Cidades

CAMPO GRANDE

Projeto reprogramado eleva obra no Caiobá para $ 4,4 milhões

Lote 03 de pavimentação e drenagem, iniciado em julho de 2023, teve seu aditivo celebrado pelo Executivo cerca de um ano após firmar contrato com a Empresa Construtora Rial

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Através de seu primeiro aditivo, cerca de um ano após firmar o contrato com a Empresa Construtora Rial, o preço do lote 03, que prevê pavimentação e drenagem de águas pluviais do Jardim Caiobá II, subiu para quase R$ 4,5 milhões. 

Conforme publicado nessa terça-feira (28), em edição do Diário Oficial de Campo Grande, o município republicou, por incorreção, um aditivo que já tinha sido inicialmente divulgado há cerca de duas semanas, em 16 de maio. 

Segundo esclarece o texto oficial, o contrato firmado por R$ 3.762.145,65 em 19 de maio, já em 16 de abril deste ano, teve o seu primeiro aditivo celebrado entre a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP) e a Empresa Construtora Rial Ltda. 

Agora, para execução de infraestrutura urbana, com a drenagem e colocação do asfalto, a empresa receberá o montante de R$ 4.480.811,88, exatamente R$ 718.666,23 a mais sobre o valor original do contrato. 

Pedra no meio do caminho

Em resposta, o Executivo Municipal justifica, através da assessoria de comunicação da Sisep, que foi necessária uma reprogramação do projeto, obra essa que, conforme consta no portal +Obras de transparência da Prefeitura, iniciou em 24 de julho de 2023. 

"Verificou-se a necessidade de reforçar a obra de drenagem com a colocação de camada de pedra para garantir eficiência e durabilidade do sistema de drenagem", argumenta o Executivo.

Cabe frisar que, desde a assinatura e recebimento da ordem de serviço - que data de 24 de julho do ano passado - o prazo para inicial para execução seriam 270 dias consecutivos, sendo que 309 já passaram desde então e, como ilustra a Transparência, apenas 8% da obra foi concluída até então.

Entretanto, como esclarece o Diogrande, além do acréscimo no valor do contrato, o prazo de execução do contrato também foi prorrogado em mais 180 dias, com a nova previsão de ser encerrado até 16 de outubro deste ano. 

 

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três a bordo

Helicóptero da dupla Rick e Renner desaparece em SC

Bombeiros e PM também atuam nas buscas; a última localização dos músicos é na região de Vacas Gordas, em Urubici, último ponto de localização do celular de um dos tripulantes

21/09/2026 19h00

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina

Cantor Rick estava em helicóptero que desapareceu em Santa Catarina Foto: Divulgação

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O Corpo de Bombeiros de Santa Catarina faz buscas por uma possível queda de helicóptero na noite desta segunda-feira, 21, na região de Urubici, na Serra do Estado. A assessoria da dupla Rick e Renner confirmou ao Estadão que o cantor Rick estava na aeronave. Ainda não há informações sobre os demais tripulantes.

As buscas são feitas na localidade de Vacas Gordas. Os bombeiros receberam uma chamada sobre o desaparecimento da aeronave. Ao todo, cerca 20 bombeiros militares participam da operação, com apoio de viaturas com tração 4x4, necessárias para acessar o terreno.

Ainda de acordo com a corporação, na terça, 22, as buscas serão reforçadas com cão de busca e resgate do CBMSC. A procura é direcionada para o último ponto de localização do celular de um dos tripulantes.

Em nota, a Força Aérea Brasileira (FAB), por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), disse que foi acionada para realizar buscas por uma aeronave que decolou de Porto Belo (SC) e não chegou ao destino previsto.

O Centro de Coordenação de Salvamento Aeronáutico de Curitiba (ARCC-CW), o Salvaero Curitiba, responsável pela coordenação das ações de Busca e Salvamento na região, iniciou as ações de investigação e planejamento necessárias para delimitar a área de maior probabilidade de localização da aeronave.

Duas aeronaves Black Hawk (H-60) e SC-105 Amazonas, especializadas em missões de Busca e Salvamento atuam na ocorrência.

 

br-163

ANTT suspende testes de radar nas BR-163, BR-262 e BR-267

Agência recuou após reclamações de transportadores e suspendeu os radares de trecho que mediam velocidade média das três rodovias federais em MS

21/09/2026 18h30

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163

Testes mediriam velocidade média entre os quilômetros 620 e 630 da BR-163 Foto: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) decidiu suspender temporariamente os testes de controle de velocidade média em rodovias federais concedidas. O projeto piloto estava previsto para ser testado em Mato Grosso do Sul e outros sete estados.

De acordo com a ANTT, a medida é necessária para realizar analises técnicas e ajustes procedimentais e operacionais relacionados à sinalização e a comunicação aos usuários, com vistas ao aprimoramento do projeto.

O radar que os motoristas estão habituados faz a leitura de velocidade somente do local em que ele está posicionado.

Porém, essa nova tecnologia que será testada calcula o tempo gasto pelo condutor para percorrer a distância entre dois ou mais pontos da rodovia. Portanto, se o percurso for feito em tempo inferior ao permitido, o sistema entende que houve excesso de velocidade.

Além de mato Grosso do Sul, o projeto piloto estava previsto para ser testado no Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Espírito Santo.

A ANTT diz ainda que nenhum motorista foi autuado, multado ou penalizado com base nesse sistema.

"Desde o início, os atos que autorizaram os testes determinaram expressamente que os dados aferidos não poderiam ser utilizados para aplicar penalidades aos usuários", diz a ANTT.

Segundo a agência, a iniciativa "integra os esforços para ampliar a segurança nas rodovias e proteger vidas, em alinhamento ao compromisso internacional assumido pelo Brasil no âmbito da Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2021-2030, da ONU".

Projeto piloto

A autorização para os testes em Mato Grosso do Sul foi publicada no Diário Oficial Oficial da União no dia 11 de setembro.

Conforme a publicação, a concessionária Motiva Pantanal ficava autorizada, em caráter provisório e experimental, a implementar o Projeto-Piloto de Controle de Velocidade Média no trecho da BR-163/MS, entre o km 620 e o km 630, com extensão de 11 km.

Ainda conforme a publicação, a implementação do Projeto-Piloto teria caráter exclusivamente técnico, educativo e experimental, "destinando-se à avaliação da viabilidade, confiabilidade, desempenho e aplicabilidade da tecnologia de controle de velocidade média, não sendo admitida, nesta etapa, a aplicação de autuações ou penalidades aos usuários com fundamento exclusivamente na velocidade média aferida no trecho monitorado".

A concessionária deveria implantar e manter sinalização adequada nos trechos abrangidos pelo experimento, de modo a informar aos usuários acerca do monitoramento da velocidade média dos veículos nos trechos especificados.

Com a suspensão anunciada nesta segunda-feira (21), o experimento fica interrompido até nova decisão.

* Com Agência Brasil

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