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MS tem a 4ª grande apreensão de cocaína da semana, totalizando 1,36 tonelada

Em 1º de agosto, 413 kg foram apreendidos; 100 kg em 30 de julho; 600 kg em 28 de julho e 248 kg em 26 de julho

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Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu 413 kg de cocaína, na noite desta quinta-feira (1º), em Corumbá, município localizado a 416 quilômetros de Campo Grande.

Esta é a quarta apreensão de cocaína da semana realizada pelas forças policiais estaduais e federais, totalizando 1.361 kg.

Conforme apurado pela reportagem, os policiais estavam sinalizando a BR-262 devido a um incêndio que ocorria às margens da rodovia, quando avistaram o condutor de um caminhão realizando manobras bruscas ao avistar as viaturas policiais.

Desconfiada, a equipe deu voz de abordagem ao motorista. Ele demonstrou nervosismo, e então, os policiais começaram a revistar o veículo. Retiraram a lona do reboque e encontraram vários fardos de cocaína, totalizando 383 kg de pasta base e 30 kg de cloridrato de cocaína.

Após o flagrante, o condutor confessou que levaria a droga de Corumbá (MS) até o interior de São Paulo (SP). Ele foi preso e os entorpecentes foram apreendidos. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal (PF) em Corumbá (MS).

OUTRAS APREENSÕES

Em 30 de julho, policiais civis da Delegacia de Repressão aos Crimes de Fronteira (DEFRON) apreenderam 100 kg de cocaína em Dourados, município localizado a 236 quilômetros de Campo Grande.

Em 28 de julho, Polícia Federal (PF) apreendeu, durante fiscalização rotineira, 600kg de cocaína, em Brasilândia, município situado a 364 km de Campo Grande. Caso chegasse a ser comercializado fora do país, o carregamento renderia US$ 3 milhões (equivalente a R$ 17 milhões) ao crime organizado.

Em 26 de julho, em ação conjunta, a Polícia Civil, por intermédio da Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (DENAR) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptaram 248,5 kg de cocaína e prenderam três homens em Campo Grande. O entorpecente estava no tanque de combustível do veículo, que transportava sucata.

Em 18 de julho de 2024, a Polícia Federal apreendeu 200 kg de cocaína em cilindros de oxigênio, na BR-262, em Terenos, município localizado a 31 quilômetros de Campo Grande.

Em 8 de julho de 2024, Polícia Rodoviária Federal (PRF) interceptou 1.375 kg de cocaína em Paranaíba, município localizado a 407 quilômetros de Campo Grande. O carregamento vinha de Rondônia (RO). Esta é a maior apreensão do ano realizada pela força de segurança federal.

Em 12 de junho de 2024, a Polícia Federal capturou 370 quilos de maconha e 31 kg de cocaína no Posto Fiscal Pacuri, em Ponta Porã, município localizado a 312 quilômetros de Campo Grande.

Em 12 de junho de 2024, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Mato Grosso do Sul (FICCO-MS) apreendeu 49 kg de cocaína distribuídos em 45 tabletes, no taque de combustível de uma SUV blindada, em Iguatemi, município localizado a 405 quilômetros de Campo Grande.

Em 5 de junho de 2024, a Polícia Federal apreendeu mais de meia tonelada de maconha em Naviraí, município situado a 358 quilômetros da Capital.

Em 5 de junho de 2024, a FICCO-MS capturou 1.230 kg de maconha em Ponta Porã.

POLÍCIA

PRF prende vice-cônsul da Síria com carga ilegal em rodovia de MS

O caso foi registrado como descaminho e Márcio foi autuado em flagrante

29/03/2025 09h45

O valor total da carga não foi divulgado, mas cada iphone pode custar até R$ 15 mil

O valor total da carga não foi divulgado, mas cada iphone pode custar até R$ 15 mil FOTO: Divulgação PRF

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No final da tarde de sexta-feira (28), a Polícia Rodoviária Federal prendeu o vice-cônsul da Síria, Márcio Hanna Hanasi Youssef, que foi flagrado na BR-463, em Ponta Porã, transportando 576 iPhones, 28 relógios Apple Watch e 12 garrafas de vinhos importados.

De acordo com a PRF, os produtos foram comprados no Paraguai e não possuíam nota fiscal. Para a polícia, Márcio explicou que tem uma loja de eletrônicos em São Pulo, para onde levaria a carga, entretanto, ele mora em Campo Grande, motivo que fez a polícia desconfiar que a carga estava sendo trazida para a Capital.

A prisão aconteceu quando Márcio se deslocava entre Ponta Porã e Dourados, em um carro do consulado, quando passou por policiais da PRF e foi abordado. Diante do nervosismo dele, os agentes pediram para que ele abrisse o porta-malas, onde a carga foi encontrada.

Diante dos fatos, ele foi encaminhado, junto com os produtos, à sede da Polícia Federal em Ponta Porã, onde o caso foi registrado como descaminho e Márcio foi autuado em flagrante.

Márcio é sobrinho do cônsul da Síria, Kabril Yussef.

O valor total da carga encontrada não foi divulgado pela PRF, mas os iPhones no Brasil podem custar até R$ 15 mil, e os Apple Watchs entre R$ 2 mil e R$ 6 mil.

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SOB NOVA DIREÇÃO

Após caso Vanessa e "queda" de delegadas, DEAM ganha nova titular

Nomeação ocorre após a saída da delegada titular, Elaine Cristina Ishiki Benicasa e delegadas Riccelly Maria Albuquerque Donha e Lucélia Constantino de Oliveira, que atenderam Vanessa Ricarte horas antes de ser assassinada

28/03/2025 10h20

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira GERSON OLIVEIRA

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Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) está sob novo comando: Fernanda Barros Piovano é a mais nova delegada titular. Ela já fazia parte da delegacia, mas como delegada adjunta.

A decisão foi publicada nesta sexta-feira (28), no Diário Oficial Eletrônico (DOE-MS), por meio da Portaria “P” DGPC/MS Nº 304 e assinada pelo delegado geral de Polícia Civil, Lupérsio Degerone Lúcio.

A nomeação ocorre após a saída da delegada titular, Elaine Cristina Ishiki Benicasa. Ela foi para a Diretoria Geral da Polícia Civil (DGPC).

Outras delegadas, Riccelly Maria Albuquerque Donha e Lucélia Constantino de Oliveira, que atenderam Vanessa Ricarte horas antes de ser assassinada, também foram dispensadas da DEAM. Ambas foram a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Campo Grande (DEPAC-CG).

As delegadas Cynthia Karoline Bezerra Gomes Tapias e Laís Mendonça Alves, que estavam na DEPAC, vão substituir as que saíram e, a partir de agora, vão atuar na DEAM.

Veja o trecho redigido no Diário Oficial:

Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) localizada na Casa da Mulher Brasileira

Com isso, a partir de agora, as novas delegadas da DEAM são:

  • Fernanda Barros Piovano
  • Stella Paris Senatore
  • Analu Lacerda Ferraz
  • Larissa Franco Serpa
  • Karolina Souza Pereira
  • Marianne Cristine de Souza
  • Karen Viana de Queiroz
  • Rafaela Brito Sayao Lobato
  • Cynthia Karoline Bezerra Gomes Tapias
  • Laís Mendonça Alves

O secretário Antônio Carlos Videira, da Justiça e Segurança Pública, admitiu, nesta quinta-feira (27) durante coletiva de imprensa, que as trocas na DEAM foram resultado da comoção gerada pelo assassinato de Vanessa e por conta de uma série de outras reclamações sobre o atendimento no local.

CASO VANESSA RICARTE

Jornalista, Vanessa Ricarte, de 42 anos, morreu esfaqueada pelo noivo, Caio Nascimento, de 35 anos, em 12 de fevereiro de 2025, no bairro São Bento, em Campo Grande.

Eles namoravam há 4 meses e moravam juntos. Caio é músico, pianista e aparenta ser um "homem de Deus" nas redes sociais, tocando e cantando músicas evangélicas. 

Ele tem passagens pela polícia por roubo, tentativa de suicídio, ameaça e violência doméstica contra a mãe, irmã e outras namoradas.

A jornalista morreu quatro dias antes de seu aniversário. Ela era assessora de imprensa do Ministério Público do Trabalho (MPT) e se formou em jornalismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS).

Ela foi socorrida e encaminhada ao Hospital Santa Casa, passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. 

Horas antes de morrer, Vanessa solicitou medida protetiva contra o autor na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM). Em seguida, voltou para casa e foi morta com golpes de faca.

De acordo com o Ministério das Mulheres, o percurso de Vanessa até sua casa não poderia ter ocorrido sem a escolta da Patrulha Maria da Penha, segundo o protocolo de avaliação de risco para mulheres em situação de violência e que orienta o atendimento na Casa da Mulher Brasileira.

O feminicídio escancara uma série de falhas do poder público de Mato Grosso do Sul no enfrentamento da violência contra mulher, mostrando que medidas precisam ser tomadas e o modelo de atendimento à mulher vítima de violência precisa ser reformulado.

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