Cidades

SAINDO DO PAPEL

Prevista para fevereiro de 2026, obra da Ernesto Geisel tem duas interdições

Quem pega a Avenida rumo ao centro da cidade precisa desviar por vias alternativas, como a Rua Japão ou pela Avenida das Bandeiras

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Escavadeiras, caminhões e toda a sorte de maquinários passaram a ocupar o canteiro da avenida Ernesto Geisel, que agora conta com duas interdições para execução das obras - orçadas em quase R$ 21 milhões - que devem se estender até meados de fevereiro de 2026. 

Como apurado in loco pela equipe do Correio do Estado na manhã desta segunda (02), data que marca o início das obras por parte da Empresa HF Engenharia e Construção, além do trecho já conhecido entre as ruas Bom Sucesso e da Abolição, outro trecho da região tem interdições previstas. 

Conforme equipes da Secretaria Municipal De Infraestrutura E Serviços Públicos (Sisep), para a obra de recapeamento que deve se estender pela avenida desde a rua Santa Adélia até a popular Afonso Pena, terá trechos de interdições conforme avanço dos trabalhos e não um bloqueio total. 

Com isso, nas primeiras horas da manhã funcionários da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) já sinalizavam a partir da esquina da Ernesto Geisel com a Rua Brilhante, com o sentido bairro/centro. 

Já no trecho entre a avenida Fernando Correa e a rua 26 de agosto, no mesmo sentido bairro/centro, os motoristas hoje (02) precisam estar atentos para o trânsito que funciona em meia pista. 

Para quem costuma trafegar pela Avenida rumo ao centro da cidade, importante apontar que, enquanto durarem as obras de contenção da erosão na avenida, será necessário o desvio por vias alternativas, como a Rua Japão ou pela Avenida das Bandeiras.

Problema antigo

O Executivo municipal há tempos sofre com esse trecho da Avenida Ernesto Geisel, às margens do Rio Ahanduí, que tem desmoronado com o passar do tempo e já teve até mesmo empresa assumindo e desistindo da obra por meio de rescisão do contrato, como bem acompanha o Correio do Estado

Desde 2011 o Executivo tem projetos para o trecho, inclusive com "festa" no shopping Norte Sul em 2012 para anunciar possíveis datas para começo das obras, que acumularam paralisações com o passar do tempo e estão paradas em definitivo desde 2021, quando a empreiteira responsável desistiu do contrato. 

Somente no mês passado a Prefeitura conseguiu uma nova licitação, declarando a empresa mineira HF como vencedora dos R$ 20.997.679,09  para execução de: 

  • Gabião nas margens do Rio Anhanduí;
  • Calçadas;
  • Guarda corpo e 
  • Recapeamento

Vale lembrar que, caso a atual prefeita – Adriane Lopes – não consiga a reeleição, o projeto que surgiu ainda quando Nelsinho Trad comandava o Executivo Municipal, terá passado pelas mãos de seis gestores diferentes, sendo: 

  1. Nelsinho Trad,
  2. Alcides Bernal,
  3. Gilmar Olarte,
  4. Marquinhos Trad,
  5. Adriane Lopes e
  6. O (a) próximo(a)

 

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PESO NO BOLSO

Pedágio em rodovia estadual de MS sofre tarifaço

Valores corrigidos em 13,9% serão cobrados em três pedágios da MS-306, com uma diferença de R$ 1,70 na comparação com o valor anterior

04/04/2025 12h30

Pedágio em rodovia de MS sofre tarifaço

Pedágio em rodovia de MS sofre tarifaço Divulgação

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O pedágio da MS-306, composta pelo trecho da rodovia federal BR-359 será reajustado em 13,9% a partir da meia-noite do dia 9 de abril. A portaria referente ao reajuste foi publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (4).

O aumento do valor compreende as praças de pedágio localizadas em trechos explorados pela Concessionária Way 306.

Segundo a publicação, foi aprovada a 4ª Revisão Ordinária da Tarifa Básica de Pedágio (TBP), com aumento de 8,09%, que aumentou o valor das tarifas quilométricas de R$ 0,1181321 para R$ 0,1276979.

Além disso, foi concedido 5º Reajuste Anual da Tarifa de Pedágio (TP), onde o valor do reajuste foi calculado com base no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), alcançando 5,06%.

Desta forma, veículos simples, agora terão que pagar R$ 13,90, uma diferença de R$ 1,70 na comparação com o valor anterior (R$ 12,20). Além disso, na nova tabela de tarifas, as motocicletas deverão pagar R$ 6,95, enquanto de caminhões com nove eixos serão cobrados R$ 125,10. 

Os valores atualizados serão cobrados em três pedágios da rodovia estadual: 

  • P1 – que fica na região de Costa Rica
  • P2 – localizado em Chapadão do Sul; e
  • P3 – em Cassilândia

Confira como ficaram os preços para cada categoria:

Pedágio em rodovia de MS sofre tarifaço

Importante lembrar que, como meios de pagamento, nas cabines de cobranças manuais são aceitos: dinheiro; DBTrans; Visa Vale Pedágio; cartões de crédito e débito.  

Já em pistas de cobrança automáticas, há 5% de desconto no valor da tarifa de pedágio e, para utilizar essa modalidade é preciso consultar as empresas que oferecem os meios de pagamento eletrônicos, como a ConectCar, Greenpass, Move Mais, Sem Parar e Velor.

O pedágio na rodovia MS-306 começou a ser cobrado em abril de 2021. À época, o valor do pedágio era de R$ 10 para a veículos classificados na categoria 1, que compreende o grupo de automóveis, caminhoneta, triciclo e furgão. Para as demais categorias, como caminhão com reboque e caminhão-trator com semirreboque, o valor calculado era de R$ 90.

Balanço 2024

Conforme dados relativos a agosto do ano passado, na soma das três praças passaram 112 mil carros de passeio e 179 mil veículos de carga naquele mês. E, de acordo com dados anunciados pela empresa, o faturamento total cresceu 60%, passando de R$ 214,1 milhões, em 2022, para R$ 342,7 milhões. 

O lucro oficial, de acordo com o balanço da MS Way, foi de R$ 16 milhões. Esta sobra, conforme a Agência de Regulação, ficou abaixo do previsto e por conta disso a empresa passou por uma revisão do contrato, para lhe garantir faturamento extra da ordem de R$ 12 milhões. 

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Selvíria

MP cobra prefeitura para frear epidemia de dengue em cidade de MS

Estado conta com 2 mil casos confirmados em 2025 e sete mortes

04/04/2025 11h45

Município de Selviria

Município de Selviria Foto: Divulgação

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Por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Três Lagoas, o Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), busca frear epidemia de dengue em Selvíria, município localizado a 400 km de Campo Grande. A situação se agravou, e a cidade, que já figurava entre os municípios com alta incidência de casos de dengue, agora ocupa a 2ª posição no ranking estadual, entre os municípios de maior incidência do mosquito, atrás apenas de Jateí. O aumento alarmante de casos motivou o MPMS a intensificar a fiscalização e cobrar ações mais eficazes da Prefeitura. Neste momento, cidade conta com 390 casos prováveis.

O órgão solicitou que a administração municipal faça a identificação do perfil epidemiológico, mapeamento das áreas com maior incidência da doença, e a aplicação de medidas de controle como o fumacê (inseticida UBV pesada).

Além disso, o MPMS exige que a prefeitura busque soluções para acessar residências fechadas, onde o mosquito transmissor pode estar se proliferando, e que intensifique as campanhas de conscientização, com palestras e divulgação em rádios locais.

Outras ações incluem o projeto “Tampa Fossa”, que visa eliminar criadouros de mosquitos em fossas domésticas, além da promoção de medidas educativas para prevenir a doença e orientar a população sobre a importância do atendimento médico precoce.

Esse conjunto de ações visam não apenas combater a epidemia de dengue, mas também prevenir a disseminação de outras doenças transmitidas pelo mosquito, como o zika e a chikungunya.

A Promotora de Justiça Ana Cristina Carneiro Dias, titular da 4ª Promotoria, explica que com base nas diretrizes do Ministério da Saúde para prevenção e controle da dengue, o MPMS expediu um novo ofício à Secretaria Municipal de Saúde de Selvíria, solicitando que sejam reforçadas medidas integradas e efetivas de controle da doença.

“Sem medidas preventivas e estratégias de controle bem definidas, os surtos de doenças como dengue, zika e chikungunya podem se espalhar rapidamente, causando impacto negativo na qualidade de vida da população e sobrecarregando os sistemas de saúde locais”, destacou. 

O MPMS continua monitorando a situação de perto e reforçando a necessidade de uma resposta rápida e coordenada para proteger a saúde da população.

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