Cidades

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Polícia apreende R$ 1,5 milhão em cigarros contrabandeados do Paraguai

Em dois depósitos, agentes do Departamento de Operações apreenderam 282 mil maços de cigarros

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O Departamento de Operações de Fronteira (DOF), após receber duas denúncias anônimas, localizou entrepostos de armazenamento de cigarros contrabandeados avaliados em R$ 1,5 milhão, em Dourados e Douradina.

No distrito de Cruzaltina, em Douradina, o helicóptero do DOF participou da operação em conjunto com policiais da Coordenadoria-Geral de Policiamento Aéreo (CGPA). No local de armazenamento, o DOF apreendeu 125 mil maços de cigarros.

Em Dourados, a ação ocorreu após a equipe receber informações por meio do disque-denúncia, que apontavam uma chácara localizada na região da Linha do Potreirito como local de armazenamento de contrabando.

No local, os policiais apreenderam 100 mil maços de cigarros, além de 55 mil maços prontos para serem transportados em um Fiat Fiorino e em uma caminhonete GM S10. Nas duas localidades, foram apreendidos 280 mil maços de cigarros.

Um homem de 47 anos foi preso. Em conversa com os agentes, ele disse que receberia R$ 200 por dia para vigiar os produtos contrabandeados.

O contrabando, avaliado em aproximadamente R$ 1,5 milhão, foi encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Dourados e à Receita Federal em Ponta Porã.

 

Saiba como denunciar

O DOF mantém um canal direto com o cidadão para atendimento, denúncias e informações pelo telefone 0800 647-6300.

A ação ocorreu no âmbito do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, uma parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

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MPMS

Suspeito de matar segurança durante aniversário de Ivinhema é condenado três anos após o crime

José Edilson foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo com quatro tiros após confusão na festa em 2023

13/03/2026 17h15

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma

Crime aconteceu em 2023 e foi motivado por uma "futilidade", segundo o MPMS Divulgação / Montagem Correio do Estado

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Após acusações do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS) apresentadas durante o Tribunal do Júri realizado na última quinta-feira (12), José Edilson da Silva Cordeiro, de 46 anos, foi condenado a 19 anos e 10 meses de prisão em regime fechado, acusado de homicídio pela morte de Vitor Hugo Branquinho Camargo, de 25 anos, durante a comemoração de aniversário do município de Ivinhema, em 2023. 

O crime aconteceu na madrugada do dia 11 de novembro de 2023, quando Vitor Hugo trabalhava como segurança no evento em comemoração aos 60 anos da cidade.

A vítima trabalhava como entregador durante o dia e como caixa da mesma empresa durante a noite, e realizava “bicos” como segurança para pagar sua faculdade. 

Segundo a denúncia do MPMS, José Edilson teria se desentendido com a equipe de segurança e disparado quatro tiros no jovem. Durante a instrução do processo, o Ministério Público alegou que o homicídio foi motivado por uma “futilidade”. 

A acusação do réu também provou que o ato foi praticado de forma que a vítima não teve como se defender, já que a autópsia revelou que o jovem foi atingido pelas costas enquanto corria e, posteriormente, quando já estava caída e imóvel no chão. 

A confusão teve início quando o sobrinho do acusado foi retirado da festa por estar sem camiseta, o que contrariava as regras do evento, que ocorria na Praça de Eventos da cidade. 

Conforme a denúncia, durante a confusão, o celular de José Edilson teria caído no chão após um esbarrão com um dos seguranças, o que teria o deixado exaltado. Irritado, ele foi até o carro, pegou uma arma de fogo e retornou à festa. 

Pouco tempo depois, ele voltou a se aproximar de Vitor Hugo, sacou a arma e disparou contra ele. A vítima tentou correr em direção a um camarote, mas caiu no chão. Mesmo caído, ele ainda teria sido atingido por novos tiros. 

Ao todo, foram quatro disparos contra o jovem, que morreu no local. Após o crime, o acusado fugiu. 

Na decisão desta quinta-feira, além do homicídio duplamente qualificado, o réu foi condenado pelo crime de porte ilegal de arma de fogo de uso permitido. 

Na sentença, o Juízo ressaltou a culpa do autor, já que ele saiu do evento para buscar a arma de fogo e retornou ao local para efetuar o crime. 

Com o veredito, foi expedida a sentença de execução penal e o acusado aguarda orientação do Supremo Tribunal Federal para o início do cumprimento da pena. 


 

RIO NEGRO

União reconhece emergência em cidade de MS onde ponte caiu durante chuvas

Município de Rio Negro foi atingido por chuvas intensas no fim de fevereiro e ponte desabou durante passagem de caminhão

13/03/2026 17h01

Ponte caiu durante travessia de carreta em 22 de fevereiro

Ponte caiu durante travessia de carreta em 22 de fevereiro Foto: Idest

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O governo federal, por meio do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional, reconheceu situação de emergência no município de Rio Negro, em Mato Grosso do Sul, devido à chuvas intensas.

Portaria assinada pelo secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, Wolnei Wolff Barreiros, foi publicada no Diário Oficial da União desta sexta-feira (13), com base em decreto municipal de 23 de fevereiro.

O município foi atingido por grande volume de chuvas no fim de fevereiro. No dia 22, a ponte sobre o Rio do Peixe caiu, provocando a queda de um caminhão que fazia a travessia. O governo atribuiu o acidente ao caminhão que estava com excesso de peso.

Atualmente, a travessia de pedestres está sendo feita por barcos no rio, com apoio do Exército na cidade, até que uma ponte de guerra seja provisoriamente instalada.

A via está interditada e motoristas devem pegar outras rodovias, como a BR-163 (indo por São Gabriel do Oeste) e BR-419 (indo para Corumbá).

Na última terça-feira (10), a União também reconheceu situação de emergência em Corguinho, onde também houve estragos devido à fortes chuvas, com enxurradas, alagamentos e inundações.

Com o reconhecimento da emergências, as prefeituras municipais podem solicitar recursos do Governo Federal para ações da Defesa Civil, como compra de cestas básicas, de água mineral, refeição para trabalhadores e voluntários, kits de limpeza de residência, de higiene pessoal e dormitório, entre outros.

Também autorizada a mobilização de todos os órgãos municipais para atuação conjunta, sob coordenação da Defesa Civil, nas ações de resposta ao desastre, assistência à população e restabelecimento da normalidade .

A medida também permite a dispensa de licitação para contratação de serviços, obras e aquisição de materiais necessários às ações emergenciais de resposta, reabilitação e reconstrução, conforme previsto na legislação federal. Além disso, ficou autorizada a convocação de voluntários e a realização de campanhas de arrecadação para apoio às famílias afetadas pelas chuvas.

A instalação de uma ponte provisória na MS-080, em Rio Negro, depende de autorização da Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul), que informou que já recebeu o pedido e que ele está sendo processado "com urgência".

Queda de ponte

A ponte sobre o Rio do Peixe caiu no dia 22 de fevereiro devido ao grande volume de chuva na cidade.

Conforme noticiou o Correio do Estado, no dia 26 de fevereiro, o Exército Brasileiro esteve em Rio Negro, juntamente com equipe da Agesul, para avaliar a situação da ponte e elaborar um relatório para a montagem de uma estrutura metálica, geralmente utilizada em calamidades públicas, reconstruções e operações militares, conhecida como “ponte de guerra”. 

A estrutura provisória será montada sem interferência na futura obra de reconstrução da ponte.

"A inspeção também permitiu definir os parâmetros técnicos para o anteprojeto da nova estrutura e para a remoção da ponte colapsada. A contratação para reconstrução está sendo tratada em caráter emergencial e deve ser formalizada nos próximos dias", disse a Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos de Mato Grosso do Sul (Agesul), em nota, na semana passada.

As especificações técnicas da ponte provisória serão fornecidas pelo Exército, responsável pelo dispositivo e sua instalação. Já a Agesul, coube apenas a definição do ponto de instalação, garantindo que a estrutura provisória não comprometa a execução da nova ponte.

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