Cidades

ciptran

Projeto piloto de educação no trânsito é lançado

Projeto piloto de educação no trânsito é lançado

DA REDAÇÃO

20/02/2012 - 22h00
Continue lendo...

A Companhia Independente de Policiamento de Trânsito lança projeto piloto de agente Multiplicador de educação e segurança para o trânsito junto a escolas da Capital. O projeto tem o intuito de transformar os alunos em agentes educadores. “Este é um projeto pioneiro e um trabalho inovador no Estado, foi criado devido a necessidade de uma conscientização ampla e urgente sobre a Educação para o Trânsito no ensino fundamental, devido os problemas que surgem no dia-a-dia de todas as cidades, como acidentes, desrespeito as normas e as regras de circulação e conduta. Hoje toda a população está envolvida, e pretendemos envolver ainda mais com projetos e campanhas como esta”, comenta o comandante da Ciptran coronel Alírio Villasanti.

O comandante ressaltou a importância do projeto para a comunidade estudantil “É de extrema importância os adolescentes estarem empenhados, já que eles são os que mais assimilam as normas e condutas no trânsito, e desta forma, desde cedo, terão consciência da responsabilidade que se deve ter no trânsito, tornando-se verdadeiros multiplicadores. Nesse processo a escola pode contribuir muito. É na infância e na adolescência que se verifica a maior aceitação de ensinamentos e de condutas”.



 

MATO GROSSO DO SUL

Justiça condena empresários por fraude na venda de máscaras ao Estado durante pandemia

Justiça reconhece irregularidades em contratação emergencial, entrega de máscaras e determina ressarcimento de quase R$ 600 mil, além de multas que somam R$ 1,2 milhão.

29/07/2026 10h00

Operação Parasita investigou fraudes em contratos firmados durante a pandemia da Covid-19 e já apontou prejuízo milionário aos cofres públicos.

Operação Parasita investigou fraudes em contratos firmados durante a pandemia da Covid-19 e já apontou prejuízo milionário aos cofres públicos. Divulgação - MPMS

Continue Lendo...

A Justiça de Mato Grosso do Sul voltou a condenar empresários investigados por irregularidades em contratos firmas durante a pandemia da Covid-19. Em nova decisão, a 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande responsabilizou quatro empresários por fraude em uma contratação emergencial para fornecimento de máscaras hospitalares ao Estado. 

A sentença acolheu, em grande parte, a ação de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), por meio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc). Os envolvidos já haviam sido condenados criminalmente pelos mesmos fatos. 

De acordo com a decisão, o grupo atuou para beneficiar empresas ligadas aos investigados durante o processo de aquisição, realizado em 2020, de 20 mil máscaras do tipo PFF2 (N95). A Justiça concluiu que houve combinação prévia entre as propostas apresentadas, o que comprometeu a concorrência e aumentou o valor da contratação. 

Segundo os documentos, na época, o Estado investiu R$ 29,99 em cada unidade das máscaras, enquanto dados apresentados apontaram que o preço médio de mercado para produtos semelhantes, na mesma época, era de R$ 2,92.

Além do superfaturamento, as investigações apontaram que parte das máscaras entregues era atribuída a um fabricante considerado inexistente pelos órgãos de controle e sem registro regular para comercialização. 

Relatórios técnicos e auditoria da Controladoria-Geral da União (CGU) concluíram que os equipamentos não atendiam às especificações previstas no contrato e não ofereciam a proteção necessária aos profissionais de saúde que atuavam no enfrentamento da Covid-19, expondo-os ao risco de contaminação.

A Justiça determinou que os condenados ressarçam R$ 599,9 mil aos cofres públicos estaduais. Também foram aplicadas multas civis que, juntas, totalizam R$ 1.199.800.

Com isso, as condenações financeiras chegam a R$ 1.799.700, valor correspondente ao ressarcimento dos danos causados ao erário e às penalidades impostas pela prática de atos de improbidade administrativa.

O caso integra um dos desdobramentos da Operação Parasita, deflagrada pelo Gecoc em conjunto com a 29ª Promotoria de Justiça da Capital para investigar fraudes em compras destinadas ao Hospital Regional de Mato Grosso do Sul (HRMS).

As apurações envolvem suspeitas de simulação de fornecimento de produtos, emissão de documentos falsos, pagamento de propina e desvio de recursos públicos destinados à saúde.

Quando a operação foi deflagrada, em dezembro de 2022, o Ministério Público informou que o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassava R$ 14 milhões.
 

Operação Aeges 5

Suspeito de armazenar material de abuso sexual é preso pela PF em Campo Grande

Investigação da Polícia Federal visa desarticular redes de compartilhamento de material ilícito na internet

29/07/2026 09h45

Polícia Federal cumpre de ordens judiciais em Campo Grande nesta quarta-feira (29), como parte da Operação Aeges 5

Polícia Federal cumpre de ordens judiciais em Campo Grande nesta quarta-feira (29), como parte da Operação Aeges 5 Divulgação Polícia Federal

Continue Lendo...

Investigação da Polícia Federal visa desarticular redes de compartilhamento de material ilícito na internet

Na manhã desta quarta-feira (29), a Polícia Federal cumpriu ordem judicial em Campo Grande e resultou na prisão de homem que armazenava conteúdo de abuso sexual infantojuvenil.

A batida policial faz parte da “Operação Aeges 5”, que visa combater crimes de abuso sexual infantojuvenil na internet. 

Durante a abordagem policial na residência do rapaz foi apreendido também um aparelho celular e um notebook, que serão encaminhados à perícia com o objetivo de aprofundar as investigações e de identificar eventual participação de outros envolvidos.

A operação faz parte de um conjunto realizado para combater este tipo de crime e já ocorreu outras vezes no estado, sendo uma delas em Anastácio, no último mês de abril e outra mais recente que aconteceu no início do mês de julho.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).