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Capa B+: Entrevista exclusiva com a atriz Giovanna Lancellotti

"Eu amo o que faço! Me sinto completamente realizada, então, ver uma premiação valorizando o meu trabalho, eu só posso agradecer".

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Giovanna Lancellotti tem 14 anos de carreira e completou 31 de idade em maio/2023. Nascida no interior de São Paulo, Ribeirão Preto, a atriz se mudou para o Rio de Janeiro aos 17 anos para fazer sua primeira novela na TV Globo, “Insensato Coração” (2011), que lhe rendeu o prêmio de Atriz Revelação nos Melhores do Ano do Domingão do Faustão.

Desde então, Giovanna esteve presente em diversas novelas da emissora. Em 2013, destacou-se como Lindinalva no remake de “Gabriela”, escrito por Walcyr Carrasco. 

Em 2014, a atriz integrou o elenco de Alto Astral interpretando Bélgica, uma menina dissimulada e que aprontava diversas maldades. Na pele da vilã, a atriz recebeu diversos elogios. No ano seguinte, voltou ao horário nobre da TV Globo com A Regra do Jogo, obra de João Emanuel Carneiro.

Em 2016, como a meiga Milena, a atriz ganhou o público de “Sol Nascente”, que torceu para que a jovem tivesse o merecido final feliz no último capítulo. Em 2018, Giovanna reeditou a parceria com o autor João Emanuel Carneiro e deu vida à preconceituosa e mimada Rochelle de Segundo Sol.

A atriz chamou atenção da crítica e da mídia especializada por causa de seu desempenho. No ano seguinte, participou da série “Shippados”, escrita por Alexandre Machado e Fernanda Young. 

No início de 2022, a atriz estreou “Temporada de Verão”, na Netflix. Na série, ela interpreta a protagonista Catarina. Com a gigante do streaming, ela também dá vida à personagem principal de “Ricos de Amor”.

O longa-metragem, inclusive, foi o primeiro filme brasileiro da Netflix a ganhar uma sequência: “Ricos de Amor 2”, no catálogo desde 2023. 

Ainda na Netflix, ela é protagonista do filme O Lado Bom de ser Traída, baseado no livro de Sue Hecker, pseudônimo da escritora brasileira Debora Gastando.

Lancellotti também tem para ser lançado o filme Missão Porto Seguro, para o Prime Video, rodado no Nordeste. 

Giovanna vem construindo uma carreira sólida no cinema. Ainda em 2022, ela integrou o elenco principal de “Incompatível”, do diretor Johnny Araújo. A artista também protagonizou o longa-metragem “Nada é Por Acaso”, baseado na obra de Zibia Gasparetto, e dirigido por Márcio Trigo. 

Ainda no cinema,  Giovanna tem personagens de destaque em Entre Abelhas (2015), de Fabio Porchat e Ian SBF, “Tudo por um Popstar” (2018), baseado na obra de Thalita Rebouças e dirigido por Bruno Garotti, “Tudo acaba em festa” (2018), dirigido por André Pellenz, “Intimidade entre estranhos” (2018), com direção de José Alvarenga Jr, “Eu sou mais eu” (2019), dirigido por Pedro Amorim. 

Nas redes sociais, Giovanna tem uma presença forte. No Instagram, são mais de 11 milhões de seguidores que a acompanham diariamente. No Tik Tok, 1,5 milhão, e no Twitter, mais de 950 mil.

Giovanna Lancellotti celebra indicação de Prêmio Internacional Septimius Awards na categoria melhor atriz, e com exclusividade ela bateu um papo com o Correio B+ desta semana... 

A atriz Giovanna Lancellotti é Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Andre Nicolau - Diagramação: Denis Felipe e Denise Neves.

Giovanna Lancellotti tem uma história sólida no audiovisual. São 14 anos de carreira, com diversos personagens de destaque na TV e vários protagonismos no cinema e streaming.

Nesse período, ela foi indicada a diversos prêmios pelo seu trabalho, assim como venceu alguns deles. Recebeu o prêmio de Atriz Revelação nos Melhores do Ano (TV Globo) e o de Melhor Atriz Coadjuvante no Prêmio Quem de Televisão, por exemplo.

“Estamos falando de um prêmio de fora do Brasil, o que significa que pessoas do exterior estão consumindo nossos projetos, estão vendo os artistas brasileiros e valorizando as produções que são feitas aqui. Isso é muito legal”, diz Giovanna. 

Giovanna celebra a indicação do Septimius Awards, uma das premiações mais importantes da Europa, onde concorreu na categoria Melhor Atriz da América. O trabalho que chamou a atenção do público internacional foi do filme O Lado Bom de Ser Traída (Netflix), no qual vivi a protagonista Babi. 

Foto: André Nicolau

CE - Como você recebeu a indicação para o Septimius Awards?
GL -
 Eu fiquei muito feliz! De verdade! A indicação para um prêmio é o reconhecimento de um trabalho. E eu venho trabalhando muito, me dedicando bastante ao meu ofício. Eu amo o que faço, me sinto completamente realizada, então, ver uma premiação valorizando o meu trabalho, eu só posso agradecer.

E estamos falando de um prêmio de fora do Brasil, o que significa que pessoas do exterior estão consumindo nossos projetos, estão vendo os artistas brasileiros e valorizando as produções que são feitas aqui. Isso é muito legal. 

CE - Você esteve presente na premiação?
GL -
 Sim, com certeza. Eu e meu noivo já estávamos fora do país, fazendo uma viagem, e na sequência eu estive lá em Amesterdã para prestigiar o evento nos dias 19 e 20 de agosto.

Foram artistas do mundo todo, pessoas que, assim como eu, vivem para arte e são entusiastas dessa profissão. Eu fiquei bastante animada e ansiosa também. Mais do que ganhar, foi estar lá, isso enche o meu coração de orgulho. Aonde eu vou, eu sou uma brasileira e estou representando o meu país. 

CE - Você tem desejo de fazer carreira internacional?
GL -
 Eu amo trabalhar. E eu vou aonde estiver o trabalho. Sempre! Mas é claro que eu tenho o desejo de explorar cada vez mais lugares novos, então, o mercado internacional é algo que está no meu radar.

Meu filme O Lado Bom de Ser Traída foi muito bem recebido em tantos países, recebi mensagens de pessoas de lugares tão distantes. Eu fico feliz de saber que um trabalho possa atingir a tantas pessoas. E como artista queremos que o máximo de pessoas possam nos ver, essa é a verdade. Eu sou muito feliz com a carreira que eu construí, com o caminho que percorri, mas amo desafios. 

CE - Qual personagem você gostaria de fazer?
GL -
 Essa pergunta é difícil porque tem muitas personagens que eu desejo fazer ainda. Gosto de personagens que me tirem da zona de conforto, desafiadoras. Daquelas que você pensa: “meu Deus, como eu vou fazer isso?”. Minha última vilã foi em Segundo Sol, em 2018, fazendo a Rochele. Eu amava fazer aquela personagem. E adoraria fazer outra vilã! Meus últimos personagens foram meninas legais e do bem. E eu adoro me reinventar.

A atriz foi indicada ao Prêmio Internacional Septimius Awards - Divulgação


 

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

Moda Correio B+

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?

Existe uma tendência de associarmos sofisticação à formalidade. Como se fosse necessário um blazer, um salto ou uma peça especial para que uma mulher pareça bem-vestida.

20/09/2026 16h00

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta? Foto: Divulgação

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Você provavelmente já encontrou uma mulher vestindo apenas camiseta branca, jeans e uma sandália simples e pensou: como ela consegue parecer tão elegante com tão pouco? Enquanto isso, outra pessoa pode estar usando peças caras, bolsa de grife e uma produção muito mais elaborada não consegue transmitir a mesma impressão.

A diferença está em algo que repito com frequência no meu trabalho: elegância não está necessariamente na roupa, mas na maneira como fazemos a roupa funcionar a nosso favor.

Existe uma tendência de associarmos sofisticação à formalidade. Como se fosse necessário um blazer, um salto ou uma peça especial para que uma mulher pareça bem-vestida. Mas, muitas vezes, são justamente as produções mais simples que revelam melhor o cuidado com a imagem.

Quando há menos elementos para chamar atenção, percebemos mais facilmente o caimento, a qualidade do tecido, os acabamentos, os acessórios e, principalmente, quem está usando aquela roupa.

Uma camiseta, por exemplo, parece a peça mais básica do mundo, mas existem enormes diferenças entre elas. A posição da manga, a abertura da gola, o comprimento, a gramatura do tecido e a maneira como ela acompanha o corpo interferem completamente no resultado.

E não existe uma modelagem universalmente perfeita: existe aquela que funciona melhor para o seu corpo, seu estilo e a mensagem que você deseja transmitir.

Aos detalhes da roupa soma-se algo que não compramos em nenhuma loja: postura. A maneira de caminhar, sentar, falar e ocupar um espaço participa da nossa imagem tanto quanto aquilo que vestimos.

Não adianta procurar a peça perfeita se ela está amassada, mal conservada ou se quem a veste parece desconfortável dentro dela. Elegância também tem relação com cuidado e naturalidade.

As mulheres que já entenderam isso,  não precisam acrescentar informação o tempo inteiro para construir uma imagem mais elegante e de presença. Existe coerência entre roupa, corpo, personalidade e ocasião. A roupa não tenta transformá-las em outra pessoa; apenas acompanha quem elas são.

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?Sabrina Sato - Divulgação

5 detalhes que deixam até a camiseta mais elegante

1. Observe o caimento antes da etiqueta

Veja onde a manga termina, como a gola se posiciona e se o tecido acompanha o corpo sem apertar ou criar volume onde você não deseja. Uma pequena alteração de modelagem pode mudar completamente uma peça básica.

2. Preste atenção ao estado da roupa

Bolinha, gola deformada, tecido transparente demais, manchas e peças excessivamente amassadas comprometem rapidamente uma produção. Básicos precisam estar especialmente bem conservados.

3. Use acessórios com intenção

Um bom brinco, um relógio, um colar, um cinto ou uma bolsa podem dar acabamento ao look. Não é preciso usar tudo ao mesmo tempo: muitas vezes, um único elemento bem escolhido é suficiente.

4. Cuide da postura e da presença

Ombros, maneira de caminhar, tom de voz e até a forma como você se senta interferem na leitura da sua imagem. Nenhuma roupa trabalha sozinha.

5. Busque coerência, não perfeição

A mulher elegante não é necessariamente aquela que está impecável o tempo inteiro. É aquela cuja imagem parece fazer sentido: para sua personalidade, para seu corpo, para sua rotina e para o ambiente em que está.

No fim, a pergunta mais importante é: quanto da elegância que admiramos realmente vem da roupa? A roupa pode ser a moldura, mas é a maneira como nos apresentamos ao mundo que completa a imagem.

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