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B+: Caminhos para a equidade: a evolução da autonomia e inclusão das pessoas com síndrome de Down

No Dia Internacional da síndrome de Down, que visa destacar o protagonismo de pessoas com deficiência, conheça histórias inspiradoras de protagonismo e apoio à inclusão

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O dia 21 de março é conhecido como o Dia Internacional da síndrome de Down. A data faz referência aos três cromossomos no par 21, o que caracteriza a condição genética.

A celebração foi proposta pelo Brasil e aprovada pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), em 2011.

No país, a estimativa é de que a cada 700 nascimentos, um seja de criança com Down, o que totaliza cerca de 270 mil pessoas com a condição; no mundo, a incidência estimada é de 1 em 1 mil nascidos vivos. 

Guilherme Campos é uma dessas pessoas. Com 30 anos, hoje ele é formado em Gastronomia e trabalha como chef de cozinha, por  influência da avó e do pai, que também gostam de cozinhar.

Ele conheceu a culinária em uma instituição especializada no atendimento a pessoas com síndrome de Down e logo quis se especializar.

O jovem se inscreveu no curso de Gastronomia em segredo e a aprovação no vestibular emocionou a família. Antes das provas práticas, cozinhava o prato várias vezes em casa, para treinar.

Porém, em alguns trabalhos em grupo, se sentia ignorado.

Apesar da abertura das outras pessoas em “aceitá-lo” no grupo, percebia que suas sugestões não eram ouvidas.

“Precisei me fortalecer para não desanimar quando os outros subestimavam minha habilidade. Não deixo mais duvidarem da minha capacidade”, diz Guilherme. “Hoje tenho um emprego com salário bom e com isso posso fazer as coisas que gosto com autonomia, como sair com a minha namorada, ir em restaurantes, no cinema, e outros lugares que gostamos. Nós, pessoas com deficiência, precisamos construir autonomia para ter um emprego, uma vida e um futuro independente. Todas as pessoas podem e devem estudar em colégios comuns e fazer uma faculdade da sua escolha”, completa.

Influência e ativismo pela causa

Com 190 mil seguidores no Instagram, Tathi Piancastelli é atriz, escritora, palestrante, ativista e representante da ONU, além de ser influenciadora digital e personagem da Turma da Mônica.

Desde a adolescência já pensava em inclusão: ela estudava em uma escola especializada em alunos com síndrome de Down e seu desejo era conviver com crianças diversas, de desenvolvimento típico ou não.

“Me incomodava este negócio de especial. Pedi para sair. Queria conviver com todo mundo, fui para uma escola regular. Fiquei muito mais feliz, mudou minha vida”, conta.

A história com as redes sociais começou durante a pandemia, quando ela passou a postar vídeos no Instagram, que viralizaram e a transformaram em influenciadora digital.

Hoje ela compartilha seu dia a dia com o marido, Vinícius, que também tem Down, é escritor e palestrante, e a família na internet, além de estrelar campanhas publicitárias na TV e nas redes sociais.
 

“Acho importante esse tipo de conteúdo, pois as pessoas terão mais curiosidade sobre a síndrome de Down, vão procurar saber, e isso pode ajudar a diminuir o preconceito. Nós estamos aqui, somos parte da sociedade”, afirma. “As pessoas precisam refletir que não é bom ter preconceito. Se coloque no lugar da pessoa com deficiência, o preconceito tem que ser tirado da sociedade, é preciso respeitar o ritmo de cada um. Respeitar todos que precisam mais de ajuda”, finaliza Tathi.

Os três são embaixadores do Instituto Serendipidade, organização sem fins lucrativos que tem como objetivo acolher e apoiar pessoas com síndrome de Down e suas famílias. Guilherme, Tathi e Vinícius divulgam as iniciativas do Instituto com lugar de fala e têm propriedade para se colocarem como acham certo.

A evolução da expectativa de vida e inclusão

Pessoas com síndrome de Down acabam tendo outras condições de saúde que podem ser críticas, como doenças cardíacas, intestinais e de visão, por exemplo. Esse é um dos motivos para que a expectativa de vida dessa parcela da população seja reduzida em relação à sociedade em geral.
 

“Até a década de 1970, o fator que mais impactava a longevidade das crianças com síndrome de Down eram as cardiopatias congênitas, porque os médicos não tinham coragem de operá-las, já que o risco de mortalidade era altíssimo”, diz Marcelo Altona, médico do Grupo Médico Assistencial do Hospital Israelita Albert Einstein (GMA – HIAE), que trabalha no estudo da longevidade com qualidade de vida das pessoas com deficiência. 

Estudos específicos relacionados a este grupo têm possibilitado o avanço de técnicas cirúrgicas e outros tratamentos direcionados, o que garante sua longevidade.

Até os anos 1940, a expectativa de vida das pessoas com síndrome de Down era de 9 a 12 anos. Já nos anos 1990, essas pessoas viviam até os 35 anos.

Hoje, elas já chegam aos 60 anos de idade, de acordo com um artigo publicado no European Journal of Public Health.

A conscientização e a inclusão das pessoas com Down na sociedade têm tido um papel muito importante na evolução da sua saúde.

“A luta para que esses jovens ocupem espaços comuns da sociedade, como escolas e espaços de lazer, tem mostrado para todos que pessoas com síndrome de Down existem e podem desenvolver autonomia para aprimorar suas habilidades. Assim eles têm cada vez mais vontade de viver, o que influencia na busca por um estilo de vida saudável”, diz.

Comprometimento com a geração de valor e impacto social

Três iniciativas fazem parte das frentes de trabalho do Instituto Serendipidade: o Projeto Laços, para o acolhimento das famílias no momento do diagnóstico da síndrome de Down e outras condições genéticas,  validando os sentimentos e servindo como rede de apoio para essas famílias; o Programa de Envelhecimento

Ativo, que atende gratuitamente adultos e idosos com deficiência intelectual, desenvolvendo programas de bem-estar e contribuindo para o envelhecimento saudável e com protagonismo; e o Programa de Iniciação Esportiva, que tem o objetivo de desenvolver habilidades motoras, sociais e contribuir para o desenvolvimento em todas as fases da vida, estimulando uma infância mais saudável e mais inclusiva através de atividades físicas e esportes.

O instituto acredita que o futuro é hoje, por isso traz sempre o olhar holístico para as potencialidades de cada indivíduo, fazendo com que tenham cada vez mais lugar atuante na sociedade. 

“Houve avanços na inclusão de pessoas com síndrome de Down, mas são muito pequenos perto do que ainda precisa ser feito. Eu sonho com o dia em que eu vou poder ver a presença das pessoas com deficiência de uma forma mais natural, em cargos de chefia, escolas não negando matrículas, o não abandono por parte de muitos pais quando sabem do diagnóstico e outros desafios enfrentados. É importante ter esse direcionamento para que as coisas tenham uma chance maior de acontecer e é por isso que eu, e toda a equipe do instituto, lutamos”, confessa Henri Zylberstajn, fundador do Instituto Serendipidade.

Sobre o instituto

O Instituto Serendipidade é uma organização sem fins lucrativos que potencializa a inclusão de pessoas com deficiência, com propósito de transformar a sociedade através da inclusão.

Visa ser impulsor de impacto social relevante, colaborativo e inovador, sempre prezando pela representatividade, protagonismo, de forma transversal e acima de tudo, com muito respeito.

As iniciativas que atendem diretamente o público são: Programa de Iniciação Esportiva para crianças com síndrome de Down e deficiência intelectual, de famílias de baixa renda;

Programa de Envelhecimento que atende mais de 60 idosos com algum tipo de deficiência intelectual para promoção do bem-estar, e o Projeto

Laços, que acolhe famílias que recebem a notícia de que seu filho (a) tem algum tipo de deficiência. Atualmente o Serendipidade impacta mais de um milhão de pessoas, criando pontes, gerando valor em prol da Inclusão e através do atendimento direto a pessoas com deficiência intelectual e suas famílias.

Mais informações em www.serendipidade.org.br E nas mídias sociais @institutoserendipidade

Música

Antes de Guns N' Roses, relembre grandes shows internacionais em Campo Grande

Desde os anos 2000, Campo Grande vem acumulando experiências com artistas estrangeiros, da cena underground às grandes turnês

06/04/2026 08h30

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira

Guns N' Roses terá o maior público da história de Campo Grande nesta quinta-feira Divulgação

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Campo Grande está a poucos dias de viver um divisor de águas em sua história cultural. Na quinta-feira, a capital sul-mato-grossense recebe o Guns N’ Roses, em um evento que já é considerado o maior espetáculo musical realizado no Estado.

Com expectativa de até 40 mil pessoas no Autódromo Internacional Orlando Moura e cerca de 70% do público vindo de fora, a cidade entra definitivamente no radar das grandes turnês internacionais.

A estrutura montada impressiona: camarins, camarotes, áreas de circulação, rede elétrica e hidráulica, além de um palco que acompanha a turnê mundial da banda.

Tudo isso erguido praticamente do zero. Mas, apesar da grandiosidade, o show não surge como um acontecimento isolado. Ele é resultado de uma trajetória construída ao longo de décadas.

Campo Grande pode até não ter tido, até agora, um fluxo constante de megaeventos internacionais, mas sempre esteve conectada ao circuito global da música.

Seja por meio de bandas underground, festivais independentes ou apresentações pontuais de grandes nomes, a cidade construiu uma base sólida que ajuda a explicar por que o momento atual é possível.

UNDERGROUD FOI A BASE

Muito antes de sonhar com estruturas gigantescas, Campo Grande já vivia intensamente a música internacional em espaços alternativos. Nos anos 1990 e início dos 2000, bares, festivais independentes e produtores locais desempenharam papel fundamental na formação de público.

É nesse contexto que surge uma geração de produtores e músicos que ajudaram a manter viva a cena, como Enrique Gonçalves de Souza, vocalista do DxDxOx desde 1998, produtor de shows de rock pela Panela Eventos entre os anos 2000 e 2010 e dono da loja Terror Rock Shop desde 2014.

Atuando no segmento desde o fim dos anos 1990, Enrique esteve diretamente envolvido na produção e organização de apresentações internacionais que, embora menores em escala e nichadas para a galera do rock n’roll, foram essenciais para colocar Campo Grande no mapa.

Entre os nomes que passaram pela cidade com apoio de Enrique estão a banda japonesa Guitar Wolf, o grupo norte-americano Black Oil, os argentinos do Vagazos e o Slow Agony, do Paraguai. “Sempre vieram bandas internacionais, até banda gospel de metal, o Bride”, relembra.

Entre os momentos mais simbólicos dessa fase está a passagem da Guitar Wolf pela Capital, em novembro de 2001. O trio, conhecido pelo estilo jet rock, se apresentou durante o Yeah! Fest!, nos dias 23 e 24, como parte da turnê de divulgação do álbum “Jet Generation”.

O evento reuniu também bandas brasileiras independentes e marcou época por trazer uma atração internacional de um país pouco comum nas rotas musicais da época.

A apresentação representou um intercâmbio cultural que ajudou a fortalecer a cena local e ampliar horizontes. Para muitos músicos e produtores, foi a prova de que Campo Grande poderia, sim, fazer parte de circuitos globais.

A partir dos anos 2000, a cidade passou a receber com mais frequência bandas que circulavam pela América Latina. Em 2006, a produtora Panela Eventos celebrou uma década de atuação trazendo o grupo argentino Vagazos para o Setembro Rock.

As apresentações aconteceram em espaços como Bar do Carioca e Bar do Tião, que se tornaram pontos de referência para o rock na cidade.

A passagem da banda reforçou a conexão de Campo Grande com países vizinhos e consolidou o público local como consumidor ativo de música internacional.

Dois anos depois, em 2008, a banda californiana Black Oil escolheu Campo Grande como ponto de partida para sua turnê latino-americana.

O show no Bar Fly trouxe uma sonoridade que misturava hardcore e thrash metal, influenciada por nomes como Sepultura e Soulfly.

Esse tipo de circulação foi essencial para consolidar a cidade como uma parada possível, ainda que alternativa, dentro de rotas internacionais.

Mas se nesse ponto ainda havia dúvidas sobre a capacidade de Campo Grande receber bandas de maior relevância no cenário mundial, elas começaram a desaparecer na década de 2010.

Em 2010, a cidade recebeu duas potências do metal extremo europeu: os poloneses do Vader e os suecos do Marduk. Os shows, realizados no República Music Bar, atraíram fãs de diferentes regiões e reforçaram o potencial da Capital.

Essas apresentações mostraram que, mesmo sem grandes arenas, havia público e interesse suficientes para sustentar eventos internacionais, ainda que em escala menor.

GRANDES NOMES

Paralelamente à cena underground, Campo Grande também experimentou momentos de grande visibilidade com artistas de alcance global.

Em 2004, a clássica Steppenwolf, liderada por John Kay, se apresentou durante o Moto Road, conectando o público local a uma das bandas mais emblemáticas do rock.

Em 2012, o DJ francês David Guetta levou entre 20 e 25 mil pessoas ao Jóquei Clube. O evento ficou marcado não apenas pela apresentação, mas também pela estrutura robusta, efeitos visuais e congestionamentos que chegaram a três quilômetros no caminho para o show.

Na mesma época, o espaço também recebeu o britânico Fatboy Slim, reflexo da presença da música eletrônica na Capital.

Mesmo com altos e baixos, a presença internacional nunca deixou de existir. Em 2022, o MS Blues Festival marcou o retorno de eventos do gênero com a participação do guitarrista Breezy Rodio, trazendo a tradição do blues norte-americano para o público local.

Em 2023, o projeto Dire Straits Legacy reuniu milhares de pessoas no Ginásio Guanandizão, com um repertório repleto de clássicos. O sucesso foi tão grande que a banda retorna à cidade no dia 22 de maio para um show no Bosque Expo.

Outras atrações, como o Revisiting Creedence, que mantém viva a obra do Creedence Clearwater Revival e passou pela cidade em novembro de 2024, mostram que o público campo-grandense continua conectado a diferentes gerações do rock.

NOVO MARCO HISTÓRICO

Se até o momento o maior show da história de Campo Grande era o do DJ David Guetta em 2012, agora o recorde de público deve ser o dobro do atingido na época, com Guns N’ Roses reunindo até 40 mil pessoas nesta semana.

A apresentação da banda estadunidense pode representar um divisor de águas para Campo Grande. A expectativa da organização é de que o sucesso do evento ajude a consolidar a cidade como destino viável para grandes turnês internacionais.

Segundo Valter Júnior, produtor local da Santo Show, existem conversas em andamento com outras bandas, inclusive com possibilidade de atrações ainda maiores. No entanto, ele reforça que a falta de infraestrutura continua sendo o maior obstáculo.

“Se a gente tivesse um estádio, já teríamos vários outros shows confirmados. A cidade perde muito por não ter um espaço adequado”, afirma.

Mas para além da infraestrutura, se depender da história, a cidade provou que tem público, diversidade musical e uma base cultural sólida. O que faltava era justamente uma oportunidade em grande escala.


SERVIÇO

Show: Guns N’ Roses.
Data: 9 de abril.
Local: Autódromo Internacional Orlando Moura.
Ingressos: on-line, pela Bilheteria Digital, e no ponto físico, no Shopping Bosque dos Ipês (terça-feira a domingo, das 14h às 20h).
 

diálogo

Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula... Leia na coluna de hoje

Confira a coluna Diálogo desta segunda-feira (6)

06/04/2026 00h02

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Aldous Huxley - escritor britânico

"Dá tanto trabalho escrever um livro mau como um bom; ele brota com igual sinceridade da alma do autor”.

Felpuda

Adversários dos petistas estão dizendo que alguém precisa avisar Lula e seus marqueteiros que o pré-candidato à Presidência é Flávio Bolsonaro, e não Jair Bolsonaro. Ironicamente, dizem que mais um pouco a dita figurinha do PT estará até contando carneirinhos vendo o ex-presidente. Para a turma da direita, o povo só observa a estratégia da esquerda em desancar Bolsonaro pai, que governou o País por apenas quatro anos e é tido como responsável pelos quase 18 anos de problemas criados pela esquerda. E olha que o horário gratuito nem começou, hein?!...

Previsão

Na análise de alguns políticos sobre o cenário geral, a disputa pelo governo de MS deverá ficar polarizada entre o governador Eduardo Riedel, pré-candidato da direita e da centro-direita, e Fábio Trad, do PT, da esquerda. Segundo eles, tem mais.

Mais

As pré-candidaturas que mais parecem que foram improvisadas para atender a interesses pessoais, e não de grupo político, tendem a não deslanchar, principalmente porque “andorinha só não faz verão”. E mais: acreditam que a eleição para governador deverá terminar no primeiro turno.

Dra. Elizabeth Shinohara e Sônia Nogueira
André Ramos e Gabriel Monteiro de Castro

Separada

Por enquanto, a direita em MS tem três pré-candidaturas lançadas para oficialização nas convenções, em julho. Como tudo indica que os partidos sacramentarão os nomes para o embate de outubro, não há como dizer que vão para campanha eleitoral “rachados”. No tabuleiro político estarão direita, direita conservadora e centro-direita, e essa divisão poderá contribuir para que a esquerda consiga forçar o segundo turno, fase que é uma nova eleição, pois ficam apenas dois candidatos.

Falatório

Durante o troca-troca de partidos na janela partidária, muitas foram as especulações, fazendo com que os bastidores ficassem ainda mais agitados. Um dos comentários foi que Rose Modesto, presidente estadual do União Brasil, estaria sendo cogitada para ocupar a vaga de vice na chapa de reeleição do governador Riedel. Mas ela mesma acabou com o diz que me diz, afirmando que em nenhum momento teve qualquer conversa nesse sentido

Consequências

Na federação União Progressista, formada pelo Progressistas e o União Brasil, ocorreram duas mudanças de “última hora”, diante da entrada de Geraldo Resende e, anteriormente, do também deputado federal Dagoberto Nogueira. Duas pré-candidaturas à Câmara dos Deputados, diante do “peso” da chapa que poderia comprometer seus objetivos, tomaram outro rumo. O deputado estadual Roberto Hashioka pulou fora do União Brasil e a ex-secretária Viviane Luiza deixou o PP e foi para o PSDB. Já Jaime Verruck teria mesmo desistido do PP.

Aniversariantes

  • Regina Lourdes Jorge Rangel Torres Rimoli,
  • Paulo Roberto Neves de Souza,
  • Alaene Peres,
  • Renê Miguel Filho,
  • Alicio Cabreira Aristimunho,
  • Dormevil Calazaes de Salles,
  • Luiz Carlos Pais,
  • Edison de Jesus da Cruz,
  • Rosilene de Oliveira Rosa,
  • Mario Rodrigues Zanatta,
  • Maria do Carmo Escobar de Oliveira,
  • Alda Alves de Oliveira Ristow,
  • Pedro Efonsio de Farias,
  • Luiz Hermozil Correa de Lima,
  • José Afonso Wolf,
  • Manuel Amaral de Jesus,
  • Euripedes Pinheiro da Silva Junior,
  • Marcelino Duarte,
  • Dr. Divoncir Schreiner Maran,
  • Dácio Queiroz Silva,
  • Marcelo de Campos Haendchen,
  • Helena Echeverria de Lacerda Costa,
  • Alvaro Francisco Martins Borges,
  • Maria Eugênia Teixeira Machado,
  • Cecilia Peralta Caceres,
  • Sidney Ferreira de Queiroz,
  • Nanci Lopes Gomes,
  • Angela Maria da Silva,
  • Fred Lucarelli Rodrigues,
  • Eliza Nunes Fernandes,
  • Gilmar Damião da Silva,
  • Ilda Garcia,
  • Dr. Aliomar Coelho Pereira,
  • Decio Coldebella,
  • Jaderson dos Santos Gonçalves,
  • Carlos Tiago Bellin,
  • Dr. José Rodrigues de Almeida,
  • Dr. Nereu Fontes,
  • Danielle Zambra,
  • Jaime Yoshinori Oshiro,
  • Herany Lobo Dias Neres de Lima,
  • Ana Caroline Cintra Ramos,
  • Renata Nogueira e Silva,
  • Dr. Danilo Nakao Odashiro,
  • Dra. Itsume Murakami,
  • Amarildo Sanches da Silva,
  • Heitor Romero Marques,
  • Ivana Staval Oliveira,
  • Rubens Izidorio,
  • Inaia Martins Carli,
  • Angela Mascarenhas,
  • Maria Hilda da Silva,
  • Edevaldo Borges de Mendonça,
  • Mariza Rego Mejia Rios,
  • Irene Matto Grosso Pereira,
  • Milma Maria de Oliveira Santos,
  • Edvandro Lameo,
  • Aurildo Piagetti,
  • José Eduardo Duenhas Monreal,
  • Jorge Braga Passos,
  • Marco Aurélio Ferro,
  • José Luiz Aladares.
  • Amauri Penze Neto,
  • Alberto Barbosa de Almeida Júnior,
  • Osmar Bearari,
  • Karina Reis de Andrade,
  • Dr. Marcelo Sakamoto,
  • Sueli Antunes Ribeiro,
  • Severino Ramos Vieira Xavier,
  • Marcelo Eduardo Battaglin Maciel,
  • Erico Rodrigo de Souza Pereira,
  • Arlete Calves,
  • Maria Aparecida dos Santos Garcia,
  • Ticiana Tiveron Tannous,
  • Maria Serra Carvalho,
  • Carlos Eduardo Inácio,
  • José Carlos Kolesk,
  • Wilson Roberto Gonçalves,
  • Sarah Abrão Contar,
  • Geraldo José de Souza,
  • Bruna Silva,
  • Rivalda de Souza Vilela,
  • Celestino Fantin,
  • Luiz Pereira,
  • Gerson Luiz Gass Brandão,
  • Rosângela Maria Santos Pereira,
  • Wilson Ferreira Mendes,
  • Hudson Ferreira de Assis,
  • Milton da Costa Pereira,
  • Caroline Mansour Echeverria,
  • Emmanuel Ormond de Souza,
  • Eneas Garcia Filho,
  • Camilo de Lellis Chagas Junior Zanata,
  • Maria Margarida Cabral Nicácio,
  • Michel Defendi Moses,
  • Orlando Fruguli Moreira,
  • Rita de Cassia Ladislau Ferreira,
  • Marlene Alves Pereira,
  • Ataíde Gonçalves,
  • Dalvelyn Menezes Kalachi,
  • Andréssa Nayara de Matos Rodrigues,
  • Igor Del Campo Fioravante Ferreira,
  • Antonio Pionti,
  • Rames Ally,
  • Adriana Cavalcante de Araújo,
  • Wescley Cavner Espassa,
  • Maria de Lurdes da Silva Santos.

* Colaborou Tatyane Gameiro

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