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Terremoto na China mata 589 e fere 10 mil

Terremoto na China mata 589 e fere 10 mil

Redação

15/04/2010 - 03h06
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China

Forte terremoto atingiu comunidade pobre de maioria tibetana na China, no sul da província de Qinghai, matando pelo menos 589 pessoas. O tremor de 6,9 graus atingiu o oeste do país, derrubando casas, escolas e deixando vítimas presas entre os escombros. Pelo menos 10 mil pessoas feriram-se, informou a TV estatal chinesa. Na manhã da quinta-feira, pelo horário local, o aeroporto da cidade de Yushu foi reaberto e chegou a primeira equipe de resgate da capital da província, Xining, que fica a 860 quilômetros da região mais atingida. Milhares de pessoas em Yushu, que tem 70 mil habitantes, estão desabrigadas.

Centenas de tropas da paramilitar Polícia Armada do Povo e outros encarregados tentavam resgatar pessoas dos escombros na cidade de Jiegu, a 50 quilômetros do epicentro do terremoto. O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que o terremoto mais forte teve 6,9 graus de intensidade e ocorreu a uma profundidade de 10 quilômetros. O USGS registrou pelo menos cinco tremores secundários significativos, um com intensidade de 5,8 graus.

“Quase todas as casas de madeira e barro desabaram. Tinha tanta poeira no ar que não conseguíamos ver nada”, disse Ren Yu, gerente do Yushu Hotel em Jiegu. O número de mortos deverá subir, uma vez que 85% das construções na região, segundo funcionários locais, foram destruídas.
O terremoto de 6,9 graus ocorreu pouco antes das 8h (hora local) de ontem (noite de terça no Brasil), balançando a sede da prefeitura de Yushu, parte da província de Qinghai, perto do limite do planalto tibetano. Em Yushu, 97% da população é tibetana e a maioria dos moradores vivem da criação de iaques, ovelhas e cavalos. O governo chinês disse que o terremoto teve magnitude de 7,1 graus.

“É a coisa mais devastadora que eu já vi”, disse por telefone Guo Yang, um morador de Jiegu. Guo contou que quase todas as casas da cidade, muitas construídas com barro e madeira, ruíram. “Nós estamos ocupados resgatando as pessoas que estão presas.”

Sobreviventes
Até a tarde de ontem, as equipes de resgate já haviam retirado mais de 900 pessoas dos escombros no noroeste do país. Além disso, os meios oficiais informaram que foram alocados 200 milhões de yuans (US$ 29,4 milhões) para os esforços de resgate, segundo a Xinhua. O Ministério das Finanças afirmou que o dinheiro seria usado nos esforços para aliviar os problemas causados às vítimas do terremoto.

O presidente da China, Hu Jintao, e o primeiro-ministro chinês Wen Jiabao pediram “esforço máximo” para resgatar sobreviventes e enviaram um vice-premiê para supervisionar o trabalho. Com muitas pessoas desabrigadas, o governo provincial disse que estava despachando 5 mil tendas e 100 mil cobertores para a região, onde nesta época do ano as temperaturas médias, durante o dia, ficam ao redor de 6 graus Celsius.
Resgate

Funcionários do resgate disseram que a prioridade era vasculhar escolas, onde podem estar muitas vítimas. O terremoto também derrubou dormitórios e outros prédios em Qinghai e prédios da Escola Primária de Yushu, onde 22 estudantes morreram, disse um professor à agência Xinhua. No total, até a tarde de ontem, foram retirados os corpos sem vida de 56 estudantes, segundo a Xinhua.

“Alguns alunos fugiram com vida do dormitório e aqueles que não escaparam na hora estão enterrados”, disse o professor, identificado apenas como Chang. Funcionários locais disseram precisar de equipamentos para escavações e também de suprimentos médicos. Muitas pessoas ainda estavam presas, confirmou Huang Limin, vice-secretário-geral do governo da prefeitura de Yushu.

Os tremores secundários continuavam ao longo do dia, enquanto sobreviventes armavam tendas para tentar passar a próxima noite em local mais seguro.

OFERTAS

Leilão do Detran-MS inicia março com 181 veículos para circulação

Os lotes se dividem em 162 motocicletas e 19 carros, além das ofertas de sucatas que podem ter as peças retiradas e vendidas

03/03/2026 16h35

Divulgação

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Nesta segunda-feira (2), o Detran-MS (Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso do Sul) abriu o leilão de veículos para circulação e sucatas.

Entre os veículos que podem circular, há 181 lotes, os quais 162 são motocicletas e 19 carros. Entre os destaques está um Citroen C4 Pallas 20EPF, ano 2009/2010, que tem lance inicial de R$ 4.518.

Entre as motocicletas, o destaque é uma HONDA/CG 160 START, ano 2025/2025, com o lance inicial de R$ 4.095.

Entre as sucatas, são 66 lotes, sendo 70 motocicletas e 58 automóveis de sucata inservível, ou seja, que podem ter as peças retiradas e vendidas separadamente; e um lote único de 10.313,00 kg de material ferroso, voltado para siderúrgicas.

O leilão ficará aberto até às 15h, do dia 17 de março, realizado pelo portal www.leiloesonlinems.com.br.

Os editais dos leilões estão disponíveis no novo site do Detran-MS. Acesse (https://www.detran.ms.gov.br/informativo/editais-leiloes-e-licitacoes/).

Visitação

No portal é possível conferir os valores e fotos. Os interessados que quiserem avaliar os lotes podem visitar o pátio da PMAX Guincho e Armazenamento de Veículos, na Rua Gigante Adamastor, 16, Jardim Santa Felicidade, em Campo Grande.

Em Dourados, também há possibilidade de visitação, na unidade da PMAX, localizado na Avenida Moacir Djalma Barros, nº 11.355,  BR-163, Km 266. Os dias liberados para visita são 13 e 16 de março, das 08h às 11h e das 13h30 às 16h30.

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Fenômeno

Pescadores encontram diversos peixes mortos no Rio Sucuriú

Segundo a Polícia Militar Ambiental, a mortandade pode ter sido causada devido ao fenômeno natural conhecido por "devoada"

03/03/2026 16h15

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas

Exemplares foram encontrados no trecho em Paraíso das Águas Reprodução

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Pescadores encontraram, no último domingo (01), vários peixes mortos boiando nas águas do Rio Sucuriú, no município de Paraíso das Águas, a aproximadamente 210 quilômetros de Campo Grande. 

A maioria dos animais mortos eram da espécie piau, um peixe comum nas bacias do Paraná e do Paraguai. Os registros foram feitos por um casal que praticava pescaria no trecho entre a Ponte do Portinho Municipal e a Ponte de Pedra. 

De acordo com relatos de um dos pescadores, os peixes mortos estavam espalhados em diferentes pontos do rio, o que causou estranhamento e preocupação quanto às possíveis causas do fato. 

O Correio do Estado entrou em contato com a Polícia Militar Ambiental responsável pelo condado. Em nota, a assessoria da PMA de Costa Rica informou que realizou fiscalização pelo rio e em terra durante o dia de ontem (2) para apurar as causas do incidente. 

Em conversa com ribeirinhos e pescadores, a Polícia confirmou que cerca de 15 a 20 exemplares de peixes das espécies Piau, Tubuarana e Tucunaré foram encontrados boiando durante o domingo, mas o fenômeno cessou logo em seguida. 

Por esse motivo, durante a vistoria da PMA, não foi encontrado nenhum peixe morto nas regiões do Curralinho e Ponte de Pedra, nem nas grades de adução da Usina Hidrelétrica Fundãozinho ou propriedades rurais com lavouras às margens do rio. Não foram identificados, também, vestígios de uso indevido de defensivos agrícolas ou qualquer descarte irregular. 

Possíveis causas

A PMA afirmou que a mortandade pode ter sido causada por um fenômeno natural conhecido como "decoada", comum no Pantanal, ocorrendo na cheia (fevereiro a maio), quando águas sobem e inundam áreas secas com matéria orgânica, causando decomposição bacteriana intensa. 

"Imagens registradas no dia da denúncia mostraram um grande acúmulo de resíduos orgânicos e vegetação seca na calha do rio, trazidos pelas fortes chuvas e cheias. Esse material orgânico, ao entrar em decomposição, reduz drasticamente o oxigênio da água, o que pode levar à morte de peixes de forma moderada — fato que também foi registrado na região no mesmo período em 2025", explicou em nota. 

Mesmo com os indícios de causa natural, a Polícia informou que vai manter o monitoramento contínuo do trecho. Além disso, já foi realizado um pedido ao Instituto do Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) para que seja feita a coleta e análise técnica da água. 

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