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Comportamento B+: Jovens miram 2026: 10 dicas para ingressar no mercado de trabalho

Qualificação profissional, domínio de IA e preparação antecipada ganham força na disputa por oportunidades neste ano

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A chegada de 2026 promete um mercado de trabalho ainda mais competitivo e dinâmico, especialmente para jovens em busca do primeiro emprego.

Para apoiar esse público, Leonardo Andreoli, diretor nacional da Prepara IA, reuniu 10 dicas práticas para quem quer começar o ano preparado, combinando qualificação profissional, desenvolvimento de habilidades comportamentais e conhecimentos em Inteligência Artificial, área que já influencia praticamente todos os setores da economia.

A participação da geração Z no mercado de trabalho deve crescer rapidamente e chegar a 58% da força laboral global até 2030, de acordo com dados do Fórum Econômico Mundial. O avanço desse grupo muda o foco das empresas e intensifica a competição por talentos em um cenário cada vez mais digital e influenciado por transformações culturais.

Esse movimento tem orientado políticas de atração e retenção, além de ampliar a necessidade de compreender em profundidade quais são as expectativas e motivações desses profissionais.
 
Entre os fatores que moldam a relação dos jovens com suas carreiras, destaca-se a busca por evolução constante.

Hoje, 86% deles afirmam que suas escolhas profissionais estão diretamente ligadas às chances de crescimento e aprendizado dentro das organizações. Programas de capacitação contínua, acesso a mentorias e caminhos de desenvolvimento bem definidos são elementos considerados essenciais por essa geração.

1. Monte um currículo claro e atualizado
Organize suas informações, priorizando competências, cursos e experiências. Para quem não tem vivência profissional, incluir atividades escolares, voluntariado e projetos pessoais faz diferença.

2. Entenda os fundamentos da Inteligência Artificial
Mesmo quem não deseja seguir carreira em tecnologia precisa conhecer conceitos básicos de IA. Compreender como essas ferramentas funcionam e como podem apoiar o trabalho aumenta a produtividade e melhora a capacidade de resolver problemas.

3. Aprenda a usar ferramentas de IA no dia a dia
Além da teoria, dominar aplicativos e plataformas de IA que auxiliam em organização, escrita, cálculos e pesquisa já é um requisito valorizado por empresas que aceleraram a digitalização.

4. Invista em cursos profissionalizantes
A formação técnica segue como um diferencial importante para quem busca o primeiro emprego. Além de desenvolver habilidades práticas, cursos profissionalizantes apresentam rotinas reais do mercado e demonstram iniciativa aos recrutadores.

5. Construa um portfólio, mesmo sem experiência
Participar de cursos, desafios online, trabalhos voluntários ou criar pequenos projetos pessoais ajuda a demonstrar habilidades e reúne evidências práticas de aprendizado.

6. Estabeleça metas de estudo para 2026
Planejar o ano com antecedência auxilia na disciplina e no foco. Nós, da Prepara IA, recomendamos organizar um cronograma mensal com cursos, leituras e objetivos profissionais.

7. Desenvolva competências socioemocionais
Habilidades como comunicação, trabalho em equipe, organização e resiliência continuam entre as mais buscadas pelas empresas. Cursos, atividades extracurriculares e projetos colaborativos contribuem para amadurecer essas competências.

8. Participe de eventos, workshops e feiras de carreira
Esses ambientes oferecem contato direto com empresas, ajudam a entender tendências e ampliam a rede de contatos, um elemento essencial para quem está começando e busca ingressar no mercado de trabalho.

9. Pesquise sobre os setores que mais contratam
O mercado passa por mudanças rápidas. Conhecer áreas aquecidas, como tecnologia, logística, varejo e serviços, ajuda a direcionar sua qualificação e suas candidaturas.

10. Use plataformas de empregabilidade para começar a aplicar
Sites e aplicativos de vagas facilitam o acesso às oportunidades. Criar perfis completos e enviar candidaturas regularmente contribui para treinar o olhar do candidato e aumentar as chances de contratação.

“Combinando qualificação, domínio de novas tecnologias e preparação antecipada, os jovens podem iniciar 2026 mais competitivos e bem-posicionados para aproveitar as oportunidades em um mercado em constante transformação”, finaliza Leonardo Andreoli.

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EUA: Trump critica show de Bad Bunny no intervalo do Super Bowl após cantor exaltar imigração

Bad Bunny cantou e falou em espanhol durante a maior parte do show

09/02/2026 22h00

Bad Bunny, cantor de Porto Rico

Bad Bunny, cantor de Porto Rico Foto: Divulgação

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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, criticou na noite do domingo, 8, o show de intervalo do Super Bowl, no qual o cantor porto-riquenho Bad Bunny fez críticas à repressão contra os imigrantes. "Absolutamente terrível", opinou.

"O show Não faz sentido, é um insulto à Grandeza da América e não representa nossos padrões de Sucesso, Criatividade ou Excelência", disse o presidente, em publicação na rede Truth Social.

Bad Bunny cantou e falou em espanhol durante a maior parte do show. "Ninguém entende uma palavra do que esse cara está dizendo", disse Trump, que considerou a apresentação um "tapa na cara" do país.

Trump ainda atacou a imprensa pelo elogios ao artista e a Liga Nacional de Futebol (NFL) pela promoção do evento.

Em outra publicação, o presidente americano projetou que o Dow Jones atingirá os 100 mil pontos por causa da política tarifária que estabeleceu desde o ano passado. 

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SAÚDE

Nutricionista defende abordagem que une corpo, mente e emoções para tratar desequilíbrios hormonais

A nutricionista Luanna Caramalac defende uma abordagem que une corpo, mente e emoções para tratar desequilíbrios hormonais, endometriose, candidíase e outras condições femininas desde a raiz

09/02/2026 09h00

Uma boa refeição deve incluir fonte de proteína, variedade de folhas e legumes, e carboidrato de baixo índice glicêmico

Uma boa refeição deve incluir fonte de proteína, variedade de folhas e legumes, e carboidrato de baixo índice glicêmico Divulgação

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Em um mundo onde a palavra “dieta” carrega consigo um fardo de restrições, culpa e padrões inatingíveis, surge uma nova perspectiva, profunda e acolhedora, para cuidar da saúde feminina. É a nutrição integrativa, um olhar que enxerga a mulher em sua totalidade – bioquímica, emocional e subjetiva – para tratar não apenas sintomas, mas a origem dos desequilíbrios.

Uma boa refeição deve incluir fonte de proteína, variedade de folhas e legumes, e carboidrato de baixo índice glicêmicoLuanna Caramalac, nutricionista - Foto: Divulgação

Para desvendar os pilares dessa abordagem transformadora, o Correio do Estado conversou com a nutricionista Luanna Caramalac, referência em nutrição clínica e integrativa feminina.

Luanna detalha como a alimentação pode ser a mais poderosa aliada da mulher em todas as suas fases, da adolescência à menopausa, e como construir uma relação pacífica e sustentável com a comida.

Ela abordou desde condições específicas, como endometriose, lipedema e desregulação hormonal, até os cuidados fundamentais com o microbioma intestinal – peça-chave, segundo ela, para a saúde como um todo.

Logo de início, Luanna deixa claro que a nutrição feminina é um universo à parte. “A nutrição feminina é totalmente focada na prevenção e no cuidado integral da saúde da mulher, considerando suas particularidades hormonais, emocionais e metabólicas”, explica.

Não se trata apenas de contar calorias ou seguir modismos. É uma ciência que atende desde quem busca qualidade de vida até quem enfrenta doenças crônicas complexas.

O diferencial está na abordagem integrativa. “Olhamos para o corpo, a mente e a dimensão emocional e espiritual, não no sentido religioso, mas na forma como essa mulher se conecta consigo mesma, com suas crenças e com seu propósito”, descreve. 

O processo investigativo é minucioso: “Avaliamos desequilíbrios físicos, hormonais e emocionais para tratar a raiz do problema, sempre de forma personalizada”.

“COMIDA PROIBIDA”

Um dos maiores desafios, especialmente em uma sociedade que impõe padrões estéticos rígidos, é construir uma relação saudável com a comida. Luanna é taxativa ao criticar o conceito de proibição.

“O conceito de ‘comida proibida’ é perigoso, porque tudo o que é proibido tende a gerar mais desejo. Na nutrição integrativa, não trabalhamos com permissão ou proibição, mas com consciência e individualidade”.

A pergunta-chave, portanto, muda radicalmente. “A pergunta não é ‘posso ou não posso?’, e sim ‘isso está sendo bom para o meu organismo neste momento?’”.

Ela reforça a ideia de fases da vida, onde necessidades mudam. “Cada fase da vida exige estratégias diferentes. Nada, de forma isolada, estraga ou resolve tudo. Por isso, a personalização é essencial para construir uma relação leve, sustentável e gentil com a comida”.

EQUILÍBRIO HORMONAL

Desequilíbrios hormonais são uma queixa quase universal. Para regulá-los, Luanna aponta a alimentação anti-inflamatória como base. “O equilíbrio hormonal depende de uma alimentação rica em vitaminas do complexo B, zinco, vitamina D, magnésio, boas gorduras e fibras”.

No entanto, há um herói pouco celebrado nessa história: o intestino. “É fundamental cuidar do intestino, que funciona como um órgão endócrino, produzindo hormônios e neurotransmissores. Regular insulina, cortisol e hormônios sexuais passam, necessariamente, por um intestino saudável e por um padrão alimentar equilibrado”.

Seja na tensão pré-menstrual, na perimenopausa ou na menopausa, a nutrição oferece suporte. A especialista alerta para um erro comum: achar que todo desequilíbrio exige reposição hormonal imediata. “Muitas vezes, o ajuste nutricional já promove grandes resultados”.

Novamente, os pilares se repetem: vitaminas do complexo B, zinco, vitamina D e, sobretudo, o cuidado intestinal. “A modulação da microbiota influencia diretamente os hormônios. O foco deve ser sempre na causa do problema, não apenas no sintoma, para que o tratamento seja realmente eficaz”.

DOENÇAS INFLAMATÓRIAS

> Endometriose

Para condições com forte componente inflamatório, como a endometriose, a dieta torna-se uma ferramenta terapêutica de primeira linha. “Alimentos como cúrcuma, gengibre, alecrim, louro, beterraba e compostos ricos em flavonoides e antioxidantes são grandes aliados”, enumera Luanna.

Por outro lado, ela é enfática sobre os vilões: “Açúcar, álcool, cafeína, farinhas brancas e frituras tendem a piorar o quadro, por serem altamente inflamatórios”. O mesmo raciocínio, ela destaca, vale para o lipedema, miomas e a síndrome dos ovários policísticos.

Candidíase

Luanna traz um insight crucial sobre a candidíase de repetição: “A candidíase começa no intestino. Muitas vezes, está associada à presença de metais pesados, que favorecem a formação de biofilmes do fungo. Por isso, é importante trabalhar a desintoxicação, o equilíbrio intestinal e a personalização alimentar”.

E o açúcar, aqui, tem seu conceito ampliado. “Não nos referimos apenas ao doce, mas a tudo que se transforma em glicose no corpo, como farinhas brancas, pães, massas e arroz refinado”. Café, álcool e alimentos cítricos também podem ser agravantes, dependendo do caso.

> Lipedema

Condição dolorosa e mal compreendida, o lipedema exige uma abordagem nutricional específica. “A abordagem nutricional precisa ser individualizada, mas, de forma geral, envolve uma alimentação anti-inflamatória, com redução de açúcar, álcool, café e farinhas refinadas”, orienta.

“O foco não é apenas emagrecimento, mas redução da inflamação, do desconforto e melhora da qualidade de vida”.

SUPLEMENTAÇÃO INTELIGENTE

Deficiências de vitaminas D, ferro e B12 são comuns, mas sair suplementando por conta própria pode ser um tiro no escuro. “Antes de suplementar, é fundamental avaliar a capacidade de absorção do organismo. Muitos pacientes tomam suplementos sem ter um intestino saudável, o que gera desperdício”.

“Em casos como vitamina D, ferro e B12, muitas vezes a alimentação sozinha não é o suficiente. A suplementação é necessária, mas só funciona quando o intestino está preparado para absorver os nutrientes corretamente”.

ANTI-INFLAMATÓRIOS NATURAIS

Para combater a inflamação crônica de baixo grau, a base de muitas doenças, Luanna prescreve simplicidade. “O principal é priorizar comida de verdade, alimentos in natura, legumes, verduras, folhas, boas fontes de proteína e carboidratos de baixo índice glicêmico. Evitar ultraprocessados é essencial”, afirma.

Uma boa refeição deve incluir fonte de proteína, variedade de folhas e legumes, e carboidrato de baixo índice glicêmico

Dois hábitos são coroados pela nutricionista como fundamentais: “A hidratação adequada, cerca de 35 ml por quilo de peso, e o cuidado com a saúde emocional fazem toda a diferença, já que o estresse impacta diretamente os hormônios e o intestino”.

Como exemplo prático de uma refeição completa para a saúde feminina, Luanna sugere:

“Um almoço completo pode incluir uma boa fonte de proteínas, como ovos ou peito de frango, que possuem alto valor biológico. Adicionar três tipos de folhas, como alface, couve e agrião, garante ferro, vitamina C, zinco e magnésio. Incluir legumes como beterraba, cenoura, quiabo ou chuchu contribui para hidratação e controle da retenção. Para o carboidrato, boas opções são batata-doce, mandioca ou mandioquinha, por terem baixo índice glicêmico. Esse conjunto favorece o equilíbrio hormonal, a energia e a saúde geral”.

AUTOCONHECIMENTO

Para a mulher que quer iniciar essa jornada, a mensagem é de olhar para dentro. “O primeiro passo é olhar para o próprio corpo com mais consciência e buscar entender sua individualidade. Isso inclui cuidar do intestino, da alimentação básica, da hidratação e das emoções antes de pensar em dietas restritivas ou suplementação. Procurar um profissional que avalie o organismo como um todo e monte uma estratégia personalizada é fundamental para iniciar esse processo com segurança e resultados duradouros”.

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