uso imediato de tornozeleira eletrônica por agressores

Norma já está em vigor e também autoriza delegados a determinarem o monitoramento em cidades sem juízes

11/04/2026 10h00

Foto: Divulgação / Agência Senado

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Agressores que colocarem em risco a vida de mulheres e crianças em casos de violência doméstica deverão usar tornozeleira eletrônica de forma imediata.

A medida está prevista na Lei 15.383/2026, sancionada sem vetos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada nesta sexta-feira (10) no Diário Oficial da União. A norma já está em vigor e também autoriza delegados a determinarem o monitoramento em cidades sem juiz, além de ampliar recursos públicos para aquisição dos equipamentos.

A nova legislação altera a dinâmica das medidas protetivas ao tornar obrigatória a adoção da tornozeleira sempre que houver risco à integridade física ou psicológica da vítima ou de seus dependentes. Antes, a Lei Maria da Penha previa o monitoramento eletrônico apenas como uma possibilidade.

Outro ponto central é a ampliação da atuação das autoridades policiais. Em municípios que não são sede de comarca, delegados passam a poder determinar o uso do dispositivo, devendo comunicar a decisão ao Judiciário em até 24 horas. Caberá ao juiz avaliar a manutenção da medida e informar o Ministério Público.

A lei também estabelece que a vítima deverá receber um dispositivo de alerta capaz de avisar, em tempo real, sobre a aproximação do agressor. O sistema utiliza geolocalização para monitorar o cumprimento das chamadas áreas de exclusão, permitindo resposta mais rápida das forças de segurança em caso de violação.

Além do monitoramento, a norma endurece as penalidades. O descumprimento de medidas protetivas, como violar o perímetro estabelecido ou danificar o equipamento, terá aumento de pena de um terço à metade, sobre a base atual de dois a cinco anos de reclusão, além de multa.

A legislação também reforça políticas públicas de prevenção. Campanhas de enfrentamento à violência contra a mulher deverão incluir orientações sobre procedimentos policiais, funcionamento das medidas protetivas e formas de evitar a revitimização.

Para garantir a aplicação das medidas, o texto amplia de 5% para 6% a destinação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública voltados ao combate à violência contra a mulher. O financiamento poderá ser usado, inclusive, para compra e manutenção de tornozeleiras e dispositivos de alerta.

Outro avanço é a transformação em política permanente do programa de monitoramento eletrônico e acompanhamento de vítimas. A iniciativa prevê a entrega de dispositivos portáteis que emitem alertas automáticos tanto para a mulher quanto para a polícia mais próxima, caso o agressor descumpra as restrições impostas pela Justiça.

A lei tem origem no Projeto de Lei 2.942/2024, apresentado pelos deputados Marcos Tavares (PDT-RJ) e Fernanda Melchionna (PSol-RS). O foco principal da medida é fortalecer a prevenção e reduzir casos de feminicídio no país.

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