Correio B

DIÁLOGO

Confira a coluna Diálogo, na íntegra, desta segunda-feira, 12 de Dezembro de 2022

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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ARTUR DA TÁVOLA ESCRITOR BRASILEIRO

O doloso na política é que, nela, ninguém procura se ampliar na direção do melhor do outro, e sim reduzi-lo à dimensão menor de quem julga”.

FELPUDA

Órgão considerado “cabidaço” poderá, na nova administração estadual de MS, ser enquadrado para que realmente a tchurminha por lá decida trabalhar para valer.

Nos bastidores, ouve-se que uma nova dinâmica deverá ser implementada, estabelecendo, inclusive, medidas para jogar por terra todas as barreiras erguidas por alguns dos “barnabés”.

Uma delas seria o remanejamento, mediante decreto, para outros setores da máquina administrativa.

Quer mais

Diplomação Depois de “se oferecer” e até pedir apoio à dirigente nacional do seu partido, político derrotado nas últimas eleições enfim conseguiu conquistar lugarzinho ao sol em Brasília.

Mas, pelo jeito, ainda não se mostra contente, pois agora está em outra empreitada: a de conquistar espaço no futuro primeiro escalão do governo federal.

Diplomação

Marcada para o dia 19 de dezembro, às 19h, no Ondara Palace, a realização da solenidade de diplomação dos eleitos em Mato Grosso do Sul.

Na ocasião, governador, vice-governador, senadora e deputados federais e estaduais receberão seus diplomas do TRE-MS.

A Catedral da Sé e o Mosteiro São Bento, em São Paulo, estão promovendo brunchs, unindo gastronomia, história e cultura.

O Brunch na Catedral é assinado por um chef diferente a cada mês, oferecendo buffet livre. O programa inclui, ainda, apresentação de música clássica e passeio guiado por ambientes exclusivos da catedral, com direito a visitar espaços onde os bispos se reúnem e, ainda, a subir até a cúpula, para uma visão panorâmica. Já o Mosteiro São Bento, imponente construção secular, abre suas portas, normalmente, todos os últimos domingos do mês para o Brunch no Mosteiro.

O cardápio é feito pelos monges e chefs renomados. O programa acontece após a missa dominical e conta com música ao vivo e tour guiado pelo local. Os eventos têm os lucros revertidos para as igrejas e suas obras sociais

Kariny Leilin Mamede Oliveira Foto: Kariny Leilin Mamede Oliveira 

Foto: Luisa Possi

“Escanteio”

Mudança Sequelas Lista com algumas assinaturas teria sido engavetada, pois a articulação esbarrou em reações e tudo acabou em frustrações.

Isso é o que se comenta nos bastidores políticos, e quem seria o responsável em promover a tal ação estaria amargando o caminho da solidão.

Dizem que, no mover das pedras, o dito-cujo ficará fora do tabuleiro. Ao que tudo indica, o time não teria combinado com, digamos, “quem de direito”.

Mudança

Caso se intensifiquem as articulações políticas em nível nacional, a deputada federal e senadora eleita Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias poderá deixar o PP e se filiar ao PL, partido do presidente Jair Bolsonaro e que, a partir de 2023, passará a ter maioria naquela Casa (14 parlamentares).

A ideia é lançá-la candidata à presidência do Senado para fazer frente principalmente a candidatos que têm apoio da esquerda.

A troca de legenda por um senador é permitida, pois para cargos majoritários não se aplica a exigência da janela partidária.

Sequelas

Os efeitos das eleições gerais continuarão por um bom tempo ainda, segundo políticos mais antenados. Postos de comando nas administrações estadual e municipal não deverão favorecer quem, porventura, tenha ligação com adversários políticos, incluindo também ex-aliados.

Como escreveu Montesquieu: “Um homem não é infeliz porque tem ambições, mas porque elas o devoram”.

ANIVERSARIANTES

Alberto Leonel de Paula e Manna,

Dra. Liborina Tereza Rosa Pires Souza,

Grazielle Salgado Machado,

Vanessa Rodrigues Feitosa Pavan,

Márcia Raquel Rolon,

Ednaldo Aparecido dos Santos,

Hadydee Alvarenga da Silva,

Helder Gonzaga Coelho,

Jeferson Almeida Ferreira,

Sidnei Iano Shiroma,

José Estefano Ferraresi,

José Bijos Júnior,

Armando Paiva,

Osamu Sakai,

Dr. Emerson Cafure,

Moises Mancebo Manhães Junior,

Jefferson de Faria Molina,

José Ricardo Sartori Dib,

Ronaldo da Rosa Miranda,

Jeferson Medina Jara,

Carlos Alberto Bento,

Edison Ferreira de Araujo,

Nathália Poiatt,

Emerson Ottoni Prado,

Antônio Perez Carvalho,

Rubens Freire Marinho,

Dra. Marialda Goulart de Almeida Pereira,

Vanessa Cavalcante Stefanello,

Ângelo Maria Mônaco,

Terezinha Aparecida Batista da Silva,

Roselene Borgo Monteiro,

Aldory Trevisol de Oliveira,

Clemilson Alexandre Siqueira da Silva,

Ademar Cristiano Estivel,

Rayssa Nacasato,

Alexandre Cesar Gonçalves dos Santos,

Elisangela Ribeiro de Queiroz Paiva,

Ronaldo Cunha,

Luzinete Balan,

Thammy Saruwatari Yamaki,

Walter Flôres,

Dra. Aparecida Afif El Ossais Vila Maior,

Mariangela de Lorenzo, Antonio Nunes da Cunha,

Thaís Martins,

Silvia Luiza Fernandes Duarte,

Mário Fumio Oshiro,

Sandra Maria Marconcini,

Samir José da Silva,

Silvio Souza Júnior,

Mayara Barros Pagani,

Agnólia Jesus de Assis,

Silvio Agueda de Souza,

Marisa Leite,

Erton Fonseca,

Antônio Natal Santoro,

João Monteiro de Almeida,

Thales Mariano de Oliveira,

Clotilde Barbosa Ferreira,

Sulei Garcia da Costa,

Teresa Pimentel,

Renato Gianini,

Marisa Barbosa Lima,

Dr. Gabriel Annes Nunes da Cunha,

Jorge Alberto dos Santos Souza,

Nobuko Ayabe,

Francisco Luiz Sisti,

José Carlos Bonalum,

Maria Helena Belalian,

Nair Luriko Okamoto,

Marco Aurélio Alencar,

Francisco José Machado,

Manoel Sérgio da Silva,

Wilson de Lima, Paulo Sérgio Fontoura,

Neuza dos Santos Rocha,

Francisca de Souza,

Belchior Batista Almeida,

Antônio Alves de Freitas,

Sueli de Azevedo Gonçalves,

Jesaias Marques,

Edna Melo Costa Quintana,

Amélia Marcelino Vieira,

Agostinho Lescano,

Antônia Aracy da Neves,

Jairo Vinicios de Oliveira,

Lu Bigatão,

Carolina Lopes Brandão,

Sebastião da Rocha Braga,

Nadir Camargo Alves,

Veraci Florize Oliveira Soares,

Julio Cezar Braga,

Marcos Augusto de Souza,

Antônio Confortini,

Candido Burguez de Andrade,

Cicero Vieira Cavalcante Filho,

Elly Roberto de Oliveira Júnior,

Léo Figueiredo Dauzacker,

José Edino do Amaral,

José Lopes de Souza,

Adans de Ross Anesi,

Mariel Mariano Pereira,

Ana Laura Nunes da Cunha,

Marcio José Wolf,

Natalia Fernandes Veroneze,

Wilson Amorim de Paula Junior.

bons hábitos & autodesenvolvimento

Aulas de teatro vão muito além da arte e contribuem para uma boa saúde

Da timidez à descoberta de novas habilidades, aulas de teatro trabalham comunicação, criatividade, expressão corporal, convivência e autoconfiança

21/09/2026 09h00

 O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos

O processo teatral envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação, ferramentas que contribuem para as habilidades sociais dos alunos Divulgação

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Para algumas pessoas, fazer teatro começa com o desejo de subir ao palco. Para outras, nasce da curiosidade, da vontade de conhecer novas pessoas ou até da necessidade de enfrentar uma dificuldade.

Há quem procure as aulas para melhorar a comunicação, quem queira desenvolver a expressão corporal e quem simplesmente esteja em busca de uma atividade diferente.

O que acontece depois, porém, muitas vezes ultrapassa o objetivo inicial.

Durante uma aula de teatro, decorar e interpretar um texto são apenas algumas das etapas de um processo que envolve jogos, improvisações, exercícios de expressão corporal, criação de personagens, observação, escuta e interação.

Aos poucos, o participante é colocado diante de situações que exigem presença, criatividade e disposição para experimentar – inclusive quando existe vergonha ou medo de errar.

É nesse processo que o teatro pode se tornar uma ferramenta que vai além da formação artística.

As habilidades trabalhadas em cena podem aparecer em situações cotidianas, como uma apresentação na escola ou na faculdade, uma entrevista de emprego, uma reunião de trabalho, uma conversa com desconhecidos ou simplesmente na maneira como alguém passa a perceber o corpo e a se relacionar com outras pessoas.

“Eu não acredito que todo mundo que faz teatro precisa querer ser ator”, afirma Daniel Smidt, diretor da Escola e Companhia de Teatro (Adote), que atua há 25 anos em Campo Grande.

Para ele, cada aluno pode encontrar na experiência uma transformação particular.

“Cada pessoa pode encontrar uma coisa diferente aqui. Pode ser a coragem para falar, a confiança para se posicionar, a capacidade de trabalhar em grupo, a criatividade ou simplesmente a liberdade de ser quem é”, afirma.

O PRIMEIRO APRENDIZADO

A comunicação é uma das primeiras habilidades que podem ser percebidas no trabalho teatral. No palco, não basta saber o que dizer: é preciso pensar em como aquilo será dito, compreender o espaço, perceber quem está ouvindo e utilizar voz, corpo e expressão para transmitir uma ideia.

Esse exercício pode ser levado para fora da sala de aula.

Falar diante de outras pessoas, sustentar uma opinião, apresentar um trabalho ou participar de uma conversa exigem, em diferentes níveis, algumas dessas mesmas ferramentas. O teatro permite que o aluno experimente essas situações em um ambiente de aprendizagem, no qual errar também faz parte do processo.

Daniel conhece essa transformação por experiência pessoal.

“Eu também já fui uma pessoa tímida. O teatro foi me dando ferramentas para me expressar, para me comunicar, para olhar para o outro e também para me enxergar de uma maneira diferente. Quando olho para quem eu sou hoje, percebo o quanto tudo aquilo que aprendi através da arte contribuiu para a minha vida”, reflete o diretor.

O CORPO FALA

Outro aspecto trabalhado no teatro é a expressão corporal. Antes mesmo de uma pessoa dizer qualquer palavra, sua postura, seus movimentos e sua maneira de ocupar um espaço podem transmitir informações.

Perceber isso ajuda o aluno a desenvolver consciência sobre o corpo. Em cena, ele precisa compreender como determinado movimento contribui para a construção de uma personagem ou para a comunicação de uma situação. Fora dela, essa percepção pode ajudar na forma como se posiciona e se expressa.

A estudante Charlie Budib, de 19 anos, chegou ao teatro justamente buscando enfrentar a timidez e se sentir mais segura para se expressar. A recomendação partiu de sua psicóloga e a identificação com as artes ajudou a transformar a sugestão em experiência.

“Eu buscava me abrir mais para as pessoas. Conseguir falar melhor em público, me desafiar, sair da zona de conforto. Me sentir mais segura em me expressar”, conta.

Depois das aulas, ela percebe mudanças inclusive em situações que não têm relação direta com o palco.

“O teatro mudou bastante o jeito que eu ajo. Eu me sinto muito mais tranquila sobre a minha expressão corporal no dia a dia. Coisas que antes eu não conseguiria dizer ou fazer agora são muito mais simples”, diz.
Para Charlie, a sala de aula também se tornou um espaço de segurança para experimentar.

“É um ambiente que eu me sinto acolhida. Eu posso acertar ou errar, mas no final, a gente sempre bate palmas um para o outro. Todo mundo está sempre evoluindo e se ajudando. É um lugar que eu posso realmente me soltar”, afirma.

A ARTE DO IMPROVISO

Quem nunca fez teatro pode imaginar que a atividade depende principalmente da memorização de textos. Mas a preparação de um ator envolve muito mais do que decorar falas.

Improvisações e jogos teatrais fazem parte do processo justamente porque colocam os participantes diante do inesperado. Uma proposta pode mudar no meio do exercício, uma cena pode tomar um caminho diferente do planejado e o aluno precisa encontrar uma maneira de continuar.

A habilidade de improvisar, nesse sentido, não significa simplesmente “inventar qualquer coisa”. Ela envolve atenção, escuta e capacidade de responder ao que está acontecendo naquele momento.

Essa experiência pode contribuir para que o participante lide melhor com situações nas quais não possui controle absoluto sobre o resultado.

Foi algo que Maysa Garcia encontrou nas aulas. Ela chegou ao teatro pensando na formação necessária para se tornar atriz e, posteriormente, seguir o caminho da dublagem. Procurava técnicas para trabalhar voz, postura e presença.

Mas acabou encontrando também uma forma de enfrentar inseguranças.

“Me deu mais confiança para viver o mundo como eu mesma, de realmente ocupar um espaço sem culpa”, relata. Para ela, o teatro ajudou a transformar uma orientação comum dentro das aulas – enfrentar uma cena mesmo quando existe medo – em uma postura que também pode ser aplicada à vida.

“O teatro nos ensina: se está com medo, vai com medo mesmo. Isso é para a cena, mas na nossa vida isso também se aplica”, pontua.

ABRAÇO ÀS DIFERENÇAS

O teatro também pode ser uma experiência de inclusão. Cada participante chega com características, habilidades e dificuldades únicas e a aprendizagem não acontece necessariamente no mesmo ritmo.

É o caso de Evelyn Machado, que tem deficiência intelectual e participa das atividades da Adote há alguns anos.

Ela conta que, no início, tinha dificuldades principalmente para memorizar, falar diante de outras pessoas e realizar atividades novas. O nervosismo e a vergonha também apareciam, mas não impediram sua permanência.

“No teatro eu encontrei um espaço onde eu posso fazer as coisas do meu jeito, aprender no meu tempo e também ser incentivada a tentar”, conta.

Ao longo desse período, Evelyn participou de apresentações, atividades e festivais. Também recebeu duas premiações em competições.

“Para mim foi uma felicidade muito grande, porque eu nunca imaginei que poderia subir em um palco, competir e ainda receber um prêmio”, relata.

A experiência, segundo ela, também contribuiu para a comunicação e a autoconfiança.

“O teatro me ajudou muito. Eu fiquei mais comunicativa, perdi um pouco da vergonha e passei a acreditar mais em mim. Cada vez que eu entro no palco é uma conquista”, pontua.

Para Evelyn, a deficiência não define o que ela é. “Eu tenho minhas dificuldades, assim como todo mundo tem as suas, só que algumas coisas para mim são mais difíceis e eu preciso de mais tempo ou de ajuda. Mas também tenho minhas capacidades e gosto muito quando as pessoas acreditam em mim e me dão oportunidade”, destaca.

EXPERIÊNCIA COMPARTILHADA

Se para alguns o teatro é uma descoberta individual, para Miriam Amada de Oliveira, de 54 anos, que faz teatro ao lado do marido, Sueiyoshi Altino de Lima, de 55 anos, a atividade também se tornou uma experiência compartilhada.

Os dois decidiram fazer o curso juntos. Sueiyoshi chegou interessado pela relação entre cinema e atuação.

Queria entender como funciona o processo de construção de um ator e descobriu, nas aulas, que interpretar vai muito além de decorar e repetir falas.

Miriam, por sua vez, carregava desde jovem a curiosidade de conhecer os bastidores e entender como uma pessoa se prepara para atuar.

Fazer o curso lado a lado acrescentou uma dimensão inesperada à experiência: conhecer melhor um ao outro.

“Então, o fato de fazer o teatro junto com minha esposa fez eu conhecer mais um lado dela que não está ali no cotidiano, no dia a dia. Eu consigo ver mais a pessoa, a parte mais criativa dela, outras partes que a gente não vê no dia a dia”, conta Sueiyoshi.

Miriam também percebeu mudanças na relação.

“Quando a gente tem as mesmas vontades, tudo fica melhor”, afirma. Segundo ela, os dois passaram a conversar sobre os exercícios, ensaiar em casa e discutir as atividades realizadas nas aulas.

Para ela, o teatro ampliou a admiração que já existia entre os dois. “Você começa a conhecer o outro lado dela [da pessoa]. Então foi muito bom a gente fazer juntos, porque assim como ele vê como eu interpreto, como eu faço os exercícios, ele também vê esse meu lado, eu vejo o lado dele”, relata.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

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JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

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