Cidades

Campo grande (MS)

Feriado da Padroeira vai movimentar 21 mil pessoas na rodoviária

Destinos mais procurados são Corumbá, Ponta Porã, Três Lagoas, Dourados, Bonito, Cuiabá, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro

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Dia de Nossa Senhora Aparecida, feriado nacional comemorado anualmente em 12 de outubro, movimenta rodoviárias, aeroportos e estradas. 

Em Mato Grosso do Sul, a data ainda emenda com o Dia de Divisão do Estado, celebrado em 11 de outubro, formando um feriadão.

De acordo com a Socicam, concessionária que administra o terminal, a expectativa é que 21 mil pessoas embarquem e desembarquem, entre sexta-feira (9) e terça-feira (13), local.

Cerca de cinco mil embarques estão previstos entre sexta-feira (9) e sábado (10). O dia que promete ser mais movimentado é a sexta-feira (9) com 2,8 mil embarques.

Os destinos mais procurados são Corumbá, Ponta Porã, Três Lagoas, Dourados, Bonito, Cuiabá, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Caso necessário, ônibus extras serão disponibilizados para suprir a demanda.

O movimento promete ser intenso no Terminal Rodoviário de Campo Grande. Quem tem condições financeiras, oportunidade e disponibilidade, não perde tempo para curtir o feriadão em outra cidade.

ORIENTAÇÕES

A empresa que administra a rodoviária da Capital orienta que o passageiro:

  • Apresente documento oficial com foto no momento de embarque, mesmo que seja criança;
  • Chegue com 1 hora de antecedência do horário do embarque;
  • Obedeça o limite de bagagem: 30kg por pessoa no bagageiro e 5kg de bagagem de mão;
  • Remarcação e reembolso de passagens são feitos com até 3 horas de antecedência, diretamente com a empresa de ônibus;
  • Crianças e adolescentes menores de 16 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis. Caso viajem desacompanhados ou com terceiros, precisam de autorização.

CONTRATOS

Ciclovias de Campo Grande custarão 4,2 milhões à Prefeitura

Os contratos envolvem requalificação em três avenidas da Capital e no Parque Sóter

09/10/2026 11h50

Ciclovia em Campo Grande

Ciclovia em Campo Grande Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A Prefeitura de Campo Grande contratou duas empresas, pelo valor total de R$ 4.215.753,69, para reformar as ciclovias nas avenidas Nelly Martins Coelho, Cônsul Assaf Trad, Zulmira Borba e Parque Sóter. O Executivo publicou os extratos de contratos no Diário Oficial do Município (Diogrande), desta sexta-feira (9). 

De acordo com a administração municipal, a licitação foi realizada porque o recurso é procedente de emenda parlamentar da deputada Camila Jara (PT), que carimbou os recursos para investimento em ciclovias. Inicialmente, a licitação previa o investimento de R$ 4,62 milhões na revitalização das ciclovias. 

O primeiro contrato é da Prefeitura é com a empresa Zion Prime Obras e Pavimentação Ltda, que será a responsável pela requalificação do trecho das avenidas Cônsul Assaf Trad e da Zulmira Borba, ambas na região norte de Campo Grande, em direção a saída para Cuiabá. 

 Este é o maior investimento entre os dois que foram divulgados, com o valor de R$ 3.397.833,33. O prazo será de 150 dias para execução total dos serviços.

André de Moura Brandão, titular da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (SISEP), assinou o documento juntamente com Cleiton Nonato Correia, responsável pela empresa. Nonato, inclusive, já foi preso na Operação Tromper, que investiga um esquema de corrupção, fraudes em licitações, peculato e lavagem de dinheiro na Prefeitura de Sidrolândia. Ele já foi solto e cumpre apenas medidas cautelares.

O segundo contrato da Sisep foi com a CG3F Serviços e Construtora Ltda., no valor de R$ 817.920,36, para reformar a malha cicloviária no trecho da Avenida Nelly Martins e Parque do Sóter. A empresa terá 90 dias para concluir os serviços. André Brandão assinou este contrato junto com Celso Ricardo Gazolla.


 

Nova estrutura

Reforma de R$ 1 milhão transforma ala feminina do SUS no Hospital Nosso Lar

Reforma financiada com recursos de penas pecuniárias aumentou de 28 para 38 o número de leitos e modernizou toda a estrutura da unidade

09/10/2026 11h05

Foto: Reprodução / SES

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O Hospital Nosso Lar, voltado para tratamentos de saúde mental, psiquiatria e dependência química, passou por uma reforma que resultou na ampliação e melhoria da ala feminina do SUS, o Sistema Único de Saúde. 

Ao todo foram investidos R$ 1.013.232,91, o dinheiro foi oriundo de decisões da Justiça criminal. O valor, proveniente de penas pecuniárias destinada pela 2ª Vara de Execução Penal da comarca de Campo Grande. 

A obra começou em maio de 2025 e foi concluída nesta semana. Na tarde de quarta-feira (7), o juiz titular da 2ª Vara de Execução Penal, Albino Coimbra Neto, visitou a unidade para conhecer o resultado do investimento.

"Nós encaminhamos um recurso no ano passado, das penas pecuniárias, de um pouco mais de R$ 1 milhão, para fazer toda uma reforma. A reforma já foi finalizada e é uma obra grande e importante para os pacientes atendidos pelo hospital", afirmou o magistrado.

O investimento de pouco mais de R$ 1 milhão resultou em uma reorganização completa do espaço. A ala feminina do SUS passou de 28 para 38 leitos, a estrutura que antes era antiga, foi completamente repaginada. 

Os banheiros coletivos, deram lugar para enfermaria e agora conta com banheiros individuais, quartos renovados, camas novas e o espaço também conta com climatização. 

Para o presidente do hospital, Enier Fonseca, a mudança é tão profunda que equivale a uma nova unidade. "Hoje é um prédio novo. Os quartos estão com camas novas, pintura nova, piso novo, banheiro novo. Ou seja, inauguramos uma ala nova do hospital", resumiu

Ainda segundo Fonseca, a parceria com o Judiciário foi decisiva para tirar do papel um projeto que já existia, mas aguardava recursos para ser executado.

A escolha da instituição não foi por acaso, foi considerada sua importância para a rede de saúde mental do estado. Fundado em 27 de janeiro de 1966, o hospital completou 60 anos de atuação no tratamento psiquiátrico e atende pacientes particulares, de planos de saúde e encaminhados pelo SUS.

A destinação de penas pecuniárias é um exemplo concreto de como valores oriundos de decisões judiciais podem retornar à sociedade por meio de instituições que prestam serviços de interesse público. 

Não é a primeira vez que o Nosso Lar é contemplado, o hospital já recebeu recursos da mesma origem para a construção de um ateliê terapêutico e do Hospital Dia.

Estrutura hospitalar

Os pacientes contam com equipe multidisciplinar e participam de atividades terapêuticas como musicoterapia, ioga, capoeira, educação física, academia, futebol e fisioterapia.

No atendimento pelo SUS, os pacientes são encaminhados, em geral, pelos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e unidades básicas de saúde, por meio da Central de Regulação. O tempo de permanência é definido conforme a avaliação médica e a evolução de cada caso.
 

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