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fim de ano

Sete filmes que se passam no Natal, mas não são natalinos

No fim do ano, muitos filmes natalinos são lançados nos streamings, mas há aqueles que trazem o Natal como pano de fundo, enquanto a trama está longe do espírito da data

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Quando chega o fim do ano, é comum a busca por filmes de Natal para entrar no clima da época. Alguns já são considerados clássicos, como o filme Esqueceram de Mim, mas todos os anos também há lançamentos nos streamings com filmes natalinos e que fazem muito sucesso, chegando a ficar semanas no top 10 de cada plataforma.

No entanto, há ainda outros que não são sequer lembrados como filmes de Natal. Isso porque, mesmo cercados por árvores iluminadas, ruas cobertas de neve e músicas festivas ao fundo, muitos filmes que se passam na época de Natal estão longe de serem histórias sobre o espírito natalino.

Em vez disso, usam o feriado apenas como cenário para tramas de ação eletrizante, suspense, drama ou até mesmo romances que poderiam acontecer em qualquer outra época do ano, mas ganham um charme extra graças à estética característica de dezembro.

O Correio do Estado reuniu alguns títulos que aproveitam o clima natalino sem depender dele, ideais para quem quer mergulhar em boas histórias sem cair nos clichês tradicionais das festas.

Confira filmes que se passam no Natal, mas não são essencialmente natalinos:

Duro de matar

Possivelmente o mais famoso da lista, por sempre constar em listas de dúvidas sobre se o filme é ou não de Natal. Fato é que apesar de se passar totalmente durante uma festa de Natal, a trama não tem nada além disso que seja da época e poderia se passar em qualquer outra ocasião que não mudaria a história.

No longa, o policial John McClane, interpretado por Bruce Willis, está visitando sua família no Natal. Ele participa de uma confraternização de fim de ano na sede da empresa japonesa em que a esposa trabalha. A festa é interrompida por terroristas que invadem o edifício de luxo. McClane não demora a perceber que não há ninguém para salvá-los, a não ser ele próprio.

Onde assistir: Disney +
Classificação indicativa: 14 anos
Ano de lançamento: 1988

Carol

Therese Belivet tem um emprego entediante em uma loja de departamentos. Um dia, ela conhece Carol, uma elegante e misteriosa cliente. Rapidamente, as duas mulheres desenvolvem um vínculo amoroso que terá consequências sérias.

O Natal aparece em cenários, com árvores e decorações, além da história, começar quando Carol vai comprar um presente para a filha na loja de departamentos, mas além do clima festivo de fundo, a data não é o ponto central da trama.

Onde assistir: Prime Vídeo
Classificação indicativa: 14 anos
Ano de lançamento: 2015

Estrada Maldita

Este se passa na véspera de Natal e faz algumas menções a data ao longo da história, mas o cenário é todo de neve e não há, de fato, enfeites ou músicas natalinas para criar o clima.

Estrada Maldita é um filme de suspense/terror, estrelado por Emily Blunt e Ashton Holmes. Na trama, dois estudantes universitários estão viajando de carona para casa no Natal, em Delaware, quando sofrem um acidente de carro que os deixa atolados na neve. Agora, além do frio, terão de enfrentar obstáculos sobrenaturais naquele lugar que foi palco de terríveis acontecimentos na década de 1950. 

Onde assistir: HBO Max
Classificação indicativa: 18 anos
Ano de lançamento: 2007

Beijos e tiros

Beijos e tiros é um filme de ação e humor, com clima natalino ao fundo por se passar nessa época. Então, durante o longa, é possível observar alguns cenários decorados e festas, mas sem maiores menções ao tema.

Ao fugir da polícia, Harry Lockhart (Robert Downey Jr.), um ladrão fracassado, invade um teste para atores e acaba sendo enviado para Hollywood para trabalhar. Lá ele participa de um "laboratório" com um detetive particular para um papel e se vê em meio a uma complicada trama que envolve um assassinato. É quando Lockhart acaba se relacionando com uma antiga paixão dos tempos de escola.

Onde assistir: HBO Max
Classificação indicativa: 16 anos
Ano de lançamento: 2005

Batman: O Retorno

Neste filme de Tim Burton, Gotham City está toda decorada para o Natal, mas a trama não tem muita relação com a data.

Com o objetivo de manipular Gotham City, um milionário tenta transformar o Pinguim, um ser deformado que tinha sido abandonado ainda bebê nos esgotos, em prefeito da cidade. Como se isto não bastasse, surge a Mulher-Gato que, apesar de ser linda e sedutora, também tem dupla personalidade, em razão de problemas no passado. Ambos se tornam verdadeiros pesadelos para Batman no presente.

Onde assistir: HBO Max
Classificação indicativa: 12 anos
Ano de lançamento: 1992

Dois mundos, um desejo

Lançamento turco da Prime Vídeo, parte do filme se passa em época natalina, com cenários decorados, mas a trama não tem relação com a data.

Vinte e um anos depois de um encontro mágico em um hospital infantil, Bilge e Can de repente começam a ouvir a voz um do outro telepaticamente. O que parece um milagre logo revela um segredo escondido, pois o destino, ao reuni-los depois de décadas, lhes reserva muito mais. Uma aventura emocionante e uma história de amor épica os aguardam.

Onde assistir: Prime Vídeo
Classificação indicativa: 16 anos
Ano de lançamento: 2025

 

Edward mãos de tesoura

Edward Mãos de Tesoura não é um filme de Natal, mas atos finais e o clímax ocorrem durante a época de fim de ano. No entanto, a data não é importante para a trama sombria.

Peg Boggs é uma vendedora que acidentalmente descobre Edward, jovem que mora sozinho em um castelo no topo de uma montanha, criado por um inventor que morreu antes de dar mãos ao estranho ser, que possui apenas enormes lâminas no lugar delas. Isto o impede de poder se aproximar dos humanos, a não ser para criar revolucionários cortes de cabelos. No entanto, Edward é vítima da sua inocência e, se é amado por uns, é perseguido e usado por outros.

Onde assistir: Disney+
Classificação indicativa: 12 anos
Ano de lançamento: 1990

Saúde Correio B+

Seu medicamento vale o que custa? Saiba mais!

A Farmacoeconomia ajuda você a entender todo esse processo

21/02/2026 16h30

A Farmacoeconomia ajuda você a entender todo esse processo

A Farmacoeconomia ajuda você a entender todo esse processo Foto: Divulgação

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Durante muito tempo, bastava comprovar que um medicamento funcionava. A eficácia clínica era o principal argumento para conquistar espaço em prateleiras, protocolos e prescrições. Essa época passou. Em um mercado que deve alcançar US$ 1,9 trilhão até 2027, segundo o relatório The Global Use of Medicines 2023: Outlook to 2027, impulsionado sobretudo por inovações e pela adoção de terapias mais caras como biológicos e biossimilares, a pergunta deixou de ser apenas “funciona?” e passou a ser “vale o que custa?”.

Segundo Rodrigo Ferreira é Head de Negócios B2B da Interplayers, hub de negócios da saúde e bem-estar, reconhecida por suas iniciativas disruptivas e tecnologia de ponta., gestores de farmácias, hospitais e operadoras precisam equilibrar inovação e sustentabilidade.

"Eles não compram apenas promessas terapêuticas, mas impacto real no orçamento e nos resultados do sistema. Um novo medicamento para hipertensão pode controlar a pressão arterial com excelência, mas se entrega resultados semelhantes aos já disponíveis por um preço muito mais alto, tende a ser preterido. O mesmo ocorre em áreas como diabetes, oncologia ou doenças raras. A decisão não é emocional, é econômica", explica.

É nesse ponto que a farmacoeconomia deixa de ser um conceito acadêmico e se torna uma ferramenta estratégica.

"Ela mede o valor de um tratamento não só pelo desfecho clínico, mas pela relação entre custo, benefício e impacto ao longo do tempo. Estudos de custo-efetividade, custo-benefício ou custo por uso ajudam a responder perguntas que realmente importam para quem paga a conta: esse produto reduz internações? Evita complicações? Diminui a necessidade de consultas ou terapias adicionais? Gera economia no médio e longo prazo?"

Sem esse tipo de evidência, as negociações ficam frágeis. Pagadores passam a enxergar somente o custo imediato.

"Farmácias não conseguem demonstrar retorno sobre investimento. Produtos inovadores correm o risco de serem rejeitados ou limitados, mesmo quando oferecem vantagens terapêuticas claras. A ausência de dados transforma diferenciais clínicos em discursos abstratos e, em um ambiente cada vez mais orientado por métricas, discursos não sustentam preços".

A farmacoeconomia muda o jogo porque transforma dados em narrativa de valor. Com informações sobre comportamento de prescrição, custos de tratamento, desfechos clínicos e projeções de demanda, é possível construir uma história objetiva sobre o impacto econômico de um produto. Em vez de dizer que ele é melhor, passa-se a demonstrar que ele reduz gastos do sistema, melhora a jornada do paciente e contribui para a sustentabilidade do negócio.

"Imagine um medicamento para diabetes com o custo superior aos concorrentes. Um estudo pode mostrar que, ao melhorar o controle glicêmico, ele reduz significativamente internações por complicações, amputações e atendimentos de emergência. O preço deixa de ser um número isolado e passa a ser parte de uma equação maior, que inclui economia futura e qualidade de vida. O mesmo vale para suplementos, terapias preventivas ou tratamentos de uso contínuo. Dados de pirâmide de prescrição, por exemplo, permitem demonstrar crescimento de demanda, adesão e potencial de escala, oferecendo previsibilidade ao mercado".

Em um cenário de crescimento global entre 3% e 6% ao ano, puxado por terapias cada vez mais complexas e onerosas, não haverá espaço para decisões baseadas em promessas clínicas. O mercado exige provas de valor econômico. Produtos que não conseguem demonstrar impacto financeiro positivo tendem a perder relevância, mesmo sendo eficazes.

"Farmacoeconomia, portanto, não é apenas uma área técnica, mas uma mudança de mentalidade. Ela obriga a indústria a pensar além do laboratório e a dialogar com a realidade de quem precisa equilibrar orçamento, acesso e resultado. Quem aprende a traduzir eficácia em valor constrói relações mais sólidas com pagadores, amplia suas chances de incorporação e sustenta preços de forma legítima", finaliza.

 

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Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação

O diretor nacional da Prepara IA, descomplica conceitos e reforça a importância de alinhar a escolha acadêmica ao projeto de vida

21/02/2026 15h00

Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação

Saiba a diferença, pós e contras entre bacharelado e licenciatura para escolher a sua graduação Foto: Divulgação

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Decidir qual graduação fazer ainda é um dos maiores dilemas para jovens que estão ingressando no ensino superior. Para apoiar estudantes nesse momento decisivo, Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, explica, de maneira objetiva e acessível, as diferenças entre bacharelado e licenciatura, formatos de cursos que geram dúvidas para aqueles que buscam uma graduação para começar 2026 com o pé direito.  

“Muitos jovens escolhem a graduação sem ter clareza sobre as diferenças entre os formatos. Por isso, é importante considerar fatores como estilo de vida desejado, rotina profissional e objetivos de longo prazo para que a escolha seja segura e coerente com os sonhos de cada um”, revela Leonardo.

Sobre a escolha: 

Segundo o especialista, o bacharelado proporciona uma formação mais ampla, voltada para o mercado de trabalho e para múltiplas áreas de atuação, incluindo empresas, consultorias, indústria e pesquisa.

Os cursos desta categoria têm foco na teoria e prática da profissão escolhida, como Direito, Fisioterapia, Administração e Marketing. Uma das vantagens para quem opta por este tipo de graduação é ter mais vagas para atuação no setor público e privado, proporcionando mais empregabilidade no ambiente corporativo.

Já a duração dos cursos, que costumar ser de quatro anos, pode ser um ponto negativo para quem busca uma especialização mais curta. Outra desvantagem que pode ser destacada é a exigência de estudos complementares, como estágios obrigatórios e cursos extras.

A licenciatura:

A licenciatura tem como objetivo aprender para ensinar seu ofício em sala de aula, com disciplinas pedagógicas e estágio supervisionado que fortalecem a prática docente. Os cursos para esta modalidade variam entre Matemática, Física, Educação Física e Ciências Biológicas, por exemplo.

Para estudantes que querem se especializar em alguma área para ministrar aulas, como Psicologia e Pedagogia, é recomendado concluir pós-graduação ou mestrado após a conclusão da licenciatura.

No mercado de trabalho, quem opta por licenciatura encontra alta demanda em diversas redes de ensino, especialmente em STEM, que são carreiras em Física, Química, Tecnologia, Engenharia e Ciência.

Porém, uma das desvantagens deste tipo de formação é a limitação de atuação, que é destinada para a educação. Além disso, a competitividade de salários pode ser um ponto a ser analisado neste tipo de carreira.

“É necessário apoiar os jovens e adultos na construção de carreiras sólidas e alinhadas às novas demandas do mundo do trabalho. Quando o aluno compreende o que cada opção oferece, ele ganha autonomia para construir a própria trajetória. É essa visão de futuro que queremos estimular. Dessa forma, a Prepara IA conta com um portfólio robusto de cursos com metodologia de inteligência artificial para que o aluno saia de dentro da sala de aula preparado para os desafios do ambiente corporativo”, finaliza.

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