Correio B

Diálogo

Confira a coluna Diálogo na íntegra, desta sexta-feira, 27 de outubro de 2023

Por Ester Figueiredo ([email protected])

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Johann Goethe - escritor alemão

"Não basta saber, é preferível 
saber aplicar. Não é o bastante 
querer, é preciso saber querer”.

FELPUDA

Nos bastidores políticos, comenta-se que tem gente comendo pelas beiradas e que quando a chefia perceber, poderá enfrentar sérios problemas. Na realidade, estaria a criar um elefante em sala de cristais. Quando decidir tomar alguma providência, perceberá que terá de enfrentar um zoológico composto por outras feras vorazes. Tudo pelo poder. Aliás, não poderá dizer que o que os olhos não veem, o coração não sente. A situação, dizem, está a olhos vistos. Afe!

Cheguei!

Camila Chinaglia Maiolino e dr. José Eduardo Chemin Cury estão rindo de orelha a orelha com a chegada 
de Maria Eduarda, primeira filha do casal. Nerone Maiolino Júnior e Rosana Chinaglia Maiolino são os avós maternos, enquanto dr. José Eduardo Cury e Nivea Maria Chemin, os avós paternos – todos eles estão curtindo que só.

Escolha

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o relatório do Projeto de Lei nº 2.699/2011, que trata sobre a nomeação de dirigentes das universidades federais. A proposta é que apenas os nomes do reitor e do vice-reitor eleitos pela comunidade universitária sejam encaminhados ao Ministério da Educação, pondo fim à lista tríplice.

 Diogo Merlone e Juliana Merlone
 Jorge de Oliveira Martins, comemorando idade nova hoje

Na lista

O ex-governador Reinaldo Azambuja está cotado para ser o presidente nacional do PSDB. A definição será 
em novembro, durante a convenção do partido. A organização dos tucanos em Mato Grosso do Sul foi um forte fator para credenciar Azambuja ao cargo.

Performance

O deputado federal Geraldo Resende, vice-presidente estadual do PSDB, participou de uma reunião nacional dos tucanos, representando o presidente da sigla em Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja. 
O encontro foi para analisar a situação do partido em todo o País. Mato Grosso do Sul teve sua performance apresentada por Resende. Além do governador, são três deputados federais, seis parlamentares estaduais, 
250 vereadores e 51 prefeitos – e com a possibilidade de novas filiações. Em 2024, a legenda deverá lançar 60 candidatos a prefeito e fazer alianças nas 19 cidades restantes. Esse quadro foi considerado como um dos melhores em nível nacional.

Arquivado

Vendaval enfrentado pela deputada estadual Lia Nogueira se transformou em brisa. O processo judicial 
que enfrentava, acusada de ter ameaçado ex-assessora, foi arquivado. Quando ainda era vereadora de Dourados, por conta desse caso, enfrentou ação política de cassação, também arquivada.

Aniversariantes

Jorge de Oliveira Martins,
Ana Paula Gottardi Barbosa Maia dos Santos,
Dr. Alexandre Lima Raslan,
Adelina Avesani Spengler,
Dr. João Pereira da Rosa,
Carla Charbel Stephanini,
Luiz Carlos Rodrigues da Silva,
Marcelo Bastos Ferraz,
Alceu Fernandes,
Wadel Maldonado,
Oswaldo Riveros de Oliveira,
Anita Kazuco Shimada,
Marleno de Oliveira Villa,
Toneo Onozato,
Leandro Cassiano de Abreu,
Ricardo Luiz Ajala Barcaça,
Elisa Rodrigues Villanueva,
Dr. Odilei Antonio Cavalcante Braga,
Nawale Nahas Curado,
Nélida Letteriello,
Joice de Oliveira Pereira dos Santos,
Dr. José Roberto Lopes de Souza,
Flávia Simioli Gutierres,
Leonardo Borges de Oliveira Lima,
Juliana Andréia Thaler Martini Neiva,
Dra. Rita de Cássia Ribeiro Baréa,
Ana Ruth Oliva,
Letícia Zampieri Geraldo,
Rubens Filinto da Silva,
Antônio Urban Filho,
Alan de Olivera Naves,
Edemir Antonio Vicari,
Henrique Maculan Pavesi,
Albert Soares Marinho,
Cláudia Zarate Nasser,
Maria Aparecida Garcia 
Correia de Souza,
Ivo Alves de Souza,
Alvaro Penze de Sousa,
Maria Isabel Souza Nunes,
Valdir Antonio Pradella,
Gaspar Francisco Hickmann,
José Caciano de Oliveira,
Dr. Luiz Antônio Álvares Gonçalves,
Carolina Doria Monteiro de Barros,
Dr. Elesbão Munhoz,
Roberto Pereira de Oliveira,
Jovino Braga Ferreira,
Celso Filartiga,
Maria Cândida da Costa,
Ana Maria Cavalcanti,
Norma Suely dos Santos,
Vicente Lopes Filho,
Izoldina de Moraes,
Maycol Marques Lacerda,
Nilcéa de Britto Lopes,
Eduardo Roberto Manzur,
Paulino Mendes Fontoura,
Antônio Luiz Ribeiro,
Esio Massi,
Ademir Morbi,
Ilza Rosa de Senna,
Enoir Ferreira Cabral,
Avany Lima Maciel,
Laércio Barbosa,
Wagner Ganne,
Feliciano Peralta Rocha,
Giuliano Jacobina Stephanini,
Dra. Luciléia Pompeu Miller Braga,
Célio Luiz Wolf,
Luiza Miyashiro,
Paulo Yoshihiro Natori,
Sebastião Cardoso Silva,
Claudio Loureiro Ribeiro,
Frank Said Souza de Britto,
Jean Marcos Ferreira,
Helder Marques da Costa,
Lindinalva de Oliveira,
César Ferreira da Silva,
Maria Emília Vieira,
Vânia Alves,
Humberto Lopes Ribeiro de Souza,
Júlio Bolssonaro Filho,
Ester Silva de Oliveira,
Diego Ribeiro,
Ana Carolina Silva Paz,
Denise Forte,
Valdovir José Menon,
Dib Hanna Khalil Dib,
Mário Sérgio Dias Bacelar,
Dr. Alex Cunha Alonso,
Jairo de Matos Jardim,
Silma El Hage,
Odil Tadeu Giordano,
Priscila Nakamura,
Thiago Ranier Gomes,
Reinaldo Liske,
Antonio João Ferreira Iglesias,
Lauro César de Souza Nossa,
Chris Giuliana Abe Asato,
Fábio Mário Oliveira Lima,
Alessandra dos Santos Barbosa,
Priscila Buissa,
Cristina Fernandes Veizagas,
Paulo Rahal Sacoman,
Leticia Queiroz Correa 
de Albuquerque,
Maria Cecília Lopes Barem,
Shirley Monterisi Ribeiro,
Jair de Souza Faria.

Colaborou Tatyane Gameiro
 
 

Gastronomia Correio B+

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Além do tradicional carvalho, diferentes tipos de madeira influenciam aromas, sabores e características da bebida brasileira

13/09/2026 10h34

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa

Cachaça não é tudo igual: de amendoim a louro, conheça 10 versões para harmonizar à mesa Foto: Divulgação

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Você sabia que a cachaça vai muito além da famosa caipirinha? Para ganhar diferentes aromas, sabores e características, a madeira onde fica armazenada a ‘água ardente’ influencia diretamente no paladar e no perfil da bebida.

Em celebração ao Dia Nacional da Cachaça, celebrado hoje 13 de setembro, Delfino Golfeto, cachacier e fundador da Água Doce Sabores do Brasil, revela 10 espécies brasileiras utilizadas no envelhecimento do destilado e indica pratos que podem harmonizar com cada versão.

“A madeira tem papel importante no envelhecimento da cachaça, já que o contato com a bebida pode influenciar a cor, o aroma e o sabor. O resultado varia de acordo com o tipo utilizado, o tempo de contato, as condições de armazenamento, entre outros fatores. Por isso, uma mesma cachaça pode apresentar características diferentes conforme a madeira escolhida e o período de maturação”, revela Delfino.

Amendoim: para um perfil equilibrado

Apesar do nome, o amendoim também é uma madeira utilizada no envelhecimento de cachaça. Considerada uma madeira "neutra", ela diminui a acidez e amacia o destilado sem alterar de forma drástica a cor ou o sabor original da cana-de-açúcar, sendo excelente para coquetelaria. A espécie contribui para uma bebida equilibrada e de perfil mais macio, que pode ser harmonizada com frango assado, carne suína, castanhas, queijos semiduros e sobremesas de chocolate ou caramelo.

Grápia: suavidade com toque amadeirado

Considerada uma madeira neutra a semineutra, ela altera pouco a cor da cachaça, deixando um tom amarelo-palha bem claro, e reduz a acidez da bebida, mantendo o sabor original da cana-de-açúcar com notas suavemente adocicadas. Pode contribuir para as características amadeiradas do destilado, sem necessariamente resultar em um perfil excessivamente intenso. Na mesa, pode acompanhar carnes assadas, queijos semiduros e sobremesas com caramelo, mel ou frutas secas.

Peroba: uma opção pouco conhecida

Entre as espécies menos familiares ao consumidor, a peroba também aparece entre as madeiras utilizadas para armazenamento de cachaça. É uma madeira que confere uma coloração amarelada e um toque sutilmente amargo e seco ao destilado. Ela ajuda a amaciar a cachaça sem mascarar o seu perfil original. Por seu perfil menos explorado, pode ser apresentada em degustações acompanhadas de petiscos, carnes brancas, queijos e pratos de intensidade média.

Louro: aromas que pedem pratos bem temperados

Mais conhecido como tempero, o louro também pode aparecer como madeira utilizada no armazenamento da bebida. Esta madeira transfere para a cachaça notas marcadamente florais e de especiarias, como o cravo-da-índia e canela, além de proporcionar um fundo levemente adstringente e medicinal. Seu perfil aromático pode combinar com carnes de panela, pratos com ervas, feijão, preparos com molhos e receitas tradicionais brasileiras.

Amburana: para quem gosta de aromas marcantes

Uma das madeiras mais conhecidas entre os apreciadores de cachaça, a amburana pode conferir notas adocicadas e de especiarias ao destilado. Ela reduz a acidez e confere um fundo floral e marcadamente adocicado, com aromas que lembram baunilha e canela. O perfil aromático combina com carne suína, costela com molho agridoce, queijos curados e sobremesas com doce de leite ou caramelo.

Bálsamo: intensidade para acompanhar sabores fortes

O bálsamo pode proporcionar características herbais e amadeiradas, de especiarias, como cravo, e uma sensação levemente picante e adstringente ao paladar dando mais personalidade à bebida. Por isso, a sugestão é servi-lo com carnes vermelhas, embutidos, queijos maturados e pratos com temperos mais intensos.

Jatobá: madeira brasileira para bebidas complexas

Conhecido pela resistência de sua madeira, o jatobá também pode ser utilizado no envelhecimento de cachaças. Se trata de uma madeira densa que confere à cachaça uma coloração âmbar ou avermelhada muito bonita e intensa. No paladar, traz robustez com notas que remetem a frutas secas, especiarias e um leve toque amadeirado resinoso. Sua influência pode resultar em notas amadeiradas e especiadas, que conversam bem com carnes assadas, costelas, queijos de sabor intenso e chocolate amargo.

Jequitibá: equilíbrio para pratos delicados

Com influência mais discreta, o jequitibá é uma opção para quem prefere perceber com maior clareza as características originais da cachaça. Há duas versões que podem ser utilizadas. O Jequitibá-branco preserva as características originais da cachaça sem alterar sua cor. Já o Jequitibá-rosa confere uma coloração dourada sutil e sabores macios semelhantes aos do carvalho. Por isso, ambas podem acompanhar peixes, aves, saladas, frutos do mar e queijos suaves.

Freijó: leveza que valoriza o destilado

O freijó apresenta influência mais suave sobre a bebida, contribuindo para um perfil equilibrado. Bastante utilizada na região Norte e Nordeste, funciona de forma semelhante ao Jequitibá-branco. É uma madeira que praticamente não solta cor ou aromas fortes, focando em reduzir a agressividade do álcool e amaciar o destilado, preservando a pureza da cana. É uma alternativa para acompanhar entradas, peixes, frutos do mar, queijos frescos e pratos leves.

Ipê: personalidade para pratos grelhados

O ipê, tanto amarelo quanto roxo, também aparece entre as espécies brasileiras utilizadas no armazenamento de cachaça. Transfere uma coloração dourada escura ou alaranjada à bebida. O ipê amacia consideravelmente o destilado, agregando notas de especiarias e aromas que lembram nozes e castanhas, com um final de boca macio e aveludado. Por seu potencial de conferir maior estrutura ao destilado, pode ser combinado com carnes grelhadas, linguiças, preparos defumados e queijos curados.

Há uma curiosidade na produção da bebida brasileira. O carvalho é o principal tipo de madeira usado no envelhecimento e armazenamento da cachaça, embora seja uma madeira importada principalmente das variedades Carvalho Americano e Carvalho Europeu. Ele lidera o mercado por ser o padrão mundial na maturação de destilados e por agregar notas muito apreciadas de baunilha, coco, mel e caramelo. No Brasil, a castanheira frequentemente é chamada de "carvalho brasileiro", sendo utilizada na produção e trazendo notas intensas de castanhas, chocolate e amêndoas.

“A cachaça é um dos produtos que mais representam a nossa cultura e tem uma diversidade que muitas vezes não é conhecida pelo consumidor. Quando falamos das diferentes madeiras utilizadas em seu processo, mostramos que uma mesma bebida pode proporcionar experiências muito distintas. E isso também abre possibilidades interessantes para a gastronomia, com harmonizações que vão muito além da caipirinha”, finaliza Delfino.

Saúde Correio B+

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Sono ruim, estresse, álcool, cigarro eletrônico, alimentação e até a velocidade do emagrecimento podem interferir no envelhecimento facial

12/09/2026 16h00

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora

Do álcool ao sono: cinco hábitos que podem envelhecer o rosto antes da hora Foto: Divulgação

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Cuidar da pele, usar protetor solar e manter uma rotina de skincare já fazem parte dos cuidados de muitas pessoas que querem preservar a aparência do rosto ao longo dos anos.

Mas o envelhecimento facial não acontece apenas por causa da exposição ao sol ou pela passagem do tempo. Hábitos presentes na rotina também podem influenciar a forma como a face muda, e alguns deles passam longe daquilo que normalmente associamos às rugas e à flacidez.

Sono ruim, estresse constante, consumo excessivo de álcool, cigarro eletrônico, alimentação desequilibrada, excesso de telas e perda de peso acelerada estão entre os fatores que merecem atenção. O impacto não está restrito à pele, pois o envelhecimento envolve diferentes camadas do rosto, incluindo gordura, músculos e estruturas responsáveis pela sustentação facial.

“Quando falamos em envelhecimento do rosto, é importante entender que não estamos falando apenas de rugas. A face passa por mudanças em diferentes tecidos ao longo do tempo, e fatores externos podem contribuir para que algumas dessas alterações apareçam ou se acentuam mais cedo”, explica a Dra. Isadora Ragognete, médica atuante em dermatologia. Confira, a seguir, os sete hábitos que podem contribuir para o envelhecimento facial antes da hora, segundo a especialista:

Dormir pouco e não tirar a maquiagem antes de dormir

Dormir poucas horas e não remover a maquiagem antes de dormir acelera o processo de envelhecimento e você não tem percebido. “ Durante o período noturno é onde a gente tem o aumento de alguns hormônios que são responsáveis pela reparação do nosso sono e pela reparação textual, então processos celulares de renovação celular acontecem durante esse período. Se você tem a maquiagem algo ocluindo, isso vai prejudicar muito a renovação celular da sua pele e do seu rosto”, explica a Dra. Isadora Ragognete.

Não usar filtro solar todos os dias e tomar muito sol

A exposição excessiva ao sol e a falta de proteção solar diária estão entre os principais fatores que contribuem para o envelhecimento da pele e do câncer de pele. “Não usar filtro solar todos os dias, já é habitual para algumas pessoas, além de  tomar muito sol no corpo, o sol é o principal fator que vai prejudicar as nossas células, ele vai promover uma elastose solar, que é as fibras de colágeno que estão todas organizadas e o sol vai quebrando elas ao longo do tempo, a transformando essas fibras que eram lineares, hidratadas em algo fragmentado, ressecado e mais envelhecido. Esses dois fatores a gente precisa tomar muito cuidado. Além é claro da prevenção do câncer de pele”, explica Isadora.

Tabagismo e excesso de bebida alcoólica

O tabagismo e o consumo excessivo de bebidas alcoólicas são hábitos que podem prejudicar o organismo como um todo e também impactar a saúde da pele. “Tabagismo e bebida alcoólica são coisas que andam juntas e que prejudicam muito nosso corpo como um todo, mas também a nossa pele. Eles aumentam muito o estresse oxidativo do nosso corpo e isso tudo vai prejudicar o funcionamento do nosso organismo como um todo e envelhecer muito mais rápido”, pontua a especialista.

Não manter uma alimentação equilibrada, hidratação e atividade física

Uma rotina de cuidados com a saúde também passa por hábitos básicos, como manter uma alimentação equilibrada, beber água e praticar atividade física. Embora sejam recomendações conhecidas, a constância nesses cuidados também pode fazer diferença na saúde do organismo e, consequentemente, na aparência da pele ao longo do tempo. “Não ter uma alimentação equilibrada, uma rotina de hidratação, atividade física, isso é óbvio, acho que todo mundo já sabe, mas é importante reforçar que isso também te envelhece sem você perceber”, diz.

Postergar o início dos procedimentos estéticos

Os procedimentos estéticos podem ser aliados na manutenção da jovialidade e da naturalidade do rosto quando realizados de forma adequada e individualizada. “Postergar muito o início dos procedimentos estéticos. Eles são excelentes aliados para a naturalidade, a jovialidade do rosto, de uma maneira que traduz a quem você é sem mudar sua expressão, sem mudar sua aparência, mas mantendo muito mais saudável, muito mais jovem por mais tempo. Então não postergue nenhuma dessas medidas que eu falei aqui”, conclui a doutora.

Para a especialista, entender o envelhecimento facial dessa maneira ajuda a tirar o assunto do campo exclusivamente estético e colocá-lo também dentro de uma perspectiva de saúde e prevenção.

“O envelhecimento é inevitável, mas a forma como ele acontece é influenciada por diversos fatores. Genética e passagem do tempo têm um papel importante, mas nossos hábitos também fazem parte dessa equação. Cuidar do rosto não significa apenas pensar em rugas ou procedimentos, mas olhar para a saúde de maneira mais ampla”, conclui a médica.

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