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Capa da semana Correio B+

Entrevista exclusiva com a atriz Lorrana Mousinho destaque na novela "Três Graças" na TV Globo

"Faço teatro desde que criança. Foram muito anos construindo pedaço por pedaço do meu caminho, até que esse convite pra "Três Graças" apareceu".

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Atriz, professora de teatro e preparadora de elenco, Lorrana Mousinho está estreando nas novelas em “Três Graças”. Na trama, a artista dá vida a Cláudia, uma das cuidadoras de Josefa (Arlete Salles) que se revelou a espiã de Rogério (Eduardo Moscovis) na casa da vilã Arminda (Grazi Massafera).

Lorrana ainda é uma das fundadoras do Projeto Teatro Nômade, ao lado de Luísa Reis, em que oferece aulas de teatro gratuitamente para jovens estudantes de instituições públicas.

Mestre em Artes Cênicas pela UNIRIO - mesma instituição onde se graduou em Licenciatura em Teatro-, Lorrana Mousinho tem no currículo os espetáculos: "Roleta-Russa", baseada no livro "Suicidas", de Raphael Montes, e “Horácio", baseado no "Hamlet" de Shakespeare. Ela ainda atuou nos infantis “Em Casa", que usava a linguagem não-verbal, e “Peixe Vermelho”, projeto autoral que ela vai voltar a encenar em breve.

A atriz Lorrana Mousinho é a Capa eclusiva do Correio B+ desta semana, e em entrevista ao Caderno ela fala sobre estreia na TV, projetos e sua paixão pela profissão.
 

A atriz Lorrana Mousinho é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Marilha Galla - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Você está estreando na novela "Três Graças" na Globo. Como tem sido essa primeira experiência ao longo desses meses? Alguma curiosidade desse debut?
LM -
 Tem sido uma delícia. Um privilégio enorme poder criar uma personagem e a cada novo bloco de texto que sai descobrir mais coisas sobre ela, que fazem a gente sempre continuar colocando mais camadas nessa criação. Isso do não saber e também poder ser surpreendido traz uma temperatura diferente pra criação, deixa tudo mais arriscado. E sustentar essa energia por meses é onde mora o grande desafio.

CE - Cláudia, sua personagem, aliás, ganhou um destaque ao deixar de ser uma pacata cuidadora e se revelar espiã de Rogério (Eduardo Moscovis) na casa de Arminda (Grazi Massafera). Você esperava  esse plot twist ?
LM -
Sim, eu esperava. Na primeira leitura com elenco completo mais autores, eu estava tensa porque achava de bom tom na hora do intervalo ir cumprimentar o Aguinaldo Silva, afinal, né, é o Aguinaldo Silva. Mas não sabia como. Isso me gerou tanta tensão, ainda mais que eu sou tímida pra caramba, que eu pensei: “Deixei pra lá”.

Vai tomar seu cafezinho, vai. Você já sobreviveu ao seu momento na leitura, agora, relaxa. E eis que ele que me puxa num canto e rindo de orelha a orelha me conta que eu não era só uma cuidadora, não. Mas que eu era essa espécie de “espiã”, infiltrada na casa a mando do Rogério. Eu fiquei chocada na hora, feliz e com medo, um mix de sensações. Agora o como foi eu não esperava.

Acho que foi uma resposta também à maneira como o público abraçou a personagem na sua primeira fase, mesmo que tenha durado um curto período, as pessoas torciam demais pela Cláudia cuidadora e estudante de medicina. Acredito que essa identificação do público com ela e a indignação que a sua suposta morte gerou, ajudaram pra que seu retorno fosse bom daquele jeito. Pra mim todas essas reviravoltas foram como se eu estivesse recebendo um presente. 

CE - E como tem sido lidar com esse sucesso de Cláudia com o público e com a imprensa?
LM -
 Eu acho tudo surpreendente (risos). A palavra pra mim é “surpresa” pra muita coisa. Afinal, é o que você falou, a primeira novela e já comecei numa das 9, de grandes autores e ainda um sucesso. É um pacote muito grande de coisas boas e nem sempre a gente sabe receber, temos que desenvolver estrutura interna pra saber receber as coisas boas também.

E isso essa novela tem me ensinado muito, dia após dia, sobre merecimento e que é preciso desenvolver em mim essa capacidade.  Me sinto feliz com a abordagem das pessoas na rua, nas redes sociais, como também não sou nenhuma celebridade, essas abordagens são tranquilas, educadas, geralmente, bem-humoradas.

Muita gente vem no meu privado no Instagram espontaneamente pra falar sobre o meu trabalho. Lá no início, então, da novela, eu temia que ninguém na verdade estivesse me vendo ali ao lado (o que não faz sentido nenhum), foi o máximo ver as pessoas fazendo os recortes da Cláudia dando umas olhadas e botando nas redes, acordando com os sustos, vibrando por ela, torcendo.

Falando de suas próprias lutas e histórias. Depois quando ela virou o jogo, ainda se mantiveram na torcida, curiosos com o que está por vir. Muito engraçado também as pessoas me pedindo spoiler e também pra eu dar a dica x ou y para os autores (risos). Lidar com a imprensa também tem sido tranquilo. Chegaram até mim profissionais bem respeitosos que, de modo geral, mantém a integridade do que eu falo.

Com boas perguntas. Boas conversas. Eu também tenho uma assessora ótima que consegue me blindar de muita coisa, a Natasha Stein. Aos poucos também tenho aprendido o que funciona e o que não funciona de ser dito e pra quem, a gente vai conhecendo mais como esse meio funciona. 

CE - Pode considerar essa oportunidade um divisor de águas da sua carreira?
LM -
 Com certeza. Por mais que a nossa relação com as novelas tenha mudado muito nos últimos anos, ainda impacta um número enorme de pessoas. No nosso país sempre foram obras muito assistidas e celebradas, fazer parte de projetos assim, podem ter o potencial de redefinir a carreira de uma atriz, seja em grande ou pequena escala, contribui muito pra nossa construção de carreira.

Como eu já disse em outras entrevistas, eu não venho de uma família de artistas ou abastada, que tem conexões no meio. Faço teatro desde que criança. Foram muito anos construindo pedaço por pedaço do meu caminho, até que esse convite apareceu.

Um ator que faz novelas no Brasil tem mais oportunidades de fazer outros trabalhos no audiovisual e inclusive, de poder habitar o próprio teatro (onde sempre habitei) com muito mais conforto e estrutura de trabalho, casa cheia, acessos que, grande parte das vezes, quem está ali desde sempre nunca teve. Pode ser uma abertura de caminhos e espero que pra mim seja também, já está sendo, na verdade, de uma maneira ou de outra. 

CE - Aliás, você levou 18 anos pra fazer uma novela. A que atribui essa demora? Era uma vontade?
LM -
 Levei mais que 18 (risos). Atribuo a maneira como o mercado funciona mesmo e ao modo difícil, quase impossível que é operar dentro dessa profissão. Se você escolhe ser artista e vem de baixo, os obstáculos vão ser imensos. Um Everest quase. Obstáculos esses com os quais eu durmo toda a noite, inclusive, porque nada está dado, sei lá o que vai acontecer comigo depois dessa novela.

Vou apenas seguir, como fiz a vida toda. Obstáculos que outros artistas que vêm de outras realidades nem sabem que existem e podem até ter uma visão ilusória e pouco real de como a sua própria classe vive, te leva a nem saber que você pertence a uma classe, na verdade. Você sabe como você vive, mas não tem noção de como os artistas sobrevivem no nosso país, repare que eu não tô falando nem de viver, mas de sobreviver.

Vir dessa realidade e apesar das poucas conexões, ter tido acesso a muito estudo de qualidade, graças à minha família, me situou com muita reflexão crítica dentro do meu espaço de trabalho. De alienação eu não sofro. 

Eu cresci vendo novelas, queria fazer novelas também, é claro, mas desde cedo fazendo teatro e entendendo como o mercado funcionava, que tinha suas preferências e claramente eu não era uma delas, foquei no teatro e tomei quase um horror à TV (risos). Mas com o tempo você entende que se você não ocupa aquele espaço, você fica à margem, muitas vezes, até do próprio teatro.

Esse que acontece, que tem público, que tem bons salários, onde os jurados de prêmios vão, do qual se pode viver (ou tentar que venha daí parte de sua forma de ganhar a vida). O meu teatro e de tantos artistas, a maior parte deles, funciona na margem. Gravava vídeos de cadastro, era elogiada, mandava material, recebia bons feedbacks e nada e seguia a vida.

Murros em ponta de faca que só confirmavam que meu lugar não era ali. Por isso agora eu me surpreendo o tempo todo e preciso me expandir internamente pra que todos esses acontecimentos possam caber.

Jurei pra mim que quando fizesse um trabalho assim seria convidada e entraria pela porta da frente, que o respeito dos outros pelo meu trabalho de atriz e pelas minhas capacidades abririam qualquer porta pra mim e não é que eu fui convidada? (risos).

A atriz Lorrana Mousinho é a Capa exclusiva do Correio B+ desta semana - Foto: Marilha Galla - Diagramação: Denis Felipe - Por: Flávia Viana

CE - Percebemos você bem presente nas redes sociais. Acha que, de fato, essa dedicação traz impacto na carreira de um artista, já que se fala muito hoje sobre número de seguidores?  
LM -
 Com certeza. Antes da novela eu postava muito pouco, um post, às vezes, em meses. E todas as minhas redes, antes Facebook, depois Instagram, eu só tive por conta de trabalho. Demorei a ceder pro WhatsApp. Acho tudo enlouquecedor e que tem grande potencial pra ser uma fonte de agonia, comparação, gatilhos. Só que percebi mesmo o mundo mudando, percebemos.

Passou a ser impossível não ter redes sociais se você quer divulgar o seu trabalho e precisa divulgá-lo. Quem não precisa, pode ter o privilégio de não ter. Passei a fazer um uso intenso nas minhas redes de professora como praticamente única forma de conseguir alunos. Passei a usar mais a minha pessoal pra divulgar o meu trabalho como atriz e isso foi realmente me ajudando a tornar visível o meu trabalho.

Agora com a novela, pra você ter uma ideia, eu conto com um profissional, o Ariel Moraes, grande amigo, ator também, que me ajuda a entender o momento e a gerir as redes e conteúdos da melhor maneira possível. É quase um segundo trabalho mesmo, que torna mais visível esse primeiro, de atuação. E eu sinto os resultados, você vai se tornando mais interessante aos olhos das pessoas, aos olhos do público e isso pode ser motivo de prospecção de novos trabalhos, apoios, patrocínios.

Eu sabia que seria um momento de grande visibilidade e que deveria intensificar isso, o famoso fazer do limão uma limonada. No início resistia mais, mas combinei comigo que iria fazer o todo o possível e necessário mantendo a minha ética, é claro.

E faço. O famoso “sem tempo, irmão!” (risos) tem que fazer, então, faz e faz bem feito. E acabou que me adaptei bem, tem mil coisas que não gosto de fazer, mas descobri as que gosto também, as que me divirto fazendo e o contato com o público, como falei, é a melhor parte. 

CE - Além de atriz, você é professora de teatro. O que tem aprendido como artista ao fazer uma novela das 21h?
LM -
 Acha que tem algo novo pra passar aos alunos agora fazendo TV?
Eu continuo dando aulas, né. Eu tenho levado já cinquenta mil novidades (risos). Eu dou aulas de teatro e de atuação p/ audiovisual (a partir da minha experiência como preparadora). 

Tudo o que eu descubro, aspectos técnicos, os dias fáceis, os dias desafiadores, as qualidades que percebo nos trabalhos dos outros atores, as dificuldades que passei (uma coisa é estar atrás das câmeras, outra é estar na frente delas) vou levando tudo.

uando somos artistas e docentes tudo o que a gente experiencia entra dentro do nosso bojo, do nosso processo de colagem, montagem pra que a gente dê nossas aulas. Todas as interferências que passam pela sua vida influenciam as demais, então, você está sempre dando uma aula diferente e mais engajada. As minhas aulas de hoje já são diferentes das do ano passado e das do mês passado, com certeza. 

CE - Você ainda é uma das fundadoras do Projeto Teatro Nômade, ao lado de Luísa Reis, em que oferece aulas de teatro gratuitamente para jovens estudantes de instituições públicas. Fale mais disso.
LM - 
Eu amo falar sobre o Nômade. Quando estou naqueles dias ruins, onde penso que nada tem sentido. O Nômade sempre aparece como algo que tem. E eu sou muito grata por isso. O projeto foi fundado em 2016, vamos fazer aniversário de 10 anos esse ano!

Esse projeto vem desde a época da faculdade de teatro, onde conheci a Lu, ambas nos formamos em Licenciatura em Teatro na UNIRIO. Trabalhamos com teatro como prática de transformação social. O Nômade sempre funcionou a partir de trabalho voluntário, conseguimos patrocínio por um ano, apenas, até hoje, e isso foi há pouco tempo.

Inclusive: Oi, patrocinadores! Estamos aqui! Mas como sempre, continuamos seguindo, com muita convicção sobre a importância do que fazemos. Temos turmas nas regiões centrais do Rio e na Baixa Fluminense, que também é meu lugar de origem.

Nosso foco são os jovens ditos periféricos. Ao longo do ano, os alunos e alunas fazem aulas de teatro e no final do ano as turmas se apresentam. Já impactamos centenas de jovens até hoje, muitos deles trabalham hoje com a gente, então, o Nômade não é mais apenas a Lu e eu, mas um grupo grande de pessoas que fazem com ele aconteça todos os dias. 

CE - Agora que estreou numa novela, quais seus sonhos profissionais ainda não realizados?
LM - 
Zilhões. Toda hora a ideia de um projeto, de uma história a ser contada passa pela minha cabeça. Meus sonhos profissionais se resumem a poder contar essas histórias que me habitam agora e as que vão habitar. Poder seguir fazendo isso com mais estrutura, mais dignidade, do jeito que todos os artistas e eu merecemos.

Todos nós que não estamos por fama, mas pelo ofício. Agora, sendo mais específica, gostaria de circular pelo Brasil com o meu infantil, vamos fazer uma circulação nesse momento pelo interior do Rio pelo Sesc. A peça se chama “Peixe Vermelho”, é um infantil que fala sobre a raiva e a importância de saber manejar essa emoção tão controversa.

A direção é da Fabianna de Mello e Souza e no elenco está a minha irmã, Raisa Mousinho, Bruno Paiva e eu. Eu amo teatro infantil. Pra mim não é lugar de passagem. Espero nunca dizer “quando eu fazia teatro infantil”. Espero sempre ter a possibilidade de fazê-lo e cada vez melhor.

Tenho esse sonho de poder rodar pelo país fazendo peças e gostaria agora também de poder continuar fazendo novelas, aprofundando essa primeira experiência, trabalhando personagens ainda mais complexas e estimulantes. E eu nunca fiz um filme ou uma série. Seria incrível. Seria, não. Vai ser!

CE - Você já contou em entrevistas que começou a fazer teatro ainda adolescente quando morava na Baixada Fluminense, no Rio. O que a Lorrana de hoje diria pra Lorrana que sonhava em viver de arte? 
LM -
 Comecei na infância, na verdade, aos dez anos. Acho que eu diria “Minha irmã, você vai comer o pão! (risos) Seja forte. Comece a fazer terapia antes pra saber manejar melhor as suas emoções. Tira da sua cabeça isso de que você é fraca porque tem sensibilidade, essa é a sua maior qualidade nessa vida.

Você é inteligente, talentosa e tem um bom coração. Foca nas suas qualidades. E vão aparecer uns babacas na sua vida. Não sai com eles! Com o passar do tempo, as coisas vão acontecendo. Podem demorar, mas elas vão acontecendo. Então, agora que você já sabe disso, aproveita mais o caminho e não fique tão ansiosa. Aproveita o caminho.”

Astrologia Correio B+

A energia do Tarô da semana entre 02 e 08 de março. Aproveite para ativar a criatividade.

O Três de Ouros mostra que iniciativas em equipe prosperam quando há cooperação e objetivos em comum. É um período favorável para tirar ideias do papel e avançar com seus planos. Aproveite a energia do portal 3/3 para ativar a criatividade.

01/03/2026 12h30

A energia do Tarô da semana entre 02 e 08 de março. Aproveite para ativar a criatividade.

A energia do Tarô da semana entre 02 e 08 de março. Aproveite para ativar a criatividade. Foto: Divulgação

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O Três de Ouros representa o momento em que, após os tropeços e ajustes iniciais, tudo começa a tomar forma e a fluir com mais segurança. É quando o negócio deixa o campo das ideias e passa a gerar resultados, conquistamos a primeira oportunidade na área que desejamos, um projeto começa a ser reconhecido ou a equipe encontra harmonia depois dos desencontros do início.

Em outras palavras, essa carta traz a energia do progresso concreto, quando o esforço deixa de ser apenas tentativa e passa a mostrar resultados. Ela costuma indicar colaboração, planejamento e a união de competências em torno de um objetivo comum.

Por isso, aparece com frequência em situações que envolvem acordos, formalizações e parcerias: é o sinal de que chegou o momento de organizar, firmar compromissos e dar um passo mais estruturado rumo à realização.

O Três de Ouros é a carta da construção conjunta, do aprendizado contínuo e do valor do trabalho em equipe. Sua imagem clássica mostra um aprendiz em um ambiente de trabalho, um símbolo poderoso de que grandes realizações nascem da colaboração entre diferentes talentos. Assim como um pedreiro não ergue uma catedral sozinho, nenhum projeto significativo se concretiza sem a soma de habilidades, visões e experiências.

Essa carta surge como um lembrete de que cada pessoa tem um papel essencial. Quando diferentes competências se unem, cria-se algo maior do que qualquer esforço individual poderia alcançar. O Três de Ouros fala de sinergia: da troca de ideias, da escuta ativa e do respeito pelo conhecimento do outro. Não há hierarquia de valor, há cooperação.

No nível pessoal, a carta representa o aprimoramento de talentos e o compromisso com o processo de aprendizagem. Ela nos convida a ter paciência com a evolução, entendendo que erros fazem parte do caminho e são, muitas vezes, os melhores professores. O progresso não é linear; ele se parece mais com uma espiral. Às vezes parece que voltamos ao mesmo ponto, mas sempre em um nível mais alto de consciência e habilidade.

Embora o Três de Ouros simbolize o “aperfeiçoamento” de uma habilidade, ele não exige que sejamos perfeitos. Muito pelo contrário: essa carta pede que você olhe para o panorama geral. Veja o quanto você já avançou no que está aprendendo. Observe tudo o que ainda pode conquistar! A melhoria só acontece se você permanecer disposto a aprender.

Não importa o quão bom você seja em seu talento ou conjunto de habilidades, sempre é possível evoluir. Vale refletir: você tem cobrado perfeição de si mesmo? Tem se comparado aos outros a ponto de sentir que o que faz não é suficiente?

No processo de aprendizagem, os erros serão seus melhores professores. Dominar qualquer coisa envolve tentativa e erro. Você vai errar. Quanto mais erros cometer, melhor ficará. Em alguns momentos, pode surgir a sensação de não estar à altura, mas isso faz parte do processo. Persistindo, ajustando a rota e refinando suas competências, você se aproxima cada vez mais do resultado que deseja.

O Três de Ouros marca também o início da fase de implementação: a ideia já nasceu, os planos foram traçados e os recursos reunidos. Agora é hora de colocar a mão na massa. Pode ser que você já esteja colhendo os primeiros resultados, ainda que a linha de chegada esteja distante.

No campo profissional, é um excelente presságio. Indica dedicação, ética de trabalho e reconhecimento. Mostra crescimento, aprendizado e recompensas proporcionais ao esforço. Projetos tendem a prosperar, especialmente quando há colaboração e boa organização.

O Três de Ouros sugere que você está reunindo sua experiência e habilidades com as de um grupo maior para alcançar objetivos em comum. A colaboração pode ser fundamental para o seu sucesso agora, e é possível que seus projetos exijam integração entre pessoas com competências, vivências, ideias e métodos muito diferentes.

Será preciso empenho para garantir que essas opiniões diversas estejam direcionadas ao mesmo objetivo. Lembre-se do propósito maior; isso ajudará todos a se unirem em vez de entrarem em conflitos. Apoie seus colegas e confie na experiência deles, ao mesmo tempo em que compartilha sua perspectiva única.

Essa carta também pode indicar um período de aprendizado e de construção de qualificações. É muito provável que você lide bem com os novos desafios.

No campo financeiro, sugere que o empenho começa a trazer retorno e estabilidade. Você também pode perceber que trabalhar com alguém que tenha experiência na área será útil neste momento. Outras pessoas podem ajudar a montar um orçamento e colocar você no caminho certo para alcançar metas materiais.

Se isso não se aplicar diretamente, o Três de Ouros também pode indicar simplesmente um período de aprendizado sobre como organizar melhor suas finanças. Esse processo tende a ser muito benéfico no longo prazo.

No amor, o Três de Ouros fala de vínculos que se constroem com cuidado, parceria e comprometimento. Em relações já estabelecidas, aponta para a disposição de fazer dar certo, com aprendizado e crescimento compartilhados ao longo do caminho.

Em conexões mais recentes, simboliza a fase de descoberta e de conhecer melhor o outro. Para quem está solteiro, pode indicar encontros que surgem em ambientes ligados ao trabalho, aos estudos, a cursos ou a hobbies criativos.

Em essência, o Três de Ouros é a carta do crescimento consciente. Ela nos lembra que a maestria nasce da prática, que o sucesso é um esforço coletivo e que cada etapa do processo — inclusive as imperfeitas — faz parte da construção de algo duradouro. É um convite para continuar, aperfeiçoar, cooperar e confiar: o projeto já está em movimento, e você não está sozinho na obra.

O pedreiro não conseguiria construir a catedral sem a ajuda dos arquitetos, e eles não conseguiriam construí-la sem ele. Cada pessoa tem um papel importante a desempenhar e, quando se unem como uma equipe, podem criar algo muito mais significativo do que se tentassem realizar o projeto sozinhos.

Portanto, quando o Três de Ouros aparece como carta regente, encare como um sinal para colaborar com outras pessoas, criando sinergias para alcançar grandes resultados.

Não existe “nós e eles” nem qualquer senso de superioridade. Em vez disso, cada pessoa tem algo a oferecer e está disposta a aprender com os demais envolvidos no projeto. Todos realizam o trabalho coletivamente e contribuem para o grupo por meio da escuta ativa e da troca.

Ao trabalhar em projetos com outras pessoas, reconheça o valor que cada uma traz. Você também aprenderá com cada membro da equipe ao perceber sua contribuição única.

O Três de Ouros, assim como os Três dos outros naipes, marca os estágios iniciais de implementação que vêm após a fase de ideia do Ás e o planejamento do Dois.

Você sabe o que quer criar; já traçou os planos, reuniu seus recursos (dinheiro, pessoas e tempo) e começou a trabalhar — talvez já tenha alcançado seu primeiro marco significativo. Claro, você ainda está longe da linha de chegada, mas já colocou o projeto em movimento e está fazendo as coisas acontecerem.

À medida que coloca seus planos em prática, você perceberá que tem as habilidades, capacidades e recursos necessários para alcançar seus objetivos. Veja o Três de Ouros como um incentivo de que você está no caminho certo.

Você é competente no que faz e está progredindo. Continue! Preparação adequada, gestão e organização também são componentes essenciais do Três de Ouros. Alcançar metas significativas, como construir uma grande catedral, exige planejamento detalhado. Por isso, essa carta aconselha criar um plano abrangente e seguir um cronograma. É agora que uma boa gestão de projetos trará resultados.

Portal 3/3

O portal 3/3, que ocorre no terceiro dia do terceiro mês, ou seja, na terça-feira, e marca um momento simbólico de expansão e alinhamento. A repetição do número 3 cria uma atmosfera propícia para a criatividade, a expressão e o movimento das ideias, como se a energia do dia abrisse espaço para que intenções ganhem forma e projetos avancem com mais leveza e clareza.

O 03/03/2026 reúne duas forças complementares: o impulso criativo e expansivo do 3 com a profundidade contemplativa do 7. É um convite para expressar quem você é de verdade. Uma data que favorece criação com propósito, comunicação com alma e escolhas guiadas pela intuição.

Na numerologia, o 3 está ligado à comunicação, ao entusiasmo e à capacidade de transformar inspiração em algo concreto e compartilhável.

Quando essa vibração se duplica, formando o 33, ela assume um tom mais elevado, associado à sensibilidade, à compaixão e ao desejo de contribuir de maneira significativa. É uma frequência que costuma despertar o impulso de criar, ensinar ou colocar talentos a serviço de algo maior.

No simbolismo do Tarô, a energia dos três representa o momento em que os primeiros resultados começam a aparecer. Depois do impulso inicial e dos ajustes do caminho, surge a possibilidade de estruturar, colaborar e consolidar.

O Três de Ouros, em especial, fala da união de competências, do trabalho em equipe e da sensação de que cada peça necessária para um projeto está finalmente se encaixando.

Assim, o portal 3/3 aponta para um período de construção consciente: uma fase em que inspiração e prática caminham juntas, favorecendo parcerias, organização e os primeiros sinais concretos de crescimento.

O Três de Ouros revela um começo bem-sucedido rumo à realização dos seus objetivos e funciona como um sinal de incentivo para que você continue com o mesmo empenho, sem desistir.

Você pode ter dificuldade para alcançar suas metas sozinho, mas a carta também ensina a não ignorar os talentos das pessoas ao seu redor. Você precisa da colaboração de outros, com diferentes pontos de vista, experiências e conhecimentos para realizar algo maior do que poderia imaginar.

Nesta semana, trabalhos em equipe e construção sólida de planos estão em destaque. A sorte aparecerá quando você aceitar a colaboração. Você não precisa fazer tudo sozinho para brilhar. “Quando todos avançam juntos, o sucesso ocorre por si só”. (Henry Ford)

Uma ótima semana e muita luz,

Ana Cristina Paixão

Beleza Correio B+

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza. Confira!

Médico dá dicas e explica os benefícios da vitamina A para cabelos, pele e unhas 

28/02/2026 19h00

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza.

O que a vitamina A pode fazer por nossa beleza. Foto: Divulgação

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A vitamina A é um micronutriente que fornece vários benefícios à saúde quanto à visão, pele e cabelos. “No que diz respeito à saúde e beleza da pele e cabelos, ela é um poderoso antioxidante e ajuda também na produção de queratina dos folículos capilares”, destaca Dr. Franklin Veríssimo, Especialista e pós-graduado em Laser, Cosmiatria e Procedimentos pelo Hospital Albert Einstein-SP. 

“A vitamina A é essencial não somente para o desenvolvimento normal da pele, mas também para o crescimento e manutenção dos ossos, glândulas, dentes, unhas e cabelos. Esta vitamina penetra na pele, contribuindo para que permaneça lisa, saudável e melhorando suas propriedades de barreira de água, mantendo assim a pele hidratada”, detalha Dr. Franklin. 

A vitamina A ou Retinol  ou ácido retinóico ( sua forma ácida) podem ter indicação de uso desde os primeiros sinais de envelhecimento cutâneo, “e não há idade definida para fazer uso e sim indicação clínica - e é durante uma consulta com o dermatologista que isso será definido”, alerta o médico.  

Cosméticos com vitamina A podem ajudar a melhorar a imunidade da pele. “Podem ser bons complementos a tratamentos personalizados.  A vitamina A atua na produção de colágeno e o seu consumo em níveis adequados propicia uma pele tonificada.  Rugas e outros sinais de envelhecimento podem ser retardados”, afirma Dr. Franklin que atua com medicina estética.  

“É possível encontrar produtos com vitamina A e fórmulas manipuladas.  Nas duas formas, deve ser sempre prescrito por médico e personalizado para o paciente”, reforça Dr. Franklin Veríssimo.  

Cabe destacar que, segundo o médico, o excesso da vitamina A no organismo pode gerar problemas como descamação da pele e queda de cabelo.  É fundamental a consulta realizada pessoalmente com o médico.  

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