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RAIO-X

Caminho intenso de Marcella Muniz

No elenco de “Amor Sem Igual”, ela celebra quatro décadas de carreira
11/04/2020 06:00 - Caroline Borges/TV Press


 

A construção de um personagem é um processo metódico e calculado para muitos profissionais. É o caso de Marcella Muniz, que vive a eficiente Sonia em “Amor Sem igual”, vai muito além do texto e das pesquisas de referência em seus trabalhos. Ao longo das primeiras gravações da novela, a atriz encontrou um frutífero caminho na comédia para compor seu atual papel. “Vi que tinha espaço para inserir mais humor. Então, resolvi apostar nisso para dar uma leveza ali para a empresa onde minha personagem trabalha. Coloquei um pouco de comédia nela e acho que funcionou bastante”, valoriza. Na história escrita por Cristianne Fridman, Sonia é secretária na fictícia Bras Talentos Esportivos e conta com a proteção de Ramiro, papel de Juan Alba, dentro do escritório. No entanto, se fosse pelo vilão Tobias, de Thiago Rodrigues, Sonia já teria sido demitida. “Acho a Sonia muito legal, trabalhadora e fiel à família do Ramiro. Ela também tem uma certa ingenuidade no amor”, defende.

Antes de se envolver com a contemporânea “Amor Sem Igual”, Marcella integrou o elenco de “Jesus”. Foi a primeira vez que a atriz participou de uma novela bíblica. “Vivi uma uma vilã e foi muito gostoso. Cair em uma novela contemporânea agora é uma bela diversificada na minha estrada. Estou adorando”, explica. Com 40 anos de carreira, Marcela já soma mais de 20 novelas em seu currículo. Com uma trajetória pelo cinema e o teatro, ela também coleciona passagens pela extinta Manchete, SBT e Globo. “Sempre me sinto motivada pela oportunidade, a novidade. A carreira de ator/atriz é árdua. Vejo vários amigos na batalha. E eu sempre tive a boa sorte de ser chamada para bons trabalhos. E se algum dia, não me lembro, teve um trabalho mais ou menos, me esforcei para fazer dele o melhor”, ressalta.

Nome completo: Marcela Helena de Godoi.

Nascimento: Em 26 de outubro de 1966, em Vitória, no Espírito Santo.

Atuação inesquecível: “Todas no presente”.

Interpretação memorável: “Nesse momento, estou apaixonada por ‘Amor de Mãe’. Falo para todos os jovens da minha novela (‘Amor Sem Igual’) que eles tinham de assistir como uma aula, largar um pouco a vaidade, saber que o mais importante é como emocionar ou contar uma história com um enquadramento, às vezes, de costas…. no geral ….”.

Um momento marcante na carreira: “Todos! Um complementa o outro para o meu crescimento”.

O que falta na televisão: “Mais novelas como essa que citei (‘Amor de Mãe’)”.

O que sobra na televisão: “Tanta coisa”.

Com quem gostaria de contracenar: “São várias pessoas que admiro muito”.

Se não fosse atriz, o que seria: “Chefe de cozinha. Aliás, sou formada em Gastronomia, mas me formei atrasada para sair por ai de mochila, estagiando em vários restaurantes pelo mundo”.

Ator preferido: “Nesse momento, estou apaixonada por todos de ‘Amor de Mãe’”.

Atriz preferida: “Estou enlouquecida por Regina Casé. Nem a conheço pessoalmente”.  

Novela preferida: “Amor de Mãe”, da Globo.

Vilão marcante: Odete Roitman, interpretada por Beatriz Segall em “Vale Tudo”, de 1988, da Globo. Carminha, vivida por Adriana Esteves em “Avenida Brasil”, de 2012, da Globo.

Personagem mais difícil de compor: Judite de “Jesus”, de 2018, da Record. “Minha primeira vilã”.

Que novela gostaria que fosse reprisada: “Sassaricando”, de 1987, da Globo.  

Que papel gostaria de representar: “Uma chefe de cozinha”.

Filme: “Gosto dos clássicos, como ‘O Poderoso Chefão’”.

Diretor favorito: “Encantada com Walter Carvalho e José Luiz Villamarim”.

Vexame: “Não lembro. Esqueço rápido essas coisas”.

Uma mania: “De arrumação”.  

Um medo: “O atual! Tentando ver algum lado positivo…”.

Projeto: “Viver com saúde, é o que desejo a todos nesse momento”.

 

“Amor Sem Igual” – Record – De segunda a sexta, às 19h30.

Felpuda


Pré-candidato a prefeito de Campo Grande divulgou vídeo em que político conhecido Brasil afora anuncia apoio às suas pretensões. O problema é que o tal líder já andou sendo denunciado por mal feitos em sua trajetória, sem contar que o pai do dito-cujo teve de renunciar ao cargo de ministro por ter ligações nebulosas com empresa de agrotóxico. Depois do advento da internet, essa coisa de o povo ter memória curta hoje não passa de coisa “da era pré-histórica”.