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Missão

Cruz Vermelha existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de sua criação

Presente no Estado antes mesmo de sua criação, a organização que atua para aliviar o sofrimento humano, inclusive em emergências e crises, existe há cerca de 163 anos e hoje celebra a data de seu nascimento

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Organização humanitária global que atua, entre outras frentes, com auxílio médico e apoio em crises para aliviar o sofrimento humano, a Cruz Vermelha celebra hoje a data de seu nascimento e, presente em Mato Grosso do Sul antes mesmo da criação do Estado, tem sua história local fortemente ligada a uma mulher curitibana que serviu de forma voluntária e também após o fim da Segunda Guerra Mundial. 

Atuante no Brasil desde 1907, especificamente em Mato Grosso do Sul, o primeiro registro local segundo a Cruz Vermelha vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942. 

Para além de nomes como o do suíço Henry Dunant, tido como fundador entre os cinco que se reuniram inicialmente entre os dias 26 e 29 de outubro de 1863 na criação do Comitê Internacional de Ajuda aos Feridos – que posteriormente se tornaria a Cruz Vermelha (CICV) –, localmente, a organização não governamental (ONG) cita entre as voluntárias pioneiras o nome de Guilhermina. 

Os registros locais indicam que a curitibana Guilhermina teria sido uma das 73 enfermeiras que serviram durante a Segunda Guerra Mundial.

A Cruz Vermelha de Mato Grosso do Sul cita apenas a representação dela para o compromisso humanitário que atravessa gerações até os dias de hoje, sem destacar, porém, qual seria seu sobrenome. 

Primeiro registro local vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942Primeiro registro local vem da formação de samaritanas em curso de primeiros socorros, datada de novembro de 1942 - Foto: CVBMS

SOBRENOME E HISTÓRIA

Guilhermina Rodrigues Gomes, segunda-tenente enfermeira da Força Expedicionária Brasileira (FEB), embarcou rumo à Itália após ser convocada em outubro de 1944.

Logo no ano seguinte, ela retornou ao território nacional, depois de uma lida de cuidados a soldados brasileiros e de demais nacionalidades, sendo sobrevivente inclusive de uma explosão em frente a um hospital da cidade italiana de Livorno, região portuária alvo de uma série de bombardeios. 

Ao lado de Graziela Afonso de Carvalho, Guilhermina Rodrigues aparece nos registros históricos como uma das duas primeiras enfermeiras a serem reformadas, reconhecidas jurídica e publicamente como militares portadoras de sequelas de guerra, reconhecimento que só teria vindo em novembro de 1946.

O incidente que acabou fraturando a coluna da enfermeira teria sido a explosão de uma mina terrestre, registrada nas imediações do 7th Station Hospital de Livorno, detonação forte o suficiente para arremessar Guilhermina longe.

Ela foi condecorada no Brasil com as medalhas de Campanha e Guerra e de Ouro da Cruz Vermelha. Apesar de ter nascido em Curitiba (PR), em 1° de dezembro de 1912, foi o Museu da FEB em Campo Grande que ajudou a resgatar e preservar sua história e identidade. 

No dia 2 de julho de 1944, 73 enfermeiras brasileiras embarcaram rumo à Segunda Guerra Mundial, incorporadas ao serviço na Itália em cinco hospitais de campanha do exército norte-americano.

O general Mascarenhas de Moraes, no Relatório do Comandante da FEB, salientou: “ O Comando Brasileiro julga o esforço, a operosidade e a dedicação das nossas enfermeiras na Itália como um atestado veemente do valor da mulher brasileira”.

CRUZ VERMELHA EM MS

Oficialmente, a filial sul-mato-grossense da Cruz Vermelha Brasileira aparece com data de fundação do dia 8 de julho de 1983, recebendo reconhecimento de utilidade pública do governo de Mato Grosso do Sul e da Prefeitura de Campo Grande em 1985, antes mesmo de MS completar uma década. 

Os dados atualizados Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul (CVBMS) apontam um total de 285 voluntários ativos no Estado, com mais da metade da equipe (62%) até os dias de hoje formada por mulheres, com voluntários desde 15 anos até 79 anos. Os voluntários com idade entre 18 e 29 anos formam a faixa etária mais numerosa. 

“Reunimos profissionais, estudantes, aposentados e pessoas de diversas áreas. Saúde, psicologia, educação, assistência social, comunicação, Direito, administração, logística e segurança estão entre as competências presentes no voluntariado”, indica a CVBMS. 

Em Mato Grosso do Sul, além da Capital, que abriga a sede estadual da ONG, na Rua da Liberdade, nº 512, na Vila Santa Dorotheia, a CVBMS mantém núcleos em Aquidauana, Chapadão do Sul, Dourados e também em Ponta Porã. 

O trabalho da CVBMS acontece por meio de pessoas que escolhem compartilhar tempo, conhecimento e experiência em benefício da comunidade.

Importante frisar que nem todo voluntário vai diretamente para o fronte, com alguns envolvidos nessas ações, mas com outros colaboradores atuando em capacitações, planejamento, saúde, apoio psicossocial, logística, comunicação ou até mesmo na administração.

“Nosso trabalho é realizado com a participação de voluntários, profissionais, parceiros e apoiadores comprometidos com os princípios humanitários e com a proteção da vida e da dignidade”.

“Em comum, todos assumem o compromisso de agir de acordo com os princípios fundamentais do movimento internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho: humanidade, imparcialidade, neutralidade, independência, voluntariado, unidade e universalidade”, afirma a Cruz Vermelha Brasileira em MS.

Em contato com a sociedade por meio de ações de promoção da saúde, orientação e prevenção, o que inclui até mesmo mutirões, a Cruz Vermelha atua também por meio de atividades itinerantes e palestras sobre temas de interesse da comunidade, como, por exemplo: hábitos saudáveis; infecções sexualmente transmissíveis (ISTs); prevenção de doenças; primeiros socorros; saúde da mulher; violência e proteção. 

Além disso, como complementa a CVBMS, há frentes que atuam com a promoção de cursos e atividades educativas específicas em empresas, escolas, instituições, entre outros, o que pode oferecer à sociedade capacitação em primeiros socorros psicológicos, mas também ensinar a população sobre prevenção de acidentes, preparação para emergências e outros conteúdos voltados à proteção e ao cuidado.

Cabe ressaltar também que, entre esses atendimentos à sociedade em geral, por exemplo, há uma iniciativa focada na inclusão social por meio da alfabetização digital de pessoas idosas, tendo em vista o fato de que boa parte dos casos de estelionatos costumam vitimar essa faixa etária. 

“Realizamos projetos destinados a comunidades e grupos em situação de vulnerabilidade, com ações de acolhimento, orientação, promoção da cidadania e fortalecimento das redes locais. O trabalho começa pela escuta e pelo reconhecimento das necessidades de cada território”, ressalta a ONG.

APOIO À SOCIEDADE

Sobre os atendimentos, que podem servir de apoio para eventos e demais ações sociais e atividades institucionais, a Cruz Vermelha costuma atender às solicitações conforme o objetivo, o público presente e a estrutura necessária para suporte, bem como a equipe disponível. Até mesmo eventos sem finalidade humanitária podem receber um orçamento.

Também são promovidas iniciativas para acolhimento e apoio psicossocial, o que inclui, além das capacitações em primeiros socorros psicológicos, ações direcionadas a pessoas, famílias, jovens, crianças, cuidadores e equipes expostas a situações de crise.

Nesse sentido, a Cruz Vermelha Brasileira em Mato Grosso do Sul mobiliza voluntários e recursos para apoiar pessoas afetadas por desastres, crises e outras situações emergenciais.

“Também participa de campanhas solidárias, arrecadações, distribuição de donativos e iniciativas de preparação comunitária”, destaca a CVBMS.

A organização está presente em quase 200 sociedades nacionais, com atuação no combate à fome, à desnutrição, à subnutrição, à doença e a outros tipos de violência social.

“Em 1916, inaugurou-se a Seção Feminina, responsável por incorporar as mulheres cariocas à luta sanitarista no centro do Rio de Janeiro, onde mantém seu escritório central até hoje”.

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 26 de outubro e 01 de novembro. A felicidade deve ser vivida

O Seis de Copas convida a recuperar sonhos, valorizar os afetos e redescobrir o prazer nas coisas simples. A semana favorece reencontros, gestos de generosidade e boas surpresas. Olhe para o passado com carinho.

25/10/2026 13h30

A energia do Tarô da semana entre 26 de outubro e 01 de novembro. A felicidade deve ser vivida

A energia do Tarô da semana entre 26 de outubro e 01 de novembro. A felicidade deve ser vivida Foto: Divulgação

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Resgatar a alegria, reencontrar a si mesmo

Quem era você quando se sentia mais feliz? Quais sonhos faziam seus olhos brilharem antes que as responsabilidades, as cobranças e a necessidade de segurança passassem a ocupar quase todo o seu tempo?

Será que, na tentativa de construir uma vida estável, você acabou deixando para trás algumas das coisas que lhe davam prazer e faziam o coração bater mais forte? E por que, tantas vezes, as lembranças dolorosas parecem mais acessíveis do que aquelas que um dia nos fizeram transbordar de felicidade?

O Seis de Copas, carta regente da semana, convida a revisitar o passado com ternura, não para viver de recordações, mas para reconhecer o que ainda pode florescer no presente.

Associada à memória afetiva, à generosidade, à infância e aos reencontros, essa carta nos lembra que amadurecer não significa abandonar a espontaneidade, a criatividade e a capacidade de encontrar encantamento nas coisas simples.

Afinal, crescer também é aprender a cuidar da criança que fomos sem deixar de acolher quem nos tornamos. “Todas as pessoas grandes foram um dia crianças, mas poucas se lembram disso.” — Antoine de Saint-Exupéry.

Na representação tradicional do Tarô Rider-Waite-Smith, duas crianças aparecem em um cenário tranquilo. Uma delas oferece à outra uma taça com flores brancas, enquanto outras taças floridas compõem a paisagem. O gesto é singelo, mas carrega um significado precioso: a alegria de compartilhar sem esperar nada em troca.

As flores simbolizam sentimentos que encontram espaço para crescer, enquanto as taças representam o universo emocional, as experiências e os afetos que guardamos dentro de nós e que continuam nutrindo nossa história.

Ao fundo, uma figura de guarda sugere proteção e segurança. Essa presença contrasta com a liberdade das crianças, que podem brincar, imaginar e trocar pequenos presentes sem precisar vigiar constantemente o ambiente.

A imagem nos recorda que a segurança deve servir de base para a realização, e não se transformar em uma prisão. Quando nos sentimos protegidos, podemos relaxar, experimentar, criar e desfrutar da vida sem a obrigação de prever todos os acontecimentos.

Na vida adulta, porém, é comum que a busca por estabilidade se transforme em uma tarefa interminável. Trabalhamos para conquistar segurança, mas, quando alcançamos determinado objetivo, logo encontramos outro motivo para adiar o prazer.

Precisamos de mais dinheiro, mais tempo, mais garantias. Aos poucos, a figura do guarda passa a representar a parte de nós que vive em constante vigilância, sempre preocupados em proteger o que conquistamos, enquanto a espontaneidade vai perdendo espaço.

Talvez você tenha deixado de desenhar, dançar, escrever, viajar ou dedicar tempo às pessoas queridas. Talvez um projeto profissional tenha sido adiado tantas vezes que você já nem se lembre de quando deixou de acreditar nele.

O Seis de Copas propõe um reencontro com essas partes esquecidas de si mesmo. O que ainda desperta entusiasmo em você? Quais desejos continuam vivos, mesmo que tenham sido silenciados pelas circunstâncias? E o que poderia ser recuperado, não necessariamente da mesma maneira, mas de acordo com a pessoa que você é hoje?

Essa reflexão não significa idealizar a infância nem acreditar que tudo era melhor no passado. A memória tem seus próprios filtros: suaviza certas dificuldades, destaca momentos especiais e, por vezes, transforma antigas experiências em versões mais bonitas do que realmente foram.

Por isso, é importante distinguir a saudade da vontade genuína de recuperar algo que ainda faz sentido. Algumas lembranças merecem ser revisitadas; outras precisam apenas ser compreendidas e deixadas para trás.

Essa possibilidade de ressignificar o passado também aparece em algumas versões contemporâneas do Tarô. No Gummy Bear Tarot, por exemplo, os personagens do Seis de Copas são representados como adultos, em vez de crianças.

A mudança amplia a interpretação da carta: a ternura, a generosidade e a capacidade de experimentar uma alegria descomplicada não pertencem exclusivamente à infância. São qualidades que podem nos acompanhar em todas as fases da vida, desde que não as confundamos com ingenuidade ou imaturidade.

A mensagem é especialmente bonita porque nos devolve a responsabilidade de cultivar a própria felicidade. Não precisamos esperar que o passado se repita para sentir novamente aquilo que um dia nos fez bem.

Podemos recuperar a curiosidade, a disposição para brincar, o prazer de aprender alguma coisa nova e a coragem de demonstrar afeto. A alegria não precisa ser uma lembrança distante; ela também pode ser uma escolha cotidiana, presente nos encontros, nas pequenas descobertas e na maneira como nos relacionamos com o mundo.

O Seis de Copas é uma carta particularmente favorável aos sentimentos, aos gestos de carinho e à felicidade compartilhada. Sua energia nos convida a receber as boas notícias sem procurar imediatamente um motivo para desconfiar delas, a celebrar as conquistas alheias sem compará-las às nossas e a reconhecer a generosidade da vida quando ela se manifesta.

Nem toda experiência feliz precisa trazer uma grande transformação ou uma lição profunda. Às vezes, basta estar presente e desfrutar do que acontece.

O céu da semana acrescenta outras camadas a essa reflexão. Com o Sol em Escorpião, somos convidados a olhar para dentro, investigar emoções e reconhecer o que precisa se transformar. Mercúrio retrógrado nesse signo favorece a revisão de conversas, interpretações e questões que ficaram sem resposta, recomendando cuidado com conclusões precipitadas.

Já Vênus retrógrado, de volta a Libra, coloca em evidência os relacionamentos, as parcerias e os valores que orientam nossas escolhas afetivas.

Nesse cenário, lembranças inesperadas, reencontros e conversas podem ajudar a compreender experiências antigas sob uma nova perspectiva. Uma relação pode ganhar outro significado, um mal-entendido pode finalmente ser esclarecido e um projeto esquecido pode revelar possibilidades que não existiam quando foi concebido.

O passado reaparece, mas cabe a nós decidir o que merece ser levado adiante. Nem tudo o que retorna precisa permanecer; algumas histórias voltam apenas para que possamos compreendê-las melhor e seguir em frente com mais serenidade.

NO AMOR, o Seis de Copas favorece a ternura, a cumplicidade e os vínculos que despertam uma sensação de familiaridade, como se conhecêssemos aquela pessoa há muito tempo. Para quem está começando uma relação, pode haver afinidade espontânea, boas conversas e uma conexão que se desenvolve com naturalidade.

Nos relacionamentos duradouros, a carta sugere resgatar o espírito de parceria dos primeiros tempos, recuperando gestos de carinho que a rotina talvez tenha deixado em segundo plano. Também é uma oportunidade de conversar sobre questões antigas que ainda interferem na intimidade.

Para quem está só, uma lembrança ou um antigo amor pode voltar à mente, abrindo espaço para avaliar o que ficou pendente. Antes de dar uma segunda chance a um antigo amor, porém, vale perguntar se existe algo concreto a reconstruir ou se a saudade está falando mais alto do que a realidade. Nem todo reencontro pede uma retomada; alguns nos ajudam a compreender o passado e a seguir em frente com mais serenidade.

NO DINHEIRO, a carta propõe observar os hábitos e as crenças que aprendemos na família sobre segurança, generosidade e merecimento. A maneira como lidamos com recursos materiais muitas vezes carrega ensinamentos antigos, inclusive a ideia de que só podemos desfrutar da vida depois de garantir todas as condições possíveis.

O momento favorece a revisão de despesas, compromissos compartilhados e acordos financeiros, com atenção para não confundir generosidade com obrigação de resolver os problemas de todos. Acolher as necessidades de quem amamos é importante, mas também precisamos respeitar nossos próprios limites.

Planejar o futuro não significa renunciar a todo prazer no presente; significa encontrar um equilíbrio que permita cuidar do amanhã sem deixar de viver o hoje.

NA CARREIRA E NO TRABALHO, experiências do passado podem abrir novas possibilidades. Um antigo contato, uma habilidade esquecida ou um projeto engavetado pode inspirar novos caminhos. Quem sabe surge a oportunidade de voltar a um emprego anterior ou de trabalhar novamente com colegas com quem você tinha afinidade?

Até mesmo algo que não deu certo antes pode ganhar uma nova chance, graças à experiência e à maturidade adquiridas ao longo do tempo. O Seis de Copas também favorece parcerias baseadas na confiança, a troca de conhecimentos e os ambientes colaborativos.

Afinal, retomar um caminho conhecido não significa andar para trás, mas reconhecer o valor do que você aprendeu e descobrir novas possibilidades a partir dessa experiência.

Há uma música dos Beatles que sintetiza a essência dessa carta: All You Need Is Love, ou, em português, “Tudo o que você precisa é de amor”. A frase não deve ser entendida como uma promessa ingênua de que o amor resolve todos os problemas, mas como um lembrete daquilo que torna a vida verdadeiramente significativa. O afeto se manifesta na delicadeza de uma oferta, na presença de quem nos escuta, na generosidade de quem compartilha o que tem e na disposição de celebrar a felicidade de outra pessoa. São gestos simples, mas capazes de renovar nossa confiança nos vínculos humanos.

Talvez seja esse o maior ensinamento do Seis de Copas: não precisamos escolher entre a maturidade que conquistamos e a alegria que um dia conhecemos.

Podemos preservar a prudência sem perder a espontaneidade, assumir responsabilidades sem abandonar nossos desejos e olhar para trás sem deixar de caminhar adiante. O passado pode ser uma fonte de inspiração, desde que não se transforme em um lugar onde nos refugiamos para evitar as incertezas do presente.

Nesta semana, permita-se recordar o que fazia seus olhos brilharem. Procure as pessoas com quem você pode ser verdadeiramente você mesmo. Retome uma atividade prazerosa, faça algo sem a preocupação de obter um resultado ou ofereça carinho sem esperar uma recompensa.

Celebre também as pequenas alegrias alheias: a felicidade compartilhada não diminui a nossa, pelo contrário, amplia a capacidade de reconhecer o que há de bom ao redor.

As flores que brotam das taças dessa carta nos lembram que a vida continua capaz de florescer quando recebe cuidado, espaço e afeto. O passado não pode ser reescrito, mas pode nos ensinar a construir um futuro mais próximo daquilo que realmente somos.

E, se a busca por segurança fez você acreditar que ainda não é o momento de ser feliz, talvez seja hora de rever essa condição.

Afinal, sonhos não precisam ser abandonados para que as responsabilidades sejam cumpridas, e a alegria não deve ficar para depois de todas as tarefas concluídas.

Que a semana do Seis de Copas nos inspire a viver com mais ternura, generosidade e disponibilidade para o amor. Porque crescer também é aprender a proteger nossos sonhos sem deixar que a necessidade de segurança nos faça esquecer de vivê-los.

“A verdadeira viagem de descobrimento não consiste em procurar novas paisagens, mas em ter novos olhos.” — Marcel Proust

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Gastronomia Correio B+

Hoje é Dia Mundial do Macarrão, reinvente o prato básico tradicional

Celebre a data com a receita de Mini Ninhos de Macarrão com Queijo

25/10/2026 12h00

Hoje é Dia Mundial do Macarrão, reinvente o prato básico tradicional

Hoje é Dia Mundial do Macarrão, reinvente o prato básico tradicional Foto: Divulgação

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Você sabia que embora seja muito associado à Itália, o macarrão tem origens antigas na China (com registros de cerca de 4 mil anos) e foi introduzido no Ocidente através de rotas comerciais e da influência árabe.

No Brasil o alimento está presente em mais de 98% a 99% dos lares brasileiros. O país é um dos maiores consumidores e produtores de massa do mundo. Existem centenas de formatos diferentes de massa, que vão desde os tradicionais espaguetes e talharines até massas com ovos, instantâneas e frescas.

Vamos aprender e celebrar a data com uma receita deliciosa compartilhada pela Divino Fogão? 


MINI NINHOS DE MACARRÃO COM QUEIJO

Ingredientes:

  • 500 gramas de ninho de macarrão (cabelo de anjo ou talharim)
  • 500 gramas de molho de tomate
  • 250 gramas de mussarela ralada
  • 150 gramas de requeijão cremoso
  • 100 gramas de presunto picado (opcional)
  • 50 gramas de parmesão ralado
  • 1 colher de sopa de azeite
  • Orégano a gosto
  • Sal a gosto

Modo de preparo:

Cozinhe o macarrão até ficar al dente, evitando que fique muito mole para facilitar a montagem. Escorra e misture delicadamente com um fio de azeite para evitar que grude. Unte uma assadeira ou espalhe um pouco de molho de tomate no fundo.

Separe o macarrão em pequenas porções e enrole-as, formando ninhos. Disponha-os na assadeira e faça uma cavidade no centro de cada um.

Recheie com requeijão, mussarela e presunto. Cubra levemente com molho de tomate e finalize com parmesão ralado e orégano. Leve ao forno preaquecido a 180 °C a 200 °C por aproximadamente 15 minutos, ou até o queijo derreter e gratinar. Sirva em seguida.

 

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