Correio B

Correio B+

Cabelos descoloridos: como prevenir a quebra dos fios e recuperar os danos causados pela química

Dermatologista, traz as principais dicas para evitar quebra, porosidade e pontas duplas dos cabelos

Continue lendo...

Quando a meta é transformar o visual, o cabelo costuma ser o protagonista dessa mudança, seja com um novo corte ou uma nova tonalidade.

Para alterar a cor das madeixas, o uso de produtos químicos é indispensável, principalmente, no caso daquelas que almejam clarear os cabelos - processo em que a descoloração é o principal recurso para remover o pigmento dos fios e chegar ao tom desejado.

Mesmo com todos os cuidados, o uso da água oxigenada e pó descolorante costuma ser agressivo aos fios, e resultar em cabelos mais quebradiços, com frizz, pontas duplas e porosidade.

De acordo com a dermatologista e consultora da Philips, Dra. Judith Cavalcante, ao utilizar descolorantes no cabelo, a camada externa do fio - que é formada por escamas que garantem proteção e hidratação natural - ficam abertas para que a substância química entre e modifique a cor, reduzindo a proteção do cabelo.

“Como consequência, o fio perde mais água e aumenta a tendência ao ressecamento e frizz, além de deixar o cabelo mais elástico, levando-o à quebra. Vale lembrar que quanto mais claro ficam as madeixas em relação ao tom original, mais intenso são os danos.

Diferentemente do que ocorre quando a mudança de cor é realizada apenas com a tintura, pois o produto fica depositado na superfície do fio, provocando menos danos. Entretanto, a mudança de tonalidade apenas com a tintura tem uma duração reduzida”, esclarece a Dra.  

Para alterar a cor das madeixas, o uso de produtos químicos é indispensável - Pinterest

 A especialista orienta evitar clarear o cabelo mais de três tons abaixo da cor natural e não associar descolorantes e alisantes.

“Quem optar por descolorir os cabelos deve compreender que esta decisão vem junto com a necessidade de cuidar mais intensamente dos fios. Para isso, é recomendado o uso de secadores com mecanismos protetores, como os que contam com controle de temperatura, aplicação de protetor térmico antes de utilizar o secador, prancha e modelador, hidratação e umectação semanal, entre outros. Cuidados esses que se aplicam a todos que querem ter cabelos saudáveis e bonitos, mas especialmente para quem acumula danos decorrentes de descolorações e alisamentos”, comenta a especialista.

“No uso diário, é recomendado a utilização de shampoos suaves e condicionadores mais nutritivos, assim como o uso de leave-ins e óleos capilares que ajudam no controle do frizz e aparência das pontas duplas”, orienta a médica.

Quando a meta é transformar o visual, o cabelo costuma ser o protagonista dessa mudança - Pinterest

Prancha e secador

Ao utilizar prancha, modelador e secador de cabelo, aquelas que contam com fios descoloridos devem tomar alguns cuidados essenciais, pois o calor em excesso e constante agride as cutículas e retira de maneira profunda a água dos fios, o que pode resultar em danos mais intensos.

Para manter a higiene e evitar dormir com as madeixas molhadas, a dermatologista e consultora da Philips lista algumas dicas para o uso de calor em cabelos descoloridos.

Acompanhe:

  • Evite associar calor e outras químicas, em especial nas primeiras três semanas após a descoloração ou alisamento dos fios. Neste período, intensifique os cuidados de hidratação, com o uso de máscaras capilares e umectação;
  • Sempre que sua rotina e o clima permitirem, deixe o cabelo secar naturalmente e solto. Após a lavagem pressione com uma toalha de microfibra, para absorver a maior parte da umidade;
  • Se precisar usar secadores, prefira os com mecanismos protetores, como controle de temperatura (inclusive pode secar a frio) e a cerca de 15-20 cm dos fios;
  • Após remover o excesso de água com toalha, aplique o protetor térmico em mechas. Depois, é só secar, movimentando os fios e o secador, evitando ter de tracionar o cabelo com escovas;
  • Para o uso de chapinhas e modeladores, também existem no mercado artigos com controle de temperatura e superfícies mais gentis. Mesmo assim, é fundamental não usar diariamente, além de secar os cabelos com a toalha de microfibra antes, não puxar com força os fios e usar protetor térmico (que forma uma película entre o aquecimento da prancha e os fios).

“Com esses cuidados é possível alcançar um cabelo mais saudável e evitar a porosidade, quebra, frizz, pontas duplas, além de fios com aspecto opaco e sem brilho, o que dificulta modelar as madeixas, que tendem a permanecer armada ou eriçada”, finaliza a dermatologista.

felpuda

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel... Leia na coluna de hoje

Leia a Coluna Diálogo desta segunda-feira (27)

27/07/2026 00h01

Continue Lendo...

BENJAMIN FRANKLIN - ESCRITOR AMERICANO

"Achar que o mundo não tem um criador é o mesmo que afirmar que um dicionário é o resultado de uma explosão numa tipografia"

FELPUDA

Se a largada da campanha fosse hoje, o governador Eduardo Riedel entraria na pista com confortável vantagem. Lidera as pesquisas mais consistentes, reúne o maior arco de alianças e, por enquanto, assiste aos adversários tentando encontrar o ritmo da corrida.

Nos bastidores, o clima é de otimismo entre seus aliados. Mas política não distribui troféu por desempenho em treino. Pesquisa fotografa o momento, a urna conta a história. Até outubro muita água vai rolar, e agora Riedel corre na frente, enquanto muita gente ainda amarra o tênis. Como política não é para amadores...

Enfeite, não!

Senador bom sabe que mandato dura oito anos e imprevistos acontecem. Por isso, escolhe suplente com experiência e voto próprio. Não é para ser cabo eleitoral fantasma nem alguém que "tope qualquer coisa". O problema é quando o eleitor vota num nome e recebe outro goela abaixo.

Mais

Aí o suplente assume e ninguém sabe de onde saiu nem o que pensa. É democracia de surpresa: você aperta o 1 e vem o 3. No Senado, cadeira vazia custa caro. Melhor preencher com gente, não com favor. E por aí vai...

Dr. Alexandre Branco Pucci e Ketlen Cordeiro. Foto: Studio Miguel Palácios
 Junia Lopez. Foto: divulgação

 Desafio

A convenção que confirmará Eduardo Riedel como candidato à reeleição promete reunir verdadeira frente ampla de aliados. PSDB, PP, União Brasil, PL, MDB, Republicanos e Avante dividirão o mesmo palco e os mesmos aplausos. Em caso de vitória, o desafio começa depois da posse, quando chegar a hora de repartir espaços na administração. Isso porque não existe almoço de graça. Na política, alianças são construídas com discursos. Governos, quase sempre, com cargos.

Na mira

O deputado Zeca do PT passou a enfrentar mais um foco de desgaste na pré-campanha. Lideranças políticas avaliam recorrer ao Ministério Público Eleitoral após a divulgação de gravações atribuídas a uma reunião com indígenas da Aldeia Lalima, em Miranda. Nos áudios, que circulam nas redes sociais, adversários afirmam haver pressão relacionada ao apoio eleitoral à deputada Camila Jara. Ele ainda poderá apresentar sua versão.

Reação

A repercussão da reunião na Aldeia Lalima, em Miranda, ganhou novo capítulo, após uma liderança indígena publicar vídeo nas redes sociais, manifestando indignação com a postura atribuída ao deputado Zeca do PT. Segundo o relato, foram usadas palavras consideradas ofensivas, inclusive de baixo calão. O cacique afirmou que a deputada Camila Jara é bem-vinda à comunidade, assim como qualquer outro candidato, independentemente do partido.

ANIVERSARIANTES

Dra. Flávia de Albuquerque Furlani,

Dr. Mário Cesar Mangiolardo,

Maria Emília Ramalho Sulzer,

Euzébio Valiente Maximovitch,

Ana Paula Costa Morilhas,

Nancineide Cássia da Silva Gonçalves,

Madalena Maria de Souza Vargas,

Olinda Shiroma Matsuda,

Hiyotata Catuyama,

Joel Douradode Assis,

Roberto Seijin Utima,

José Antônio Brandão,

Lucinete de Sena Borgo,

Jaqueline Cruz,

Mauro Benante Junior,

Gilda Santa Cruz,

Renata Letteriello,

Silvana Gonçalves Marques,

Edson Yoshizaki,

Diego Souza,

Mylla Rodrigues,

Israel Vitor Holmes,

Natália Gabriela Martin Duailibi Younes,

Dr. José Tadachi Sugai,

Dr. Bianco Latorraca,

Janete Rosane Schenkel,

Iara Trindade,

Nilton Vieira,

Antônio Tiago Machado,

Dr. Alberto Moraes de Souza,

Luiz Carlos Algaranhães Antunes,

Kethlin Lima Portela,

Joice Ana Palma,

Dr. Adão Vieira Nogueira,

Lauro José e Sá,

José Antônio Fernandes,

Mara Eliane Barbosa Freitas,

Ana Fátima Pizzato de Souza,

Joseny de Castro Coimbra Peters,

Marco Aurelio Claro,

Jeruza Rezende Ramos,

Luiz Arthur Serra Reinbold,

Antonio Gerson de Saboia,

Flávio Silveira Cury,

Ivone Coelho Masruha,

Dr. Roberto de Aquino Lopes Júnior,

Gleicy Saad,

José Domingos,

Emílio Corrêa de Souza,

Paulo Henrique de Mattos,

Vitória Franco,

Ilza Rezende Rodrigues,

Maria Gonçalves,

Claudio Santos,

Maria Madalena da Silva Conrado,

Maiza Abalen Bernard,

Antônio Castelani Neto,

Ademir Garcia da Silva

Maria Aparecida Limeira,

Humberto Sousa Silva,

Luiza de Almeida,

Beatriz Vieira Lourenço,

Vilma Guimarães,

Jesualdo D'Aurea,

Dirceu Vicente Rossettini Costa,

Kátia Rejane Branquinho da Costa Ornellas,

Maria da Graça Albertini Prechitko,

Feliciana Barbosa Abath,

Bruno Miragaia Gaeti,

João Catarino Tenório Novaes,

Romulo Guerra Gai,

Hiroshi Matsubara,

Olimpio Simião da Silva,

Eustáquio Jeovan de Figueiredo,

Loan Lima Harada,

Fábio da Silva Magalhães,

André Luiz Mariano de Oliveira,

Pedro Constantino Rozales Neto,

Roberto Silva Junior,

Ângela Maria Carlini Garcia de Oliveira,

Joaquim da Mota Longo,

Marlene de Aguiar Justino da Cruz,

Rossana Xavier Machado,

Antonio Lincoln Carvalho de Siqueira,

Rilton Alexandre Araújo,

Henrique Thomé Baptista,

Ayrton Pires Maia,

Bianca Della Pace Braga Medeiros,

Alberto Vieira Rossi,

Rozilei Foizer,

Bruno Carlos de Rezende,

Felipe Lakatos Melo,

Takeo Ohira,

Zarife Cristina Hamdan,

Carlos Eduardo Oliveira de Souza,

Sérgio Queiroz Serra,

Cleiton Dahmer,

Coriolando Bachega,

Éder Mosciaro Barreto,

Talita Ertzogue Marques,

Farley Augusto da Silva Venturelli,

Eduardo Guimarães Mercadante,

James Erison Canova,

Kariny Rocco Moreira Berton,

Juliana Campos Veronesi,

Joice Ana Mosele,

Leonardo Anacleto Chaves.

 * COLABOROU TATYANE GAMEIRO

Correio B+

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

26/07/2026 14h00

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção

Coluna Desatando Nós: Educar meninos para sentir também é proteção Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Durante muito tempo, muitos meninos cresceram ouvindo mensagens semelhantes: “engole o choro”, “seja forte”, “homem não demonstra fraqueza”. Embora essas frases pareçam inofensivas, elas ensinam algo profundo: que sentir deve ser escondido.

O problema é que emoções não desaparecem quando são reprimidas. Elas apenas encontram outras formas de se manifestar. Muitas vezes surgem como irritação, agressividade, isolamento ou dificuldade para construir relacionamentos saudáveis.

Quando falamos sobre prevenção da violência, saúde mental e relações mais equilibradas, também estamos falando sobre educação emocional. Ensinar meninos a reconhecer, nomear e expressar sentimentos não os torna mais frágeis. Ao contrário. Amplia seus recursos para lidar com desafios da vida.

A cultura costuma valorizar nos homens características como autonomia, coragem e firmeza. Todas elas são importantes. Mas podem coexistir com empatia, sensibilidade e capacidade de pedir ajuda. Uma habilidade não exclui a outra.

Pais, mães e educadores têm papel fundamental nesse processo. Quando acolhem emoções em vez de ridicularizá-las, ajudam a construir uma relação mais saudável com o próprio mundo interno. Quando demonstram que tristeza, medo e vulnerabilidade fazem parte da experiência humana, oferecem uma importante ferramenta de proteção emocional.

Isso também contribui para relações futuras. Adultos que conseguem identificar sentimentos tendem a comunicar necessidades com mais clareza, lidar melhor com frustrações e construir vínculos mais respeitosos.

Educar meninos para sentir não é apenas uma questão individual. É uma escolha que impacta famílias, relacionamentos e a sociedade como um todo. Afinal, homens emocionalmente conectados consigo mesmos costumam ser mais capazes de se conectar de forma saudável com os outros.

Talvez uma das maiores formas de proteção que possamos oferecer seja permitir que eles descubram que sentir não diminui ninguém. Humaniza.

Vamos desatar esses nós?

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).