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AGENDÃO

Estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", show do Velhas Virgens e despedida de bar marcam fim de semana

Estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", show do Velhas Virgens e despedida de bar marcam fim de semana

PAULA MACIULEVICIUS BRASIL

15/02/2019 - 09h00
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Campo Grande tem - e muita - coisa pra fazer no final de semana. De rolês gratuitos a Carnaval, estreia da peça de teatro do projeto de extensão de Artes Cênicas da UEMS, "Lisbela e o Prisioneiro", até a transição do Resista Bar para o Resista Produções. Tem também várias feiras e brechós, slam, batalha de RAP e show da banda Velhas Virgens. A programação é para todos os bolsos e gostos, veja: 

ENCONTROS

União de corações fraternos -  Na sexta-feira o presidente da Fraternidade sem Fronteiras, Wagner Moura, estará falando sobre a “Filosofia e Ética UBUNTU” (Eu sou porque nós somos), a partir das práticas vivenciadas dentro dos projetos da Fraternidade. Será um momento lindo de união e conexão que terá a presença da Orquestra Filarmônica Jovem Emmanuel, Pastor Milton do projeto Fraternidade na Rua e dos voluntários do MS Acolhe.

Data: Sexta (15) 
Horário: A partir das 19h
Local: Auditório do Sebrae, Av. Mato Grosso, 1661
Quanto: Entrada gratuita, mas limitada conforme a capacidade do auditório.

Happy Hour - Beneficente a Casa da Criança Peniel - Este será o 1º happy hour beneficente em que parte do lucro será destinado à entidade Casa da Criança Peniel, que tem a missão de acolher crianças e adolescentes que tiveram seus direitos violados. Haverá cerveja gelada, bandas de rock ao vivo, food trucks e sorteio de brindes. 

Data: Sexta (15)
Horário: a partir das 19h
Local: 2 Wheels - Av. Fábio Zahran, 6430
Quanto: Gratuito.

Batalha da Senna -  Tem batalha de RAP neste sábado, no Parque Ayrton Senna. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 17h
Local:Parque Ayrton Senna, Rua Jornalista Valdir Lago
Quanto: Entrada gratuita.

Batalha da ZO [TKO] #77 - The Big Cypher - Final de semana tem a primeira eliminatória da batalha de RAP. 

Data: Domingo (17) 
Horário: A partir das 16h
Local: Rua Palestina, 92, Jardim Panamá.
Quanto: Entrada gratuita.

Reinauguração Larica's + Slam Camélias - Resisto! Recito!​ - Larica’s se renova no dia 17 e recebe mais um SLAM CAMÉLIAS! Inscrições para a batalha das 17h às 19h, com pocket shows de Bia Blanc, Lili Black e Marina Cavalcanti.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 17h
Local: Av. Noroeste, 5.100 - Centro- Larica's da Lú.
Quanto: De graça. 

GASTRONOMIA

Renato Jackson na Vila - O Karandá Vila Gourmet convidou Renatto Jackson para cantar sobre as coisas boas da vida em seu espaço. Com uma mistura de black music, samba, samba-rock e reggae, Renatto Jackson compõe e canta músicas que fazem acreditar que as coisas vão sempre melhorar e que o universo conspira ao nosso favor.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 20h30
Local: Karanda Vila Gourmet, Rua Vitório Zeolla, 35 
Quanto: Entrada gratuita. 

1º Sukiyaki 2019 - O evento que acontece todo mês tem a primeira edição do ano este final de semana. O prato, semelhante ao yakisoba, será servido na Associação Nipobrasileira.

Data: Domingo (17)
Horário: A partir das 11h30
Local: Associação Nipobrasileira, Avenida Ministro João Arinos, s/n 
Quanto: Ingressos a partir de R$ 25,00.

Lançamento do Clube Gourmet - Lançamento do novo espaço criado no Shopping Campo Grande. NA semana de inauguração, tem oficinas de cheesecake de rapadura artesanal de Furnas do Dionísio, um roteiro gastronômico da Itália ao Pantanal, risoto de carne seca com banana da terra, os segredos no preparo da carne de jacaré e como fazer um prato sul-mato-grossense vegetariano. 

Data: Sábado (16) e Domingo (17)
Horário: A partir das 18h
Local: Shopping Campo Grande
Quanto: Entrada gratuita. Para informações e inscrições, acesse o site do Shopping.

BARES e FESTAS

Marta Cel no Genú - Marta Cel, artista sul-mato-grossense, com voz forte educada em corais gospel, vem emprestado sua vocação em canções já consagradas por grandes interpretes.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 20h
Local: Genuíno Bar, Rua Aporé, 97
Quanto: Couvert por R$ 10,00.

Brava - Sexta tem Pra Laiá, um evento criado para divulgação da arte com bandas, dj, exposição, intervenção, perfomance e dança, além disso teremos a exposição do brechozin Garimpou. Já no sábado, é a vez de Patrik Sandim tocar samba rock e brasilidades dos anos 90 e 2000.

Data: Sexta (15) e Sábado (16)
Horário: a partir das 18h
Local: Brava, Avenida Calógeras, 3.100 
Quanto: Entrade de graça, mas com chapéu democrático para os artistas. 

Warm UP: Natureza Mística 4 - Neste fim de semana tem Natureza Mística, um dia marcante para arte, música e cultura eletrônica. Tocam: Cosmic Dust, Shekinah Live, Synthatic, DJ Pin, DJ Argon Sense, DJ ArloHill, DJ Duck, DJ Finotti, DJ GrooveDelic, DJ Guerra, DJ Hadbox, DJ Mind Reset, DJ Sivebreak, DJ Tesseract e DJ Mind Reset. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 22h
Local: A ser divulgado ainda pela página do evento no Facebook.
Quanto: Ingressos pelo site a partir de R$ 60,00 com meia-entrada solidária onde na portaria do evento deve ser entregue 1kg de alimento não perecível e o pagamento de R$ 5,00 que será revertido para o Abrigo dos Bichos. 

Calourada UCDB 2019 - A maior recepção de calouros chega neste fim de semana. Tocam Roberto Rezende, Matheus Kruz, DJ Panda e Brutamontes. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 16h
Local: Rota Acústica, Rua Desembargador Leão Neto do Carmo, 2200 
Quanto: Ingressos a partir de R$ 30,00.

Al Capone - De graça, a banda Al Capone traz o melhor do rock'n roll ao Al Capone. 

Data: Sábado (16) 
Horário: A partir das 22h
Local: Al Capone Bar, Rua Juruena, 301
Quanto: Entrada gratuita. 

Despedida do Resista - Despedida sim, mas somente da esquina da Calógeras com a Antônio Maria Coelho. Desde a abertura do bar, em 2017, os proprietários tentam se adequar dentro do que exige a lei, no entanto, a legislação de 2018, dos 45 db impossibilitou a chance de alvará. Como o lema é A RESISTÊNCIA, Resista BAR agora é Resista Produções, que continuará a organizar eventos, lançar bandas e insistir. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 21h
Local: Avenida Calógeras, 2786, esquina com a Antônio Maria Coelho 
Quanto: Ingressos a R$ 10,00. Todo a grana arrecadada será para arcar com as dívidas que o bar acumulou nesses meses fechados. 

Vamos brincar lá fora? - A festa marca o lançamento do novo espaço do bar Sacramento Nossa Casa. "Vamos brincar lá fora?" terá show de Chicão Castro e Fabinho.

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 18h
Local: Sacramento, Rua 15 de Novembro, 1446
Quanto: Entrada a partir de R$ 15,00. 

Dagata e os Aluízios - Dagata & Os Aluízios é uma banda de rock sul-mato-grossense, atuante desde 2001. Suas músicas circulam pelas rádios do MS e pela rede desde 2003 a exemplo de Estrela Fria, Sem Pistas e Teré, esta última de autoria do poeta Emannuel Marinho. A noite também terá participação de da banda Substelar e com monólogo Febraro de Oliveira.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 19h
Local: Genuíno Bar, Rua Aporé, 97
Quanto: Ingressos a R$ 10,00.

DJ MAU MAU -  Considerado o melhor DJ do Brasil pela mídia e público brasileiros, Mau Mau é dono de um estilo único e conduz a pista com maestria. Neste final de semana ele estará em Campo Grande no Vita Club. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 23h
Local: Vita Club, Rua Dr. Temistócles, 112
Quanto: Ingressos a partir de R$ 20,00.

Ensaio Aberto Do Copo De Ideias - A banda Copo de Ideias vai fazer um ensaio aberto neste final de semana, regado a cerveja, pastel e tapioca. Os comes e bebes serão vendidos para arrecadar dinheiro para a banda gravar.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 16h
Local: Rua Joaquim Murtinho, 2204
Quanto: Couvert artístico de R$ 5,00

Fuego Tropical - Domingo tem show de músicas que estarão no novo EP e mais releituras da banda Fuego Tropical. A abertura fica por conta dos amigos da "MANGADA" mandando o melhor dos clássicos do pop/rock.

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 18h
Local: Bar Genuíno, Rua Aporé, 97
Quanto: Entrada gratuita, mas os artistas contam com o chapéu de contribuição voluntária.

AVENTURA

Rapel Urbano - Organizado pelo grupo Trilha Extrema, tem rapel neste final de semana no silo da antiga Concremix, hoje desativado.

Data: Domingo (17): 17/02/2019
Horário: A partir das 8h
Local: Av. Gury Marques, 6026
Quanto: R$ 50,00 por pessoa. Inscrições pelo site: Trilha Extrema.

CARNAVAL E SAMBA

Cordão Valu Outros Carnavais - Tem esquenta do Cordão Valu neste sábado, com Sampri, Charanga de marchinhas e concurso de fantasias infantil e adulto.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 18h30
Local: Samba Jeremias, Rua Brilhante, 2.128
Quanto: Ingressos a partir de R$ 10,00

CANAAAVRAU O Grito da Pantera - Organizado pela Atlética do Direito da UFMS, o rolê agora é na edição Carnaval.  

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 16h
Local: Bola 7, Rua Joaquim Nabuco, 107  
Quanto: Ingressos a partir de R$ 15,00. 

Bloquinho Vem que tô atoa - O BarFly recebe neste final de semana o Bloquinho Vem que tô atoa com os DJ's Otavio Honda, Thuago, Velery Fuxx e Chris Simões. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 16h
Local: BarFly, Rua Pajuçara, 201.
Quanto: Entrada de graça até 18h, depois a partir de R$ 5,00.

Pré Carnaval Evoé Baco - Samba, marchinha, suor e cerveja. Tem Evoé Baco, do Imaginário Maracangalha neste final de semana.  

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 18h
Local: Rua Laguna, 265, Cabreúva.
Quanto: Entrada gratuita

Baile de Samba e Forró - Segundo baile da parceria das escolas de dança Espaço Do Samba e Estação Dança.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 21hh
Local: Espaço do Samba, Rua Dr. João Rosa Pires, 744
Quanto: A partir de R$ 10,00.

Bloquinho De Copão na Mão - Sábado é dia de bloquinho dentro e fora do BarFly. Com mais de 10 horas de festa, na programação tem até luau automotivo. 

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 17h
Local: BarFly, Rua Pajuçara, 201
Quanto: Entrada a partir de R$ 15,00. 

Esquenta Capivara da Bahia - Com muito axé e música baiana, o esquenta do bloco Capivara Blasé deste domingo tem Sampri e Chokito Sambista.  

Data: Domingo (17)
Horário: a partir das 17h
Local: Ramadas Festa e Eventos, Rua Tonico de Carvalho, 15.  
Quanto: Ingressos a partir de R$ 10,00. 

TEATRO 

Stand Up com Jonathan Nemer - Tem apresentação de stand up neste final de semana. Com 1kg de alimento, o público paga meia. 

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 20h
Local: Centro de Convenções Rubens Gil de Camillo.
Quanto: Ingressos a partir de R$ 80,00 no site.

Espetáculo Lisbela e o Prisioneiro - Depois de lidar com temas pesados em "O Pequeno Príncipe " e "De Pai para Filhos", a intenção do projeto de extensão de Artes Cênicas da UEMS era abordar algo mais leve. Após varias leituras coletivas de "Lisbela e o Prisioneiro ", peça escrita em 1961 pelo pernambucano Osman Lins, o grupo descobriu que o texto não era tão leve assim. Abuso de autoridade, um cristão  matador e, sobretudo, uma jovem que preferiu enfrentar o mundo a perder a sua liberdade não são um assunto fácil, mas abordado com sutileza pode provocar risos. Este final de semana é de estreia de "Lisbela e o Prisioneiro", que segue com apresentações nos dias: 16 (sábado), 17 (domingo), 22 (sexta), 23(sábado) e 24 (domingo) de Fevereiro.

Data: Sábado (16) e Domingo (17)
Horário: Às 20h
Local: Teatro Mace, Rua 26 de Agosto, 63, Centro.
Quanto: Ingressos antecipados na Livraria Leitura do Shopping Campo Grande, a partir de R$ 20,00. Na bilheteria do evento também estará à venda. 

BAZAR, GASTRONOMIA E FEIRAS

Quintal da Jé - Evento colaborativo com produtos orgânicos, naturais e artesanais. Em exposição estará também a Kombi do Gaveta Brechó.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 15h
Local: Rua das Paineiras, 235 esquina com a 13 de Junho.
Quanto: Entrada gratuita. 

Bazar Especial de Carnaval no Coophasul - Vem aí mais um tradicional Bazar do Coletivo de Brechós no Coophasul. Mais de 10 brechós participantes, com preços a partir de R$ 5,00.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 8h
Local: Bifão do Coophasul, Rua Cotegipe, 923
Entrada: De graça.

Feira de Brechó do Horto Florestal - Tem muita coisa para garimpar no brechó do Horto neste sábado.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 8h
Local: Horto Florestal, Avenida Ernesto Geisel com a Fernando Corrêa da Costa
Quanto: Entrada gratuita.

II Bazar Beneficente - Organizado por Rotaract Club de Campo Grande e Colégio Nova Dimensão, visando financiar projetos sociais para melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Data: Sábado (16) 
Horário: a partir das 8h
Local: Colégio Nova Dimensão, Rua Ana Luísa de Souza, 1390, Pioneiros.
Quanto: Gratuito. 

Together Hype - Edição de carnaval será um evento bem carnavalesco, do jeito que a gente gosta! A ideia é aproveitar o mês do carnaval para unir diversos artistas e empresas criativas do nosso estado em um ambiente super descontraído e cheio de arte, cultura, música, produtos, presentes alternativos, gastronomia, familías pessoas. Atrações já confirmadas: Alice Hellmann, Daniel Magalhães, Luiza Brandt.

Data: Sábado (16)
Horário: a partir das 9h
Local: Together Casa Criativa, Rua Pedro Martins, 974
Quanto: Entrada gratuita.

Café da manhã Panápaná - Neste sábado (16), a loja de design amável e decoração criativa Panápaná vai realizar um café da manhã com bolo, chipinha, biscoitos e café fresquinho, para lançar as novidades de produção artesanal no tricotin e crochê em malha, além de novas parcerias de amigurumi e string art (quadro de linhas e pregos, que formam figuras). O evento acontece na Bananeira Kids, loja colaborativa do mundo infantil com espaço aconchegante para as crianças. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 9h30
Local: Bananeira Kids, Rua Raul Pires Barbosa, 1260, sala 5
Quanto: Entrada gratuita

Feira Vegan - Sábado tem mais uma edição da Feira Vegan na Capital, com quitutes veganos feitos sem crueldade.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 18h
Local: Praça dos Imigrantes - Rui Barbosa esquina com a 26 de agosto. 
Quanto: Entrada gratuita. 

Feijoada e roda de samba - Promovidos pela escola de Samba Deixa Falar

Data: Domingo (17)
Horário: A partir das 11h30
Local: Centro Comunitário do Santa Luzia, Rua Santo Anastácio, 504
Quanto:R$ 15.

CRIANÇAS

Oficina "Texturas: sentir e expressar" - É voltada a crianças com idade entre 4 e 7 anos, acompanhadas de seus responsáveis. Para participar, o material necessário é 1 lixa d´água, 1 folha de papel camurça, 1 folha de papel laminado, 1 pedaço de pelúcia, cola branca, tesoura sem ponta e 5 palitos de picolé. Às 17h30 o Cine Clubinho exibe curtas da Mostra Infantil Itinerante do Festival Internacional de Cinema Nueva Mirada. São eles: “O Irmão mais velho”, “Meu monstro e eu”, “O relógio de areia”, “A campainha” e “Sou redondo”.

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 15h30
Local:  Sesc Cultura, Avenida Afonso Pena, 2.270
Quanto: Gratuito. Os ingressos serão distribuídos 30 minutos antes do início da ação.

SHOWS 

Morada dos Baís - Shows com a banda Haiwanna e Dagata e Aluízios.  

Data: Sexta (15) e Sábado (16) 
Horário: 20h
Local: Sesc Morada dos Baís, na Avenida Noroeste, 5.140
Quanto: Entrada gratuita. 

Breezy Rodio (USA), Whisky de Segunda e MeriBand - Diretamente de Chicago, um dos grandes guitarristas, Breezi Rodio, fazendo um grande show em uma noite incrível ao lado das bandas Whisky de Segunda e MériBand.

Data: Sexta (15)
Horário: A partir das 22h
Local: Blues Bar, Rua 15 de Novembro, 1186
Quanto: Ingressos a partir de R$ 20,00.

O Bando do Velho Jack e Velhas Virgens - O show será no clube Estoril neste sábado. 

Data: Sábado (16)
Horário: A partir das 22h
Local: Clube Estoril, Rua Silvina Tomé Veríssimo, 20.
Quanto: Ingressos a partir de R$ 30,00 à venda pelo site: http://bit.ly/bandoevelhas e ainda nos postos: Clan Bier Conveniência, Augusta Life Store, 262 Kustom Shop - 13 de Junho e Shopping Campo Grande e Rock Show. Atenção: venda de meia-entrada somente nos postos físicos. 

Correio B+

Como discordar da liderança sem criar conflitos? Especialista lista 6 cuidados

Comunicação assertiva, escolha do momento certo e foco em soluções ajudam profissionais a expressarem opiniões diferentes sem transformar divergências em conflitos

22/08/2026 15h00

Como discordar da liderança sem criar conflitos? Especialista lista 6 cuidados

Como discordar da liderança sem criar conflitos? Especialista lista 6 cuidados Foto: Divulgação

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Discordar de uma decisão da liderança faz parte da rotina profissional. Mudanças em projetos, divisão de tarefas, prazos, estratégias e até a maneira de executar determinada atividade podem gerar opiniões diferentes entre gestores e colaboradores.

Apesar disso, o receio de parecer insubordinado, criar um conflito ou prejudicar oportunidades futuras pode fazer com que muitos profissionais prefiram permanecer em silêncio.

Para Rafael Cunha, diretor nacional da Microlins, rede de ensino profissionalizante, apresentar um ponto de vista diferente não precisa ser encarado como um problema. Quando a conversa é conduzida de maneira respeitosa e fundamentada, a discordância pode demonstrar maturidade, pensamento crítico e comprometimento com os resultados.

“O profissional não precisa concordar com todas as decisões para manter uma boa relação com a liderança. O importante é entender como apresentar uma visão diferente, deixando claro que o objetivo não é criar um embate, mas contribuir para encontrar a melhor solução”, explica.

Segundo o especialista, saber administrar divergências está diretamente relacionado ao desenvolvimento de soft skills valorizadas no mercado de trabalho, como comunicação assertiva, inteligência emocional, escuta ativa e capacidade de solucionar problemas.

Pensando nisso, ele lista seis cuidados para discordar do chefe sem transformar a situação em um conflito.

1. Escolha o momento certo: Questionar uma decisão durante uma reunião com toda a equipe nem sempre é a melhor estratégia, principalmente quando o assunto exige uma conversa mais aprofundada. Se não houver urgência, vale solicitar um momento individual com a liderança. Além de evitar uma exposição desnecessária, isso permite apresentar os argumentos com mais tranquilidade.

2. Leve argumentos, não apenas insatisfação: Dizer que não concorda com determinada decisão sem explicar os motivos dificilmente contribuirá para a discussão. Antes da conversa, organize os pontos que sustentam sua opinião. Dados, experiências anteriores, impactos no projeto e possíveis riscos ajudam a tornar o diálogo mais objetivo. “Existe uma diferença importante entre reclamar de uma decisão e apresentar uma análise que possa contribuir para melhorá-la”, destaca.

3. Cuidado com a forma de falar: Mesmo um argumento válido pode perder força quando apresentado de maneira agressiva. Expressões acusatórias ou frases como “isso não vai funcionar” podem gerar uma postura defensiva. Uma alternativa é apresentar preocupações e possibilidades como “identifiquei este risco” ou “podemos avaliar outra alternativa?”. A escolha das palavras ajuda a manter a conversa concentrada no problema, e não nas pessoas.

4. Escute a justificativa da liderança: Nem sempre o colaborador possui acesso a todas as informações consideradas em uma decisão. Restrições financeiras, demandas de clientes, orientações estratégicas ou decisões de outras áreas podem influenciar determinada escolha. Por isso, antes de defender um posicionamento, é importante compreender os motivos que levaram a liderança ter aquela conclusão.

5. Apresente alternativas: Discordar ganha mais força quando o profissional também contribui com possíveis caminhos. Em vez de apenas apontar o que considera errado, vale apresentar uma solução ou perguntar se outras possibilidades podem ser avaliadas. Essa postura demonstra iniciativa e reforça que o objetivo da conversa é contribuir com o resultado.

6. Entenda quando a decisão está tomada: Nem toda discordância resultará em uma mudança. Depois que os argumentos foram apresentados e ouvidos, a liderança pode decidir manter o planejamento inicial. Quando a decisão não envolve uma conduta inadequada ou uma situação que deva ser reportada aos canais internos da empresa, cabe ao profissional compreender os limites de sua atuação e seguir com as responsabilidades acordadas.

Para Rafael Cunha, a maneira como o profissional se posiciona diante de uma divergência também pode contribuir para a construção de sua imagem dentro da organização.

“Empresas precisam de profissionais capazes de pensar, questionar e contribuir com novas perspectivas. Ao mesmo tempo, é necessário saber fazer isso com respeito, equilíbrio e responsabilidade. Aprender a discordar faz parte do desenvolvimento profissional e pode tornar as relações de trabalho mais maduras e colaborativas”, finaliza.

Cinema Correio B+

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney

Howard Ashman e Alan Menken transformaram um projeto que Walt Disney nunca conseguiu realizar em um dos filmes mais importantes da animação

22/08/2026 12h30

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney Foto: Divulgação

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A Bela e a Fera completa 35 anos em 2026 e continua lindo, emocionante, engraçado, tecnicamente impressionante e musicalmente quase impossível de superar.

E talvez seja ainda melhor quando revisto por olhos adultos, porque algumas das coisas que pareciam simplesmente românticas em 1991 revelam hoje uma inteligência muito maior sobre o amor, a liberdade, o desejo e, sobretudo, sobre a diferença entre querer alguém e achar que se tem direito a essa pessoa.

Também há uma espécie de justiça poética na história do filme. Walt Disney quis adaptar A Bela e a Fera décadas antes de ela finalmente chegar aos cinemas. Tentou desenvolver o conto ainda nos anos 1930 e voltou ao projeto nos anos 1950, mas nunca conseguiu resolver satisfatoriamente sua estrutura, especialmente a segunda metade da história.

O projeto acabou abandonado. Walt morreu em 15 de dezembro de 1966, sem ver sua versão realizada e, naturalmente, sem imaginar que 25 anos depois justamente aquele conto se tornaria o primeiro longa inteiramente animado da história indicado ao Oscar de Melhor Filme, outro sonho seu.

Essa trajetória aparece de maneira especialmente emocionante em Howard, documentário de Don Hahn que considero imperdível para quem gosta de Disney, musicais ou simplesmente de entender como grandes filmes acontecem. Porque A Bela e a Fera não nasceu pronto, muito menos inevitável.

Depois do sucesso enorme de A Pequena Sereia, em 1989, a Disney retomou o projeto, inicialmente pensado como um drama de época sem músicas. Não funcionou. Jeffrey Katzenberg mandou recomeçar o filme praticamente do zero, Richard Purdum deixou a direção, e Gary Trousdale e Kirk Wise, que nunca haviam dirigido um longa, assumiram a produção.

Foi nesse momento que Howard Ashman e Alan Menken se tornaram fundamentais. Os dois já haviam ajudado a ressuscitar a animação Disney com A Pequena Sereia, mas aqui encontraram algo ainda mais sofisticado.

Eles entenderam que as músicas não poderiam ser enfeites colocados entre uma cena e outra. Elas precisavam contar a história. Em A Bela e a Fera, praticamente nenhuma canção poderia ser retirada sem que o roteiro perdesse informação, emoção ou personagem.

“Belle”, por exemplo, faz em poucos minutos aquilo que muitos filmes levam meia hora para estabelecer. Apresenta a cidade, mostra como os moradores enxergam a protagonista, explica o que ela deseja, introduz Gaston e deixa claro que existe alguma coisa naquela vida pequena demais para ela. “Gaston” é uma aula de construção de personagem através da comédia.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a DisneyA Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

“Be Our Guest” é Broadway, vaudeville, Busby Berkeley e Disney ao mesmo tempo. “Something There” transforma o começo de um sentimento em narrativa. “The Mob Song” mostra como medo e preconceito podem ser manipulados até se transformarem em violência coletiva. E “Beauty and the Beast” simplesmente não envelhece.

Angela Lansbury chegou a acreditar que sua voz não era adequada para a canção. Ashman e Menken pediram que ela fizesse ao menos uma tentativa, cantando da maneira que achasse correta. Segundo os relatos da produção, Lansbury emocionou todos no estúdio e a gravação ficou essencialmente naquela primeira interpretação.

A música depois venceria o Oscar de Melhor Canção Original. Trinta e cinco anos depois, ainda é difícil ouvir “Tale as old as time” sem imediatamente enxergar Belle de amarelo e a Fera de azul girando naquele salão.

A trilha de Alan Menken e Howard Ashman é uma das razões pelas quais A Bela e a Fera continua tão extraordinário. Não é apenas bonita. É impecavelmente construída.

Cada tema tem função dramática, cada música revela alguma coisa e Menken consegue alternar exuberância, humor, ameaça e romantismo sem que o filme pareça mudar de universo. Há muitas trilhas Disney inesquecíveis, mas poucas formam com a narrativa uma unidade tão perfeita.

Existe ainda uma tristeza impossível de separar dessa música. Ashman estava gravemente doente durante a produção. Ele havia sido diagnosticado com AIDS e parte do trabalho foi deslocada para Nova York para que pudesse continuar participando enquanto sua saúde se deteriorava. Morreu em 14 de março de 1991, aos 40 anos, oito meses antes da estreia comercial de A Bela e a Fera. Nunca viu o filme terminado.

Há uma história especialmente bonita desse período. Depois de uma exibição muito bem recebida do filme ainda em produção, integrantes da equipe visitaram Ashman. Don Hahn comentou que aquilo seria um enorme sucesso e perguntou quem poderia ter imaginado.

A resposta de Howard foi simples: “Eu”. Nos créditos finais, a Disney resumiu seu legado de uma maneira que permanece dolorosamente perfeita: Howard havia dado uma voz a uma sereia e uma alma a uma fera. Mas a revolução de A Bela e a Fera também estava em Belle.

Hoje, depois de Elsa, Moana, Mérida e tantas protagonistas que recusam abertamente o modelo tradicional da princesa Disney, é fácil subestimar o quanto Belle era diferente em 1991.

Ela começa o filme sem qualquer urgência romântica. Lê, quer conhecer o mundo, acha a vida ao redor pequena demais e não demonstra o menor interesse em aceitar aquilo que sua comunidade considera o futuro ideal para uma mulher.

Paige O’Hara foi escolhida entre centenas de candidatas, e uma das preocupações dos realizadores era que Belle soasse mais como uma mulher do que como uma menina.

É um detalhe pequeno, mas importante. Belle não foi transformada retrospectivamente em uma heroína moderna porque hoje gostamos de enxergá-la assim. Essa diferença estava sendo construída conscientemente.

E talvez seja por isso que Gaston seja ainda mais interessante quando revemos o filme já adultos. Ele não tem poderes, não lança feitiços e nem sequer parece um vilão quando aparece. É bonito, forte, popular e completamente admirado pela comunidade. Para aquele mundo, Gaston é o homem perfeito.

O problema é que está absolutamente convencido de que desejar Belle significa ter direito a ela. Ela diz não; ele ouve e simplesmente decide que o não não vale. Primeiro transforma a resistência em brincadeira. Depois, prepara o casamento antes de ter uma noiva que tenha concordado em se casar.

Quando percebe que Belle ama outra pessoa, tenta usar Maurice para chantageá-la e finalmente conduz uma multidão até o castelo para matar a Fera. O homem bonito, humano e socialmente aprovado termina revelando-se muito mais monstruoso do que o monstro.

É por isso também que nunca comprei completamente a velha brincadeira de que A Bela e a Fera seria apenas uma grande fantasia sobre síndrome de Estocolmo. Belle não se apaixona pela Fera quando ele a aprisiona, ameaça ou tenta controlá-la. Nesses momentos, ela o enfrenta. Quando ele passa do limite, ela vai embora. A relação muda porque ele muda.

Durante a construção do filme, Ashman e Linda Woolverton discutiam justamente que aquela era também a história de redenção da Fera, porque é ele quem precisa atravessar uma transformação. Belle já sabe quem é. A Fera ainda não sabe quem consegue ser.

E a transformação mais importante dele acontece muito antes de qualquer magia devolver seu rosto humano. Quando Belle descobre que Maurice está em perigo, a Fera a deixa partir. Não cobra nada. Não pede que volte. Não transforma sua liberdade numa negociação.

Ele aceita perder a mulher que ama porque finalmente compreende que amá-la significa permitir que ela escolha. É aí que ele deixa verdadeiramente de ser a Fera.

Essa é uma diferença essencial entre ele e Gaston. Gaston parece homem e acredita que amar significa possuir. A Fera parece um monstro e precisa aprender que amar significa libertar. Talvez a maior sofisticação do filme esteja exatamente nessa inversão.

Ah! E ainda há a biblioteca. Sim, 35 anos depois, entregar uma biblioteca inteira para uma mulher que ama livros continua sendo uma das melhores estratégias românticas já criadas pelo cinema. Não há muito o que discutir.

Visualmente, o filme também representava uma revolução. A Bela e a Fera foi o segundo longa produzido com o sistema CAPS, desenvolvido para a Disney com participação da Pixar, e a famosa sequência do salão de baile usou justamente essa tecnologia para combinar personagens desenhados à mão com um ambiente tridimensional.

A Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a DisneyA Bela e a Fera faz 35 anos: o clássico que mudou a Disney - Divulgação

Hoje estamos habituados a universos inteiros construídos digitalmente. Em 1991, a câmera entrando naquele salão e circulando Belle e a Fera era algo assombroso.

E há uma curiosidade deliciosa: na dança final, depois que a Fera volta à forma humana, parte dos movimentos de Belle e do príncipe foi reaproveitada da dança entre Aurora e Phillip em A Bela Adormecida, de 1959. O motivo era bem menos poético do que o resultado. A equipe simplesmente estava ficando sem tempo.

Talvez nenhum episódio demonstre melhor o impacto imediato do filme do que sua exibição no Festival de Cinema de Nova York, em setembro de 1991. A Bela e a Fera ainda não estava terminado, com cerca de 70% da animação pronta; no restante, o público viu storyboards e testes a lápis.

Mesmo assim, ao final, recebeu uma ovação em pé relatada como tendo durado aproximadamente dez minutos. É uma imagem maravilhosa. Antes mesmo de estar completamente animado, o filme já havia conseguido exatamente aquilo que tantas animações lutavam para conquistar: ser visto não apenas como entretenimento infantil, mas como cinema.

Quando chegou aos cinemas em novembro de 1991, arrecadou cerca de US$ 331 milhões mundialmente em sua primeira passagem e tornou-se o primeiro longa animado a ultrapassar US$ 100 milhões nos Estados Unidos.

Depois vieram seis indicações ao Oscar, incluindo Melhor Trilha Sonora, três músicas concorrendo simultaneamente a Melhor Canção Original e, finalmente, Melhor Filme. Era a primeira vez que uma animação chegava ali.

Walt Disney estava morto havia 25 anos. Não conseguira realizar sua própria versão daquela história. Não viveu para assistir à Renascença Disney, ouvir Alan Menken e Howard Ashman ou ver Belle atravessar uma pequena aldeia francesa carregando livros enquanto todos a consideravam estranha, mas foi justamente A Bela e a Fera que chegou onde nenhuma animação havia chegado antes.

Depois vieram o musical da Broadway, que estreou em 1994 e permaneceu 13 anos em cartaz, continuações, especiais, parques, produtos, uma versão live-action bilionária e inúmeras tentativas de repetir sua fórmula. Só que, vamos admitir, nada substituiu o original.

Trinta e cinco anos depois, a animação continua linda, o salão de baile ainda emociona, Gaston talvez seja mais assustador do que parecia quando éramos crianças e Belle continua deliciosamente incapaz de aceitar a vida que os outros planejaram para ela.

E a trilha de Alan Menken e Howard Ashman continua exatamente como sempre foi: inesquecível, impecável e perfeita.

A Bela e a Fera pode ser aquilo que sua música prometeu desde o começo: uma história tão antiga quanto o tempo, mas que ainda parece viva.

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