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efeitos da estiagem

Pontes destruídas pelo fogo no Pantanal vão custar R$ 6 milhões

Resultado da licitação foi publicado nesta sexta-feira e a empresa terá sete meses para conclusão dos trabalhos na Estrada Parque

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A construção de duas ponte de concreto para substituir as estruturas de madeira destruídas pelo fogo na estiagem do ano passado na Estrada Parque, no Pantanal de Corumbá, vai custar pelo menos R$ 6.032.916,18. 

O resultado da licitação, que teve como vencedora a empresa Concrelage, foi publicado no diário oficial desta sexta-feira (26) e a empreiteira terá sete meses para conclusão dos trabalhos depois que receber a ordem de serviço. Consultada, a Agesul, responsável pela licitação, não informou quando os trabalhos devem começar.

Caso ocorram chuvas intensas a partir de agora no sul de Mato Grosso e norte de Mato Grosso do Sul, a região pode ficar submersa a partir de março ou abril do próximo ano. Caso isso ocorra, possivelmente os trabalhos ainda estarão inacabado. 

Porém, cheias na região não ocorrem desde 2018, quando o Rio Paraguai chegou a 5,35 metros na régua de Ladário e inundou boa parte do Pantanal, inclusive nos locais onde serão construídas as pontes de concreto. Nesta sexta-feira, o rio está com apenas 2,02 metros na mesma régua. 

A vencedora da licitação para construção das pontes nem mesmo precisou oferecer desconto sobre o valor máximo estipulado pela Agesul, pois estava sozinha no páreo. As outras três empresas que chegaram a manifestar interesse foram inabilitadas e não chegaram à fase da apresentação de propostas financeiras. 

As pontes serão construídas entre a chamada Curva do Leque e o Porto da Manga (Rio Paraguai), na MS-228. Diferentemente das cerca de 90 pontes sobre vazantes ou rios da  Estrada Parque, que são quase todas de madeira, estas duas serão de concreto. Atualmente, apenas a ponte sobre o Rio Miranda, no Passo do Lontra, é de concreto.  

A maior delas, que custará R$ 4.594.833,00, terá 90 metros e vai substituir a ponte de madeira sobre o Rio Negro. A estrutura de madeira foi destruída pelo fogo em meio às queimadas em junho do ano passado. 

No local, que em período de poucas chuvas fica praticamente seco, foi improvisado um desvio que permite a passagem de veículos de todos os tamanhos. Porém, se houve cheia no Pantanal, o tráfego entre a Curva do Leque e o Porto da Manga fica interditado. 

A outra, a quatro quilômetros do Rio Negro, será sobre a vazante 13 (local para passagem de água em período de cheia do Pantanal) e terá apenas 20 metros. Seu custo, sem os tradicionais aditivos que normalmente são concedidos ao longo da execução das obras, foi estimado em R$ 1.225.288,80. 

QUEIMADAS

Em 2024, ano em que o Rio Paraguai, o principal do Pantanal, atingiu seu mais baixo nível em 124 anos de medições, com 69 centímetros abaixo de zero na régua de Ladário, o fogo destruiu 2,6 milhões de hectares no bioma. 

Isso, segundo o Lasa (Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais), da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), equivale a 17% de todo o  Pantanal de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso.

Ao longo de 2025, apesar de não terem sido registrados alagamentos na maior parte da bacia pantaneira, uma vez que o pico do Rio Paraguai foi de apenas 3,31 metros (alagamentos ocorrem a partir dos quatro metros), as chuvas mais regulares e em meses como maio, junho e julho, praticamente não ocorreram incêndios florestais. 
 

são jorge da lagoa

Homem é assassinado a tiro após discussão na virada do ano em Campo Grande

Suspeito foi preso em sua casa, no bairro São Jorge da Lagoa, e confessou o crime

01/01/2026 16h15

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol FOTO: Arquivo

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Um homem de 42 anos, que não teve a identidade divulgada, foi assassinado a tiros durante uma discussão na madrugada desta quinta-feira (1º), pouco após a virada do ano, no bairro São Jorge da Lagoa, em Campo Grande.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Civil foi acionada por volta das 8h para a ocorrência de uma tentativa de homicídio.

Quando a equipe chegou ao local, a vítima já havia sido socorrida e encaminhada para a Santa Casa, onde morreu horas depois em virtude de lesão traumática cerebral e choque hemorrágico, causados pelo tiro.

No local do crime, informações colhidas apontaram que o suspeito morava próximo ao local e que teria ido para casa após o homicídio.

Equipes das polícias Civil e Militar foram até a residência e o próprio suspeito abriu o portão e confessou o crime.

Segundo a versão dele aos policiais, o disparo foi efetuado após uma discussão ocorrida na madrugada de Ano Novo. Não foi detalhado, no entanto, o motivo da discussão.

O suspeito indicou também que a arma usada no crime, um revólver calibre 32, estava em uma gaveta. A arma foi apreendida, junto com uma espingarda calibre 22 que estava pendurada na parede da cozinha.

Diante do flagrante, o homem foi preso e encaminhado para a Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (Depac/Cepol), onde ficará detido até passar por audiência de custódia.

O caso foi registrado como homicídio simples e posse irregular de arma de fogo de uso permitido.

FOLGAS

Moradores de Campo Grande podem ter até 14 feriados prolongados em 2026

Ao todo, pode haver 43 dias de folga, contabilizando feriados, pontos facultativos e fins de semana emendados com datas comemorativas

01/01/2026 15h00

Divulgação

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Em 2026, os feriados prolongados tomarão conta do calendário. Para a população de Campo Grande, há a possibilidade de ter 14 feriados prolongados, contabilizando os pontos facultativos. Ao todo, serão 19 datas comemorativas para folgar, porém algumas caem em fins de semana, como é o caso de:

  • 13 de junho (sábado) - Dia de Santo Antônio (feriado municipal)
  • 11 de outubro (domingo) - Divisão do Estado (feriado estadual), 
  • 15 de novembro (domingo) - Proclamação da República (feriado nacional)

No melhor dos cenários, os dias de folga podem chegar até 43 dias, contabilizando feriados, pontos facultativos e fins de semana emendados com as datas comemorativas. Destes, 22 serão em dias úteis. Apenas os meses de março e julho serão mais duradouros, pois não terão feriados. 

Confira os feriados em Campo Grande

  • 1 de janeiro (quinta-feira) - Ano Novo (feriado nacional) 
  • 16 a 18 de fevereiro (segunda a quarta-feira) - Carnaval (ponto facultativo)
  • 3 de abril - Sexta-feira Santa (feriado nacional)
  • 21 de abril (terça-feira) - Tiradentes (feriado nacional)
  • 1 de maio (sexta-feira) - Dia do Trabalho (feriado nacional)
  • 4 de junho (quinta-feira) - Corpus Christi (ponto facultativo)
  • 13 de junho (sábado) - Dia de Santo Antônio (feriado municipal)
  • 26 de agosto (quarta-feira) - Aniversário de Campo Grande (feriado municipal)
  • 7 de setembro (segunda-feira) - Independência do Brasil (feriado nacional)
  • 11 de outubro (domingo) - Divisão do Estado (feriado estadual)
  • 12 de outubro (segunda-feira) - Nossa Senhora Aparecida (feriado nacional)
  • 15 de outubro (quinta-feira) - Dia do professor (ponto facultativo)
  • 28 de outubro (quarta-feira) - Dia do servidor público (ponto facultativo)
  • 2 de novembro (segunda-feira) - Dia de Finados (feriado nacional)
  • 15 de novembro (domingo) - Proclamação da República (feriado nacional)
  • 20 de novembro (sexta-feira) - Consciência Negra (feriado nacional)
  • 24 de dezembro (quinta-feira) - Véspera de Natal (ponto facultativo)
  • 25 de dezembro (sexta-feira) - Natal (feriado nacional)
  • 31 de dezembro (quinta-feira) - Véspera do Ano Novo (ponto facultativo) 
     

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