Correio B

MOBILIDADE

Dia Mundial sem Carro expõe desafios da dependência dos automóveis

Com frota em alta, data coloca em debate a necessidade de integrar transporte público, bicicletas e caminhada ao planejamento urbano

Continue lendo...

Celebrado hoje, o Dia Mundial sem Carro propõe uma pausa no cotidiano marcado pelos deslocamentos de automóvel e abre espaço para uma discussão mais ampla: até que ponto as cidades brasileiras oferecem condições para que deixar o carro em casa seja, de fato, uma escolha?

A data, criada para estimular a reflexão sobre os impactos da dependência dos veículos particulares, também chama atenção para a forma como ruas, bairros e serviços são planejados.

No Brasil, o debate ocorre em meio ao crescimento da frota de veículos, que se aproxima de 135 milhões de unidades registradas. Ao mesmo tempo, novas possibilidades de deslocamento, como bicicletas elétricas, patinetes e outros equipamentos de micromobilidade, passaram a fazer parte da paisagem urbana.

A existência desses meios, porém, não significa necessariamente que eles sejam alternativas acessíveis para toda a população.

Para a coordenadora do curso de Arquitetura e Urbanismo da Estácio, professora Lusianne Azamor, a redução da dependência do automóvel está diretamente relacionada à estrutura das cidades. Para ela, a discussão não pode ser colocada apenas como uma mudança de comportamento individual.

“A primeira questão é realmente a cidade oferecer uma infraestrutura urbana adequada, que tenha segurança para que as pessoas possam fazer esse deslocamento com esses tipos de modais. A gente precisa ter calçadas adequadas, vias adequadas, ciclovias e ciclofaixas conectadas, arborização, iluminação no período noturno e um transporte público que realmente atenda essa população”, defende.

A avaliação considera que a escolha pelo automóvel, muitas vezes, está relacionada às condições oferecidas pelos demais meios de transporte.

Se caminhar significa enfrentar calçadas inadequadas, se pedalar envolve trajetos sem conexão ou segurança e se o transporte coletivo exige longos períodos de espera, o carro acaba ocupando uma posição privilegiada entre as opções disponíveis.

ALÉM DAS ALTERNATIVAS

Uma das questões centrais para diminuir a dependência dos veículos particulares é a integração entre os diferentes meios de transporte.

A construção de uma ciclovia isolada, a instalação de um novo ponto de ônibus ou a oferta de equipamentos de micromobilidade não resolvem sozinhas os problemas de deslocamento.

Na prática, uma mesma viagem pode envolver diferentes modais. Uma pessoa que vive em uma área mais afastada pode caminhar ou pedalar até um terminal, utilizar o transporte coletivo para percorrer uma distância maior e completar o trajeto novamente a pé ou de bicicleta.

Para que isso funcione, entretanto, os sistemas precisam estar conectados.

“Essa conexão é muito importante. Os modais precisam estar interligados e também ter uma relação com a própria organização urbana, para que as pessoas consigam fazer esses deslocamentos com conforto e segurança”, afirma Lusianne.

Nesse cenário, mobilidade urbana deixa de ser apenas uma questão de trânsito. Ela passa a envolver calçadas, iluminação, arborização, transporte público, ciclovias, segurança e também a localização das moradias e dos serviços.

A distribuição das atividades pela cidade influencia a quantidade e a distância dos deslocamentos. Quando moradia, trabalho, escola, comércio e serviços estão concentrados em regiões muito distantes umas das outras, aumenta a necessidade de percorrer grandes trajetos diariamente.

“Quando as pessoas moram mais próximas da sua atividade do dia a dia, do trabalho, do estudo, do comércio e dos serviços de que precisam, os deslocamentos ficam menores. Então, a gente consegue fazer esses percursos utilizando outros modais além do carro”, pontua.

A chamada cidade compacta envolve pensar na presença de diferentes usos em uma mesma região, permitindo que parte das necessidades cotidianas possa ser atendida sem grandes deslocamentos.

PLANEJAMENTO URBANO

A relação entre urbanização e automóveis não é recente.

De acordo com Lusianne, parte da configuração das cidades brasileiras atuais está ligada a um modelo de planejamento que ganhou força especialmente nas décadas de 1960 e 1970, período em que a circulação dos veículos passou a ter grande influência na organização urbana.

“Quando a gente pensa a cidade a partir da circulação somente de veículos, perde a escala das pessoas, perde a escala do caminhar, do pedalar e perde também a noção de como a gente ocupa a cidade”, afirma.

A mudança dessa lógica passa por recuperar a chamada escala humana. Isso significa considerar não apenas a velocidade e a capacidade de circulação dos veículos, mas também a experiência de quem caminha, pedala, espera o ônibus ou permanece nos espaços públicos.

Nesse sentido, elementos aparentemente simples podem determinar se uma pessoa se sente confortável para fazer um percurso a pé ou de bicicleta.

Em cidades de temperaturas elevadas, por exemplo, a arborização pode representar uma diferença importante para quem precisa caminhar durante o dia. À noite, a iluminação das ruas e calçadas também influencia a percepção de segurança e a possibilidade de utilização dos espaços.

Mas, segundo a professora, esses elementos não devem ser pensados separadamente.

“Não é simplesmente falar que precisa de árvore ou que precisa de iluminação. É pensar que tipo de iluminação, que tipo de arborização e como esses elementos se relacionam. Uma árvore que garante sombra durante o dia também não pode comprometer a iluminação à noite”, pontua.

O CENÁRIO EM CAMPO GRANDE

Em Campo Grande, o contraste entre o crescimento da frota e a redução no número de passageiros do transporte coletivo ajuda a dimensionar o desafio.

Entre 2024 e 2025, aproximadamente 26 mil veículos foram acrescentados à frota da Capital. No mesmo período, a média diária de passageiros dos ônibus caiu para cerca de 102,5 mil usuários.

O número é significativamente inferior ao registrado em 2016, quando o transporte coletivo municipal contabilizava mais de 201 mil passageiros por dia.

Outro levantamento, realizado pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Campo Grande, apontou que 63% dos usuários entrevistados chegam a gastar até quatro horas por dia considerando o tempo de espera nos pontos, passagem pelos terminais e as viagens de ida e volta.

A decisão de utilizar ou não um automóvel não depende somente da disposição de uma pessoa em optar por outro meio de transporte. O tempo gasto no deslocamento, a segurança do percurso, o conforto e a possibilidade de integração entre diferentes modais também interferem nessa decisão.

Para Lusianne, por isso, a mobilidade precisa ser analisada em conjunto com outras áreas do planejamento urbano. Habitação, segurança pública e uso do solo estão relacionados à maneira como a população se desloca.

Uma cidade que concentra empregos e serviços em determinadas regiões, enquanto mantém áreas residenciais distantes desses locais, cria necessidades de deslocamento que precisam ser consideradas pelo planejamento.

Da mesma maneira, a ausência de infraestrutura adequada em determinadas regiões pode restringir as opções disponíveis para os moradores.

O planejamento, nesse contexto, também precisa considerar as particularidades de cada comunidade e incorporar a participação da população na construção das soluções.

APROVEITAR O TRAJETO

A escolha pelo deslocamento a pé ou de bicicleta também altera a relação com a cidade. Em vez de atravessar uma região rapidamente dentro de um automóvel, o percurso permite observar as ruas, estabelecimentos, praças e outras pessoas que ocupam aquele espaço.

“Quando as pessoas começam a andar, a pedalar nas cidades, elas começam a viver um pouco mais a cidade. Passam a perceber a cidade de outra forma, a parar, olhar, vivenciar aquele momento”, afirma.

Para a professora, essa mudança pode ser percebida inclusive na região central de Campo Grande, que passou a receber diferentes formas de ocupação e circulação, inclusive durante a noite.

A presença de pessoas nas ruas pode contribuir para a movimentação dos espaços, fortalecer o sentimento de pertencimento e também beneficiar atividades comerciais.

“A pessoa que está caminhando ou pedalando percebe os comércios, os serviços, os espaços. É uma relação muito diferente daquela de quem simplesmente passa por esses caminhos dentro do carro”, explica.

felpuda

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para...Leia na coluna de hoje

Confira a Coluna Diálogo desta segunda-feira (21)

21/09/2026 00h01

Coluna Diálogo

Coluna Diálogo ARQUIVO/CORREIO DO ESTADO

Continue Lendo...

JOHANN GOETHE - ESCRITOR ALEMÃO

"O que passou, passou. Mas o que passou luzindo, resplandecerá para sempre”

FELPUDA

Durante coletiva de imprensa da prefeita Adriane Lopes, realizada para anúncio da força-tarefa após o temporal, comentário geral era de que os vereadores presentes haviam “caído de paraquedas” por lá, na tentativa de mostrar o que não fazem na prática: discutir e elaborar um plano de trabalho de longo prazo, com o Executivo, no planejamento de projetos que evitem o caos a cada temporal que cai em Campo Grande. Não faltaram trocadilhos e piadinhas a respeito de mais um jogo de cena dos nobres edis. Dá licença, vai!...

Coluna Diálogo

Preocupante

Mais de 50% dos jornalistas no Brasil apresentam sintomas de depressão. O dado faz parte da pesquisa Condições de Trabalho e Saúde Mental de Jornalistas no Brasil, lançada durante reunião do Conselho de Comunicação Social (CCS) do Congresso, no Senado.

Mais

A pesquisa contou com a participação de 257 jornalistas brasileiros, que responderam a um questionário on-line. Ainda de acordo com os dados, 47,8% dos entrevistados informaram sofrer com estresse e 47,9% têm insônia.

Coluna DiálogoNádia Bana Povh e Miguel Povh Filho, que hoje comemoram 63 anos de casamento (Bodas de Sândalo). Foto: Arquivo Pessoal
Coluna DiálogoMaisa Monseff. Foto: Arquivo Pessoal

Afinados

Caso sejam eleitos, o ex-governador Azambuja e o governador Riedel terão papel importante na escolha do futuro presidente da Assembleia Legislativa. O grupo político que reúne aliados de ambos e alimenta pretensões para comandar o Legislativo terá de estar muito bem afinado com os dois. Afinal, a palavra de quem ocupa posição de liderança costuma pesar, e muito, nesse tipo de escolha. Quem imaginar que basta contar votos e ignorar as articulações políticas poderá acabar descobrindo que a conta não fecha. Para ser ungido, será preciso mais do que vontade. Caso contrário, é apenas ilusão. A conferir!

Sonho meu...

O deputado federal Vander Loubet (PT) começou a fazer as contas dos votos que poderá receber na disputa por uma cadeira no Senado nas eleições deste ano. Depois de somar, multiplicar e tirar a “prova dos nove” de cada região de Mato Grosso do Sul, há quem diga que ele já começou a sonhar com a segunda vaga de senador. Se o seu cálculo estiver correto, quem estaria com a eleição ameaçada seria o Capitão Contar (PL), bolsonarista de carteirinha. Sei não...

Cara de pau

Que coincidência, hein?! Bastou o nome de Flávio Bolsonaro ganhar um pouco mais de fôlego nas pesquisas, para o Planalto descobrir que “há espaço fiscal” no caixa. O governo anunciou reajuste de 15% no Bolsa Família e na maior cara de pau ainda informa que não tem nada a ver com o “calendário eleitoral”. Pode?

ANIVERSARIANTES

  • Ana Carolina Pires de Rezende Coutinho,
  • Geise Helena da Silva,
  • Renan Vera de Almeida,
  • Celina Colman de Oliveira,
  • Rafaela de Queiroz Rodrigues da Cunha Feitosa,
  • Luis Adriano Garcia Corrêa,
  • Efigenia Gavilan Franco,
  • João Henrique Souza Guerino,
  • Mateus Garcia Pires,
  • Maria Lice Fernandes Couto Citino,
  • José Valeriano de Souza Fontoura,
  • Maucir Pauletti,
  • Wanderlan Marques Dorneles Silveira,
  • Amanda Denise de Lima,
  • Wolmir Silva de Farias,
  • Ademir Koki Tibana,
  • Antonio Foletto,
  • Derly Ramão Lopes,
  • Osvaldo Francisco dos Santos,
  • Cristiane Gomes,
  • Eduardo Esgaib Campos,
  • Guilherme Ferreira Dutra Júnior,
  • Oilton Albres da Silva,
  • Yone Silveira de Mello,
  • Rafael Arnaldi,
  • Carolina Dalpasquale Gomes,
  • Valrícia Miranda de Oliveira Moraes,
  • Felix Sorgatto,
  • Laura Regine Silveira,
  • Alvaro Ramos do Amaral,
  • José Marcos Maksoud,
  • Dra. Paulinne de Souza Arruda,
  • Vera Lúcia Castelli,
  • Elton Soares Timoteo,
  • Agnaldo dos Santos Souza,
  • Manoel Ferreira Nery,
  • Augusto Martinho,
  • Othavio Fernandes Siqueira,
  • Dr. Francisco Wilson Rocha,
  • Vânia Aparecida dos Santos Mugartt,
  • Aline Rodrigues Zacarini,
  • Lúcia de Toledo Câmara Neder,
  • Lucy Kosurian Sayegh,
  • Francisca Galvão,
  • Walter Augusto Martinho,
  • Adair Aparecido de Freitas,
  • Aryovaldo Maria Bento,
  • Norman Gomes,
  • Zirley de Moraes Lima,
  • Cristovão Espíndola,
  • César Augusto Herwiny,
  • Doroteia Aparecida da Glória Terencio,
  • Joana Molina Rodrigues,
  • Liliane Paschoaletto Trindade,
  • Cleber Teixeira Mello,
  • Marco Aurélio Pallacio,
  • Ruggero Barbosa Ferraz,
  • Fernando João Rosa Serra,
  • Adair Garcia Anache,
  • Roberto Alexandre Ajul Rezende,
  • Leonardo Farias da Silva,
  • Josevaldo Cordeiro Manso,
  • Nelson Ribeiro Peres,
  • Otavio Adami Gomes,
  • Pierangelo Camillo,
  • Luiz Edmundo Ramos Freire,
  • Sandra Regina Motta,
  • Raul Vítor dos Santos,
  • Márcio Vieira Menezes,
  • Rodrigo Lima Arakaki,
  • Dra. Rosa Cristina Miranda Zimmermann,
  • Marcelo Ribeiro Vorus,
  • Rosângela Yule Queiroz,
  • Francisco Carlos Nogueira de Rezende,
  • Inácio Clacier Roeder,
  • Aldenir Lima da Silva,
  • Valdeir Marques dos Santos,
  • José Martins Coutinho,
  • Efigênia Espindola Gimenes,
  • Rosa Maria Iazer,
  • Ana Fátima Belalian Corrêa da Silva,
  • Orlando Teixeira,
  • Giulliano Lima da Cunha,
  • Isaac Rodrigues dos Santos,
  • Mohamad Akrama Eljaji,
  • Leandra Henriques Bunazar Abes,
  • Orivaldo Pereira,
  • Dielze Almeida Rosa,
  • Eliza Yule,
  • Flávio Casarim Moretti,
  • Ana Paula Dyszy,
  • Hermes Bocca Salineiro,
  • Carla de Fátima Monteiro Corrêa Machado,
  • José Orlando Marques Pedrosa,
  • Michael Luiz Menuci,
  • Jucli Teresinha Stefanello Peruzo,
  • Aislan Luis Massoni,
  • Juliano Folle,
  • Diego Gatti,
  • Roberto Carlos Zulato,
  • Valter Carlos Rossignollo Venditti,
  • Henrique Ribeiro Benatti,
  • Jaqueline Duarte Yusuf,
  • Valdir Matos Betonti.

COLABOROU TATYANE GAMEIRO *

Moda Correio B+

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?

Existe uma tendência de associarmos sofisticação à formalidade. Como se fosse necessário um blazer, um salto ou uma peça especial para que uma mulher pareça bem-vestida.

20/09/2026 16h00

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta? Foto: Divulgação

Continue Lendo...

Você provavelmente já encontrou uma mulher vestindo apenas camiseta branca, jeans e uma sandália simples e pensou: como ela consegue parecer tão elegante com tão pouco? Enquanto isso, outra pessoa pode estar usando peças caras, bolsa de grife e uma produção muito mais elaborada não consegue transmitir a mesma impressão.

A diferença está em algo que repito com frequência no meu trabalho: elegância não está necessariamente na roupa, mas na maneira como fazemos a roupa funcionar a nosso favor.

Existe uma tendência de associarmos sofisticação à formalidade. Como se fosse necessário um blazer, um salto ou uma peça especial para que uma mulher pareça bem-vestida. Mas, muitas vezes, são justamente as produções mais simples que revelam melhor o cuidado com a imagem.

Quando há menos elementos para chamar atenção, percebemos mais facilmente o caimento, a qualidade do tecido, os acabamentos, os acessórios e, principalmente, quem está usando aquela roupa.

Uma camiseta, por exemplo, parece a peça mais básica do mundo, mas existem enormes diferenças entre elas. A posição da manga, a abertura da gola, o comprimento, a gramatura do tecido e a maneira como ela acompanha o corpo interferem completamente no resultado.

E não existe uma modelagem universalmente perfeita: existe aquela que funciona melhor para o seu corpo, seu estilo e a mensagem que você deseja transmitir.

Aos detalhes da roupa soma-se algo que não compramos em nenhuma loja: postura. A maneira de caminhar, sentar, falar e ocupar um espaço participa da nossa imagem tanto quanto aquilo que vestimos.

Não adianta procurar a peça perfeita se ela está amassada, mal conservada ou se quem a veste parece desconfortável dentro dela. Elegância também tem relação com cuidado e naturalidade.

As mulheres que já entenderam isso,  não precisam acrescentar informação o tempo inteiro para construir uma imagem mais elegante e de presença. Existe coerência entre roupa, corpo, personalidade e ocasião. A roupa não tenta transformá-las em outra pessoa; apenas acompanha quem elas são.

Entre Costuras & CuLtura: Por que algumas mulheres parecem elegantes até de camiseta?Sabrina Sato - Divulgação

5 detalhes que deixam até a camiseta mais elegante

1. Observe o caimento antes da etiqueta

Veja onde a manga termina, como a gola se posiciona e se o tecido acompanha o corpo sem apertar ou criar volume onde você não deseja. Uma pequena alteração de modelagem pode mudar completamente uma peça básica.

2. Preste atenção ao estado da roupa

Bolinha, gola deformada, tecido transparente demais, manchas e peças excessivamente amassadas comprometem rapidamente uma produção. Básicos precisam estar especialmente bem conservados.

3. Use acessórios com intenção

Um bom brinco, um relógio, um colar, um cinto ou uma bolsa podem dar acabamento ao look. Não é preciso usar tudo ao mesmo tempo: muitas vezes, um único elemento bem escolhido é suficiente.

4. Cuide da postura e da presença

Ombros, maneira de caminhar, tom de voz e até a forma como você se senta interferem na leitura da sua imagem. Nenhuma roupa trabalha sozinha.

5. Busque coerência, não perfeição

A mulher elegante não é necessariamente aquela que está impecável o tempo inteiro. É aquela cuja imagem parece fazer sentido: para sua personalidade, para seu corpo, para sua rotina e para o ambiente em que está.

No fim, a pergunta mais importante é: quanto da elegância que admiramos realmente vem da roupa? A roupa pode ser a moldura, mas é a maneira como nos apresentamos ao mundo que completa a imagem.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).