Cidades

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Prêmios do IPTU são entregues

Prêmios do IPTU são entregues

Redação

28/03/2010 - 00h40
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O prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho (PMDB), entregou ontem a casa, o carro zero-quilômetro e cinco cadernetas de poupança para os contemplados na edição 2010 do “IPTU dá Prêmios”. O concurso sorteou apenas quem efetuou o pagamento do imposto à vista, ou seja, 54% dos contribuintes – o índice de adimplência em 2010 chegou a 83,5%, um recorde histórico, com a arrecadação de R$ 50 milhões. A entrega dos prêmios aconteceu na casa sorteada, na Rua Zilca Pimentel Paiva, 168, Bairro Monte Castelo. Sueli Fátima Mazon recebeu das mãos do prefeito as chaves do imóvel com três quartos, avaliada em R$ 180 mil, entregue mobiliada. “Acredito que ganhei porque ajudo muito as pessoas. Tenho um trabalho social no meu bairro há muito tempo. Deus me abençoou”, declarou Sueli, que mora em casa própria no Bairro Jockey Club. “Vou dar para a minha filha que está prestes a se casar e agora terá um lar só para ela”, emendou. Outro felizardo, Antônio Juliano Maciel de Assis, foi o vencedor de um Volkswagen Fox 1.6, zero-quilômetro, completo. “Eu não tinha carro, vou ficar com ele. Não vou vender, não”, disse Antônio, emocionado. Também receberam os prêmios das mãos do prefeito os ganhadores das cadernetas de poupança do HSBC, no valor de R$ 10 mil, cada uma. São eles: Dilma Lira do Nascimento, Mônica Rondon Saigali, Natalie Oliveira Souza, Nilvo Nemerki e Rômulo Bosco Schiari de Carvalho. Mais sorteios Todos que efetuaram o pagamento do IPTU em 2010 poderão concorrer aos prêmios. Os próximos felizardos serão conhecidos na quartafeira, dia 31, às 9h, no Centro de Atendimento ao Cidadão (Rua Cândido Mariano, entre as ruas 25 de Dezembro e Arthur Jorge), quando serão sorteados mais três automóveis zero-quilômetro, notebooks, fornos de micro-ondas, televisores e aparelhos de DVD. Haverá sorteios ainda em 30 de julho e em 29 de outubro.

guerra do petróleo

Ministro de Israel ameaça matar quem for escolhido como líder supremo do Irã

As declarações foram feitas pelo ministro da defesa de Israel, que comandou os ataques que resultaram no morte do líder anterior, no sábado

04/03/2026 07h19

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

Um dos comandantes das forças militares dos EUA disse que os bombardeios estão somente no começo no Irã

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O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, ameaçou nesta quarta-feira (4) matar o próximo líder supremo do Irã, independentemente de quem seja escolhido para o cargo.

"Qualquer líder nomeado pelo regime terrorista iraniano para dar continuidade e comandar o plano de destruir Israel, ameaçar os Estados Unidos e o mundo livre e os países da região e reprimir o povo iraniano será um alvo para eliminação", disse Katz, em publicação no X.

No sábado, 28, o ataque lançado pelos Estados Unidos e por Israel matou o aiatolá Ali Khamenei, que até então era o líder supremo do Irã. Na terça-feira, 3, as forças israelenses bombardearam um prédio que costuma abrigar reuniões da Assembleia de Especialistas, responsável pela escolha do novo líder supremo.

O regime iraniano informou, no entanto, que o imóvel estava vazio e que a reunião dos 88 aiatolás que fazem parte da Assembleia de Especialistas seria realizada virtualmente. 

SÓ O COMEÇO

Enquanto isso, o almirante Brad Cooper, chefe do Comando Central dos Estados Unidos (Centcom), disse nesta terça-feira que as forças americanas já atingiram quase 2 mil alvos desde o início da ofensiva contra o Irã, no sábado, 28.

Em vídeo publicado no X, Cooper afirmou que os bombardeios "danificaram severamente as defesas aéreas do Irã" e eliminaram centenas de mísseis balísticos, lançadores e drones.

Em retaliação, as forças iranianas lançaram 500 mísseis e mais de 2 mil drones desde o início do conflito, segundo o almirante.

Cooper afirmou ainda que a operação já mobilizou 50 mil soldados, 200 caças e dois porta-aviões e que "mais capacidade está a caminho".

"Nós acabamos de começar", enfatizou o comandante do Centcom. 

projeto de lei

Câmara aprova projeto que proíbe nomear como leite e carne produtos vegetais

O projeto é de autoria da ex-deputada e senadora Tereza Cristina (PP-MS)

03/03/2026 18h01

Foto: Câmara dos Deputados

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A Câmara dos Deputados aprovou, na madrugada desta terça-feira, 3, um projeto que proíbe o uso de denominações de produtos de origem animal em produtos de origem vegetal. A proposta vai para a análise do Senado Federal.

O projeto é de autoria da ex-deputada e senadora Tereza Cristina (PP-MS) e teve como relator o deputado Rafael Simões (União Brasil-MG).

De acordo com o texto, é considerado "leite" o produto da secreção mamária das fêmeas de animais mamíferos, proveniente de uma ou mais ordenhas nos termos da regulamentação do Ministério da Agricultura e Pecuária. A proposta define também as denominações "produto lácteo", "produtos lácteos compostos", "mistura láctea" e "produto similar ao lácteo".

Da mesma forma, o projeto estabelece que "carne" compreende todos os tecidos comestíveis de animais de açougue, englobando músculos, com ou sem base óssea, gorduras e vísceras, in natura ou processados, extraídos de animais abatidos sob inspeção veterinária. Há em seguida as especificações de "produtos similares à carne" e "produtos de origem vegetal (plant based)"

A proposta diz que "os produtos de origem vegetal não poderão receber denominação dos produtos de origem animal sujeitos a inspeção industrial e sanitária".

São reservadas exclusivamente aos produtos lácteos as palavras manteiga, leite condensado, requeijão, creme de leite, bebida láctea, doce de leite, leites fermentados, iogurte, coalhada, cream cheese e outras admitidas em regulamento.

Também ficam reservadas à carne as palavras bife, steak, hambúrguer, filé, nuggets, presunto, apresuntado, salsicha, linguiça, bacon, torresmo, expressões que designam cortes específicos e outras admitidas em regulamento.

Os fabricantes de alimentos ficam obrigados a exibir, em rótulos, embalagens e publicidade a informação clara, ostensiva e em língua portuguesa sobre a natureza e a composição nutricional dos produtos. O projeto veda o uso de recurso para tornar a informação enganosa ou para omissão.

Os estabelecimentos do ramo de alimentação que comercializarem produtos similares produtos similares aos lácteos, às carnes ou os utilizem no preparo de alimentos também ficam obrigados a exibir a informação clara, em publicidade, balcões, gôndolas e cardápios.

O projeto define ainda o que é considerado mel: "produto alimentício oriundo ou que contenha, na forma e na proporção definida em regulamento, ingrediente resultante do recolhimento, da transformação e da combinação com substâncias específicas próprias, por abelhas melíferas, do néctar das flores, das secreções de partes vivas das plantas ou de excreções de insetos sugadores que se desenvolvem sobre as partes vivas de plantas".

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