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Cinema B+: Em Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes.

Ator da série Billy the Kid é o melhor do filme que resgata a franquia que tem fãs apaixonados ao redor do mundo

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A escritora Suzanne Collins encontrou inspiração para escrever Jogos Vorazes (The Hunger Games) a partir de várias fontes e experiências pessoais, sendo a principal delas quando ela estava trocando de canal entre um reality show de competição e a cobertura da guerra no Iraque, reparando que a justaposição dessas duas imagens – jovens competindo por fama e fortuna e jovens lutando em uma guerra – combinavam perfeitamente em um futuro distópico.

Os livros viraram best-sellers, depois filmes e transformaram Jennifer Lawrence em uma estrela mundial. Tardiamente comento aqui sobre a prequela, Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes.

Com toda febre da franquia, foi uma jogada ousada da Lionsgate apostar em resgatar a origem da história do antagonista, Coriolanus Snow, interpretado primeiro por Donald Sutherland e agora por Tom Blyth, que esteve em The Gilded Age e está em Billy The Kid, com uma missão dolorosa de manter a franquia com apelo. Se não consegue, não é por falta de talento.

Entendendo os Jogos Vorazes

“Jogos Vorazes” alcançou sucesso pela combinação perfeita de vários fatores, sejam míticos ou atuais, explorando temas atuais e mundiais. Questões como como o poder absoluto pode corromper até o mais íntegro. Também discute como a mídia pode ser usada para manipular e controlar a percepção pública, como alguns são exemplos da resistência contra a tirania e claro, como a coragem e a determinação de Katniss (Lawrence) inspiram outros a se levantarem contra a opressão.

Além disso, a história retrata a disparidade entre os ricos e os pobres. Afinal, o Capitólio vive em luxo e extravagância, enquanto os distritos sofrem com a pobreza e a fome. Essa desigualdade é um motor central para o conflito na franquia.

Os “Hunger Games” (Jogos Vorazes) são um evento central da história que se passa na nação de Panem, que é composta por 12 distritos e a Capital. Os Jogos Vorazes são uma competição anual organizada pela Capital como uma forma de controle e opressão sobre os distritos. Funcionam assim:

Escolha dos Tributos:

Cada um dos 12 distritos deve enviar um tributo masculino e um tributo feminino, totalizando 24 participantes. Os tributos são escolhidos através de um sorteio conhecido como “colheita” (reaping).

Os tributos geralmente têm entre 12 e 18 anos de idade.

Preparação e Treinamento:

Após a colheita, os tributos são levados para a Capital, onde recebem treinamento em várias habilidades de sobrevivência e combate.

Eles também participam de entrevistas e eventos públicos para ganhar patrocinadores, que podem enviar suprimentos durante os jogos.

Cinema B+: Em Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes - Divulgação

Arena:

Os Jogos ocorrem em uma arena especialmente construída, que pode conter diferentes tipos de ambientes, como florestas, desertos ou montanhas.

A arena é cheia de perigos naturais e armadilhas criadas pelos “gamemakers” (criadores dos jogos).

Regras dos Jogos:

O objetivo é ser o último tributo vivo. Os tributos devem lutar entre si até que apenas um sobreviva.

Os gamemakers podem introduzir desafios adicionais, como criaturas perigosas ou desastres naturais, para acelerar o processo e manter o público entretido.

Patrocinadores e Suprimentos:

Durante os jogos, tributos podem receber ajuda de patrocinadores na forma de suprimentos, como comida, água, remédios ou armas. Esses suprimentos são enviados por paraquedas.

A Vitória:

O último tributo sobrevivente é declarado vencedor e recebe uma vida de conforto e riqueza. O distrito do vencedor também recebe suprimentos extras durante o ano seguinte.

Katniss antagoniza com o Presidente Snow

Na trilogia inicial, Katniss Everdeen, do Distrito 12, se voluntaria para tomar o lugar de sua irmã mais nova, Prim, que foi selecionada para os Jogos Vorazes. Junto com Peeta Mellark, ela enfrenta inúmeros desafios na arena, usando sua habilidade com arco e flecha e sua inteligência para sobreviver.

O carisma e destaque de Katniss são identificados pelo presidente de Panem, Corolianus Snow (Sutherland) como uma ameaça ao sistema e logo viram adversários diretos. Ela se torna o símbolo da rebelião contra o regime opressor de Snow, enquanto ele faz tudo ao seu alcance para manter seu controle sobre Panem e suprimir qualquer forma de insurreição.

Snow é um homem cruel, embora sutil. Ele tenta manipular Katniss de várias maneiras, utilizando ameaças e violência para controlar suas ações através de pessoas próximas a ela, como Peeta e sua família. Todos são usados como alavancas para garantir que ela se comporte de maneira que beneficie o Capitólio.

A relação deles é marcada por jogos psicológicos, com Snow tentado constantemente quebrar o espírito de Katniss, enquanto ela, mesmo enfrentando medo e dúvida, continua a resistir e a desafiar sua autoridade. A tensão entre Katniss e Snow culmina em uma batalha final pelo futuro de Panem. O confronto deles não é apenas físico, mas também ideológico, representando a luta entre liberdade e tirania.

Cinema B+: Em Jogos Vorazes: A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes - Divulgação

A história do vilão

Com a popularidade da história, surgiu a curiosidade de como Panem foi organizada e, em especial, como Snow chegou ao Poder. Isso tudo foi descrito no livro de 2020, A Cantiga dos Pássaros e das Serpentes que virou filme em 2024, com Tom Blyth no papel do jovem Snow, o jovem que crescerá para ser o malévolo interpretado por Donald Sutherland.

Há 60 anos, Coriolanus ainda não era um vilão, ao contrário, é um garoto de princípios que espera seguir os passos de seu estimado pai, que morreu durante a longa guerra que se seguiu à revolta dos distritos oprimidos contra o arrogante Capitólio. Hoje Snow é um estudante da Academia e vive de um passado da agora empobrecida família Snow.

Vivendo dificuldades com sua família, ele acompanha com ansiedade a décima edição anual dos Jogos Vorazes. porque precisa do dinheiro que será concedido ao vencedor. Isso porque como a audiência caiu, as apostas são mais altas do que o normal para inverter o desinteresse do público.

Snow é destacado para ser o mentor de uma cantora orgulhosa, uma espécie de “pré-Katniss”, Lucy Gray Baird (Rachel Zegler, de Amor Sublime Amor), que é indomável.

Lucy Gray Baird é a tributo do Distrito 12 e é conhecida por sua habilidade musical e sua personalidade cativante. Ela conquista todos com suas performances musicais, mas é uma jovem inteligente e ousada. Sua relação com Snow é complexa, e, claro, vital para como Snow será no futuro.

À medida que a trama se desenrola, Coriolanus desenvolve uma relação complexa com Lucy Gray e começa a questionar a natureza dos Jogos Vorazes e o papel que ele está destinado a desempenhar na sociedade de Panem, navegando por desafios pessoais e políticos. Entender sua juventude e suas motivações traz uma nova perspectiva sobre suas ações futuras. Aqui, o talento de Blyth é essencial.

Se Snow ainda não é o vilão, há outros. A cruel Dr. Volumnia Gaul (Viola Davis) e o irritante, ambíguo e igualmente cruel Reitor Highbottom (Peter Dinklage) confrontam e moldam Snow para ser o que saberemos o que será no futuro.

A história é tanto confusa para quem não leu os livros ou viu os filmes anteriores, com os easter eggs distribuídos ao longo da história. O que faz funcionar é justamente a atuação de Blyth, um ator que tem todo potencial para crescer ainda mais.

Como um jovem que tem ambições, que passou dificuldades e que quer de certa forma uma reparação, ele é mais vulnerável a tudo. Como sabemos seu futuro, é uma questão de tempo quando deixará de ser solidário ou fiel aos amigos. A virada, graças ao ator, é perfeita.

No entanto, a nova jornada da franquia ainda fica à sombra da falta da personalidade envolvente de Jennifer Lawrence. Ainda assim, se curtir o tema, o destaque é mesmo Tom Blyth.

Saúde

Médica da Capital dá dicas sobre como ter um envelhecimento saudável

"Um envelhecimento bem-sucedido está baseado em procurar o geriatra na quarta ou quinta década de vida", defende a médica Maria Fernanda Guerini, que preside a seção regional da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia

03/04/2025 10h30

A geriatra Maria Fernanda Guerini:

A geriatra Maria Fernanda Guerini: "Quero mostrar que envelhecer é natural e pode ser muito bom" Divulgação

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A geriatria é a especialidade médica que cuida das doenças associadas ao processo de envelhecimento. “Frente ao envelhecimento populacional, é uma especialidade fundamental para dar assistência a uma parte do processo de envelhecer”, afirma a médica paulista, radicada em Campo Grande, Maria Fernanda Guerini, de 38 anos.

Autoridade no assunto, a médica defende uma abordagem diferenciada da área médica que escolheu para se especializar, envolvendo o histórico e a biografia do paciente, assim como um diálogo intenso e permanente com familiares e cuidadores, e a recomendação para que as consultas com o geriatra façam parte da rotina de qualquer pessoa bem antes do que se imagina, já na casa dos 40 anos.

“Temos uma mudança de constituição corporal que se inicia aos 35 anos, e não tenho que te dizer que muda para melhor, pois não muda. Iniciamos nossa perda progressiva de massa muscular, e entender isso aos 40, 50 anos, pode mudar o seu 60+”, explica a médica, que preside a regional sul-mato-grossense da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG) e representa o Estado no congresso que a entidade realiza de hoje até sábado, em Belo Horizonte (MG).

Maria Fernanda graduou-se pela Faculdade de Medicina de Marília (SP), com residência no Hospital Israelita Albert Einstein (SP) e fellow (treinamento, aperfeiçoamento e especialização) em distúrbios cognitivos associado ao envelhecimento na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). Ela é casada com o radiologista Alexandre Curado Sobral Costa, com quem teve os gêmeos Maria Alice e Otávio, de seis anos, e conversou com o Correio B sobre o congresso da SBGG e envelhecimento saudável. Confira a seguir.

Como será a sua participação no Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia?

Como sou presidente da regional da SBGG, vou representar o estado de Mato Grosso do Sul em uma mesa redonda sobre Atualizações sobre Cognição e Distúrbios do Sono, com grandes nomes da geriatria e da neurologia. Estou animadíssima.

Como se pode definir a geriatria? 

É a especialidade médica que cuida das doenças associadas ao processo de envelhecimento. Frente ao envelhecimento populacional, é uma especialidade fundamental para dar assistência a uma parte do processo de envelhecer. Tem como bases as grandes síndromes geriátricas, as cinco Is: instabilidade para caminhar e quedas, incontinências, insuficiência cognitiva [demências], iatrogenias [efeitos colaterais de medicamentos ou tratamentos] e imobilidade [ficar acamado].

Todos esses processos envolvem pessoas que envelheceram e adoeceram no meio da sua caminhada e evoluíram com condições que tiraram de alguma forma sua independência ou autonomia. Claro, todos podem estar suscetíveis às doenças, mas hoje eu vejo a importância de se preparar para envelhecer. Acredito que hoje o caminho para se ter um envelhecimento bem-sucedido está baseado em procurar o geriatra antes dos 60 anos, talvez na quarta ou quinta década de vida, para atuarmos em hábitos modificáveis. 

O que seria um envelhecimento bem-sucedido?

Seria aquele em que, mesmo com doenças crônicas controladas, a pessoa passa os anos mantendo sua independência e autonomia, ou seja, a capacidade de cuidar de si e de tomar decisões por si mesmo. E essa ideia não tem relação com um número de idade específico.

O que traz de diferencial na sua abordagem da geriatria?

Minha abordagem envolve um atendimento que aborda os pilares de um envelhecimento bem-sucedido. Envolve falar sobre saúde física, saúde mental, cognição, capacidade funcional, estilo de vida e seus hábitos e histórico de doenças crônicas. Além disso, envolve o histórico e a biografia dessa pessoa, quem ela é, quem ela foi quando mais jovem e com quem ela se relaciona e quem está ao lado dela, pois tudo isso faz muita diferença em como vou elaborar o plano de cuidados. Outro diferencial da consulta é acolher os familiares e cuidadores, que são muitas vezes a parte das mãos, braços e pensamentos da pessoa idosa e também têm que estar envolvidos no cuidado.

A partir da perspectiva da geriatria contemporânea, o que pode e o que não pode o homem ou a mulher com mais de 50 anos?

O que pode ou não pode?... [risos]. Vamos lá, o que o não pode é achar que a genética é majoritariamente responsável por determinar sua forma de envelhecer. Ela corresponde a menos de 20% do processo. Os outros mais de 80% são suas escolhas, hábitos, o que você come, quanto você se movimenta ou o quanto você maneja seu estresse. Durante a consulta, tento mostrar para o paciente que ele é o protagonista do seu cuidado.

Para a maioria das pessoas, ainda parece estranho encarar o geriatra antes dos 40 anos? 

Eu acredito, sim, que uma pessoa com 40 anos deva passar pelo geriatra para entender o processo que o seu corpo está passando e vai passar. Temos uma mudança de constituição corporal que se inicia aos 35 anos, e não tenho que te dizer que muda para melhor, pois não muda. É quando iniciamos nossa perda progressiva de massa muscular, e entender isso aos 40, 50 anos, pode mudar seu 60+. Para as mulheres, esse processo é somado à menopausa, que somada às mudanças hormonais e às da constituição corporal, pode sim aumentar riscos de doenças.

Acredito que temos medo daquilo que não conhecemos. Talvez essa falta de conhecimento com o que acontece com nosso corpo com o passar dos anos seja um dos responsáveis pelo, entre aspas, medo de envelhecer. Ou talvez exemplos de envelhecimentos marcados pela dependência, doenças e limitações sejam mais comuns para a realidade brasileira. Isso seria uma das causas do etarismo ou do estigma da imagem da pessoa idosa como dependente e frágil.

Você tem se destacado ao trazer esses tópicos de um modo bem fundamento e prático. Mas como convencer as pessoas de que é necessário cuidar da, digamos, velhice anterior?

Por isso tenho como missão levar o assunto envelhecimento ao máximo de espaços possíveis, com informações de qualidade e baseadas em evidências científicas, para que mais pessoas entendam o mais cedo possível que é possível envelhecer bem, sem incapacidades e com qualidade de vida. Quero mostrar que envelhecer é natural e pode ser muito bom. Aprendo muito com meus pacientes diariamente.

O congresso: de casas inteligentes a novidades sobre demências

De hoje até este sábado, o 24º Congresso Brasileiro de Geriatria e Gerontologia (CBGG), principal evento da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), desenvolve o tema Envelhecimento e Tecnologia: Uma Parceria Entre Gerações, com discussões sobre o impacto da tecnologia na saúde, na assistência, na vida das pessoas idosas e na sociedade como um todo. Realizado no Minas Centro, em Belo Horizonte (MG), o congresso reunirá mais de quatro mil participantes.

De acordo com o geriatra e presidente da SBGG, Marco Túlio Cintra, o CBGG contará com as principais referências de cada área, incluindo palestrantes internacionais, que proporcionarão uma verdadeira imersão em diferentes temas relacionados à tecnologia e ao envelhecimento. “Tudo foi planejado com o máximo cuidado para que os visitantes possam ter a melhor experiência possível e, principalmente, adquirirem esse conhecimento fundamental”, explica.

Mais de 250 temas serão abordados, entre eles as inovações tecnológicas, que têm desempenhado um papel fundamental na melhoria da qualidade de vida da pessoa idosa, especialmente no que se refere às smarthomes, as chamadas casas inteligentes, e aos avanços no tratamento de condições como osteoporose, diabetes e obesidade. “Essas casas oferecem soluções que aumentam a segurança, a autonomia e o conforto dos idosos, pois dispositivos como fechaduras inteligentes e câmeras de segurança permitem que o morador controle elementos-chave da casa pelo smartphone, garantindo mais tranquilidade aos idosos e os familiares”, comenta a geriatra e diretora da SBGG, Alessandra Tieppo, ao explicar que os sensores de movimento, os detectores de fumaça e os sistemas de monitoramento de saúde integrados podem alertar cuidadores e familiares sobre qualquer problema. “Projetos-pilotos, como o uso de assistentes virtuais para melhorar a assistência domiciliar, têm sido implementados com sucesso, destacando a tendência de integração tecnológica nos cuidados com os idosos”, frisa.

Em relação às novidades nos tratamentos de osteoporose e diabetes, dra. Alessandra revela que estudos recentes indicam que medicamentos como a semaglutida, utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 e obesidade, podem estar associados à perda óssea, por conta da rápida perda de peso. No entanto, segundo ela, não há evidências conclusivas de que esses medicamentos são causadores diretos da osteoporose. “A Associação Americana de Diabetes [ADA] recomenda que pacientes com diabetes e baixa densidade mineral óssea considerem o uso de medicamentos antirreabsortivos e agentes osteoanabólicos para preservar a saúde óssea”, relata. 

Quanto à obesidade, ela explica que o manejo desse problema na população 60+ necessita de uma abordagem cuidadosa, já que a ADA destaca a importância de ajustar a terapia antidiabética em pacientes com sobrepeso ou obesidade, visando não apenas o controle glicêmico, mas a promoção da perda de peso saudável e sustentável. “O fato é que essas inovações tecnológicas e os avanços médicos podem transformar, de maneira significativa, a vida dos idosos, promovendo um envelhecimento com muito mais qualidade de vida”, afirma dra. Alessandra.

Situações difíceis e novos fatores de risco para demência; desafios da prática da direção veicular (como avaliar a hora de parar?); cuidados paliativos; nutrição e longevidade; quem são e como estão os idosos do Brasil; utilização da inteligência artificial na geriatria e na gerontologia; ambulatório para cuidadores; perspectivas do novo consenso de sarcopenia; população LGBTQIA+; as diferentes facetas da ansiedade; intervenções no estilo de vida para o tratamento de doenças neurodegenerativas e vírus sincicial respiratório são outros assuntos de destaque no CBGG.

Os trabalhos científicos também terão notoriedade. Profissionais e grupos atuantes em trabalhos acadêmicos e de natureza assistencial que envolvem aspectos de relevância para o envelhecimento submeteram seus estudos para avaliação e, durante os três dias, vão expô-los aos visitantes. Os três primeiros colocados de cada categoria dos temas livres de geriatria e gerontologia serão premiados (valores de R$ 2,5 mil a R$ 10 mil).

De acordo com a geriatra e diretora científica da SBGG, Ana Cristina Canêdo, o nível dos trabalhos enviados superou as expectativas e a comissão teve bastante trabalho para eleger os melhores para serem apresentados ao público. “Isso reforça que os profissionais estão cada vez mais preparados para atuar com as questões ligadas ao envelhecimento e, acima de tudo, enxergam o CBGG como o principal congresso da especialidade”, afirma.

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Diálogo

"o tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada"

Confira a coluna Diálogo desta quinta-feira (03/04)

03/04/2025 00h01

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Martha Medeiros escritora brasileira

"O tempo não cura tudo. Aliás, o tempo não cura nada,  o tempo apenas tira o incurável  do centro das atenções”.

FELPUDA


A esquerda está divulgando a narrativa de que as pessoas que se encontram presas, por conta do ato conhecido como 8 de Janeiro, não teriam, em sua maioria, aceitado acordo de pagar multa de R$ 5 mil e ficar dois anos sem interagir nas redes sociais. Essa manifestação é contra a proposta 
de anistia. Para os esquerdistas, seria melzinho na chupeta se admitissem, mas o fato é que, se os acusados aceitassem, estariam confirmando participação em uma “tentativa de golpe”, história essa que divide opiniões. Vale aqui lembrar o antigo ditado: “Pimenta nos olhos dos outros é refresco...”.

Solidariedade  


Até o dia 15, o Núcleo de Práticas Jurídicas da Faculdade Anhanguera de Dourados estará promovendo uma campanha de doação de água mineral em benefício da reserva indígena Jaguapirú.


Mais


A reserva indígena Jaguapirú abriga diversas famílias que enfrentam desafios diários relacionados ao acesso 
a recursos básicos, como água potável. Diante dessa realidade, a campanha surgiu como um gesto de solidariedade.

Divulgação

O tuiuiú será a ave-símbolo do Pantanal de Mato Grosso do Sul, assim como é no Estado de Mato Grosso. 
Projeto nesse sentido foi aprovado pelos deputados estaduais. Conforme a proposta, esse reconhecimento contribuirá para aumentar a conscientização sobre a necessidade de preservar o Pantanal e suas espécies, promover a identidade cultural e ambiental sul-mato-grossense, fortalecer o turismo sustentável com ênfase na observação de aves e apoiar políticas públicas e iniciativas privadas de conservação ambiental. A iniciativa é de autoria do parlamentar Junior Mochi.

 Clotilde Ribeiro e Emanuele

 

André Marques

Banho-maria 


Em sua peregrinação para sobrevivência, o PSDB nacional está conversando com 
o Republicanos para uma possível incorporação, depois de ter feito tratativas com o PSD. 
Mas em MS já se nota integrantes das hostes tucanas fazendo muxoxos, por um motivo ou outro. Por enquanto, está tudo em banho-maria. Tucanos de bicos mais afiados no ninho não estariam tendo os mesmos pensamentos da cúpula nacional. Portanto...

Prazo


Conforme previsões de políticos com os pés no chão, a batida de martelo sobre federação, fusão ou incorporação de partidos deverão ocorrer apenas em maio. As conversações andam consumindo muito cafezinho, porque o que está em jogo é muito interessante para as partes, como fundo partidário, tempo 
de rádio e TV. Porém, há o principal e que estraga qualquer tipo de entendimento: quem é que vai mandar em quem.

Festival


O atendimento das demandas de parlamentares no Orçamento deste ano deverá subir de R$ 50,4 bilhões para R$ 58,4 bilhões. Acordo feito entre os parlamentares e o governo elevou o valor 
por meio de dotações do Executivo para despesas não obrigatórias (RP2) e para o Programa 
de Aceleração do Crescimento (RP3). Ou seja: o governo deverá atender essas demandas que não foram incluídas nas emendas parlamentares individuais (RP6), de bancadas estaduais (RP7) 
e de comissões (RP8).

Aniversariantes

Maria Elena Selli Rizkallah,
Paulo Domingos Chaves dos Santos, 
Sônia Chinzarian Miguel, 
Flávio Luiz de Andrade,
Janaína Loureiro,
Dr. Luiz Carlos Santini, 
Martina Santos Gomes da Silva,
Olívio Zago, 
Antonio Teles de Alencar,
Benedito Reinaldo da Silva Correa,
Luiz Mario Pereira Leite,
Maria Tavares,
Paulo Henrique Antello e Silva,
Giancarlo Luiz Vicente Guidoni,
Eduardo Zinezi Duque,
Elizete Aparecida Cáceres Barbosa,
Inara Rodrigues Gomes,
Paulo Miranda de Barros,
Vagner Weber Colman,
Perla Lilian Delgado, 
Reinaldo Rios Ossuna,
Willian Fernandes Cardoso,
Fernanda Franco Pedrossian, Zilmara Bandeira Vasques,
Shirley Cheres da Silva,
Alexandre Marques,
Sergia Cristiane Tokunaga 
de Figueiredo Zandomine,
Rosildo Barcellos Júnior,
Nelson Otávio Lopes dos Santos, 
Laura Elena de Almeida Stephanini, 
Flávio Arakaki,
Barbara Martins Cardoso,
Aparecido de Souza Caminha,
Manoel Félix Câmara,
Elizabeth Muniz de Oliveira, 
Marcos Fernandes Martins,
Rosane Alves de Oliveira,
Valdir Andreatta,
Nívia Nunes,
Rosana Aparecida Espíndola Jordão,
Américo Paula Nantes,
Ricardo Mansour,
Péricles Corrêa Fagundes,
Joanna D´Arc de Paula, 
Dr. Luiz Roberto Rodrigues,
Mariza Elizabeth Almeida 
Sales Abrão, 
Marise Aparecida Anderson 
Borba Leite,
Maria Lopes Rodrigues,
Maria Antonieta Tomazelli,
Elenice Murad Alvarenga,
Paulo Ataul Bopp,
Elizabeth Ferreira da Silva,
Lilian Jacques,
Reinalda Dias,
Edson Espíndola Cardoso,
Iracema Marques Martins 
de Arruda,
Laís Aparecida Machado,
Rita Franco Santos,
Karolina Leite dos Santos,
Ana Claudia Vieira,
Sandra Ferreira,
Luiz Cláudio Vieira,
Moacir de Oliveira Flôres,
Luis Toshiaki Shimizu,
Diana Carolina Martins Rosa, 
Júlio César Rios Midon, 
Alba Lúcia Freitas,
José Antônio Corrêa de Lima,
João Mário de Souza,
Clenir Carvalho Silva,
Lidiane de Jesus Chaves,
Adriana Pereira,
Margaret Rocha Campos,
Ilidia Gonçales Velasquez, 
Geny de Pedro,
Mariana Rocha Nimer Teixeira, 
Daniel Pinheiro da Fonseca,
Fábio de Oliveira de Souza,
Lincoln Carvalho de Oliveira,
Alipio Ferreira da Silva,
Elizabeth Belloc,
Orivaldo Martins,
Mauricio Luis Tiguman,
Ana Paula Jorge Lima,
João Ney dos Santos Ricco, 
Magda Lima Mendes,
Julieta Anache,
Giuliana Lima Lopes de Medeiros, Pedro Henrique Vilela da Silveira,
Claíza Lima do Amaral,
Luiza Paula Ortiz Gomes Cardoso,
Moira Lopes Rodrigues,
Josemar Carmerino dos Santos,
José Luis Faco Junior,
Heyllen Araujo dos Santos Mundim,
Mituru Kaminagakura,
Janieire Carrelo de Carvalho,
Gilberto Luiz Martinovski,
Ana Paula Iung de Lima,
Ericléier da Silva Alves,
Jari Alves Correa,
Tiago da Cruz Croda,
Verônica Rodrigues Martins,
Márcia Scarabel de Paiva,
Denise Aparecida Tosta,
Guiherme Affonso Escobar Vieira.
colaborou tatyane gameiro
 

 

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