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Capa da semana B+: Neste dia especial, a atriz Vanessa Giacomo fala sobre a escolha de ser mãe

"Ser mãe foi uma escolha. Como tudo o que faço na minha vida, tem dedicação e amor". Vanessa fala ao B+ com exclusividade no especial de Dia das Mães do Caderno

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A atriz Vanessa Giácomo, 40 anos, comemora o sucesso de Leonor, sua personagem em Travessia, que reforça mais uma vez o talento da atriz, que já se prepara para novos projetos. Após o término da novela de Glória Perez, Vanessa estará envolvida em duas séries, para o Canal Brasil e Globoplay.

A estreia de Vanessa na Globo foi em 2002, quando fez uma participação em Malhação. De lá pra cá, protagonizou tramas como grande sucesso Cabocla (2004) e emendou diversas novelas como: Sinhá Moça (2006), Duas Caras (2007) e Paraíso (2009).

Vanessa é casada com o empresário Giuseppe Dioguard e mãe de três – Raul, Moisés e Maria. A atriz também brilha na carreira de empresária. Atualmente tem a Amai, marca de pijamas personalizados feitos a mão, uma linha de óculos e esmaltes veganos da La Femme que levam o seu nome. "Estou sempre com ideias e eu gosto de executar”, diz.

Além dos trabalhos na televisão, também atuou em diversas produções cinematográficas, e em 2021 lançou-se como roteirista no Festival do Rio com o curta-metragem Rodízio.

Vanessa é a nossa Capa especial e exclusiva do Correio B+ desta semana. Em conversa com o Caderno, ela fala da escolha de ser mãe, sucessos na carreira, da novela Travessia e novos projetos.

A atriz Vanessa Giacomo é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Pino Gomes - Diagramação: Denis Felipe/Denise Neves

CE - Como descobriu sua vocação?
VG - 
Desde muito nova eu sempre pedia pra fazer ballet gostava de estar no palco. Comecei m três anos e fiz por muito tempo. Com 13 anos eu comecei a estudar teatro, já dizia que seria atriz. As pessoas achavam que seria impossível, porque não tinha ninguém da família nessa áream eu teria que me mudar pro Rio, não seria fácil.

Apesar da vergonha, eu sou muito tímida, eu amava me apresentar. A primeira peça que fiz foi a “Valsa No. 6”, do Nelson Rodrigues, em Volta Redonda. Aos 18 me mudei para o Rio, segui estudando aqui até que surgiu o teste para Cabocla, quando eu estava com 19 anos.

CE - CABLOCA foi de fato a sua “estreia” na TV?
VG - 
Na verdade, fiz uma participação em Malhação em 2002, mas o grande papel e que foi um divisor de águas na minha carreira foi sim a novela Cabocla.  Eu fiz o teste sem saber que seria para protagonista e que seria o remake de um grande sucesso. Só depois que passei que o diretor Ricardo Waddington me falou dessa responsabilidade de fazer uma personagem que a Gloria Pires fez.

CE - Em 2004 você venceu o prêmio Melhor Atriz Revelação na novela CABLOCA qual foi a sensação?
VG -
 Eu era uma menina, cheia de vontades e sonhos. Sempre fui muito destemida na minha vida e gosto de desafios. Eu tinha total consciência da responsabilidade de fazer uma personagem desse tamanho. Mas, ao mesmo tempo, eu tinha tanta vontade de fazer e aprender. Aproveitei todas as oportunidades que esse trabalho me proporcionou, eu tinha excelentes profissionais ao meu lado, então eu fiquei me sentindo muito segura. O prêmio foi a coroação desse trabalho em equipe e da minha total dedicação. Me mostrou que eu realmente estava no caminho certo. Sou muito grata ao Benedito Ruy Barbosa por esse papel.

CE - De lá pra cá foram inúmeras novelas e trabalhos, sendo o mais recente a Leonor em TRAVESSIA, como foi a construção dela?
VG -
Leonor não foi uma personagem que você entendia de cara. Ela era uma mulher, um ser humano com várias falhas e complexa. Foi bem desafiador pra mim, essa complexidade dela, as mudanças que foram ocorrendo ao longo da trama da personagem, me instigaram demais.

Busquei inspiração na história de uma amiga, que teve um relacionamento muito abusivo, no qual ela se culpava porque ele foi embora da vida dela. Ela teve questões e ama demais, tudo muito intenso.
 

                                      Vanessa viveu Leonor em Travessia de Glória Perez - TV Globo

CE - E trabalhar em uma obra de Glória Perez?
VG - 
Glória é ótima, uma das nossas maiores escritoras. Tenho uma admiração enorme por ela, por toda a sua trajetória. Travessia foi a primeira novela que fiz com ela. Gosto muito do texto da Glória e das questões sociais que ela aborda na dramaturgia. Poder contar histórias e ainda trazer luz para assuntos tão delicados é incrível. Em 2007, fiz dois episódios da minissérie Amazônia, também escrita por Glória.  É sempre um prazer e uma honra estar com ela.

CE - Vanessa você já fez mocinhas e vilãs inesquecíveis. Alguma preferência?
VG - 
Olho para trás e gosto das personagens que fiz, dos trabalhos que participei. Eu vivo muito o presente, então aproveitei bastante cada um deles. E é bonito saber que tenho uma história sólida e com realizações profissionais. A preferência é sempre pelo o que estou vivendo no momento e por poder contar boas histórias.

CE - Um grande desafio na sua trajetória, consegue destacar pra gente?
VG - 
Acho que Cabocla foi um grande desafio pra mim, por tudo o que envolvia na época. Eu era muito nova, com pouca experiência de vida e de profissão, chegando em uma cidade grande para tentar a carreira artística. E dei de cara com uma personagem como a Zuka, de um remake de grande sucesso. Era uma responsabilidade enorme e entrei de cabeça.

CE - E como está sendo o desafio da vida como empresária conciliando com a de atriz e roteirista...
VG - 
Sou uma empreendedora nata, não consigo ficar parada. Estou sempre com ideias e eu gosto de executar, de ver uma ideia sendo realizada. Eu sou criteriosa. Se meu nome está envolvido, pode ter certeza de que é algo bom. Acho importante eu me identificar e gostar daquilo que agrego ao meu nome. Eu tenho pessoas que trabalham comigo, em quem confio bastante, e que me ajudam a conciliar tudo.

Vanessa Giacomo - Reprodução Instagram

CE - Como surgiu a paixão por roteirizar?
VG - 
Sempre gostei de escrever e fiz vários cursos. Em 2016, transformei um dos meus textos em um curta-metragem, “Rodízio”, que foi exibido no Festival do Rio. Gosto muito de falar sobre família e em situações de humor, pensar diálogos mais simples e histórias mais intimistas.

CE - Como é conciliar carreira e família?
VG - 
É um desafio e a mulher carrega um peso a mais nessa correria do dia a dia. Sou muito agitada, mas tenho uma rede de apoio que faz toda a diferença na minha vida. Tem algumas funções da maternidade de que não abro mão, e por isso preciso ser prática e organizada.

Mas sou muito maleável, aprendi a fazer concessões, não pode ser sempre a ferro e fogo. Algumas coisas são inegociáveis, claro, mas no geral, acho que a inteligência emocional e a sanidade mental estão, também, nas batalhas que a gente escolhe enfrentar.

                      Vanessa em Cabocla TV Globo - Divulgação

CE - Você sempre quis ser mãe?
VG - 
Sempre. Amo ser mãe e todos os desafios que a maternidade nos impõe. Acordo cedo com eles para colocar para a escola, eu levo e busco quando não estou em algum projeto de trabalho. Fazemos as refeições juntos e conversamos muito. Quando não estou trabalhando, em um ritmo mais acelerado de gravações ou viagem, meu tempo e focado na minha família. E quando estamos juntos, ficamos juntos pra valer. Eu sou muito organizada e prática, e tenho ajuda no meu dia a dia. Assim fica mais tranquilo preservar o meu tempo com meus filhos, conciliar tudo e poder me dedicar ao trabalho quando ele exige mais dedicação e entrega.

CE - Você tem dois meninos e uma meninas, quem dá mais “trabalho”?
VG -
 Educar dá sempre trabalho, é um trabalho árduo e diário. Converso muito com os três, estou disponível para tudo, mas é preciso colocar limites também.

Aprendo a cada dia com eles e com as demandas das idades. Os meninos, Raul e Moisés, me trazem os desafios da adolescência. A gente aprende, erra, acerta. Repete erro por amar demais. Tem que dosar a bronca e o abraço, mas tudo sem abrir mão do afeto.

CE - Como foram as suas gestações?
VG - 
Gestação é uma eternidade, né? (risos). Parece que o tempo não passa. Temos que trabalhar a ansiedade que sentimos até o tão esperado momento do nascimento. Tive gestações tranquilas, cuidei bastante da minha alimentação, engordei pouco, segui tudo certinho como o médico recomendava. E curti todas as etapas, de preparar enxoval, arrumar o quartinho. É sempre uma alegria enorme, uma dádiva.

CE - O que tem de mais especial pra você em ser mãe?
VG -
 Ser mãe foi uma escolha. Como tudo o que faço na minha vida, tem dedicação e amor. Ser mãe do Raul, do Moisés e da Maria é meu maior desafio e realização na vida. É muito especial ver a nossa continuação, me enxergar neles. A conexão mãe e filho é muito bonita.

CE - Sabemos que dia das mães são todos os dias, mas neste escolhido para se comemorar o que poderia falar para todo as mães que estão lendo essa entrevista?
VG - 
Amem e respeitem seus filhos. Honrem o presente que é ser mãe, educar, e poder criar uma pessoa para um mundo melhor.

                                  Vanessa em passeio com a familia no Rio - Divulgação

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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