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TV 3.0 chega ao Brasil: entenda o que muda na sua televisão e quando a novidade estará disponível

Nova geração da TV aberta promete imagem 4K, som imersivo e interatividade gratuita, com implantação gradual e sem troca imediata de aparelhos.

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O governo federal lançou oficialmente, nesta quarta-feira (27), a chamada TV 3.0, a nova geração da televisão aberta no Brasil. A tecnologia promete revolucionar a forma como assistimos TV, trazendo mais qualidade de imagem e som, interatividade e integração direta com a internet — sem custo extra para o usuário.

O anúncio foi feito em cerimônia no Palácio do Planalto, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e do ministro das Comunicações, Frederico Siqueira. Segundo o governo, a TV 3.0 será implantada de forma escalonada, começando pelas capitais brasileiras, mas os atuais sinais digitais continuarão funcionando normalmente, sem necessidade de troca imediata de antenas ou aparelhos.

“É um passo importante para tornar o Brasil soberano em tecnologia e melhorar a experiência da população com a TV aberta”, afirmou o ministro.

O que é a TV 3.0?

A TV 3.0 é a evolução da TV digital inaugurada em 2007 no Brasil. Diferente do sistema atual, o novo padrão transforma os canais em aplicativos interativos, muito próximos ao que já existe nas plataformas de streaming. Isso significa mais opções de conteúdo, múltiplos ângulos de câmera, comércio eletrônico, publicidade personalizada e até serviços públicos integrados.

Na prática, o espectador continuará assistindo TV aberta gratuitamente, mas com recursos modernos, como:

  • Imagem em 4K (com possibilidade de até 8K pela internet);
  • Som imersivo, que dá sensação de “cinema em casa”;
  • Interatividade em tempo real, como votações, compras e acesso a conteúdos extras;
  • Acessibilidade ampliada, com legendas personalizáveis, audiodescrição e tradução em libras;
  • Alertas de emergência geolocalizados, integrados ao sistema de defesa civil.

Preciso trocar de TV para assistir à TV 3.0?

Não imediatamente. O governo destacou que ninguém será obrigado a trocar antena ou televisor de forma imediata. Os aparelhos atuais continuarão funcionando normalmente e, quando a nova tecnologia chegar à sua região, será possível adaptar televisores antigos por meio de conversores.

Ou seja, quem quiser poderá migrar aos poucos, sem perder acesso à programação atual.

Quando a TV 3.0 começa a funcionar?

A implantação será gradual, primeiro nas grandes capitais, e depois nas demais regiões. Ainda não há um cronograma fechado para todo o País, mas a expectativa é que os brasileiros comecem a sentir as mudanças nos próximos anos.

Durante a fase de transição, os dois sistemas funcionarão em paralelo — garantindo que ninguém fique sem sinal.

TV 3.0 será gratuita?

Sim. A televisão aberta continuará sendo gratuita, como já ocorre hoje. O que muda é a qualidade da experiência e a possibilidade de acessar novos recursos interativos.

Por que o governo aposta na TV 3.0?

A iniciativa foi desenvolvida pelo Fórum SBTVD em parceria com o Ministério das Comunicações e é vista como um avanço estratégico. Além de aproximar a TV aberta do modelo de streaming, a tecnologia pode gerar oportunidades para novos radiodifusores, ampliar a publicidade segmentada e democratizar ainda mais o acesso à informação.

Com a TV 3.0, o Brasil se coloca entre os países que lideram a inovação em radiodifusão digital.

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Saúde

Casos de gripe crescem e MS entra em alerta de risco

No cenário nacional, o Estado está em situação de risco com o crescimento da SRAG a curto e longo prazo

02/04/2026 17h30

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MS

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MS FOTO: Valdenir Rezende/Arquivo Correio do Estado

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Em meio ao surto de Chikungunya em Mato Grosso do Sul, outra doença vem crescendo de forma silenciosa e colocando o Estado em níveis de risco perigosos: a síndrome respiratória aguda grave (SRAG). 

De acordo com a Fiocruz, em todo o País, os casos da doença apresentam sinal de aumento nas tendências a longo prazo, mesmo com índices de estabilidade em períodos de tempo menores.

Pelo menos 18 estados brasileiros estão em níveis de alerta, risco ou alto risco para a SRAG, com sinal de crescimento nas últimas seis semanas, especialmente nos casos relacionados à Influenza A, o vírus da gripe.

Entre elas, Mato Grosso do Sul continua com níveis de crescimento, colocando a capital Campo Grande entre as 14 capitais que apresentam sinais de crescimento e nível de atividade da Síndrome em alerta, risco ou alto risco. 

No caso de MS, o avanço da SRAG nas últimas duas semanas deixa o Estado em risco, com probabilidade de crescimento de mais de 95%, com base nas atividades das últimas seis semanas. 

Em Campo Grande, o avanço da doença deixa a capital em alerta, mesmo com a probabilidade máxima de crescimento a longo prazo. 

De acordo com o Boletim, a influenza A tem sido o principal fator causador do aumento de casos graves entre jovens, adultos e idosos, perfis que demandam atenção por concentrarem o maior número de óbitos registrados pela doença. 

Nas últimas quatro semanas, o vírus foi responsável por 27,4% dos casos positivos da Síndrome no Brasil e 36,9% dos óbitos. 

Disseminação da doença cresce a curto e longo prazo em MSFonte: Boletim InfoGripe Fiocruz

Monitoramento

Segundo o último boletim divulgado pela Secretaria de Saúde de Mato Grosso do Sul, o Estado acumulava 885 casos de SRAG, sendo 340 com agente etiológico identificado, 408 não especificados e 137 aguardando a classificação final. 

O maior índice de casos foi registrado em crianças de 0 a 9 anos, com 412 registros. 

Além disso, também foram contabilizados 87 óbitos pela doença, com maior incidência na população de idade mais avançada, com 25 mortes no público de 80 anos ou mais. 

O causador mais comum da Síndrome é o Rinovírus, identificado em 186 casos no Estado.  O vírus é a causa mais comum do resfriado comum e responsável por grande parte das infecções respiratórias superiores. 

Além do resfriado, o rinovírus é a segunda causa mais comum de bronquiolite em crianças, atrás apenas do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), responsável por 20 casos de SRAG em Mato Grosso do Sul. 


 

TENTATIVA DE HOMICÍDIO

Homem fica inconsciente após ser agredido com pedradas na cabeça no bairro Mário Covas

Os agressores passaram a madrugada bebendo e usando entorpecentes, juntamente com a vítima

02/04/2026 16h45

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol

Caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento (Depac) Cepol FOTO: Arquivo

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Na manhã desta quinta-feira (2), no bairro Residencial Mário Covas, uma moradora testemunhou um caso de lesão corporal grave. Diante da gravidade dos fatos, a mulher acionou o serviço de emergência para informar que, em frente à sua residência, dois indivíduos e uma mulher agrediam um homem. O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário do Cepol (DEPAC-CEPOL) como tentativa de homicídio qualificado com emprego de tortura ou outro meio insidioso.

De acordo com os relatos da moradora, os autores bateram na vítima com pedras grandes, na região da cabeça. Após as agressões, a pessoa ficou desacordada, aparentando estar em óbito. A solicitante indicou aos policiais o possível endereço dos rapazes.

Diante das informaçes, a equipe policial se deslocou até o local, onde realizou contato com os responsáveis pelos autores. O pai relatou que, ao acordar para ir ao trabalho, ouviu uma confusão nas proximidades, e foi informado por terceiros de que um indivíduo estaria sendo morto nas imediações.

Ele, então, suspeitou que a vítima pudesse ser seu filho. Em seguida, foi até o lugar indicado e constatou que seus dois filhos estavam agredindo uma terceira pessoa. Os rapazes foram apontados como autores do fato.

O pai não soube informar a motivação das agressões, acrescentando que seus filhos passaram a madrugada fazendo uso de bebida alcoólica e entorpecentes, juntamente com a pessoa que estaria sendo agredida, tendo o fato ocorrido nas primeiras horas da manhã.

A vítima foi socorrida pela equipe da Unidade de Resgate e Suporte Avançado (URSA) e encaminhada ao Hospital Santa Casa. Em razão da gravidade das lesões, os policiais não tiveram mais informações sobre a pessoa, já que esta se encontrava inconsciente no momento do atendimento.

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